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Quando foi a última vez que alguém te disse que você faz falta?

21 de setembro de 20263min
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Rossandro Klinjey faz uma reflexão sobre pessoas com capacidade de se doar. ‘Você importa, você é necessário, tem gente que é melhor porque você existe’. Ouça.

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Participantes neste episódio1
R

Rossandro Klinjey

HostPsicólogo
Assuntos3
  • A importância de reconhecer o valor das pessoas em suas vidasvocê importa e é necessário·pessoas que são melhores por sua existência·impacto de mensagens simples·felicidade de saber que você existe
  • A importância de não se deixar diminuir por quem busca companhia na infelicidadequem tenta te fazer sentir pequeno·apontar falhas e diminuir a entrega·infelicidade profunda busca vizinhança·não aceitar convite para a lama emocional
  • A capacidade de se doar e a beleza da doação imperfeitadoação mesmo reclamando·santo que ajuda sorrindo só existe em vitral·ajuda cansada e resmungando·doação com má vontade vale mais que boa vontade ausente
Transcrição4 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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?Voz A

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RKRossandro Klinjey

Refletir para Viver com Rosandro Klinger. Quando foi a última vez que alguém te disse que você faz falta? Se a memória demorou para encontrar, Deixa eu fazer às vezes hoje. Caso ninguém te diga, você importa, você é necessário. Tem gente que é melhor porque você existe, gente que aprendeu com você sem você perceber que ensinava. Tem pessoas conseguiram passar por dias difíceis com mais leveza só porque você mandou uma mensagem boba na hora certa.

Gente que se sente mais feliz no mundo simplesmente porque sabe que você está nele. E repara numa coisa que quase ninguém valoriza: sua capacidade de se doar mesmo reclamando. Isso é mais bonito do que parece. O santo que ajuda sorrindo o tempo inteiro só existe em vitral de igreja. Gente de verdade ajuda cansada, resmungando, dizendo que é a última vez, e vai de novo. A doação com má vontade e presença vale mais que a boa vontade que nunca aparece.

Você não é uma pessoa perfeita. Eu também não sou. Na verdade, ninguém encomendou perfeição. O saldo é que importa. Você faz mais bem do que mal ao mundo, e num tempo como o nosso, esse saldo é quase heroísmo. Agora, um aviso de terapeuta: vai existir quem trabalhe para te fazer sentir pequeno, quem diminua sua entrega, aponte só a falha, lembre só o dia em que você não deu conta. Escuta o que 30 anos de escuta me ensinaram: quem se dedica a te fazer sentir mal está quase sempre pedindo companhia na lama emocional em que vive.

Infelicidade profunda raramente quer solução, quer vizinhança. Não aceite esse convite. Você pode até estender a mão para quem está na lama. Entrar nela para fazer companhia? Jamais. Siga sendo essa pessoa imperfeita que melhora os lugares por onde passa. O mundo, mesmo sem dizer, agradece.