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‘Pegadas Musicais’: as originais que não são as mais conhecidas

01 de abril de 20269min
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João Marcello Bôscoli apresenta dois sucessos clássicos e reconhecidos – 'Blame It on the Boogie' e 'I Love Rock N Roll' – mas que poucos conhecem em suas versões originais. Ouça a trilha da vez.

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Participantes neste episódio1
J

João Marcello Bôscoli

HostApresentador
Assuntos1
  • Versões originais de músicasBlame It on the Boogie · I Love Rock N Roll · The Arrows · Michael Jackson
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Sala de Música Dom Julão Marcelo Bôscoli João Marcelo Bôscoli, boa tarde, João. Boa tarde, como é que vocês estão, hein? Muito bem. Muito bem, a gente está. Você não faz ideia, João Marcelo. Não, conta demais, conta demais. Vou te contar, vou te contar. Boa tarde, ouvinte. Nós fizemos aqui o Gosto Sim versão doce.

E aí os ouvintes mandaram pra cá músicas com a temática doce. Eu lembro. E aí que nosso ouvinte super, super carinhosa mandou um mimo pra gente. É a Sandra Chu Airi mandou pra cá

Uns docinhos, João. Me ajuda, como é que eu vou descrever? Celestiais. Exato. E ela escreveu uma carta à mão, assim, ouço com frequência o programa da CBN nos horários da manhã e à tarde quando retorno do trabalho. Ontem, ouvindo Gosto Sim, o tema foi doce, delicioso ouvir as músicas escolhidas pelo João Marcelo e apresentadas por vocês.

E aí ela fala aqui do Ateliê Marisa, que é muito conhecido. Ela falou que é tradicional, foi pesquisar. 1963. 1963, olha isso. Caramba! E nós ganhamos uma caixinha com bombom, cheio de delícias. Mudou nossa tarde, João. Não, mas isso, nossa. Eu tô lisonjeado. Claro que você vai guardar um pra mim, né?

Já acabou? Vai sim, né? Dois, né, Nathérgio? Guardaremos dois, né, Nathérgio? Obrigado, viu? Muito legal, adorei, Sandra Obrigado, um beijo, obrigado pela audiência E aí, e hoje, João? Ó, pegadas musicais Duas músicas A gente já tocou há alguns anos, mas eu fico besta De ver como eu vou perguntando pras pessoas E, enfim, sempre é chance de mostrar De novo, porque é uma música muito conhecida Dos anos 80, só que A versão conhecida não é a gravação original Então...

Vamos ouvir... Não vou falar nada, dá uma ouvidinha nessa música, porque acho que vocês vão reconhecer, mas não é a gravação que vocês conhecem, é a gravação original de 76. Vamos lá. Vamos ouvir.

E aí

Fiquei esperando o John Jett e não era. É, exato. De 75, eu falei 76 e errei. Uma banda inglesa, The Arrows. Eles que gravaram originalmente lançaram em 75. E vamos ouvir agora a versão consagrada, né? Várias coisas do arranjo original estão ali. Mas tem algo na versão dela, né? Que, nossa senhora, é a que consagrou a canção. Vamos lá.

E aí

Então vamos lá, The Aaron's Face, aí veio o John Jett, regravou e ficou famosa. É, exato. É, e aí foi quando estourou, eu conheci essa música em 82 e era uma música que se convencionou chamar Crossover, né? Que hoje usa o termo pura bolha. Ela era uma música com essas características, né? Um rock and roll, só que...

tem uma carga pop que fez com que ela tocasse em rádios do mundo inteiro, em rádios que não eram especializadas em rock and roll. A outra de hoje, também vou pedir para tocar sem falar nada, é a história da seguinte. O compositor dessa música, chama Mick Jackson, não é o Michael Jackson, é Mick Jackson, Dave Jackson e Elmar Crone.

O Mick Jackson compôs uma música e estava se apresentando num festival internacional de música que tem na França, o Miden. E aí tocou essa música. E o empresário da banda, que acabou consagrando a música, falou, nossa, pegou a gravação, levou para os Estados Unidos e a banda gravou e explodiu. Então, vamos ouvir a versão original dessa canção que foi lançada depois...

da gravação. É a regravação que voltou no tempo. Por quê? Porque entre ele apresentar para o empresário e o empresário mandar para a banda, não deu tempo dele lançar. Então, a versão da música saiu antes que a original. Nossa, vamos ver. Oh, que loucura esse mundo. Vamos ouvir então essa canção. Acho que vocês vão reconhecer, por favor.

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Aí eu tava assim, poxa, não conheço, não conheço. Daí começou o Sunshine aí, conheceu. É, então, Nadeja, Nando e Ouvinte, o empresário dos Jacksons, à época, ouviu e falou, meu, isso aqui é pros caras, eles estão gravando um novo álbum, mandou, eles gravaram rápido, saiu antes do cara, assim, tipo, pro rádio, né? Bom, vamos lá, a versão que consagrou a canção, Blame it on the Boogie, é um Michael de diferença, né? É uma pessoa cantando bem aí, agora é um super-humano. Poderes especiais.

E aí

Nada mal, né? João, tem alguém aí que a gente conhece que tá na percussão? Ah, é o Paulinho, mas eu não falo mais do Paulinho porque eu sou a agência dele. Mas eu saquei, eu saquei. Pelo barulhinho eu saquei, João. Cara, se não é ele alguém que falou assim, cara, o Paulinho não pôde vir. Vamos imitar o Paulinho aqui. Tá, então tá bom. É mesmo, é ele mesmo? Que legal. Então nesse caso os caras foram... Só um detalhe, hein?

O Michael estava no avião, bateu nas costas dele e falou, você é o Paulinho? Eu sou o Michael Jackson, sou dos Jacksons. Ele falou, pô, eu sei quem você é, cara. Ele falou, escuta, você aceitaria participar do nosso álbum? Claro. Então foi convidado, não chegou lá e mandou um cartão, mandou o agente falar. Convidado ainda é mais gostoso. Muito obrigado, amanhã vamos para dentro do estúdio. Estaremos juntos.

Valeu, João. Grande abraço e até amanhã. Obrigado, Nando. Obrigado, Nadeja. Muito obrigado, ouvinte. Até amanhã. Sobe o som.

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