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Vinicius Júnior é destaque do Brasil enquanto Seleção tenta superar sequência de lesões

21 de junho de 202619min
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Leonardo Dahi destaca o bom momento de Vinicius Júnior na Copa do Mundo e avalia que o atacante se adapta melhor ao estilo de jogo de Carlo Ancelotti. Enquanto isso, a Seleção Brasileira busca alternativas após a lesão de Raphinha e convive com uma série de desfalques no elenco.

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Participantes neste episódio1
L

Leonardo Dahi

ConvidadoJornalista
Assuntos5
  • Desempenho de Vinícius JúniorVinícius Júnior · Carlo Ancelotti · Real Madrid · Tite
  • Seleção BrasileiraRafinha · Neymar · Estevão · Rodrigo · Wesley · Militão · Wanderson · Caio Henrique
  • Copa do Mundo e Seleção BrasileiraAceleração · Espaço em campo · Equilíbrio defensivo
  • Copa do Mundo: Destaques da rodadaMéxico · Estados Unidos · Canadá · Suíça · Alemanha · Curaçao · Equador
  • Clima da Copa nos Estados Unidos e CanadáFiladélfia · Nova Jersey · Nova York · 4 de julho · All-Star Game do beisebol
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LDLeonardo Dahi

Vamos até os Estados Unidos com Leonardo Dai, o homem da vinheta. A Shakira fez só para ele, olha lá, Shakira fez a música só para ele. Tudo bem, Léo? Bom dia!

LDLeonardo Dahi

Que moral! Que se eu tivesse essa moral toda, eu usaria para falar tanta coisa com Infantino que você não faz nem ideia. Mas bom dia, bom dia, ouvinte do CBN Esportes!

LDLeonardo Dahi

E aí, amigo, como é que foi? Primeiro, vamos lá, é dia de trabalho hoje para seleção brasileira, e sabendo que vai trabalhar daqui para diante sem o Rafinha, né? Acabou a Copa para o Rafinha, Léo?

LDLeonardo Dahi

É isso? Não, não, não, não definitivamente, pelo menos. Existe a chance dele não jogar mais a Copa? Existe, até porque vai depender também da, até de onde a seleção for, né? Se acontecer a eliminação que vocês estavam colocando como uma possibilidade na segunda fase, por exemplo, ele não joga mais a Copa porque não vai se recuperar a tempo. Então evidentemente, quanto mais longe a seleção for, maior a chance do Rafinha voltar a jogar.

É uma lesão muscular. Ele teve uma em março e ficou 2 meses fora. É claro que as lesões não são iguais e é claro que na lesão passada havia uma preocupação em colocar o Rafinha para jogar só quando ele estivesse assim 1000%, até numa preparação para a Copa do Mundo. Agora é o contrário, agora é uma recuperação intensiva para voltar, não de qualquer jeito evidentemente, né, mas assim, do jeito que for possível voltar ainda a jogar nessa Copa do Mundo.

Então se você pensar que hoje faltam 29 dias para final da Copa do Mundo, para final da Copa do Mundo, e pensar que o Neymar, por exemplo, já tá mais de um mês sem jogar, é uma situação muito difícil.

LDLeonardo Dahi

É, o Rafinha poderia voltar se tudo andar bem, eles vão trocar de lugar, um sai do dele e vai Voltar para o campo, o, o, a previsão, o Ancelotti falou isso, né? A previsão é do Neymar no campo amanhã com o grupo, amanhã com o grupo, né?

LDLeonardo Dahi

Exatamente, é entre hoje e amanhã, né? Vou voltar a treinar com o grupo porque agora já começa também a ficar um período em que os jogos, esse intervalo que a gente teve de uma semana quase entre o primeiro e o segundo jogo, agora ele começa a ficar bem mais achatado, né? Então o Brasil jogou na sexta, vai jogar na quarta-feira. Depois de quarta-feira joga na segunda, né, pela segunda fase. E aí vai, as coisas vão, o intervalo entre os jogos vai diminuindo.

Então assim, não dá para garantir nada nesse momento. Rafinha é jovem, mas também já tem um histórico de lesões na coxa muito complicado. Então a situação não é boa, a situação não é boa. Não houve um corte, até porque se você cortasse não ia poder colocar ninguém no lugar mesmo. Não adianta, é ver o que consegue ser feito, o que dá para fazer em termos de recuperação. E se o Brasil chegar numa semifinal, se o Brasil chegar, de repente poder contar com ele e alguns minutos de jogo. Não tem muito mais o que fazer que não seja isso nesse momento.

LDLeonardo Dahi

É, lesão muscular é complicado, é complicado. Acho que agora mais do que nunca o Ancelotti vai ter que trabalhar uma outra alternativa. De novo, né, cara, impressionante o lado o lado direito da seleção brasileira, que o Rafinha não tava na direita, ele tava na esquerda. Aí ele foi para direita, vem a lesão. Quem é que estava lá? Quem era? Quem parecia titular absoluto naquela posição? Estevão não foi para Copa. E agora o plano é o plano C, Luiz Henrique.

LDLeonardo Dahi

E se você pensar, né, você tem aí nesse, você contar o Neymar que não voltou a jogar ainda, você tem 6 jogadores machucados na seleção brasileira. Que são o Rafinha, que tá lá, né, o Neymar, que tá lá, o Estevão e o Rodrigo, que foram, que foram, que nem foram convocados, o Wesley, que foi cortado, e o Militão, que também nem foi convocado porque já tava lesionado. Então, assim, a gente fala muito do time, né, que o time não encaixou, que o time isso, que o time aquilo, e é verdade, mas assim, se você colocar esses 6 jogadores em alto nível, sem lesões, no time, também seria um outro, uma outra seleção brasileira, né.

É muita lesão. E dessas 6 aí, Estevão, Wesley, Militão, Rafinha, só aqui 4 que jogam muito pelo lado direito. E você tem o Rodrigo ainda, que poderia jogar por ali também em algum momento, mas enfim, já tava numa outra posição. Neymar também. Então é muito jogador lesionado também, sem contar outros que poderiam pleitear a vaga, que acabaram se machucando e perdendo espaço, como o Wanderson, lateral direito, Caio Henrique, lateral esquerdo.

Então enfim, essas são muitas lesões aí abalando esse ciclo de seleção brasileira também.

LDLeonardo Dahi

Só para a gente arredondar, Léo, esse noticiário médico aí do Rafinha, a CBF ela não divulgou qualquer tipo de prazo, né? Nenhum, nenhum, nenhum. Deixou em aberto. Vamos ver o que vai acontecer.

LDLeonardo Dahi

Exatamente. Vale lembrar que teve, teve a história do Neymar, né? Quando o Neymar se machucou, foi dado um prazo de 3 semanas para ele ser liberado, e esse prazo acabou na quinta-feira passada. Então, até em função de você É porque o que vai acontecer agora é o seguinte: você vai tentar acelerar o que seria um processo normal de recuperação, né? O processo legal mesmo assim de recuperação, ele demandaria um tempo que a Copa do Mundo não dá para seleção brasileira.

Então, como você vai tentar acelerar processos sem colocar em risco o jogador, evidentemente, mas assim, vai tentar acelerar alguns processos, não tem a previsão que se daria, ela seria ou muito ampla ou muito ruim. Então fica aí, fica aí em aberto, e dia a dia tentando ver como é que o jogador reage ao tratamento.

LDLeonardo Dahi

É o organismo de cada um, né? Reage de maneira diferente. Vamos ver se o Rafinha é, consegue. E aí, aí o seguinte, agora o Rafinha ele vai ficar todo dia a cada jogo pedindo para Seleção Brasileira, vai, me deixa aqui mais, me deixa aqui mais um pouquinho, deixa aqui mais um pouquinho, quem sabe lá na frente a gente não se vê novamente, né? E agora tem uma boa notícia para o Ancelotti, que é o desempenho até agora do Vinícius Júnior, né?

Como é que tá aí, que você tá percebendo esse início de Copa aí do Vinícius Júnior. Destaque do Brasil na primeira partida, destaque do Brasil na segunda partida. É um cara que tem um aproveitamento, sim, uma participação em gols muito, muito grande sob comando do Carlo Ancelotti. Até pegar aqui, são 9 participações em gols em 12 jogos com o Carlo Ancelotti. Então ele, e em Copa do Mundo, na última Copa, ele também teve boas participações e começa bem essa Copa.

Como é que você tá percebendo esse ambiente aí? Talvez essa é a única página mais otimista, é a página Vinícius Júnior, a editoria mais otimista na Copa do Mundo hoje é editoria Vinícius Júnior.

LDLeonardo Dahi

Eu acho que tem aí uma coisa, e eu até tentei extrair um pouco disso do técnico da seleção brasileira na entrevista pré-jogo de quinta-feira, ele acabou não entrando entrar muito no assunto, mas assim, o técnico da seleção, ele acredita muito que quando a bola chega no ataque, ali não tem muito ensaio mais, ali tem que ser o jogador, intuição do jogador, aí decisão dentro de campo, intuição, tomada de decisão, é diferente. Tanto é que a gente tinha esse duelo direto na Champions, né, dele contra o Guardiola, é o oposto um do outro, né?

O Guardiola é o ensaio total dos movimentos, dos mecanismos, e ele não, ele é, chegou ali a bola, Você tem que se virar, você tem que ir, né? E o Vinícius Júnior é um jogador que cresceu como jogador baseado nisso, com o próprio técnico da seleção no Real Madrid. Então o Vinícius, ele, ele é, ele fica mais confortável nesse tipo de abordagem do que com o Tite, por exemplo, quando ele estava sempre muito aberto do lado esquerdo, pegava a bola sempre colado na linha lateral, sempre com dois marcando, né?

Porque o adversário sabe evidentemente para onde é que tem que ir, sempre com pouco espaço. E a seleção, até por não ter o controle dos jogos, por não ter o controle da bola, está acionando muitas vezes o Vinícius Júnior nessa situação na qual ele vai bem, que é um contra um, que é o campo aberto, que é esse jogo mais rápido. Os outros jogadores de ataque, e na quinta-feira eu até perguntei especificamente sobre o Rafinha nesse sentido, eles não, eles não se construíram nesse modelo de jogo.

Você pega o Rafinha, por exemplo, o Rafinha, ele jogou, ele cresceu como jogador com 3 técnicos basicamente. O Marcelo Bielsa no Leeds, o Tite na Seleção Brasileira e agora o Hansi Flick no Barcelona. São 3 técnicos que, com as diferenças que ele tem entre eles, né, que são muito diferentes os 3, mas assim, os 3 pensam em movimentos de ocupação de espaço bem mais ensaiados.

LDLeonardo Dahi

Então é tudo muito bem determinado, né?

LDLeonardo Dahi

Exatamente. Foi um pouco frustrante o técnico da Seleção não se aprofundar muito nessa pergunta.

LDLeonardo Dahi

Ele tá se especializando, né, em fazer entrevistas coletivas vazias.

LDLeonardo Dahi

Mas sempre, mas sempre, mas isso sempre, né? Isso, isso, isso. Ele lida bem com a imprensa nesse sentido de deixar sair exatamente o que ele quer que saia previamente. Eu tenho a impressão de que um jogador como Rafinha, por exemplo, não está preparado ainda para ter essa liberdade. Não faz parte da construção de jogador do Rafinha pegar a bola e poder ir para qualquer lugar, entendeu? Então nesse sentido eu acho que passa muito por aí essa boa Copa que faz o Vinícius Júnior até agora.

Ele é o jogador mais bem acostumado com esse jeito que a seleção quer jogar, porque no mais isso chama muito a atenção até pela característica histórica do futebol brasileiro, né? O jogo do Brasil não tem cadência nenhuma, né? O jogo do Brasil é uma aceleração louca o tempo todo. É o Brasil, é o Brasil tentando pegar a bola, tentando chegar no gol rápido e errando e voltando e errando, voltando, errando e voltando. Que para muitos jogadores da seleção não é o jogo que eles estão acostumados a fazer nos clubes deles, né?

O Vinícius está um pouco mais acostumado com isso, até por já ter trabalhado com esse técnico no Real Madrid.

LDLeonardo Dahi

E aí, Léo, é difícil, né? Nessa janela, acho que vocês têm aí aqui acompanhando os treinos da seleção, janelas de 15 minutos, às vezes nem tem essa janela, é muito difícil. E aí eu queria que você relatasse isso, o quanto que dá para perceber alguma coisa tática nesses 15 minutos, alguma orientação, porque eu não consigo acreditar que a seleção vai atingir um estágio de jogo, de posse de bola, até o final da Copa. Não é tão simples você executar isso.

Se você não ensaiar, não, e acho que nem quer. É isso aí que eu queria chegar. Me parece que a proposta nem passa por aí, né? A proposta é continuar jogando na base da aceleração. É um time que precisa constantemente de espaços em campo, né?

LDLeonardo Dahi

Exatamente. E aí eu acho que tem muito a ver com o fato de que o técnico acredita muito no potencial ofensivo que ele tem com os jogadores que ele tem. Então o princípio mais ou menos é: o que que eu tenho de bom? É atacante. E então atacante precisa do quê? De espaço. Então eu quero espaço. Então vou jogar de uma forma que eu acione esses jogadores muitas vezes com espaço. E se o efeito colateral disso for errar bastante, devolver muitas vezes a bola para o adversário, vamos errar, vamos errar, vamos deixar o jogo nessa trocação.

E aí vem muito essa busca pelo equilíbrio defensivo, né, que é o tem mais falhado aí na seleção brasileira, tirando o jogo contra o Haiti, tava tomando gol quase todo jogo, é mais ou menos por aí. Agora, isso que eu tô falando, como é que a gente sabe? A gente sabe conversando com o técnico, nas entrevistas, a gente sabe apurando, a gente sabe vendo o jogo. Porque a bem da verdade mesmo, de treino, eu tô aqui desde o dia 9, hoje é dia 21, o que eu vi de atividade tática assim minimamente foram 2 atividades, eu acho assim, de começo de treino, e as duas eram muito voltadas para a mesma coisa, que era troca de passes rápida para sair da pressão do adversário, como hoje todo mundo faz em um momento ou outro do jogo uma pressão mais alta.

As atividades eram essas assim, era espaço reduzido, os defensores, os atacantes marcando, os defensores tentando sair, e aí o que fazer com a bola, para onde levar o passe, mas enfim, mas atividades assim muito, muito preliminares, nada, eu até me incomoda um pouco assim com a— eu entendo, mas me incomoda um pouco como a gente às vezes quer tirar conclusão com base nesses 15 minutos, né? Então, olha só, teve uma atividade ali que o fulano tá pela direita, ou será que ele vai ser o titular?

Não, a gente tá vendo, a gente tá vendo o começo de um treino, tem 2 horas, a gente tá vendo 15 minutos, né? Então é pouquíssimo que a gente vê com nossos próprios olhos, é pouquíssimo.

LDLeonardo Dahi

Nem dá para chamar isso aí de trailer, né? Ah, eu vi o trailer do filme, que o trailer separa umas imagens que dão uma ideia melhor do que acontece no filme. Aí é, sei lá o que que é. O Léo, programação de hoje, como é que tá?

LDLeonardo Dahi

Treino meio-dia no horário aí de Brasília, né, 11 horas da manhã aqui no horário de Morristown. Depois, às 2:30 da tarde daqui, 3:30 da tarde daí, uma entrevista coletiva que até ontem à noite era com jogador ainda indeterminado. Deixa eu até ver aqui se tem alguma atualização, mas eu acho que não. Deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver. É, não, por enquanto ainda não, não se sabe ainda qual jogador que vai conceder entrevista coletiva hoje às 3:30 aí do horário de Brasília, 2:30 no horário local aqui.

LDLeonardo Dahi

Você tá mais baseado, saindo agora de seleção brasileira, né, você tá mais baseado nos Estados Unidos, você está baseado nos Estados Unidos, uma das sedes, as outras duas México e Canadá. Os anfitriões até agora estão mandando bem para caramba na Copa, né? México já se classificou, Estados Unidos também. Estados Unidos com futebol super intenso assim e bem jogado. Canadá jogando bem também. Já podemos dizer que o Canadá tá muito próximo da classificação com 4 pontos.

Tem um último jogo contra a Suíça, é um saldo espetacular, né? Aplicou 6 a 0, segunda maior goleada da Copa, foi O Canadá que aplicou a maior foi a Alemanha contra Curaçao, 7x1. Curaçao que ontem surpreendeu ao empatar com o Equador em 0x0, né? E como é que você tá percebendo o clima assim? É curioso, o assédio mais tradicional no futebol, México, né? Aí você tem um ambiente de Copa, então uma bagunça, aquela alegria. Nos Estados Unidos parece ser uma coisa meio pontual, né? Mas essa campanha dos Estados Unidos deu uma agitada por aí ou não?

LDLeonardo Dahi

É difícil de dizer porque durante essa segunda vitória dos Estados Unidos eu não tava aqui em Nova Jersey, eu tava na Filadélfia onde o Brasil jogou. E na Filadélfia o clima de Copa é muito maior do que Nova Jersey, né? Então assim, estaria comparando cidades que já estavam vivendo a Copa de maneira diferente. É, então assim, na Filadélfia, até porque, porque aí tem um seguinte também, né? Nova York, se não tiver Copa do Mundo, Nova York vai receber 400 bilhões de turistas do mesmo jeito, entendeu?

A Filadélfia, embora seja um destino turístico também, e nesse momento em especial mais ainda, porque você vai ter agora no 4 de julho 250 anos da independência americana, e a declaração de independência foi assinada na Filadélfia. Então tem toda uma cidade com vários pontos turísticos voltados para isso. E vai ter o All-Star Game do beisebol. Vou pesquisar para ter certeza, mas acho que é isso. O All-Star Game do beisebol esse ano vai ser também na Filadélfia, aliás, do lado do estádio ali onde jogou o Brasil.

Então é uma cidade que tá recebendo, que recebe turista, mas não na mesma proporção. Então quando você pisa na Filadélfia, tudo é voltado Perdão, tudo é voltado para o futebol. Vários restaurantes que você passa na frente assim, ó, confere, eles têm uma, confere, vai ser na Filadélfia, é baseball, né? Isso é baseball, né? Eu sei porque, porque até a verba, a verba, a verba que a gente tem de diária, ela tá indo, ela tava indo mais, mais para o ralo, porque vinha lá na notinha autorização de cobrar uma taxa de 20% por Copa do Mundo, 250 anos de independência e All-Star Game naquela Eles autorizaram. Então todo restaurante você fazia quando você colocava lá, mas é isso aí, ó.

LDLeonardo Dahi

Que brincadeira, tá pagando para All-Star Game, hein? Que fase, hein? MLB é Major League Baseball.

LDLeonardo Dahi

Isso é isso, é isso. Então assim, é, os restaurantes têm cartazes assim, welcome football fans, né? Então bem-vindo aos torcedores de futebol. Então a cidade já tava mais empolgada com isso. E no dia do jogo dos Estados Unidos contra Austrália Eu tava almoçando no lugar que todas as TVs estavam ligadas no jogo, você via bastante gente com camisa dos Estados Unidos. Mas o que eu percebo é assim, é, a questão não é empolgar mais gente, eu acho.

Acho que empolgar mais gente meio que não vai acontecer. Talvez chegar numa final, uma coisa assim, que eles gostam muito de ganhar, né? Então enfim, mas existe um nicho. Eu tenho comparado muito com isso assim, pensa no Brasil recebendo o Mundial de Basquete. Tem um nicho assim de muita gente muito apaixonada pela seleção brasileira de basquete e que ia se envolver muito e que ia nos jogos e que ia se reunir para assistir no bar.

Então esse nicho ele está mais empolgado porque a seleção vinha mal e fez agora dois grandes jogos. Mas assim, dizer que a Copa com essas duas vitórias, a Copa já alcançou esse público não futeboleiro, digamos assim, não. Até porque é uma Copa que não tem transmissão em TV aberta nos canais norte-americanos tradicionais. Você tem transmissão nos canais hispânicos, você tem transmissão nos canais esportivos segmentados. Agora até terminou a NBA, né, mas ontem, por exemplo, eu cheguei aqui no hotel, botei para tentar assistir Equador e Curaçao, tava passando um jogo de beisebol da MLB.

Então é isso assim, não muda proporção nesse sentido, mas o público engajado no futebol ele tá mais empolgado porque a seleção tá jogando melhor do que se imaginava.

LDLeonardo Dahi

Amigo, obrigado, tá? Bom trabalho aí, bom dia de cobertura na seleção brasileira. Vamos ver como é que vai ser esse jogo aí contra a Escócia. Obrigado, Léo, abraço!

LDLeonardo Dahi

Valeu, até mais!

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