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Morador com histórico de agressão bate em vizinha em Santa Catarina

31 de março de 20263min
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Marcio Rachkorsky fala sobre um caso de violência em um condomínio de Santa Catarina que ganhou repercussão nas redes sociais nesta semana. Um morador, com histórico de agressões, depredou áreas comuns do prédio, arrancou câmeras de segurança e agrediu uma vizinha. Segundo relatos, a polícia tratou o caso com desdém, sem medidas imediatas.

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Participantes neste episódio1
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Márcio Raskowski

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  • Agressão em condomínioHistórico de violência do morador · Reação da polícia · Medidas protetivas
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CBN Morar Bem, com Márcio Raskorski.

Márcio, bom dia, tudo bem? Oi, Muniz, bom dia, tudo jóia? Bom dia, Márcio. Oi, Nadeja. Hoje o Márcio fala com a gente sobre um caso que aconteceu no sul do país, mas fica também o alerta. Um morador que agrediu uma vizinha, né, Márcio? Arrancou câmera, a polícia acabou não conseguindo fazer muita coisa e aí o vídeo repercutiu muito nas redes sociais. Esse vídeo repercutiu bastante.

Foi numa cidade de Santa Catarina. E assim, é um morador que já tem histórico de violência. Ele depredou uma série de áreas comuns do prédio, arrancou câmera e bateu numa vizinha. Literalmente bateu. Ela estava com o rosto todo ensanguentado. E obviamente chamaram a polícia.

E a polícia tratou com bastante desdém, como se fosse uma briguinha de vizinho. A guarnição lá que atendeu a ocorrência disse que não podia fazer nada, que era pro pessoal ir na delegacia fazer DO. E isso tem acontecido nos condomínios pelo país inteiro. Brilha de vizinho, que acaba em agressão dessa forma. E é crime, não é uma briguinha de vizinho.

Envolve lesão corporal, envolve ameaça, às vezes tentativa de feminicídio. Ela estava com o rosto todo ensanguentado, tomou um soco, não sei. Então, a polícia precisa ser reorientada de uma forma geral. Nesse caso de agressão, é flagrante.

Então não importa que o morador bateu e se trancou na casa dele. E aí todo mundo fala, tem que ter um mandado, uma ordem judicial. Sim, se você vai intimar alguém, se você vai entrar na casa de alguém depois do flagrante, tem que ter uma ordem judicial. Mas ali tinha acabado de acontecer e estava exatamente no flagrante. Então o síndico franqueia a entrada da polícia, o morador autoriza a entrada da polícia, vai lá na porta do apartamento.

E vai levar pra delegacia todo mundo, porque é crime em flagrante. E as pessoas acham que, ah, eu tô do portão pra dentro, a polícia só entra com o mandado. Se for no flagrante, não. E é pro síndico informar isso pro jurídico do condomínio, porque agora o próximo passo, do ponto de vista...

administrativo, né? É tomar uma medida pra expulsar esse morador do convívio e ela conseguir uma medida protetiva pra que ele não se aproxime dela. E o jeito de não se aproximar é não frequentar o condomínio. Então vai acabar numa expulsão por comportamento antissocial. Agora, o que é lamentável é a atitude de desdém da polícia, né?

E que todo mundo no país inteiro, a polícia precisa ser reorientada nesses casos para conduzir para o distrito e não falar vai lá na delegacia e faz um BO, porque é flagrante. Perfeito. Márcio Raskowski, obrigada por hoje. Até amanhã, Márcio. Valeu, até amanhã. Tchau, tchau.

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