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Jeep Renegade puxa a fila da eletrificação entre os SUVs compactos mais vendidos

01 de abril de 20265min
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Modelo ganha versões com sistema híbrido leve e sinaliza reação das montadoras tradicionais ao avanço das marcas chinesas no Brasil. Saiba mais no CBN Autoesporte, com Guilherme Muniz.

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Guilherme Muniz

HostJornalista
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  • Jeep Renegade com eletrificaçãotecnologia híbrida leve · concorrência com montadoras chinesas · economia de combustível · isenção de IPVA
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CBN Autoesporte. Hoje Guilherme Muniz fala sobre novidades do Jeep Renegade.

Oi pessoal, hoje eu vou contar aqui uma novidade sobre o Jeep Renegade, um modelo que por si só é muito importante, não só para Jeep, mas no segmento de SUVs compactos como um todo nos últimos anos aqui no Brasil. E ele ganhou uma novidade, ele passa a ter duas versões com uma tecnologia chamada de híbrida leve. Eu vou explicar esse conceito, mas eu acho sintomático a gente estar falando disso num carro tão simbólico como o Renegade, porque o fato do Renegade ganhar essa tecnologia agora...

mostra o momento pelo qual as montadoras mais tradicionais estão passando aqui no Brasil, tendo que investir e correr atrás de algum nível de eletrificação quando as rivais chinesas, que estão chegando nos últimos meses, têm avançado muito na eletrificação, já com carros até mais avançados do que os híbridos leve. Mas afinal, como é essa tecnologia? O híbrido leve tem já algum nível de eletrificação, mas não tão intenso quanto os carros híbridos.

Enquanto um carro híbrido roda em alguns momentos só com energia elétrica, só a combustão, ou com os dois ao mesmo tempo para economizar combustível, no híbrido leve não. O carro sempre é colocado em movimento pelo motor a combustão. A diferença é que a eletricidade entra em alguns momentos de pico de consumo de combustível.

por exemplo, na hora da partida, seja a partida inicial do carro, ou então quando você para num semáforo, o sistema start-stop desliga o motor, liga de novo para você voltar a andar, nesse momento tem um pico de consumo, e é aí que o híbrido leve despeja uma carga de energia no lugar de combustível, e isso já traz alguma economia de combustível.

Esse caso aqui do Renegade, ele vem com um sistema híbrido leve de 48 volts e ele é acoplado a um motor 1.3 Turbo Flex de 176 cavalos e 27,5 kg de torque. O câmbio é automático de 6 marchas ou de 9 marchas, se for o carro 4x2 ou 4x4.

Bom, esse sistema híbrido leve só está disponível nas duas versões intermediárias do Renegade, as versões Longitude e Saara. Elas custam R$ 160.000 e R$ 175.000. Tem outras versões, uma mais barata de R$ 130.000 e outra mais cara de R$ 190.000, mas aí eles não têm essa eletrificação. Qual é a promessa da Jeep? Que as versões híbridas leve do Renegade vão oferecer uma economia de combustível de 7%. Mas afinal, o quanto que isso significa? É assim.

o quanto isso representa de consumo para o motorista. Os nossos colegas da revista Autoesporte fizeram a conta e é mais ou menos de R$ 500 a R$ 550 de economia de combustível em um ano de uso. Então, não, acaba não sendo uma economia em termos de dinheiro tão significativa.

Mas, quando você coloca isso na ponta do lápis e alguns outros benefícios que esses carros também têm, por exemplo, isenção de IPVA em alguns estados, ou então na capital paulista, que tem um rodízio no centro expandido da cidade, esses carros ficam isentos do rodízio no centro expandido.

Então, às vezes, colocando na ponta do lápis, para quem circula muito com esse carro na cidade, pode acabar compensando. Quem circula muito com o carro na estrada, aí eu já adianto que a economia é menor, aí vale menos a pena ainda. Portanto, essa é a novidade, a principal novidade do Renegade, que acaba de ser renovado. Ele também ganhou o interior mais moderno, parecido com o do Jeep Commander e do Jeep Compass, mas a principal novidade é ele puxar essa fila da eletrificação nos SUVs compactos. É algo...

que a gente ainda vai falar bastante aqui no CBN Autosport nos próximos meses, porque vários dos rivais do Renegade também devem ganhar tecnologias parecidas nos próximos meses. Tudo para fazer frente às montadoras chinesas, que investiram pesado na eletrificação já há mais tempo e agora têm feito com que os consumidores brasileiros também pisquem o olho para essas novas marcas que estão chegando por aqui. Por hoje é isso, pessoal.

Valeu, até segunda-feira. Valeu, Muniz. Você fica com notícias da sua cidade agora.

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