O que falta para a Copa do Mundo Feminina 2027 deixar legado no Brasil?
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Beatriz Pacheco
Michelle Silva
- Copa do Brasil FemininaExposição do futebol feminino · Cultura do futebol feminino · Transmissões e horários · Brasileirão Feminino · Aline Pellegrino · Movimento global
- Copa do MundoMata-mata definido · África do Sul vs Canadá · Brasil vs Japão · Hajime Moriyasu · Coletivo japonês · Seleção brasileira
- Competitividade do futebol femininoHierarquia em mudança · Principais ligas europeias · Seleções classificadas · Calden Tate · Arsenal (feminino) · Barcelona (feminino) · Lyon (feminino)
- Seleção FemininaSeleções Sul-Americanas · Seleções Asiáticas · Seleções Europeias · Linda Caicedo · Mercedes Paz · Kamada · Minamino · Mitoma
- Preparação da Seleção Brasileira para jogo contra FrançaDesafio para a seleção brasileira · Força do coletivo japonês · Ataque pelo lado direito do Japão · Marquinhos e Danilo · Bola parada
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Convocadas. São 11 horas e 10 minutos no horário de Brasília. Michelle Silva chegando para bater um papo com a gente. Michelle, bom dia para você, tudo bem, Mi?
Tudo bem, Vittar, bom dia para você, para todo mundo que tá na nossa audiência. Estamos nos consolidando como uma dupla, hein?
É, exatamente. Ó, fizemos muita Copa do Mundo masculina aí essa semana, foram muitos e muitos jogos. Tá demais a Copa masculina. Já já a gente vai falar sobre esse assunto. Vou querer também a sua opinião, porque o mata-mata agora tá todo definido. Começa hoje com duelo entre África do Sul e também a seleção do Canadá. Canadá que poderia jogar em casa pelo menos mais uma partida, né, de mata-mata, mas não passou na primeira colocação.
Vai jogar agora em Los Angeles. E amanhã, 2 da tarde, teremos Brasil e Japão. Assunto para daqui a pouco. Antes, estamos aqui agora para falar sobre a Copa do Mundo feminina, Michele, porque faltam 361 dias para o início da competição. Nessa semana quebramos a barreira aí de 1 ano para Copa do Mundo de 2027, que vai ser muito importante porque vai ser a primeira Copa do Mundo feminina aqui no Brasil, né? Serão 8 sedes: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
E a gente quer saber, claro, como é que tá a sua expectativa aí para essa chegada da Copa do Mundo, uma Copa do Mundo aqui no Brasil, para saber se você tá esperando, né, o torcedor brasileiro ter uma recepção calorosa para uma Copa do Mundo feminina, ver todos os estádios lotados, não só nos jogos do Brasil, porque aí é fato, a gente vê o estádio lotado até em amistosos da seleção brasileira. Mas não tenho dúvidas que na Copa do Mundo vai ser assim.
Mas quero saber se das outras seleções também. Faltam 361 dias e vai passar, ó, num piscar de olhos, já já tá aí.
É assim, eu tô com a expectativa lá em cima, né? Inclusive é algo que tá consolando um pouquinho esse sentimento. Quando começa uma Copa do Mundo, né, nesse caso a masculina, a gente já fica ali, ai, 'Ah, mas já tá acabando, né?' E ao mesmo tempo, poxa, a gente vai terminar uma Copa do Mundo com bem menos de um ano até a próxima Copa, né? E aí a feminina de 2027. Então tem sido muito legal pensar na Copa feminina. Já a gente já tem falado a respeito dela há muito tempo.
E nesse caso, Bitar, acho que esse ponto que você trouxe ele é muito importante, né? E acredito que a gente vai muito para um caminho de debate sobre cultura do futebol feminino, o quanto que ela é incentivada, o quanto que ela está presente no nosso dia a dia. E no caso da CBN, está muito presente, né, porque a gente fala de futebol feminino constantemente na nossa programação. Tem vários outros veículos, sendo muito justa, que também estão dando mais atenção, e isso é fundamental.
E acredito que a gente tem um caminho ainda a percorrer nesse sentido, de fomentar cada vez mais, de incentivar cada vez mais É, acredito que algo que às vezes não é tão pensado, mas que faria muito sentido, principalmente nesse menos de um ano que falta para Copa de 2026, é um olhar atento principalmente na questão das transmissões, no incentivo a horários e momentos em que o futebol feminino seja o principal foco de atenção de uma audiência que— vamos lá, Bitar.
Ela tá muito dividida, né? Hoje você tem muita coisa para assistir. Então é importante, na minha opinião, criar mecanismos para fomentar essa cultura do futebol feminino. A torcida brasileira nos jogos da Seleção Brasileira, a gente viu na última data FIFA, deram um show assim, foi muito, muito legal, tanto em Cuiabá como também São Paulo. Foi sensacional o apoio oferecido para as atletas. E acredito que a gente tem um bom caminho com relação à Seleção Brasileira.
Mas a gente pode continuar melhorando, a gente pode continuar incentivando e principalmente atrair o olhar um pouco mais para o brasileirão feminino, que é uma competição que está muito equilibrada, que vai voltar agora depois da Copa do Mundo. Parar em meio à Copa eu já acho que é excelente, porque você não divide o foco também, né, em meio à Copa masculina. Então tem sido pensado, um caminho tem sido trilhado, e se for para melhorar algo, eu iria muito nesse caminho de melhorar a visibilidade do futebol feminino aqui no Brasil, para que a gente não tenha um exemplo prático, é um jogo de futebol feminino que é um jogo muito importante sendo disputado em meio a uma outra partida muito importante do Brasileirão masculino.
Acho que a gente tem uma variedade de horários para poder distribuir, dar atenção para tudo e valorizar tanto futebol feminino como também o futebol masculino. Então, há menos de um ano da Copa do Mundo, eu tô pensando muito nisso assim, fomentar essa cultura. E assim, vamos lá, futebol feminino, ele é, ele, acho que inclusive até essa semana rolou um evento no Museu da FIFA em Miami falando do futebol feminino, falando da Copa de 2027 mais especificamente.
E Aline Pellegrino, que é a diretora executiva de legado e relações institucionais da FIFA, é para 2027, né, para Copa de 2027. Ela falou o seguinte: futebol feminino não é mais um nicho, né, ele é um movimento global. Então pensar dessa forma, acho que é muito interessante. Não é algo assim que, ai, algumas pessoas gostam. Não, quem não está envolvido, quem não está prestando atenção, para uma lógica até de mercado, tá perdendo dinheiro.
Então acho que quanto mais isso ficar claro, melhor também para a gente pensar produto, pensar jogos e pensar as marcas também.
Não, sem dúvida. E assim também, né, você falou sobre essa questão de uma, de não dividir atenções, né. E se eu não tiver enganado, se a minha memória não me trair agora, o Brasileirão masculino do ano que vem vai parar durante a Copa do Mundo feminina, até por conta da utilização dos estádios, né, da Neoquímica Arena, da Arena Pernambuco. A gente por enquanto falando mais da Série B do Campeonato Brasileiro, mas do Mané Garrincha, do Mineirão, do Castelão, do Beira-Rio, do Maracanã, da Arena Fonte Nova.
E isso pode trazer uma atenção muito maior e muito acima, né, para a Copa do Mundo feminina do que tivemos até nas edições anteriores. Porque na edição passada, em 2023, é claro, a cobertura foi legal, já foi melhor do que a de 2019. A atenção tá mudando. Mas quando você para um campeonato e só vai parar, a gente tem que ser sincero, que nesse momento só vai parar porque vai ser aqui no Brasil e porque em termos de logística vai, entre aspas, atrapalhar o futebol masculino e só por isso que a competição vai parar.
Fora que, como os jogadores do masculino ainda não conseguiram tirar férias direito, né, desde o ano passado, Copa do Mundo de Clubes e tudo mais, tá sendo muito conturbado. Um final de ano com uma Copa do Mundo que beirou o Natal, um campeonato estadual começando lá no comecinho de janeiro por conta da Copa do Mundo, de seleções agora no meio do ano.
Mas é assim, bom se acostumarem que vai rolar isso: 15 dias fim do ano, 15 dias metade do ano. Tem sido assim, né?
Então, mas eu acho que isso pode ser muito positivo para a Copa feminina, porque assim, quem quiser ver futebol não vai ter o futebol de alto nível do profissional aqui no Brasil, não vai ter na Europa, não vai ter em nenhum lugar. É a Copa do Mundo que vai estar rolando.
É, teremos o profissional de alto nível no feminino, né? Então, exatamente, exatamente. Assim, com certeza, assim, eu acho que é um ponto bem importante que você traz até para essa questão da divisão de foco. E a gente tá falando de um torneio muito, muito grande assim, e que tem sido cada vez mais equilibrado. Eu lembro que eu produzi alguns conteúdos, fazia lives assim, 2019, na Copa de 2019, e ainda era uma Copa que a gente falava assim: nossa, a Holanda pode estar chegando, a Inglaterra pode estar chegando, a Espanha pode estar chegando.
Lembro que eu falava a respeito da Calden Tate, que hoje é uma unanimidade no futebol feminino mundial e que é jogadora do Arsenal, jogadora da Espanha. E naquela Copa de 2019 ela ainda estava começando assim. E a gente falava muito de Estados Unidos, que são inabaláveis pensando em futebol feminino. Hoje ganhou uma concorrência muito grande. Até se a gente pensar nas principais ligas europeias, o Chelsea, que dominou muito tempo na liga inglesa, também ganhou uma concorrência recente muito forte.
De um Arsenal que chegou às fases mais decisivas. Aliás, inclusive ganhou a Champions League, né? O Arsenal no masculino não é campeão da Champions, mas no feminino as mulheres do Arsenal já escreveram essa história.
Ganhando do Barcelona ainda, né?
Ganhando do Barcelona, que é o grande time do futebol feminino mundial, mas que se a gente pensar há 6 anos, há 5 anos, o Barcelona a gente sim via com muita ali uma possibilidade muito grande, né, de ser muito promissor, mas Era o Lyon, o Lyon era dominante pensando em Champions League feminina. Então essa hierarquia tá mudando, né, tá equilibrando muito mais. Então eu tô prevendo uma Copa do Mundo de 2027 muito equilibrada. E claro, né, tem seleções ainda para se classificar, né.
A gente já tem algumas seleções classificadas, são 14 já classificadas, né. Além do Brasil, que é sede, Austrália, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, que é uma seleção que também tá crescendo, Nova Zelândia, Alemanha, que é sempre muito forte, bicampeã mundial, Argentina, que tem jogadoras muito talentosas, e recentemente a gente pode ver isso porque fizemos uma final de torneio de divisão de base contra as argentinas.
A Mercedes diz que é uma centroavante, 17 anos apenas, já tá fazendo muito bonito também nas eliminatórias e ajudou a levar a Argentina à Copa do Mundo. Tem a Colômbia, da Linda Caicedo, que é uma das melhores jogadoras do mundo, jogadora do Real Madrid. A Dinamarca, a Espanha, e aí a Espanha muito, muito forte, uma das favoritas a inclusive chegar à final da Copa de 2027. E a França, que é uma seleção muito forte de muito tempo já também, em função, é claro, do Lyon também ser muito forte há muito tempo na modalidade, o PSG que veio chegando também.
Então teremos grandes seleções, Vitória, grandes seleções mesmo, e um futebol de altíssimo nível. Assim, eu acredito que, assim, uma coisa que eu não sei, eu faço muito esse paralelo do futebol masculino com feminino porque, na minha opinião, quem gosta de futebol não faz distinção pelo gênero. Eu gosto de futebol, não me interessa se é masculino ou feminino. E eu vou fazer esse paralelo porque eu acho que é uma coisa que faz sentido para gente que é jornalista esportivo, mas também para muitos curiosos, muitas pessoas que torcem, mas que gostam de saber mais além de só assistir o jogo, que é o seguinte: às vezes a Copa do Mundo tá rolando e pode pintar aí uma uma certa, um certo arrependimento, entre aspas, de poxa, por que que eu não olhei mais para essa seleção em meio às eliminatórias?
Bem, para Copa de 2027 tem tempo ainda para galera se ambientar, para galera enfim conhecer essas outras seleções também.
Até porque já temos 14 seleções classificadas, né, são as 3 sul-americanas já garantidas, o Brasil como sede, além de Argentina e Colômbia. São 6 seleções asiáticas, já temos todas as asiáticas garantidas, né, Austrália, China, Japão, Coreia do Norte, Coreia do Sul e Filipinas. Uma da Oceania já garantida, a Nova Zelândia. Sempre lembrando, claro, que a Austrália disputa as eliminatórias tanto no masculino quanto no feminino, né, da Ásia e não da Oceania.
Além das 4 europeias até aqui, Dinamarca, França, Alemanha e Espanha. Faltam ainda as 4 seleções africanas, as 4 seleções da CONCACAF, né, América do Norte, América Central e Caribe, 7 seleções europeias ainda e outras 3 que vêm de repescagem Internacional. Lembrando que a competição será de 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho de 2027. Vai acontecer aqui no Brasil, repito, em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo são as 8 sedes da competição.
São 11 horas e 23 minutos, Michele. Aproveitando o assunto de Copa do Mundo, vamos colocar novamente aqui a competição que está em andamento, né, a Copa do Mundo masculina. Hoje teremos o início do mata-mata com um duelo apenas, né, o duelo entre África do Sul e Canadá. A partir de amanhã já temos 3 jogos por dia até a sequência dessa semana, né, porque já no dia 4 de julho aí já teremos o início das oitavas de final, dia 4 de julho, que será quinta-feira.
Então até, aliás, será sábado, tá. Então até sexta-feira teremos essa fase de 1/16, né, a fase 2 da competição. E a partir de sábado que vem teremos o início das oitavas de final até o dia 7 de julho, né? São 4 dias aí de jogos direto pelas oitavas de final. Depois teremos um descanso, né, de um dia, enorme descanso de um dia entre as oitavas e as quartas, né?
Só hoje é quase descanso, né?
Que é um jogo só hoje. Hoje dá até para dormir, hoje tá um espetáculo assim esse dia, né?
Hoje tá dando até para dormir, olha que luxo!
Depois dessa semana aí com 3 jogos 3 grupos sendo definidos por dia, né? 4 dias seguidos com 6 jogos, jogos simultâneos. Eu olho numa tela, olho na outra, fica ligado quando a gente tá no ar fazendo um jogo, bisolhando outro aí, vendo os melhores momentos depois. É uma loucura, mas é uma loucura muito boa, Copa do Mundo. E dentro dessa loucura muito boa, amanhã, 2 da tarde, teremos um Brasil e Japão, jogo que a gente já destacou lá no Raio-X das Seleções.
Para quem não acompanhou, em todas as plataformas de podcast e também no nosso youtube.com/cbn, lá Você tem uma playlist só com as análises aí das seleções. Eu inclusive estou aguardando o tal do 13º episódio, que vai ser muito pedido. É, tenho certeza disso. 13º episódio, para quem não acompanhou: Leonardo Dai, Michele Silva e Gabriel Dudziak fizeram um episódio por grupo, então 12 episódios. E o 13º vai ser o quê? Um react daquilo que eles viram até aqui na competição, daquilo que eles projetaram e do que aconteceu, do que a gente errou.
É uma exposição, normalmente é isso, né? E com bolão, bolão para jornalista esportivo é terrível porque você perde para muita gente, e tá tudo certo, faz parte mesmo. Agora, esse Brasil e Japão amanhã, hein, Michelle? O que que você tá esperando?
Um jogo difícil para seleção brasileira, tô projetando isso. Inclusive, eu tava ouvindo o Duds, né, e concordo muito com o que ele mencionou a respeito da seleção japonesa. É assim, é uma seleção muito forte e me chama muito a atenção o seguinte: beleza, isso vale para a seleção brasileira também, né, que perdeu Estevão, que perdeu Rodrigo, Wesley, Militão, só para citar alguns nomes dos principais. Mas a seleção japonesa também perdeu nomes bem relevantes e é uma seleção que contava muito com esses nomes, né.
Então tem aí um desafio pela frente. Logo a gente mencionou isso, inclusive durante o raio-x mesmo, né, do quanto que essa Copa seria desafiadora para seleção japonesa, porque acabaria colocando à prova um pouco do trabalho do Hajime Moriyasu, que vem desde o fim de 2018, da Copa de 2018, mas ele já tendo participado daquele ciclo como auxiliar. Então, mas a seleção japonesa ela vem mostrando nessa Copa do Mundo como o coletivo é muito forte, é um coletivo muito forte.
E o Dudes até mencionou, né, que talvez não tenha aí um grande nome, né, capaz de decidir individualmente, E é fato, perto do que poderia ter, com nomes que estavam fazendo parte do ciclo e que são muito importantes, o Minamino, também o Mitoma. Minamino do Mônaco, Mitoma do Brighton. Mas é uma seleção forte, uma seleção bem organizada. Acredito que pode incomodar bastante, principalmente nosso lado direito de defesa, porque tem o Kamada que gosta de cair por aquela meia esquerda de ataque do Japão.
E aí pode gerar um pouco de confusão ali entre o Marquinhos e o Danilo na marcação. Então é algo para se prestar atenção, né, uma seleção que tem essas tabelas curtas e que diante do mínimo espaço eles aproveitam muito rápido assim. Eles têm essa troca de passes mais rápida. Inclusive na última rodada fez um dos gols mais bonitos da Copa do Mundo em termos coletivos, né. É uma seleção que gosta de utilizar normalmente dois jogadores entre as linhas de marcação para receber de costas, fazer uma tabela curta e atacar rápido.
Tem o cruzamento, né, o passe para área rasteiro. Então é preciso tomar cuidado com isso. Ao mesmo tempo, Vitara, seleção brasileira ela é muito forte, né? Temos muitos talentos, temos em termos de qualidade individual assim material humano que poucas seleções têm. E do ponto de vista de jogo coletivo tem melhorado bastante. Se tem algo que me preocupa É que às vezes quando a pressão alta ela dá uma brecha, a seleção fica muito exposta, né?
Seleção brasileira fica muito exposta. Eu vejo aí uma certa distância ainda entre linha defensiva e Casemiro e o restante do time. Acho que compactar um pouco mais na hora de pressionar pode ajudar bastante. Mas quando a nossa pressão alta funciona, e ela pode inclusive decidir nesse jogo contra o Japão, é bem interessante. E também acho que é um bom jogo para nossa bola parada aparecer. Acredito que a gente tem boas chances aí na bola parada, tanto cobrança curta como também a cobrança mais direta.
11 horas e 28 minutos. Michelle Silva, aproveito para desejar um ótimo domingo para você. Lembrando para você, ouvinte da CBN, que daqui a pouco, né, das 3 às 5, comando do Bruno Faria, comentários do Gabriel Dudziak, da Michelle Silva, teremos análise da primeira rodada grupo a grupo do que foi até aqui essa Copa do Mundo. E também, claro, a projeção do mata-mata, que eu lembro começa hoje às 4 da tarde com África do Sul e Canadá, e amanhã, 2 da tarde, o segundo jogo dessa fase 2 da Copa do Mundo tem o duelo entre Brasil e Japão.
Michele, ótimo domingo para você, amanhã ótimo trabalho também, ótima torcida para seleção brasileira, que a gente possa falar de Brasil nas oitavas de final durante toda semana. Bom domingo para você.
Tomara, tomara, estaremos na torcida. Bom domingo para todo mundo, até logo, né, até mais. Logo estaremos juntos no debate ali no meio da tarde e vamos lá curtir mais essa Copa do Mundo que tá muito especial.
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