Endrick ganha força na Seleção enquanto Brasil mostra evolução e dúvidas finais para a Copa
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Carlos Eduardo Éboli
Michel Coforado
- Desempenho de EndrickConvocação para a seleção · Impacto no jogo
- Brasil vs CroaciaEstratégia de jogo · Desempenho individual · Erros defensivos
- Desempenho de Clubes BrasileirosDesempenho do Vasco · Desempenho do Curitiba
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Quatro em campo. Preleção. Oferecimento. Monroi e Monroi Axios. Amortecedores e peças para suspensão. Qualidade de ponta a ponta. Carlos Eduardo Éboli e Gabriel Dudziak. Boa tarde para vocês. Boa tarde. Tudo bem, Nandoro? Tudo bem. Boa tarde.
Olha, fiquei mais animado, hein? Com o que vi. Ó, o que precisa acontecer? O que precisa ser mexido, alterado pro Hendrick jogar mais? Do Jack.
Eu penso algumas coisas sobre o Hendrik. Deixa eu dizer elas antes e aí eu respondo a sua pergunta. Vai acabar com a minha brincadeira. Não, eu acho que hoje é um dos grandes temas, é esse. É o que todo mundo está falando e aquela cobrança que de repente alguns tinham de que tem que levar o Neymar, eu já vejo mudando para tem que levar o Hendrik. Alguma coisa a gente tem que criticar.
no técnico da seleção, né? Então agora mudou, agora você tem que levar o Hendrick e não mais tem que levar o Neymar, o Neymar acabou perdendo essa batalha na opinião popular neste momento, tá? Então assim, a tua pergunta é a pergunta. Agora eu vou explicar um pouquinho o que eu penso a respeito. Eu acho que antes do jogo de ontem...
era bem discutível convocar ou não o Hendrick para a seleção, embora houvesse bons argumentos para convocá-lo, porque ele tem um potencial gigantesco, ele é um jogador que aqui no Brasil fez a diferença, na Espanha não fez, na França está fazendo, mas já teve momentos um pouco melhores.
No entanto, ele nunca foi titular absoluto da seleção brasileira. Ele nunca conseguiu agarrar essa vaga de camisa 9 da seleção brasileira. Isso precisa ser dito. E ontem ele também não foi titular. Ontem ele entrou no finzinho do jogo. Agora, o impacto que ele teve no finzinho do jogo é algo que deixa a convocação dele como muito plausível e até necessária, porque nós não temos e não tivemos nos últimos tempos na seleção Então...
Um cara que venha do banco e faça tamanha diferença como fez o Hendrick ontem. E como fez o Hendrick contra a Inglaterra, ainda com Dorival Júnior. E como fez o Hendrick contra a Espanha, ainda com Dorival Júnior. Então assim, e como também não tem nenhum outro camisa 9 ultra absoluto, mesmo o João Pedro, o Igor Thiago, que fez gol ontem de pênalti, eu acho que os argumentos para o Hendrick aumentaram muito.
Eu não acho que vai ser um total absurdo se ele não for à Copa, porque, de verdade, o Hendrik, titular da seleção brasileira, ainda não jogou bola. Mas o Hendrik, que vem do banco de reservas, ele normalmente entrega algo. Então, acho que esse já é um argumento positivo, ainda mais numa lista de 26. Éboli. E essa questão do jogador que entra no decorrer da partida, a gente tem que levar em consideração o cenário que o jogador encontra.
Encontra muitas vezes um adversário mais cansado, num jogo com uma proposta diferente. E o Henrique se adapta muito bem a essa situação. Acho que o Henrique foi muito bem quando entrou ontem. Num segundo tempo de pouca avaliação ou nenhuma avaliação coletiva. Nenhuma avaliação coletiva. Porque com oito alterações feitas, não teve jogo coletivo nenhum. Foi um jogo de tomadas de iniciativas individuais.
E aí o Henrique apareceu, o Martinelli jogou bem também, o Rayan teve seus momentos que ele tentou fazer jogadas à sua direita, o próprio Igor Thiago, com personalidade ali, aliás, os dois disputaram a bola para bater o pênalti, mostrando muita personalidade e é isso que eu valorizo, um jogador que tem carreira internacional, que tem um talento indiscutível, vários ali são muito talentosos.
Mas o que faz a diferença quando você veste a camisa da Seleção Brasileira muitas vezes? É a personalidade. E aí eu queria destacar isso. E vou citar no primeiro tempo, que a gente viu um jogo coletivo muito mais bem encaixado. Gostei muito da Seleção Brasileira no primeiro tempo.
Achei a seleção inteligente, a seleção obrigada até a fazer um jogo de paciência, com uma Croácia que não se propõe a bola, todo mundo atrás da linha da bola. Isso exige algumas maneiras diferentes de você atacar. E o Brasil precisava mostrar algumas variáveis, além da bola longa, esticada, para os jogadores rápidos pelos lados do campo. Acho que o Brasil conseguiu construir várias jogadas.
com atuações individuais de altíssimo nível e de muita personalidade. Vou voltar ao tema personalidade. Que personalidade tem o Luiz Henrique? É incrível a atuação, mais uma vez, do Luiz Henrique. Que personalidade tem o Danilo, que para mim foi o nome da partida.
Que personalidade tem, não é de hoje, o Matheus Cunha com a camisa da seleção brasileira, porque Matheus Cunha e Danilo que assumiram essa questão de armar o time diante de uma Croácia fechada e proporcionaram boas situações, fazendo do goleiro croato o melhor personagem da seleção croata no primeiro tempo.
Eu acho que a gente teve ontem, no primeiro tempo, um jogo muito interessante para ser avaliado, um aspecto coletivo, no talento individual. Foi um Vinícius Júnior que apareceu um pouco melhor, mas com cara de Vinícius Júnior. Ainda acho que ele ainda está distante daquilo que ele pode oferecer com a camisa da seleção brasileira, mas inegável a boa participação dele, por exemplo, no gol do Danilo, no 1x0. Então, eu acho que há vários aspectos positivos a serem tirados.
Além, logicamente, do Endre, que fechou bem o jogo. Num jogo de contra-ataque, o Endre respondeu muito bem. Para mim, deve ir para a Copa. São poucas as vagas que restam, mas para mim, ontem, Luiz Henrique, mais uma confirmação. Matheus Cunha, mais uma confirmação. O Martinelli.
que eu não sou lá muito fã, mas reconheço que com a camisa da seleção brasileira é um cara que não treme. O Martinelli mostra muita regularidade com a camisa da seleção brasileira, e eu acho que isso tem que ser valorizado nesse momento de fechar a lista. O Danilo teve ótimas atuações contra a França e Croácia. Eu acho que o Ancelotti tem ali duas, três dúvidas no máximo para fechar essa lista de 26 e cada vez mais.
o Neymar, no meu entendimento, pelos sinais que o Antelote dá, o Neymar parece distante da seleção brasileira. Mas o que vai acontecer nesses próximos dois meses. Mais sobre seleção do Diak.
Eu acho que o Éboli resumiu também boa parte das impressões que eu tive ontem. Eu acho que a gente tem que citar o seguinte, e até fazendo o nosso meia-culpa, ou talvez fazendo o nosso próprio contraponto. Na sexta-feira a gente conversou aqui e estávamos decepcionados com a atuação da seleção, diante da França, o jogo não foi bom mesmo, a seleção se colocou numa postura inicial mais de contra-golpe e não foi bem, num segundo momento mais de propor e também não foi bem.
E, diante da Croácia, propôs o jogo muito bem no primeiro tempo, criou várias oportunidades, mas acabou fazendo o gol num contra-golpe, que foi um rebote de escanteio que era favorável aos croatas. No segundo tempo, aí não teve muita proposição de jogo por parte do Brasil, teve sim a Croácia tentando entrar na área brasileira e o Brasil se defendendo bem. Um erro do goleiro Bento e da defesa, mas mais do goleiro Bento, num contra-golpe da Croácia, algo que, na verdade, uma transição rápida da Croácia, porque o Brasil subiu marcação para tentar tirar saída de bola.
Mas assim, foi um dos raros erros defensivos do Brasil. E aí o Brasil volta a jogar bola e aí consegue os dois últimos gols. Eu achei que foi um pênalti bem cavado aí o do Hendrik, tá? Eu não achei pênalti, não achei bem cavado, mas faz parte do jogo, né, Boli? É, faz parte. Tá no mérito do jogador também, né?
Mas só para citar também, para não parecer que sexta-feira era tudo ruim e agora na quarta é tudo ótimo. Não, tem pontos a serem criticados na atuação de ontem e tem questões que não vão valer para todos os jogos. O Brasil pegar contra-golpe contra uma equipe mais fechada dificilmente vai ocorrer. Vai ter que criar mais com posse de bola tal qual fez no primeiro tempo.
Vai ter que tomar cuidado com o erro defensivo, como, por exemplo, foi o do Bento. Mas o Bento não deve jogar, por exemplo. Então, tem essas ponderações a serem feitas. E tem a questão que eu até citei ontem, e o Eboli certamente concorda, que é nem sempre a gente vai pegar uma seleção do nível da França. Dificilmente, na verdade. França, Espanha, Argentina. Acho que desse nível, dificilmente deve ser lá na frente, numa semifinal, numa final, sei lá.
Mas seleções do nível da Croácia, sei lá, de um Uruguai, de uma Colômbia, entre outras equipes de médio porte, Japão, que ontem ganhou da Inglaterra, essas seleções sim, há mais probabilidade de pegar porque elas estão em maior número.
Tem mais seleções da segunda e terceira prateleira do que da primeiríssima prateleira. Então, o Brasil jogar contra a Croácia, da segunda prateleira ou terceira, dependendo dos seus critérios, jogar bem, ganhar da Croácia, é uma sinalização importante para a Copa do Mundo. Mais importante do que, de repente, ir mal contra uma seleção nível A, nível primeira prateleira, como é a França.
Vamos lá. Campeonato Brasileiro, podemos? Pode falar, Éboli, perdão. Pode seguir com o Brasileiro. Vamos lá, são seis jogos. Bota fogo. Tem Vasco? Excelente comentário. O comentário mais curtido do programa. O Coritiba joga contra o Vasco. Fala do Vasco, Éboli. Pronto. Vascão!
O jogo é interessante hoje, porque são dois times que estão... O Curitiba faz um campeonato muito regular. O Curitiba faz um bom campeonato. E o Vasco está nesse momento com a chegada do Renato Gaúcho, em que é uma alegria só. O Vasco realmente melhorou muito com a chegada do Renato. Não é só um choque de vestiário, a gente vê um time organizado de maneira diferente no campo. E, logicamente, quando as coisas são realizadas com mais facilidade, a bola entra, o ambiente ganha confiança.
Eu acho que vai ser um jogo de alto nível, tem tudo para ser um bom jogo e equilibrado. Apesar do bom momento do Vasco, não coloco o Vasco. A gente tem a tendência, o Vasco tem a camisa mais forte, é favorita e não está no melhor momento. Não, eu acho que é um jogo muito equilibrado. O Curitiba está fazendo um campeonato brasileiro bem interessante, a dupla, Curitiba e Atlético, nesse retorno à Série A, estão fazendo um campeonato bem interessante. O Atlético Paranaense, inclusive, brigando pela liderança do campeonato.
Mas eu acho que vai ser parada dura, jogo equilibrado hoje, bom de ver entre Curitiba e Vasco da Gama. Bom, teremos também o Fluminense que enfrenta o Corinthians, Botafogo contra o Mirasol, Inter contra o São Paulo, o Cruzeiro pega o Vitória e o Bahia duela contra o Atlético Paranaense. Dudziak.
São Paulo e Inter tem um jogo de opostos nesse recorte de dois jogos. O São Paulo vem de duas derrotas seguidas, o Inter de duas vitórias seguidas. O São Paulo está na terceira posição do campeonato, o Inter subiu para a décima segunda. O jogo é no Beira Rio e a gente fica na expectativa para ver qual é o São Paulo que aparece hoje diante do Inter, porque contra o Atlético Mineiro e Palmeiras, nas derrotas, o São Paulo criou muito pouco. Saiu atrás do marcador, não teve...
Força para reagir. E o Internacional tem mostrado mais força depois de um começo muito, muito fraco de Brasileirão. No caso de Fluminense e Corinthians, olho nos desfalques do Corinthians. Hugo Souza está com a seleção brasileira, o Memphis Depay está machucado, Carrijo também com a seleção peruana, Guinegão machucado.
Pode ser que estreie hoje na equipe corintiana o Jesse Lingard, o jogador inglês que estava aí no futebol da Coreia do Sul e que já jogou no Manchester United, no West Ham e que vai, deve ficar pelo menos no banco de reservas hoje, pode até ser titular diante do Fluminense que vai ter o desfoque do Canóbio, que é o jogador aí que vai ser ausente porque estava ontem jogando com o Uruguai, mas o Fluminense tem jogado bem melhor do que o Corinthians, o Fluminense está na quarta posição, o Corinthians não ganha um tempão, está em 11º.
Tá certo. Algo mais, Éboli, pra gente finalizar? É, esse Mirasol e Botafogo, né? Quem diria, né? A gente vê esse jogo com duas equipes que hoje estão na zona de rebaixamento. Eu acho que também é um jogo que merece uma atenção. O Mirasol venceu um jogo. Venceu na estreia, venceu o Vasco, depois só se arrebentou no campeonato. E o Botafogo vive uma situação delicadíssima, né? Ainda sem treinador. O time que mais perdeu no campeonato é o Botafogo. Cinco derrotas até agora.
E se as coisas não se arrumarem lá dentro, no ambiente, já está mais, para mim, está provado que isso está interferindo no ambiente de trabalho também. As incertezas entre os jogadores e a coisa não está fluindo dentro de campo. A maneira como o Botafogo, no último jogo, foi completamente envolvido pelo Atlético Paranense, que me chamou muito a atenção. Então, acho que é um jogo para a gente ficar de olho aí, se um dos dois já mostrar algum tipo de reação nesse jogo, que vai ser no Newton Santos.
Éboli, obrigado. Obrigado, Ziac. E até amanhã. Tchau, tchau. Valeu.
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