Episódios de Comentaristas

Pressão precoce sobre João Fonseca expõe desafios da nova geração do tênis

22 de setembro de 20266min
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No Hora de Expediente, comentaristas destacam o impacto da exposição, da rotina intensa do circuito e das redes sociais sobre atletas cada vez mais jovens

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Participantes neste episódio3
D

Dan Stuback

Host
J

José Godói

Comentarista
L

Luiz Gustavo Medina

ComentaristaJornalista
Assuntos3
  • A pressão precoce e os desafios da nova geração do tênisimpacto da exposição·rotina intensa do circuito·redes sociais e atletas jovens
  • A importância da saúde mental para atletas jovens como João Fonsecachoro na Copa Davis·intensidade do circuito·reconhecimento dos limites
  • O ciclo de projeção e saturação em atletas jovens na era digitaldesejo de projeção·empolgação com a projeção·saturamento com a projeção·influência das redes sociais
Transcrição32 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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?Voz B

Hora de Expediente com Dan Stuback, José Godói e Luiz Gustavo Medina. Muito bom dia para você, Dan Stuback.

?Voz C

Muito bom dia, cara. Era uma vez um quadro chamado Hora de Expediente, agora nós temos a pílula Hora de Expediente. Como vai? Bom dia, tudo bem?

?Voz D

Bom dia.

?Voz C

Olá, meus amores, bom dia para todos. Em homenagem a você, Miltinho, escolhi essa música porque aniversário dele. Eu tenho certeza que você adora. Eu ouvi pessoalmente e fiquei impressionado quando tive essa oportunidade. Não sei se você já teve.

?Voz B

Andrea Bocelli, para quem não consequência.

?Voz C

Vai entrar a voz daqui a pouquinho. Quando sou só e sonho, ao horizonte mancam as palavras. Sim, eu sei que não há luz em uma sala quando falta o sol. Se não estás tu, tudo bem. Aniversário dele hoje, né?

?Voz B

Gosto tanto que até batizei meu gato como André Bocelli.

?Voz C

É verdade, ele é tão fofo, o gato.

?Voz B

Bom dia, Zé Godoy!

?Voz D

Oi, Milton, bom dia! Bom dia, Cássia! Bom dia aos ouvintes! Hoje é dia de 50 anos de Ronaldo Fenômeno. Vamos chamar ele para jogar no Coringão, estão precisando, gente.

?Voz C

50 anos do Ronaldão hoje?

?Voz D

50 hoje.

?Voz C

É o camisa 9 da tua seleção do Corinthians? É o 9 da seleção do Corinthians?

?Voz D

Que não, por outros motivos, acho que o meu é o Casão, mas o Ronaldo tem uma importância enorme naquilo.

?Voz B

Segundo atacante. Teco, bom dia, Teco!

?Voz E

Oi, Milton, bom dia, bom dia, Cássia, bom dia para todos!

?Voz F

Bom dia, Teco!

?Voz E

Gaúcho, né, Milton?

?Voz B

Vamos pelo adiantar da hora aqui, traz, vamos falar do João Fonseca, vamos, Zé?

?Voz D

Vamos. Bom, mais um caso aí, né, de afastamento. O João Fonseca, ele não tem muito, ele tem optado em ser bastante sucinto, né, nas explicações sobre a carreira dele. Ele fez essa postagem falando que ele vai cuidar, né, da cabeça e do corpo, não vai participar da parte asiática ali do circuito de tênis, né, deve voltar na Europa, na Suíça, daqui a um mês mais ou menos. Bom, a gente já fala isso há um bom tempo aqui no quadro, nessas questões de saúde mental.

Eu acho que no caso dele, acho que o choro dele na Copa Davis, acho que demonstra de alguém que realmente tá sentindo ali a pressão, o circuito mesmo, né, a intensidade do circuito, quanto que isso custa no corpo, quanto custa na cabeça, né? Eu acho que a gente tá juntando várias coisas, né? Tem um excesso de torneios. Acho que tá, a gente vê atletas como Alcaraz sofrendo não só o corpo como a mente aí se afastando. Aqui no Brasil a gente tem a Beadade, acho que é um exemplo claro.

E tem essa questão dessa geração, que é uma geração parece um pouco mais aberta a reconhecer os limites, né? E eu acho que o João Fonseca é mais um caso. Ele só tem 20 anos, né? Ele não era muito aberto a questão de de d'água de ter um psicólogo acompanhando. Parece que ele incorporou a equipe dele recentemente. Espero que ele fique bem e usufrua do talento que ele tem, que é enorme, né?

?Voz B

Oi, você não quer falar sobre o João Fonseca?

?Voz E

Ah, vamos esperar o menino, né? Uma pressão enorme em cima dele, né, ainda da geração toda dele, né? Até porque a geração dele tá indo muito bem, então a pressão em cima dele aumenta ainda mais. Mas tem que ter calma, né? 20 anos é muito talento e ele vai muito longe. O que não significa que ele vai ganhar todos os jogos e todos os torneios, né?

?Voz B

É curioso isso.

?Voz C

Rapidinho, não precisa comentar, mas não é porque é um estudo bem interessante falando disso, dessa nova geração, como o Zé falou, é fazendo um gráfico, né, de como que funciona a relação mental com hoje em dia, né, dessas pessoas que têm uma projeção internacional muito cedo, que primeiro é o desejo de projeção, depois disso a empolgação com a projeção E depois disso, há um saturamento com essa projeção. Tudo isso muito rápido por causa das redes sociais que dão essa dinâmica, né?

Hoje em dia você não consegue deixar o atleta isolado como você conseguia 20 anos atrás, por exemplo, 15 anos, 10 anos atrás, né? Então tem esse gráfico desses momentos. O próximo passo, em tese, é a estabilização, quando, ou a desistência, né?

?Voz B

Mas vai, vai dar certo. Eu quero, te espero. É isso, é essa estabilização ou o amadurecimento que acaba tendo que vir muito mais cedo para esse tipo de atleta pela pressão que sofre. Muito obrigado, meninos, foi bastante produtivo, foi curto, mas foi muito produtivo. Gostei, obrigado.

?Voz C

A gente prefere mais, a gente produz com confiança.

?Voz B

Nós também, mas nós vamos combinar com o noticiário isso, nós vamos ainda, vamos acertar com o noticiário.

?Voz C

Não tá acontecendo nada, gente, deu treta hoje? Tá tranquilo hoje?

?Voz B

Tchau!

?Voz D

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