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Recorde histórico: inadimplência nas operações de crédito atinge 5% em agosto

29 de setembro de 20263min
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Teco Medina compartilha sobre novo recorde negativo: segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (29), a inadimplência subiu 0,1%, e foi para 5% em agosto. Ouça!

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Participantes neste episódio2
C

Carlos Alberto Sardenberg

HostJornalista
T

Teco Medina

ComentaristaJornalista
Assuntos3
  • Aumento da inadimplência nas operações de crédito no Brasilnovo recorde negativo·inadimplência em 5% em agosto·3,3% nas empresas·6% na pessoa física·rotativo do cartão em 66%
  • Desorganização financeira do brasileiro apesar da baixa taxa de desempregoPNAD com número baixíssimo·bolso do brasileiro desorganizado·modalidades de crédito pioraram·consignado continua subindo
  • Impacto da taxa de juros e preocupação dos bancos com o créditotaxa de juro subiu·bancos segurando o crédito·números menores em 12 meses·provisionamento para evitar problemas
Transcrição7 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

O Assunto é Dinheiro com Luiz Gustavo Medina.

TMTeco Medina

E aí, Teco! Oi, Stradenberg, boa tarde! Boa tarde, Cássia! Boa tarde aos ouvintes, tudo bem?

CACarlos Alberto Sardenberg

Boa tarde, Teco! Sobre inadimplência, Teco, o que que nós temos?

TMTeco Medina

Tá, temos um novo recorde negativo, né? Dados do Banco Central divulgados hoje, essa demarcação mostraram que a inadimplência subiu, subiu 0,1% para 5%. Então está com 5% de inadimplência em toda essa indústria aí de crédito, 3,3% na parte das empresas, 6% na pessoa física. Praticamente todos os, todas as modalidades de crédito pioraram. Tem um dado aqui alarmante aqui de inadimplência de pessoas físicas no rotativo do cartão subiu para 66%.

Mostra, né, Sarenberg, que apesar da taxa de desemprego, a gente teve a PNAD hoje com número baixíssimo, né, 5,3%. O bolso do brasileiro tá desorganizado, né, por diversas razões. Já falamos aqui milhões de vezes algumas delas, mas tem um problema nisso, né. Quando você olha por quase todas as modalidades, inclusive aquelas que deveriam ser bem tranquilas, como consignado continuam subindo. E a taxa de juro também subiu para o crédito de maneira geral, menos para pessoa física, de pessoa física menos pessoa jurídica.

Na cadeia da pessoa física, para quase tudo subiu, o que também atrapalha. E o que dá para perceber é que os bancos estão segurando um pouco o crédito. O crédito continua subindo, mas quando você olha ali no 12 meses, a gente já tá tendo números menores. Então acho que os bancos estão preocupados com isso. Quando a gente olha os balanços eles têm um provisionamento cada vez maior ali para evitar problema, né, de inadimplência, de não vai receber.

Então acho que tá, tá complicado essa história do crédito, que é um motor muito importante para economia, né.

CACarlos Alberto Sardenberg

Obrigado, Teco. Até amanhã.

TMTeco Medina

Até amanhã. Tchau, tchau.

CACarlos Alberto Sardenberg

Até.