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IA 'entra em jogo' nas transmissões da Copa do Mundo; entenda

26 de junho de 20263min
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Thássius Veloso explica que o interesse dos brasileiros pela Copa do Mundo está levando a uma alta no consumo de internet no Brasil. Ouça o comentário.

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Participantes neste episódio1
T

Thássius Veloso

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Assuntos2
  • Copa do MundoInteligência Artificial na gestão de rede · Aumento do consumo de internet · Pico de audiência em data centers · TIM · Globo · Globoplay
  • Transmissão de conteúdo e eventosConexão discada em 1999 · Transmissão ao vivo em 2026
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TVThássius Veloso

Dia a Dia Digital com Tassius Veloso. O ano era 1999, Estados Unidos, seleção em campo, e quem quisesse acompanhar os jogos pela internet necessidade de paciência, conexão discada, muito lenta, nem pensar em assistir as partidas ao vivo. Texto, no máximo uma fotinha aqui, outra ali. Corta para 2026, Copa do Mundo na América do Norte. No mundial mais tecnológico de todos os tempos, até a inteligência artificial está em uso pelas seleções.

Transmissão de jogos via internet, um consumo gigantesco. Até que, você deve se lembrar, na última quarta-feira: "Atenção Brasil, com a bola Vini Júnior, pintou o goleiro, errou a Escócia, Vini!" Isso nos Estados Unidos e ao mesmo tempo no data center da empresa Elea no Rio de Janeiro, os servidores fritando com o aumento da audiência. A empresa registrou um pico de 951 gigabits por segundo. Falei um palavrão aqui, né? Traduzindo então pra você, é um volume 5 vezes, veja só, 5 vezes maior do que a média da empresa.

Isso durante um jogo de futebol. E tem motivo, além das transmissões, muita rede social, aplicativo de mensagens, outras plataformas digitais sendo acessadas e até mesmo o uso de serviços financeiros durante os jogos da seleção. E uma curiosidade aqui: esse tal data center do Rio, ele é identificado como RJO1 e é nele que são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay. Ou seja, tá longe de ser uma coincidência. Conforme o Brasil avança no Mundial, o setor de internet se prepara para um tráfego ainda maior.

A prestadora TIM acredita que esse volume pode se multiplicar por 5. E aí que nessa hora até a inteligência artificial entra em jogo. Ela está sendo usada para gestão dinâmica de rede da TIM, que explicou aqui à coluna que está trabalhando em parcerias com grandes plataformas para que todo mundo consiga ver a Copa sem grandes dificuldades. Agora imagine só como não seriam esses números se o Brasil chegasse à final e conquistasse o hexa. Tassius Veloso para a CBN.