Episódios de Comentaristas

Qual o interesse da Itália em exportar vinhos para o mercado brasileiro?

25 de junho de 20264min
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Suzana Barelli fala de vinhos italianos. A especialista comenta que existe um “interesse cada vez mais crescente da Itália de exportar vinhos para o Brasil”, e compartilha que visitou o Simply Italian Great Wines, evento de degustação de vinhos italianos que veio para o país. Ouça.

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Participantes neste episódio3
C

Cássia

HostJornalista
N

Nandedi

Host
S

Suzana Barelli

ConvidadoJornalista
Assuntos2
  • Vinhos de Portugal no BrasilInteresse crescente da Itália em exportar vinhos · Simply Italian Great Wines · Pinot Grigio · Chianti · Sangiovese · Grande Marche · Antinori · Dona Fogata
  • Importacao de Vinhos ItalianosPinot Grigio · Chianti · Sangiovese · Grande Marche · Antinori · Dona Fogata · Folonari · Masi
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SBSuzana Barelli

Momento do Brinde com Suzana Barelli.

?Voz C

Suzana Barelli, vamos falar de vinhos italianos. Boa tarde para você.

SBSuzana Barelli

É isso aí, vinhos italianos. Olá, Cássia, olá, Nandedi, olá, ouvintes. E eu chamei atenção para vinhos italianos porque está tendo um interesse cada vez mais crescente da Itália em exportar os seus vinhos aqui para o Brasil. Tem diversos fatores que explicam isso, mas eu quero focar de um evento que aconteceu essa semana em São Paulo, que chama Simply Italian Great Wines, que é um evento organizado de degustação de vinhos italianos que acontece nos Estados Unidos há 3 anos que veio para o Brasil e que eu tive a oportunidade de participar essa semana.

Foram 3 degustações de 3 temas que são interessantes agora que tem mais vinho italiano chegando aqui. O primeiro foi com 6 vinhos elaborados com a Pinot Grigio, que é uma uva teoricamente mais leve, mais simples, do norte da Itália, mas que dá vinhos de estilos e propostas bem legais. O segundo foi com Chianti, que acho que é o vinho que Nós brasileiros mais conhecemos da Itália é o vinho tinto elaborado ali na Toscana, com a uva Sangiovese principalmente.

E a terceira degustação que eu queria chamar a atenção é de uma associação que se chama Grande Marche. É uma associação que ela foi criada há pouco mais de 15 anos e que ela tem a proposta de reunir os grandes nomes do vinho italiano. São hoje 18 produtores. Isso, mas para ser sócio dessa associação você precisa ter primeiro vinícolas familiares, né, não vale ser vinícolas de empresários ou cooperativas, ela tem que ser de origens familiares, tem que ter muita história, por exemplo, elas têm que ter pelo menos 25 anos de história elaborando vinho, ter vinhedos próprios e ser conhecido no mundo pela qualidade dos vinhos.

Vivem de divulgar essas 18 marcas. O que veio pro Brasil nessa degustação foram vinhos de 4 vinícolas, que é a Antinori, que elabora vinhos há mais de 600 anos, a Dona Fogata, a Folonari e a Masi. E é interessante porque assim, cada um tem a sua história. A Antinori, a gente provou um super Brunello, que é ali da Toscana. A Dona Fogata foi, a gente provou um vinho que a gente chama de sobremesa, chama Passito di Pantelleria, que é um vinho feito com uvas que secam no tempo.

É um belo exemplo de vinhos doces italianos. Aí, no Folanari também a gente provou da Toscana, mas um super toscano. E provamos da Amasi o Amarone, que é um vinho mais encorpado da Itália. E é interessante ver essas 4 vinícolas promovendo seus vinhos aqui no Brasil, porque querem conquistar os consumidores brasileiros.

?Voz C

Maravilha, muito obrigada pelas informações. Vou fazer uma busca aí destes nomes, que eu confesso que eu não conhecia a maioria deles. Susana Barelli, muito obrigada, até mais, até amanhã.