Episódios de Comentaristas

Copa do Mundo pode transformar o futebol feminino, mas legado depende de investimentos

27 de setembro de 202620min
0:00 / 20:29
No Convocadas, a coordenadora do futebol feminino do Fluminense, Amanda Storck, fala sobre o crescimento da modalidade. Ela ainda defende que a Copa do Mundo de 2027 deixe um legado para o esporte e alerta para os impactos que o possível fim das bets pode trazer ao financiamento dos clubes.

Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Participantes neste episódio3
C

Carlos Eduardo Éboli

HostJornalista
A

Amanda Storck

EntrevistadoCoordenadora do futebol feminino do Fluminense
T

Talita Jutz

Comentarista
Assuntos5
  • A evolução do futebol feminino no Fluminense e os desafios iniciaiscriação do departamento do zero·apoio de gestores de outros clubes·melhora financeira do clube·títulos de base e chegada à Série A1
  • A Copa do Mundo de 2027 como vitrine para o futebol feminino no Brasiloportunidade de crescimento da modalidade·atração de patrocinadores e investimentos·necessidade de aproveitar o momento·formação de atletas e mulheres na gestão
  • Desnível de investimento e o crescimento do futebol feminino em outras praçasSão Paulo como praça mais evoluída·outros clubes se aproximando·campeonato A1 mais equilibrado·desenvolvimento de competições de base
  • Preocupação com o fim das bets e o impacto no financiamento do futebol femininocorte de receita dos clubes·fragilidade da posição do futebol feminino·busca por autossustentabilidade financeira·vender o futebol feminino como produto viável
  • Análise da convocação de Arthur Elias para os amistosos da seleção brasileirabusca por novas observações·entrosamento de jogadoras para 2027·novidades na goleira e zaga·oportunidades para o meio-campo e ataque
Transcrição22 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

— Anúncios inseridos dinamicamente —

CECarlos Eduardo Éboli

Oferecimento: Mecânico Amigo, só use peças de qualidade premium. Monroe e Amortecedores Axios, Veroo e Champion. Wonder, a ferramenta do Brasil. Muito bem, tivemos a primeira partida da decisão do Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol. Vitória de virada do São Paulo, hein, 2 a 1 contra o Corinthians na casa do Corinthians. Agora a decisão vai ser na casa do São Paulo, né. O gol do Corinthians marcado pela Gabi Zanotti, a Gabi Zanotti, cracaça Gabi Zanotti.

E marcaram para o São Paulo a Isa Guimarães e a Giovana Crivellari, né? A decisão do Brasileirão Feminino, Brasileirão que não para de crescer. Futebol feminino tem um horizonte aí pela frente a ser explorado cada vez mais. Copa do Mundo no ano que vem. E vamos falar muito sobre essa estrutura, esse momento do futebol feminino aqui no Convocadas de hoje, recebendo ela que domina, que comanda o futebol feminino no Fluminense, né?

A coordenadora do futebol feminino do Fluminense, Amanda Stork. Amanda, seja bem-vinda aqui ao CBN Esportes, ao Convocadas. Tá tudo bem contigo? Bom dia.

ASAmanda Storck

Bom dia, é um prazer ter sido convocada nesse domingo de manhã para estar com vocês.

CECarlos Eduardo Éboli

Agora, muitos assuntos, hein, para a gente abordar aqui, né? Eu queria primeiro que você falasse sobre a evolução do Fluminense, né? E é uma evolução evidente, né? Como Fluminense vem crescendo no futebol feminino desde a sua chegada. Você praticamente que, né, colocou ordem na casa, que implementou todo esse projeto, e o Fluminense brilhando inclusive na elite do futebol brasileiro. Queria que você falasse um pouquinho das dificuldades, né, de executar todo esse projeto e de entregar hoje algo muito mais evoluído com o Fluminense.

ASAmanda Storck

Carlos, eu já trabalhava no Fluminense desde 2017 e com a proximidade da chegada de 2019, quando a obrigatoriedade do futebol feminino viria para toda a Série A e todos os clubes que estivessem em competições da CONMEBOL, eu fui convocada também para esse desafio. E foi um grande desafio, final de 2018, criar um departamento do zero, E ter a humildade de entender que o Fluminense sabe fazer muito bem futebol, mas não futebol feminino.

Então muita gente me ajudou nesse processo, gestores de outros clubes. Você comentou, você iniciou comentando sobre São Paulo e Corinthians. Esses dois gestores da época, o Amaury, que hoje está na CBF, a Cris Gambarelli, que também tá na CBF, foram pessoas que me assessoraram muito nesse início. E o Fluminense veio degrau a degrau, sempre acompanhando o momento financeiro do clube, porque em 2019 era um momento financeiro bem diferente do de agora.

Era um período de muito, muito mais dificuldade. E conforme o clube foi melhorando financeiramente, se reorganizando, a gente também conseguiu dar passos maiores. Então Nossos primeiros títulos no futebol feminino do Fluminense foram de base. Em 2020, 2021, ali pós-pandemia, a gente ganhou o Campeonato Brasileiro Sub-18 e a gente só chegou na Série A1 em 2022. E agora a gente se manteve lá. 2026 foi a nossa melhor campanha e ano a ano melhorando agora com o CT, nosso CT próprio lá no CEFAM, lá com a Marinha.

E a tendência é só melhorar e buscar principalmente a autossustentabilidade financeira. Eu acho que esse é o ponto que nos une, todos nós gestores do futebol feminino, é entender que a gente precisa buscar explorar esse mercado e a Copa veio aí para nos ajudar, vai ser uma vitrine que tende a nos ajudar, ajudar bastante a modalidade, principalmente, né, aproveitar mercado, né, crescimento de mercado, crescimento de interesse do ponto de vista de investimento.

CECarlos Eduardo Éboli

Eu falei há pouco, Amanda, sobre essa final, né, que aconteceu ontem, o primeiro jogo. No próximo sábado é a grande decisão no Morumbi, São Paulo e Corinthians, uma decisão paulista. São Paulo é o mercado mais evoluído, inegavelmente, né, coloca sempre ali mais representantes numa fase final. Mas, por exemplo, a gente esse ano já viu a presença aí, o Cruzeiro desde o ano passado, Cruzeiro foi finalista no ano passado, mas legal ver o Bahia, né, solidificando um projeto, crescendo.

O Flamengo, né, também tenta se sustentar numa parte alta de competição e outras praças, né, que vão colocando. Teve um momento o Internacional representando o Rio Grande do Sul também chegou à decisão. É, aí houve uma oscilação ali no projeto do Internacional. E é isso que eu queria falar contigo: como se dá esse desnível hoje entre as praças, entre os estados, no que diz respeito a investimento no futebol feminino, né? O quanto que os outros estados estão conseguindo se aproximar mais, outros projetos se aproximando mais do que é feito pelos clubes de São Paulo, por exemplo? Amanda.

ASAmanda Storck

É, inegavelmente São Paulo é a melhor praça, a maior praça do futebol feminino. Essa semana eu estive no lançamento da Copinha. Eles falam que São Paulo é a capital do futebol feminino e é, porque já investe na modalidade há muito tempo. Times como Corinthians, como Santos, eles já têm, já tinham projeto de futebol feminino antes da obrigatoriedade. Então eles já estão nessa caminhada há muito mais tempo. Agora o que a gente vê, Carlos, é as outras praças se aproximando.

O Flamengo também sempre teve um futebol feminino forte, também tem time de futebol feminino desde antes da obrigatoriedade. E agora a gente vê outras praças se aproximando, outros clubes se aproximando. Esse ano a gente viu um campeonato A1 muito equilibrado. Na última rodada, 4 clubes poderiam se classificar para a segunda fase, inclusive a gente. E isso nunca tinha acontecido, sempre foi uma distância, o Corinthians disparado lá na frente e os demais atrás tentando alguma coisa.

E agora a gente vê um equilíbrio muito maior. Isso também tem muito a ver com o desenvolvimento das competições, com mais competições de base que a CBF proporcionou, tem proporcionado nos últimos anos, as federações também fazendo mais competições. A gente tem hoje em dia um calendário muito mais cheio. Aqui no Rio, por exemplo, a gente tem Copa Rio, que esse ano nós vencemos o Fluminense, o Brasileirão, a Copa do Brasil, que inclusive estamos na nas quartas contra o Flamengo.

E no final do ano agora vamos ter os estaduais. Então esse campeonato mais cheio, ele nos ajuda bastante a tentar essa equiparação aí, digamos, com os clubes de São Paulo.

CECarlos Eduardo Éboli

Você falou sobre a importância desse período aí que antecede a Copa do Mundo, né? O quanto que isso pode ser importante, Amanda, para promover mais interesse ou mais oportunidade, é uma melhor preparação para uma maior presença de mulheres à frente da gestão do futebol feminino como você?

ASAmanda Storck

Na verdade, assim, se a gente já vem acompanhando, inclusive é uma bandeira pela qual eu batalho, que é a formação também das atletas que estão encerrando carreira para que elas voltem e permaneçam na modalidade. Isso vai nos ajudar bastante. A gente tem visto um crescimento de treinadoras, de gestoras, e também é um processo, porque até poucos anos atrás as carreiras no futebol não eram tão comuns para as mulheres. E tudo isso que tem acontecido no futebol feminino tem ajudado as mulheres a perceberem que pode ser sim uma opção de carreira para elas o futebol feminino, e não só na gestão, mas como treinadoras também, preparadoras físicas, fisiologistas, etc.

CECarlos Eduardo Éboli

Aliás, essa questão das treinadoras, né, isso é muito importante, né, você ter treinadoras e até mesmo treinadores, né, formados no futebol feminino. Porque é um ambiente diferente, né, que tem suas peculiaridades, que tem suas características, e é um entendimento diferente, né. Porque era muito comum, foi muito comum no início do futebol feminino você adaptar, né, profissionais do masculino no futebol feminino. Arthur Elias é um produto do futebol feminino.

O Arthur Elias, técnico da seleção brasileira, é um grande exemplo disso, é um produto do futebol feminino, e hoje Quer dizer, e é o técnico mais vitorioso da história do futebol feminino, que fez no Corinthians um negócio impressionante, e agora tá trilhando carreira na seleção brasileira, né? Pode ser um divisor de águas, um outro divisor de águas, a realização da Copa do Mundo no ano que vem para o futebol feminino?

ASAmanda Storck

Carlos, pode, se todo mundo conseguir aproveitar esse momento, porque Senão vai virar só um evento onde vão falar muito do futebol feminino e pós esse evento esquecer a modalidade. Eu tenho essa preocupação, então eu acho que a gente tem que trabalhar muito bem, principalmente em relação às empresas, a patrocinadores, para que eles realmente vejam o futebol feminino como um local para patrocinar, para investir, aparecer a sua marca.

Investir recursos. Acho que a Copa do Mundo vai ser uma vitrine durante um mês aqui no Brasil, ainda mais aqui no Rio de Janeiro, com abertura e final no Maracanã. A gente tem uma oportunidade muito grande nas mãos, mas a gente tem que saber aproveitá-la, porque senão ela vai passar e a gente vai continuar com as mesmas lutas. Acho que Tem essa oportunidade, sim, ela tem que ser muito bem aproveitada.

CECarlos Eduardo Éboli

Agora, por outro lado, você tem aí essa possibilidade, né, discutida nesse momento no ambiente esportivo, mas principalmente do futebol pelos valores envolvidos, a MP do fim das bets, né? E se executada, ou quando executada, vai proporcionar um corte grande na receita dos clubes. A gente sabe, né, Amanda, Você corta na receita de um clube de futebol, ele vai primeiro, né, olhar para esportes olímpicos, vai olhar para futebol feminino antes de afetar o carro-chefe, que é o futebol masculino. Então, o quanto que você tá preocupada com esse momento, nessa discussão toda?

ASAmanda Storck

Eu vejo com muita preocupação, porque como você falou, a gente ainda está numa posição muito frágil. Em relação ao todo, em relação ao ecossistema do futebol. Então vejo com muita preocupação acompanhando os desdobramentos dessa decisão, porque tende a impactar o futebol feminino, sim. Geralmente os projetos acessórios, digamos assim, são os primeiros a serem impactados por um corte abrupto de receita num clube, não só num caso como esse, mas Também essa preocupação acontece num momento onde, quando um clube cai da Série A para a Série B, porque também tem um corte de receita muito grande.

E tudo é negócio, né? Infelizmente é assim que gira. E é por isso que a gente tem que batalhar pela autossustentabilidade financeira, seja por meio de projetos, leis de incentivo ao esporte, seja por patrocínio direto, mas vender o futebol feminino como um produto, como um produto viável. E essa é a nossa batalha. É por isso também que a gente tem cada vez mais melhorado o jogo, tem passado cada vez mais jogos nossos na televisão.

Isso tudo é um movimento que nos ajuda. Vai levar um tempo ainda, ainda temos muito trabalho a fazer, mas a gente tem que buscar isso, porque nos torna menos dependentes de de uma decisão, de uma canetada.

CECarlos Eduardo Éboli

Amanda, obrigado pela entrevista, tá? Um forte abraço e bom domingo para você.

ASAmanda Storck

Prazer todo meu, bom domingo para você e para todos.

CECarlos Eduardo Éboli

Conversei com a Amanda Stork, que é a coordenadora do futebol feminino do Fluminense, aqui no Convocadas. E ainda no Convocadas, vamos ouvir a análise da Talita Jutz a respeito da convocação do técnico Arthur Elias né, convocação da seleção brasileira para os amistosos contra a Argentina. 2 amistosos contra a Argentina sem a presença de Marta na lista. Fala, Tata!

?Voz E

Fala, Ébole! Muito bom dia para você, para todo mundo que tá ligado aqui no CBN Esportes. Bom, 28 jogadoras convocadas para os amistosos contra a Argentina em outubro aqui no Brasil. 10 de outubro no Beira-Rio, 13 de outubro na Arena Pernambuco. E sobre essa lista, é uma lista onde o Arthur Elias busca não só fazer novas observações para setores que ainda não estão fechados, fazer observações de jogadoras que já foram convocadas, então de certa forma dá uma segunda, terceira chance, ou ampliar também essa observação em relação a essas jogadoras no novo momento da seleção feminina.

E mais do que isso, um Arthur Elias também muito preocupado em entrosar jogadoras que ele já considera fechadas para Copa do Mundo de 2027. Então assim, das jogadoras que estão recebendo a primeira oportunidade, a Yane, goleira do Bahia, fez um baita Brasileirão. O gol ainda não é uma lista fechada, né? O Arthur gosta de goleiras que saibam jogar com os pés, que uma goleira que sabe, que sabe jogar fora da área, goleira que sabe participar da construção de jogo, e a Yane consegue entregar isso E ainda não é uma lista fechada.

Então interessante essa observação do Arthur. Linha de zaga, né, zagueiras, é um Arthur que convoca a Thaís Ferreira, convoca também a Tayla, duas jogadoras que estão na final do Brasileirão Feminino, a Thaís pelo Corinthians, a Tayla pelo São Paulo. Zaga também é uma lista que ainda não está fechada. É claro, por exemplo, a Tarciane, que voltou a ser convocada, é uma jogadora que para mim está na Copa de 2027, mas o Arthur ainda precisa fazer algumas observações.

E mais do que isso, fechar essa lista. E aí, ainda na linha defensiva, lateral. E aí gostei muito porque das 28 convocadas, 4 goleiras, são 4 laterais, 5 zagueiras, 5 meio-campistas e 10 atacantes. Mas um Arthur que convoca laterais laterais, né, sem ser aquela história de zagueira que também sabe jogar de lateral. Não, laterais. A Isa do PSG, a Raíssa Bahia do Palmeiras, a Bruninha do Gotham e a Tamara Bolt do Washington. Tamara, que entra nessa lista de observações novas, né?

Uma jogadora que tá fazendo uma boa campanha no time norte-americano, passou inclusive pelo Internacional aqui no futebol brasileiro. Mas é uma lista ainda também que não tá fechada. Então é interessante ver essa observação da Tamara. A Raíssa Bahia, para mim, se repetindo nessa lista também significa muita coisa. A gente precisa lembrar, o Arthur não está contando com a Yasmin, que para mim seria um nome certo para Copa de 2027, mas sofreu com uma lesão de LCA.

Então é uma dúvida muito grande, né, de como ela vai voltar para temporada de 2027, quais condições físicas, né, como ela vai estar nesse sentido de ritmo de jogo visando a Copa. Então o Arthur que também amplia um pouco esse leque de observações pensando nesse setor. No meio-campo, né, além das presenças de Duda Sampaio e Angelina, que para mim são mais do que nomes certos para Copa, são titulares, Um Arthur que convoca duas jogadoras do Sub-20, né, jogadoras que estiveram com a seleção Sub-20 no Mundial, e que para mim são duas jogadoras que talvez consigam entregar aquilo que o Arthur ainda não encontrou.

Fazendo uma comparação com o ataque, onde o Arthur tem muitos nomes e muitas vagas, o meio-campo são poucas vagas, mas uma lista de nomes muito menor também. Né, ele não tem muitos nomes, né, que conseguiram ali desempenhar bem. Então assim, é uma lista mais enxuta, é verdade, mas é uma lista pouco concorrida também, diferente do ataque. E aí, para mim, a Kailani, atleta do Flamengo, e a Clarinha, jogadora do Benfica, podem entregar aquilo que o Arthur ainda não encontrou.

A Clarinha é uma jogadora muito técnica, tem uma visão de jogo muito interessante. A Kailani também é muito técnica e muito física. Né, então são duas atletas que entregam bem aquilo que o Arthur quer para o meio-campo da seleção brasileira. É Duda e Angelina, para mim, titulares. Ari Borges também é uma jogadora que poderia estar nessa lista, não está porque o Arthur deixou isso muito claro, ela acabou de ser mãe. Então a prioridade do momento dela é esse, ser mãe, né, cuidar da filhinha que acabou de nascer.

Então por conta disso ela não foi convocada, mas isso não significa absolutamente nada visando a Copa de 2027 em relação à ausência da Ari Borges. Sobre o ataque, um Arthur que também convoca nomes que muito provavelmente estarão na Copa, Carol, Límbia Zanerato, né, Gil Garbellini, Tainá Maranhão, mas também abre espaço para atletas que já foram observadas antes: Luane, Geisy, Marília, Maiara. Abre espaço para juventude, a Johnson foi convocada.

Enfim, gostei da lista, boa lista do Arthur Elias, nomes bem interessantes, trouxe novidades muito interessantes e merecidas. Para esses amistosos contra a Argentina. Lembrando que após os confrontos contra a Argentina em novembro e dezembro, né, dois jogos, dia 29 de novembro e depois no dia 5 de dezembro, a seleção joga contra o Japão em solo japonês. Beleza, Evoli?

CECarlos Eduardo Éboli

Beleza, Talita. Junte-se aqui no Convocadas de hoje.

— Anúncios inseridos dinamicamente —

Copa do Mundo pode transformar o futebol feminino, mas legado depende de investimentos | Castnews Index — Castnews Index