Favoritos sofrem nas quartas e chegam às semifinais sob alerta
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- Dificuldades de Palmeiras e Flamengo nas quartas da Libertadoressufoco dos favoritos·fragilidades expostas·relaxamento em campo·erros individuais
- Problemas do Vasco com o Maracanã para a semifinal da Sul-AmericanaSão Januário fora do regulamento·concessão do Fla-Flu·gramado do Maracanã·equipamento público
- Análise do favoritismo de Palmeiras e Flamengo para as semifinaispossibilidade de final não brasileira·Fluminense contra Palmeiras·Estudiantes contra Flamengo·oscilação dos favoritos
- Comportamento e desempenho do Flamengo após a Copa do Mundoatuação tenebrosa contra Del Valle·questão comportamental dos jogadores·falta de equilíbrio emocional·desligar e ligar no jogo
- Semifinais da Sul-Americana e a possibilidade de final brasileiraVasco contra Boca Juniors·Atlético Mineiro contra Montevideo City Torque·dificuldades para os brasileiros·Vasco e a zona de rebaixamento
- Estreias de técnicos na 28ª rodada do Campeonato BrasileiroRenato Gaúcho no Grêmio·Tite no Botafogo·Thiago Carpini no Remo·dilema do Tite no Botafogo
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4 em campo, o jogo vai começar.
Mecânico amigo, só use peças de qualidade premium. Monroe e amortecedores Axios, Veroo e Champion. Wonder, a ferramenta do Brasil.
Hoje com Leonardo Dai. Hoje é comigo, são 8 horas e 5 minutos no horário de Brasília. Muito boa noite para você que a partir de agora se liga em mais uma edição do 4 em Campo. Hoje é sexta-feira, dia 18 de setembro de 2026, e nós estaremos juntos até às 9 horas da noite no rescaldo deste meio de semana de Libertadores e Sul-Americana. E também já projetando mais uma rodada, a última rodada do Campeonato Brasileiro antes de uma mega pausa aí para Super Data FIFA, a primeira data FIFA de jogos entre seleções depois da Copa do Mundo vencida pela Espanha nos Estados Unidos no meio do ano.
Você participa do nosso 4 em Campo ao vivo mandando mensagem para o WhatsApp 11 999 11 9981, 11 999 11 9981. E também participa depois do programa, né, em formato de podcast. Quatro em Campo sempre à sua disposição em formato de podcast ali, uma ou duas horinhas depois do fim do programa ao vivo. E no seu agregador preferido certamente você tem ali o espaço de comentários para conversar com a gente. 8:06, vamos apresentar a escalação do Quatro em Campo desta sexta-feira.
Escalação. Bruno Faria, boa noite! Eu errei, né? Eu errei. É o Bruno Faria mesmo.
Eu não errei.
Tudo bem?
Tudo bem, amigo? Tem que abrir o microfone. É coisa nova para mim.
Às vezes é bom, às vezes é bom.
Valeu, amigo. Boa noite. Boa noite para você, boa noite para todo mundo que nos acompanha.
Gabriel do Dziak, boa noite.
Olá, Léo.
Rafael Pratiz, boa noite.
Leonardo Dai, boa noite. Boa noite, ouvintes da CBN.
86 pode colar a bola no 4 em Campo nessa sexta-feira.
Primeiro Primeiro tempo.
A gente vai falar muito da rodada do Campeonato Brasileiro, mas eu queria ainda falar um pouco sobre esse meio de semana que tivemos de Libertadores e Sul-Americana, porque não foi dessa vez a semifinal 100% brasileira, né? O Estudiantes eliminou o Corinthians, o Estudiantes vai jogar contra o Flamengo a semifinal. Isso tudo daqui praticamente um mês, né? Os jogos de ida no meio de semana de 14 de outubro apenas. Então Estudiantes e Flamengo, e do outro lado a gente vai ter Palmeiras e Fluminense na semifinal da Libertadores.
A classificação dos times em si não foi nenhuma super novidade, tá dentro daquilo que a gente projetava. O Corinthians com confronto mais difícil acabou sendo eliminado e tal, tudo dentro do script, por assim dizer. Mas chamou atenção, pelo menos chamou a minha atenção, o sufoco pelo qual passaram Palmeiras e Flamengo, que são os times que têm dominado aí a temporada nas mais diversas frentes, embora o Flamengo já esteja eliminado da Copa do Brasil, que eram favoritos nos seus confrontos, embora a gente aqui tem elogiado muito, sobretudo Independiente Del Valle, que tiveram nos confrontos momentos de algum conforto.
O Palmeiras durante o jogo de volta, quando teve ali 2 gols de vantagem no confronto, e o Flamengo por ter vencido o primeiro jogo por 2 a 0 fora de casa. E de repente se viram ali encrencados, o Palmeiras levando 2 gols no fim do jogo, indo para uma disputa por pênaltis. E o Flamengo chegando ali à metade do segundo tempo em casa, perdendo o jogo de 1 a 0 com jogador a menos, gol do Del Valle anulado, e o sufoco acabando só num gol assim completamente acidental que acabou salvando o Flamengo com empate em 1 a 1 ontem no Maracanã.
Rafael Prates, o que você acha que esses confrontos expuseram em termos de fragilidades de Palmeiras e Flamengo, tanto para Estudiantes e Fluminense observarem e trabalharem em cima quanto para os próprios Palmeiras e Flamengo corrigirem aí nesse caminho que nós temos até os jogos da semifinal em outubro.
Que, entre outras coisas, que por mais fortes que sejam, e eles são no caso de Palmeiras e Flamengo, em algum momento esses times podem baixar um pouquinho a guarda por variados motivos diferentes, né? Ou acharem que a classificação já tá definida, ou tentarem diminuir um pouco o ritmo do jogo para ficarem mais confortáveis. E quando tentaram fazer isso, cada um à sua medida e de uma maneira diferente, os dois se complicaram. Palmeiras se complicou em Quito, tomando a virada na reta final para LDU, e o Flamengo se complicou muito no jogo ontem, jogando pior que o Del Valle no Maracanã, né?
Muitas vezes tentando até jogar de uma maneira mais direta e menos tempo com a bola. Então assim, claro que eles são favoritos contra Estudiantes e Fluminense, respectivamente, no caso de Flamengo e Palmeiras, mas dois jogos Tem muita coisa que entra em campo. Às vezes uma vantagem que parece confortável, ela vai embora rapidamente porque o jogo não te permite ou algum relaxamento ou algum tipo de erro assim muito, muito visível, né, muito inesperado também.
Então me parece que o que fica também é isso, Dai, que por mais que eles sejam melhores que os outros, melhores que a turma toda, eles também podem apresentar fragilidades, ou por acharem que o jogo tá definido ou por acharem que o jogo já tá em um momento de mais conforto para jogar, ou por acharem que tiraram o ritmo do jogo e não tiraram tanto assim, ou por sofrerem individualmente. Enfim, os jogos mostraram um pouco isso. Não diminui para mim o favoritismo dos dois, mas deixa um alerta para Flamengo e Palmeiras na semifinal da Libertadores.
8:10, o Rafael Prates falou aí de favoritismo de Palmeiras e Flamengo, e me parece que é um ponto pacífico, por assim dizer. Mas fazendo a ressalva de que ainda falta um mês para esses confrontos, tem uma data FIFA enorme no meio do caminho, mas se os jogos fossem agora já, Bruno Farias, você acha que uma, uma não repetição da final Palmeiras e Flamengo seria mais provável por uma classificação do Estudiantes contra o Flamengo ou do Fluminense contra o Palmeiras?
Bruno, eu acredito que no Fluminense contra o Palmeiras, até porque o Palmeiras também em algum momento da partida se desligou completamente. Tanto é que levou a decisão para os pênaltis, sofrendo 2 gols nos últimos minutos da partida em que tava praticamente segura a classificação. Palmeiras vencia até então por 2 a 1, no agregado 3 a 1. Tomou 2 gols em 2 cruzamentos que vieram da direita, que eu tô para te dizer que se o Gustavo Gomes estivesse em campo, dificilmente tomaria, porque ele é muito bom na bola aérea, ele é muito bom pelo alto.
Isso chama atenção. Com ele suspenso, Barbosa, Bruno Fux e Murilo, eles não estiveram mal na partida, mas eles sofreram mais com essa bola alçada na grande área. E aí, olhando para o time do Fluminense, o time do Fluminense é um time que ele já abriu mão no Campeonato Brasileiro. Palmeiras e Flamengo ainda não. Isso significaria que em algum momento, os dois brigando pela liderança do Brasileiro, o Fluminense pouparia aqui, teria um pouco mais de chance contra o Palmeiras.
E esse 3 a 2 sofrido contra a LDU me lembrou muito o confronto entre Fluminense e Palmeiras no Campeonato Brasileiro, quando o Palmeiras faz um gol com o Maurício já na reta final de jogo, com 37, 38 do segundo tempo. Mesmo assim toma virada no Maracanã para o Fluminense por 3 a 2. Então eu, se a partida fosse na semana que vem, acredito que o time que poderia vencer o Palmeiras seria o Fluminense. Mas como ainda vai ter um tempo até esse duelo, acho que as equipes podem se adaptar melhor dentro do Campeonato Brasileiro, ter uma segurança maior.
Vejo ainda uma disputa aberta entre Flamengo e Palmeiras, mas o Fluminense dando uma atenção especial para essa Libertadores. Do outro lado, um Estudiantes que para mim foi muito igual ao Corinthians. Vejo vi duas equipes abaixo daquilo que eu imaginava para fazer frente ao Flamengo. Mas o Rafael Prates tocou num ponto importante: Flamengo esteve muito mal contra o Del Valle. E na partida de ida, Del Valle teve mais a posse de bola, teve a chance até de fazer gols.
Rossi foi bem no primeiro jogo. Já no jogo de ontem, o Flamengo entrou mais tranquilo em campo porque a vantagem era muito grande. Mas quando vem o primeiro gol, consequentemente a expulsão lá com 12, 13 do segundo tempo já do Jorginho, ou 18, agora me falha a memória. Ali vem uma preocupação maior para o torcedor. Teve um erro do goleiro com o gol do Arrascaeta que trouxe mais uma vez a tranquilidade. Mas foi um time, foram dois times que são considerados favoritos que mostraram que podem oscilar também nessa competição.
O Jorge Arnold, desculpa, Jorge Arnold não, Jorge Arnold é outro ouvinte, desculpa. O Jorge, flamenguista, Zona Leste de São Paulo, falou que ontem tava vendo o jogo do Flamengo e lembrou daquele Flamengo e América do México em 2008, quando o Flamengo venceu por 4 a 2 o América no México e depois perdeu por 3 a 0 em casa e acabou eliminado da Libertadores. E aí, Gabriel Dudziak, me chama atenção que num recorte de um mês para cá, mais ou menos, a gente vinha criticando muito mais as atuações do Palmeiras do que do Flamengo, e ontem a gente teve uma atuação possivelmente a pior atuação do Flamengo aí nesse pós-Copa do Mundo.
É sem ferimentos, né, o Flamengo conseguiu evitar a eliminação. Mas dentro dessa coisa de analisar o resultado e em paralelo o desempenho, como a gente faz muitas vezes com o Palmeiras, é dessa vez vale isso muito. E no caso desse meio de semana, muito mais para o Flamengo do que para o Palmeiras. O que que você viu ontem do Flamengo que te pareceu sistêmico ou ou tendente a acontecer de novo? E o que que te pareceu uma coisa muito fora da curva do Flamengo, uma coisa assim de uma noite ruim que dificilmente a gente pode contar é que possa se repetir ainda nessa temporada?
Eu posso estar um pouco enviesado aí no que se refere a esses jogos desta semana, mas eu tendo a observar muito uma questão comportamental dos times. Uma questão assim de observar o que eles estão fazendo no jogo, que eles não conseguem fazer, o que eles sequer tentam nas partidas. E isso inclui aí coragem para jogar, inclui concentração e inclui equilíbrio emocional em momentos mais difíceis. Então eu tô indo um pouco por aí, porque não entra assim na minha cabeça, né, que o Flamengo jogue o primeiro tempo mais ou menos que fez na altitude de Quito e faça um segundo tempo redondinho como aquele, e aí volte, né, no Brasil e faça essa atuação tenebrosa que teve.
Da mesma maneira, o Flamengo que bombardeou o Corinthians até fazer 1 a 0 é o mesmo Flamengo que parou de jogar até tomar 1 a 1, e é o mesmo que na sequência volta a jogar e faz 2 a 1. Então assim, desliga e liga, né? Parece que Não tem a capacidade de fazer 90 minutos redondos nesse momento ainda o time do Flamengo. Isso pode custar caro lá na frente. Isso talvez seja sistêmico, por assim dizer, embora a gente não esteja falando exatamente de comportamento com bola, sem bola, transição, como é que o time se comporta no quesito ofensivo, né, quantos jogadores de um lado, de outro, saída de 3.
Não é tático, não me parece ser algo tático, me parece ser algo de comportamento dos jogadores. E aí tem que apontar assim para o treinador e para as referências, né, técnicas da equipe, porque o time jogou muito abaixo. Poderia jogar no contra-golpe, poderia sim, mas não precisaria ficar se defendendo tanto. E comportamento do Jorginho também, né, atleta super experiente, toma 2 cartões, expulso. E no final do jogo, até como disse o nosso ouvinte, né, parecia América do México.
E parecia por quê?
Porque o Flamengo tava entregue, jogando assim de uma forma desesperada, pronto para tomar o segundo gol. E isso não pode ser aceitável, né, do melhor elenco da América do Sul. É um time que deveria estar com a confiança lá em cima. Isso não é aceitável. E da mesma forma eu vou dizer sobre o Palmeiras: tá tudo em ordem, tá ganhando o jogo, tá confortável. Aí você tem bola despejada na área, como já era de se esperar que teria nos minutos finais.
Tem um erro de posicionamento, concentração, gol do Estrada. Na sequência sai a bola, gol do Estrada de novo. Onde é que tá, né, o time campeão, o time que é o segundo melhor elenco da América do Sul? Onde é que fica nesses momentos assim de crise? Da mesma maneira, né, um Palmeiras que não resolveu lá contra o Cerro Porteño no primeiro jogo em São Paulo e toma um empate e deixa as coisas complicadas para volta, né. Então assim, Essa questão emocional, comportamental, de equilíbrio nos jogos, acho que isso faltou, faltou para os dois.
E deu certo para passar de fase, mas talvez não dê certo lá na frente se tiver uma situação semelhante. Mas dá para apontar o dedo para o Fluminense também. Nesse ganho em casa, nossa, que tranquilo! Ninguém imaginou que fosse tão tranquilo. A volta é um desespero completo, porque Como a atmosfera hostil do Platense? Não, não, claro que tem alguma coisa. Não vamos menosprezar os torcedores argentinos de forma alguma, mas não, não era para passar o sufoco que passou também o Fluminense.
Sem dúvida, sem dúvida. O Fluminense tá num patamar de estabilidade na temporada menor do que Palmeiras e Flamengo, mas ainda assim também foi outro time que decepcionou apesar da classificação, quando a gente pega exclusivamente esse essa rodada de jogos de volta na Sul-Americana. Rafael Prats, ontem o Montevideo City Torque eliminou o Cienciano do Peru, tinha perdido por 2 a 0 lá na altitude de Cusco e virou para 3 a 0. E agora a gente tem uma definição de semifinal, de um lado com Vasco e Boca Juniors, do outro lado com Atlético Mineiro e Montevideo City Torque.
Queria suas perspectivas aí para essa semifinal de Sul-Americana, quanto à possibilidade de uma final brasileira que não acontece desde 2021. Aliás, só aconteceu em 2021 Ao contrário da Libertadores, que tem tido várias finais brasileiras, a Sul-Americana teve uma só, que foi Atlético Paranaense e Red Bull Bragantino em 21, que por sinal foi o último título do futebol brasileiro na Sul-Americana. E me parece que para o Atlético Mineiro trocar ali uma altitude por um Montevideozinho sem torcida no estádio, porque o Torque praticamente não tem torcida, não ficou ruim não, mesmo que agora vá decidir fora, né, contra o Cienciano.
Decidiria em casa para É, não, não ficou ruim em relação a esse cenário que você fala agora, Dai, de deslocamento, dificuldade de altitude, mas enfrentar um time melhor que o Cienciano, Montevideo City Torque, é um time que com bola é melhor que o Cienciano.
Bela campanha inclusive, né, desde o começo, né, Pratas? Eliminou o Grêmio? Não, né, assim, passou em primeiro no grupo do Grêmio, né, enfim.
É, não, e é uma boa equipe, muito bem treinada pelo Marcelo Mendes, tem o artilheiro da Sul-Americana, né, que é o Salomão Rodrigues, centroavante, que chegou a 7 gols depois dos gols marcados ontem contra o Cienciano. Favoritismo dos brasileiros aí nos dois jogos, Dai, com ponderação e moderação. A gente vai ter que saber o Vasco como vai estar em relação ao Brasileiro quando enfrentar o Boca Juniors. O Vasco tem crescido muito coletivamente, mas ainda está em uma condição delicada em relação à zona de rebaixamento do Brasileiro.
Acho que não é um time que vai cair, mas nesse momento está entre os 4 piores. Então assim, se o Vasco reagir nas próximas rodadas antes da Sul-Americana, é o Vasco mais tranquilo para jogar. Se o Vasco não tiver uma reação para deixar a zona do rebaixamento, pode privilegiar o Brasileirão e se complicar na Sul-Americana. O Vasco inteiro é melhor que o Boca Juniors, o Atlético inteiro é melhor que o City Torque, mas prevejo dificuldades.
As dificuldades que nós vimos na Sul-Americana, Libertadores, para os brasileiros, citados também pelos companheiros, imagino que seja parecida com a dificuldade que esses times tenham na semifinal também. O Vasco contra o Boca, o Atlético contra o City Torque.
E já tá desenhada, Gabriel Dudziak, uma situação muito chata, que é a seguinte: o Vasco vai jogar contra o Boca Juniors o segundo jogo em casa. O Vasco não pode jogar em São Januário, porque São Januário, que já é uma coisa inacreditável, né? Porque se jogasse Vasco e Boca Juniors nas quartas de final, podia ser em São Januário, mas na semifinal não pode, tem que ter 30 mil de capacidade. Lembrando que 3 anos atrás, a final foi Fortaleza e LDU, e a CONMEBOL levou a final para um estádio com menos de 30 mil lugares de capacidade, a final do campeonato.
Mas a semifinal Vasco e Boca não pode. A alternativa natural seria o Maracanã, que hoje é administrado por Flamengo e Fluminense. E além das péssimas relações que o Flamengo tem com o Vasco, Fluminense tem com o Vasco, das recusas constantes para o Vasco jogar no Maracanã, ontem já teve ali uma enxurrada de reclamações dos jogadores do Flamengo sobre o gramado do Maracanã. Que eu acho que em parte são genuínas, tanto é que o Léo Pereira até elogiou o gramado sintético, né, o que obviamente não seria do agrado da diretoria.
Mas já me parece também uma narrativa construída para já colocar ali um, né, um carimbo que o Vasco não jogará, até porque o Flamengo vai jogar contra o Estudiantes na mesma, na mesma database ali, né, na Libertadores. E estamos falando de um equipamento público, né, Gabriel Dudziak, ou que era público, e mais do que um equipamento público um patrimônio de todo carioca e das 4 grandes torcidas do Rio. Eu acho essa situação assim extremamente desconfortável, para além da tristeza que é ver o gramado do Maracanã nas condições em que vimos ontem contra o Del Valle.
Ah, perfeito, eu concordo com você. Eu acho que para falar com um pouquinho mais de profundidade sobre esse tema, a gente precisa gerar reflexão. Porque se a gente ficar apenas nos fatos, o fato é o seguinte: é, o regulamento tava aí, aceitou, agora tem que cumprir. E aí o outro vai falar: é, a concessão é do Fla-Flu, então tem que aceitar, não tem nada que discutir nada, então cumpra-se a regra, né? Beleza, é um jeito de interpretar essa situação.
Mas o que a gente tá falando é outra coisa, né? Eu adoro essa reflexão sobre capacidade de estádio nas competições Porque me faz pensar no intuito das competições. Então assim, vamos lá, nós temos a Copa Libertadores, que é para os principais times dos países, né, os que tiveram as melhores campanhas nos seus respectivos campeonatos. E você tem a Copa Sul-Americana, que é para as equipes que não foram campeãs ou chegaram ali abaixo da 5ª posição.
Naturalmente, as equipes que chegam na Sul-Americana são menores Há exceções? Sem dúvida que há. O São Paulo, por exemplo, tava agora numa quartas de final. O Santos também, o Boca está numa semifinal. Mas o torneio como um todo, ele tem muito a participação de times menores. Não tô falando que o Vasco é menor, eu já vou chegar no Vasco. Mas se esse torneio tem como prerrogativa abraçar equipes que de repente não são as campeãs, não tem os maiores investimentos, e que nem sempre chegam nas competições continentais, como é que tá lá no regulamento exigências na América do Sul que são só para os times que têm muito dinheiro, tem muito investimento, tem muita capacidade?
Por que isso acontece? A mesma coisa na Copa do Brasil. Não entendo, ou melhor, entendo. Na verdade não é sobre os clubes, não é sobre os torcedores, é sobre direitos de transmissão é sobre vender o evento para televisão e para cobrar ingresso caro para mais gente, ou para ter os espaços lá de patrocinadores nos estádios, os camarotes da turma da CONMEBOL e coisa e tal. Então isso é necessário ser colocado em pauta. E agora chegou ao Vasco, né?
O Vasco não tem hoje a capacidade para ampliar o seu estádio de São Januário, que é ótimo do jeito que é. Poderia estar um gramado melhor muitas vezes, sem dúvida, sem dúvida que poderia. Todos os gramados aqui do país acho que poderiam melhorar, mas é um estádio ótimo.
Aliás, isso não é exigência, né? Assim, não bota qualquer grama no estádio que se tiver 30 mil pessoas lá tá tudo certo.
E assim, permitindo a provocação, pode até não ser grama.
É assim, sim, pois é, assim pode até não ser grama, pode ser borracha.
Borracha tá permitido, grama ruim tá permitido. Então é isso. Mas ouse querer jogar em 25 mil de capacidade, 22 mil, não. Isso não, isso não pode. Então assim, o Vasco hoje não tem a capacidade de ampliar seu estádio e ficou fora do acordo aí para uso do Maracanã, que poderia, né, gerar mais críticas pela forma como foi. Ficou entre dois ali, eles decidem o que fazem e pronto. E aí você tem Algo que poderia ser de interesse da cidade, do país, do futebol brasileiro, que é uma coisa gigante, né?
Não, não, eu quero o meu gramado assim ou assado porque eu vou jogar nessa semana, eu tenho preferência. E claro, vai chegar aí no seu WhatsApp agora: o contrato era assim, cala a boca. Tá bom, calei-me.
Maracanã, né, gente? Estamos falando do Maracanã, é que por sinal vai receber um jogo de futebol americano. Né, na semana que vem. E aí o Vasco para jogar estraga o gramado, mas fazer um evento de futebol americano no Maracanã, um jogo da NFL, é daí. A título de curiosidade, o Como se classificou para Liga dos Campeões da Europa pela primeira vez nessa temporada, né, o Como deu uma reformada no seu estádio para se adaptar às exigências da UEFA.
Mas a capacidade do estádio que vai receber jogos, tá recebendo jogos da Liga dos Campeões, é de 13.600 pessoas. Liga dos Campeões, hein, da Europa. 13 mil, tá, tá, tá, tá aprovado. Mas enfim, Bruno Faria tem que sair para o intervalo, mas antes só queria assim, se de fato não puder jogar no Maracanã o Vasco, você preferiria jogar no Rio, contemplar o torcedor vascaíno jogando no gramado sintético do Nilton Santos, ou sair do Rio, de repente Brasília?
Tem várias cidades aí com muitos vascaínos no Brasil inteiro. E jogar num gramado natural?
Eu prefiro jogar sempre num gramado natural. Eu não gosto de gramado sintético, não. Então eu pensaria em um outro lugar. Acho que para facilitar a vida do torcedor carioca, é possível que o Vasco abra mão em algum momento e pense no estádio Newton Santos. Mas eu não, eu mandaria para um outro lugar. Acho que Brasília é um lugar que tem muito torcedor vascaíno. Acho que no Brasil inteiro tem muito torcedor vascaíno, mas acho que Brasília Seria uma das opções.
8:28, vamos fazer o seguinte, vamos fazer o Repórter CBN. Na sequência a gente vai ter o intervalo de 5 minutos. Atenção, rede, hoje intervalo de 5 minutos. Repórter CBN, intervalo de 5 minutos, e a gente já volta para o segundo tempo do 4 em Campo para falar da rodada do fim de semana do Campeonato Brasileiro e para mandar um abraço para você que manda mensagem também para o 11 999 11 9981, 11 999 11 9981. WhatsApp da Central Brasileira de Notícias. Intervalo.
Segundo tempo.
Segundo tempo do 4 em Campo dessa sexta-feira. Comigo, Leonardo Dai, com o Gabriel Dudziak, com o Rafael Prates, com o Bruno Faria, abraçando você, ouvinte, que manda mensagem aqui no WhatsApp 11 999 11 9981, 11 999 11 9981. 8 a 1. A Dolores, obrigado aqui pelo elogio. A Brisa também tá mandando mensagem para gente. O Marlon de Vitória tá dizendo que o gramado do Maracanã seria ainda pior se fosse administrado pelo governo do Rio.
O Álvaro tá dizendo que foi bom o Palmeiras ter decidido nos pênaltis porque testou o goleiro e o goleiro respondeu, respondeu bem. O Ivan Cavalcanti diz algo parecido em Paranatama, Pernambuco. Diz que o Palmeiras passou por uma situação que poderia ser evitada, mas que isso ajuda a fortalecer a equipe. O Tony de Campos do Jordão diz que em setembro Corinthians, São Paulo e Santos já estão de férias. Oxalá tivesse de férias, sobretudo Corinthians, viu, Tony?
Seria melhor do que tá nessa briga aí para não cair para segunda divisão. O nosso ouvinte aqui que não assina mensagem diz que quer o Morumbi vazio amanhã para São Paulo e Internacional porque os jogadores não merecem a torcida. Não, e é o seguinte, né, depois que o Dorival falou que o time sentiu o Morumbi eslotado, às vezes é até melhor, né, não ir ninguém, que aí o time joga melhor. O Flamengo e o Palmeiras— pois não, Bruno, 10 mil ingressos vendidos de forma antecipada e o jogo é 9 horas da noite, é 9 da noite, né?
É 9. Quem for é guerreiro, ainda mais nesse frio. O Flamengo e o Palmeiras oscilam, o meu São Paulo não, é ruim sempre, diz aqui o nosso ouvinte no DDD11 também. É, o Jorge Arnold pergunta aqui de um certo jogador neerlandês sobre o qual falaremos já já. Fluminense e Estudiantes será final inesperada, diz aqui também nosso ouvinte. Obrigado ao Nelson Luiz de Copacabana. Guilherme Carvalho de Brasília: o que acontece com esses clubes cheios de dívidas e repletos de transfer ban?
Não acontece nada por enquanto. Tem aí um mecanismo da CBF sendo desenvolvido para trazer punições, inclusive de perda de pontos em casos mais extremos, mas ele não está em vigor ainda. Marcos Alexandre de Arapiraca, obrigado pela mensagem. Sei que nós corinthianos nos denominamos sofredores, mas quarta-feira extrapolou qualquer limite, diz aqui um outro ouvinte. E sim, meu caro ouvinte que manda mensagem no DDD 83, estarei no CBN Esportes, estaremos juntos no domingo.
Flávio Heimberg, também obrigado pela mensagem, pelas participações. Olha só, gente, 8:39, pois não?
Não, só fazer um adendo aí. Vocês que gostam de falar isso daí tinham que ter falado também na quarta-feira, mais do que das outras vezes. Ah, sofrido como corinthiano gosta.
Exatamente, exato. Nesse caso, sofrido como corinthiano não gosta, mas não foi sofrido.
Corinthiano não gosta da coisa sofrida. Se é fácil, não gosta.
É, mas é quando ganha, né?
Gosta da vitória sofrida.
Então pera, então o corinthiano gosta de ganhar, sim, não de sofrer.
Sim, eu gosto de ganhar sofrendo e de ganhar sem sofrer. É de perder sofrendo e de perder sofrendo não. 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Amanhã, 4 horas, Atlético Mineiro e Chapecoense. 5 horas, Mirassol e Botafogo. 18:30, Remo e Santos. 8:30, Vasco e Coritiba. 9 horas São Paulo e Internacional. Domingo, 11 horas Grêmio e Palmeiras, 4 horas Corinthians e Fluminense, 4 horas Vitória e Cruzeiro, 18:30 no domingo Flamengo e Red Bull Bragantino, 7:30 no domingo Atlético Paranaense e Bahia.
Naquela de toda rodada, Bruno Faria, nessa rodada os postulantes ao título, Flamengo joga em casa contra o Red Bull Bragantino e o Palmeiras joga fora contra o Grêmio. Acho que jogo confortável não é para nenhum dos dois, hein, Bruno?
Ah, nunca é, né? Campeonato Brasileiro, jogador fala muito isso, não tem jogo fácil. Cada um tem uma missão dentro do campeonato. O Grêmio, por exemplo, trocou de treinador, então vai ter a estreia do Renato Gaúcho, ele que ficou no banco nesse meio de semana pela 21ª rodada no duelo contra o Botafogo, mas ele ainda não comandou. Então tem esse, essa maneira diferente de olhar para o jogo também. E quem sabe o Grêmio conquistando uma vitória, já que joga frente ao seu torcedor.
E obviamente vai pegar um Palmeiras que deve sair mais para o jogo. É o tipo, é o típico jogo que o Renato gosta, tá? Tô para te dizer que é um dos melhores jogos dessa rodada do Campeonato Brasileiro. Já o Flamengo pega um Bragantino que tá em 9º lugar, pode não ter aquela pressão grande que outros clubes têm do seu torcedor, mas o Bragantino sonha em voltar para uma disputa de Copa Libertadores. Então pontuar no Maracanã é importante.
A ver como é que o Flamengo chega, porque o Flamengo também teve muitas cobranças dentro do vestiário depois do empate contra o Del Valle. Obviamente teve a comemoração pela classificação, e tem que ter mesmo, mas teve muita cobrança também porque o desempenho, já citado pelos amigos, foi muito abaixo depois que retornou a disputa dos campeonatos Muito por conta da pausa da Copa do Mundo. Mas são dois jogos que eu acho que são considerados complicados, não difíceis, mas complicados para os dois times que sonham com o título do Brasileirão.
Essa rodada, Gabriel Dudziak, ela tem uma atração especial, né, que é essa estreia para valer de dois técnicos aí. O Bruno já mencionou o Renato Gaúcho, que estreia para valer no Grêmio, embora tenha estado no banco de reservas no jogo do meio de semana contra o Botafogo. E tem o Tite estreando no Botafogo amanhã, 5 da tarde. Ah, verdade, bem lembrado, Pratos. Boa, Thiago Carpini no Remo, que joga contra o Santos às 18:30. Boa, bem lembrado.
Eu acho, Gabriel, que assim, Renato Gaúcho no Grêmio, e acho que eu posso até dizer também o Carpini no Remo, não tem muito que a gente imaginar do que eles vão tentar fazer, pelo menos, né? A gente conhece muito bem os dois técnicos e o que os times podem entregar nesse momento. O Bruno até falou um pouco sobre isso no caso do Grêmio. Mas e esse Tite no Botafogo, hein, Gabriel? Eu tenho muita curiosidade, porque para além da necessidade do Tite mostrar serviço depois dos trabalhos que no Flamengo não terminou bem e no Cruzeiro não foi bom em nenhum momento, me parece que a gente vai de novo ter aquele dilema, né, entre o jeito Tite de jogar e um elenco que gosta de um jogo muito acelerado.
É, isso pode acontecer novamente. Tal qual aconteceu no Cruzeiro, e não houve aí mudança positiva para o técnico e para aquele elenco. Embora algumas pessoas argumentem, eu não concordo, mas acho que é importante até fazer o contraponto, que o time tava se encaixando, aí o Cássio se machucou, aí foi jogar com Matheus Cunha no gol, e Matheus não trouxe segurança, e aí foi a reta final do trabalho do Tite. Mas assim, de forma geral, não conseguiu realizar um bom trabalho.
Havia também especulações, boatos aí, não sei até que ponto são verdadeiros, de que o Tite já não comandava exatamente o time, deixava mais para o filho dele, né, o Mateus Bach. E se isso for repetido no Botafogo, acho que já começamos mal. A ver, né. De toda maneira, para além dessas questões que eu não consigo falar o suficiente sobre, porque para mim são hipóteses apenas. Tem uma coisa que me chama mais a atenção, que é a seguinte: os outros times que estão nessa luta aí contra a queda, eles ou estão se encaixando ou eles estão com treinadores no modo guerrilha, né, do modo guerrilha.
Até falei isso no começo da semana aqui. Então são treinadores acostumados a esses cenários de pouco recurso técnico, de muita necessidade de resultado a qualquer custo, que sabem como motivar os jogadores nessa briga contra o rebaixamento. Então assim, o Carpini é um caso. Você vai ter nesse momento Pedro Manuel acertando o Vasco, embora não seja exatamente um caso. Você vai ter o Renato Gaúcho no Grêmio. Acho que o técnico do Mirassol já tá sabendo lidar com essa situação.
O técnico do Vitória é expert nessa situação, né, o Jair Ventura. O Dorival já teve essa experiência no São Paulo, né, faz tempo, mas já teve. E aí vem o Tite no Botafogo. Tite já teve experiência nisso? Teve lá atrás, né, mas caiu inclusive, né, caiu, exato, no Atlético Mineiro, né. E dessa forma ele tá de novo num cenário desses depois de ter passado por uma experiência na Seleção Brasileira de Futebol, no Flamengo e no Cruzeiro.
Nada a ver com essa situação de agora. A ver, a ver, mas assim, inicialmente tô olhando mais com desconfiança do que com confiança para o Tite.
Por falar em desconfiança, Rafael Pratos, quando eu li a mensagem do nosso ouvinte Tony falando, ah, o Corinthians de férias, eu falei, mas de jeito nenhum férias, oxalá estivesse. Porque assim, se você não falar que o Corinthians tá brigando forte contra o rebaixamento, você vai falar que brigando forte contra o rebaixamento Tá só do Mirassol para baixo, né, porque o Corinthians já é o 14º colocado, tá 4 pontos acima da zona de rebaixamento.
E pega esse Fluminense aí no domingo às 4 horas da tarde. Eu até mencionei também a mensagem do ouvinte Jorge Arnold, que falou do Memphis, né. E até o ponto que ele traz é assim, é, será que o Memphis tem condições de continuar atuando no Corinthians? Eu acho, Prates, que até pelo que ele custa, o mínimo do mínimo do mínimo que ele pode fazer agora é o que ele fez quando ele chegou em 2024, né, livrar o Corinthians da segunda divisão.
Sem dúvida, né? A reação do Corinthians no Brasileirão passa por ele também, Dai. A gente vai ter de ver, obviamente, como que ele vai reagir depois do pênalti perdido contra o Estudiantes. Ele tá vivendo uma situação que ele poucas vezes viveu no Corinthians, porque ele chega, como você falou, em 2024 para ajudar o time a não cair, e ele e outros melhoram muito a equipe tecnicamente. 2025, ele tem bons momentos no ano, participa de dois títulos importantes como Paulista e a Copa do Brasil, principalmente fazendo gol em final da Copa do Brasil, em clássico contra o Palmeiras.
Na Copa do Brasil. 2026 dele até agora foi um 2026 pré-Copa do Mundo, para, entre aspas, se preparar para Copa. A Copa vem, a Copa dele apagadíssima, ele pouquíssimas, pouquíssimos minutos joga pela seleção da Holanda. E esse pós-Copa é um pós-Copa depois da renovação, depois da novela para renovar. Corinthians certamente tá depositando nele a esperança para o time ficar melhor, e até agora não aconteceu, né? Então assim, domingo contra o Fluminense Ele pode ter uma atuação de novo fraca, como ele tem jogado, e o time ganhar.
Mas que é difícil imaginar o Corinthians melhorar com o Memphis jogando muito mal, é difícil imaginar. Uma coisa me parece que tá um pouco atrelada à outra. Isso passa por ele, isso passa pelo Garro, isso passa pelo Bidon, passa pelo Yuri Alberto quando voltar, passa pelo Caio César, passa por esses jogadores. Esses jogadores podem definir jogos para o Corinthians. Para o André, que talvez fisicamente seja melhor para jogar domingo, Então assim, imaginar o Corinthians reagindo no Brasileiro com Memphis muito mal é difícil, que a concorrência em relação ao Memphis consegue ser muitas vezes pior que ele.
Apesar de que no ano é muito discutível quem é pior que quem aí. Então Corinthians renovou com Memphis também para situações como essa. Não imaginava-se isso a curto prazo, mas será assim. O Memphis bem é um Corinthians para reagir, o Memphis mal é o Corinthians com mais dificuldade para buscar pontos no Brasileiro para não cair.
E hoje teve esse episódio inacreditável no Corinthians, né, que foi a torcida organizada indo lá para aquelas reuniões que acontecem de vez em sempre no Corinthians. Pessoal chegando irritado e saindo quase com dó dos jogadores, como bem definiu aqui o nosso Paulo Vinícius Coelho mais cedo na programação, né? Porque os jogadores começaram a desabafar sobre os problemas do clube, até sensibilizaram os organizados. Vejam que coisa.
Zulu Neves, um abraço! Um abraço para o Carlos Alberto na Vila da Penha dizendo que é uma vergonha o gramado do Maracanã. A Jussara Barreto ainda sofrendo aqui com a eliminação do Corinthians na quarta-feira, mas somos a fiel, diz ela. E o Gilmar Neto também não gostou da declaração do Dorival aí também, que eu achei também inacreditável, né, quando ele apontou que os jogadores do São Paulo sentiram ali a pergunta. Pois não, pois não, pois não.
Mas você tem dúvida de que amanhã, depois do jogo contra o Inter, independentemente do resultado, ele vai falar que, olha, queria pedir desculpas porque acho que vocês me interpretaram mal? Eu tenho dúvida disso.
A essa altura do campeonato eu já nem sei mais o que esperar. Mas pois não, Gabriel Dudziak?
Não, é que eu entendo o que você tá falando e que o Bruno também reforça, mas eu acho que sentiram mesmo, sabe?
Eu acho que sim, acho que pode ser.
Eu concordo, eu concordo.
É que é grave, né?
Assim, mas é uma coisa que não se fala, né?
Não, até se for verdade até pode falar, mas assim, eu acho grave. Era para ser o trunfo do São Paulo nesse confronto, né?
Mas O Dorival, ele falou depois da vitória contra o Atlético Mineiro que aquele era o São Paulo, que com apoio do torcedor o time ia sair dessa, que é assim que a gente quer jogar. E o Morumbi tava lotado, mas aí teve o jogo com Boca Juniors e eles sentiram. Talvez pudesse não ter falado isso, mas veja, tem agora parada para hidratação na CONMEBOL e os microfones pegam, pegam ele falando assim, ó, tudo que a gente podia errar em 25 minutos a gente já errou.
É verdade.
Como é que justifica, né? Como é que justifica? Então assim, ensaiamos, treinamos, não fizemos absolutamente nada. Claro que a responsabilidade maior é do treinador, né, perante os microfones, é o líder da equipe, coisa e tal. Mas de alguma forma tem que, tem que dividir também um pouco. Olha, por que que o Luciano jogou péssimo, Arthur jogou péssimo, fulano, Beltrano, todo mundo foi mal hoje? Tem que ter alguma explicação. Qual é a explicação?
Não tá cansado, usaram reservas, estão jogando o mesmo time, exceção ao Calleri, 3 zagueiros. Por quê? Porque, sei lá, sentiram aqui, não fizeram nada do que a gente tinha combinado. Acho que esse tipo de cobrancinha também não é tão ruim, sabe? Embora politicamente incorreto.
A ver, amanhã 9 horas São Paulo e Internacional, 8:50, última pausa aqui no 4 em Campo. Já voltamos em 5 minutos.
4 em Campo. 4 em Campo.
8:56, reta muito final aqui do 4 em Campo, mas quero algumas manchetes dos comentaristas sobre os alguns outros jogos desse fim de semana no Campeonato Brasileiro. Rafael Prates, domingo, 7:30, em Curitiba, tem Atlético Paranaense, terceiro, contra o Bahia, que é o quarto.
E vale Libertadores. Uma disputa direta por G4, uma disputa direta pela parte de cima da tabela de classificação. Atlético tem pequena vantagem para ganhar do Bahia domingo em Curitiba.
Vasco e Internacional podem sair da zona de rebaixamento nessa rodada, Gabriel Dudziak. O Vasco pega o Coritiba em casa e o Inter pega o São Paulo fora, 8:30 e 9 horas respectivamente amanhã os dois jogos. Não é uma rodada das piores para os dois não, hein, Gabriel?
Não, não é das piores. São jogos acessíveis, mas eu quero chamar atenção que o São Paulo em casa reagiu no Brasileirão, então vai ser difícil para o Inter. E o Coritiba vai melhor como visitante do que como mandante, então também tem isso. Mas sim, jogos acessíveis para os dois.
Boa observação. O Inter joga fora contra um bom mandante, o Vasco joga em casa contra um bom visitante. E o Remo, Bruno Faria, última cartada é Thiago Carpini. Amanhã, 18:30, contra o Santos, a estreia dele. Será que agora vai?
Pode dar o gás que faltava, né? O Remo, para muita gente, seria uma Chapecoense nesse campeonato, um time que a gente olharia e falaria já tá rebaixado. Pelo contrário, o Remo tem feito bons jogos e tem o fator casa que pode ajudar. Então eu vejo assim o Carpini como um fator, um gás extra nesta reta final aí para o Remo, que vai fazer um jogo difícil contra o Santos. Que melhorou muito depois da pausa para Copa do Mundo, mas a eliminação machucou muito os jogadores na última quarta-feira, obviamente os torcedores.
Boa noite, meus amigos!
Boa noite!
Fica por aqui essa edição do 4 em Campo. Vem aí, para quem tá escutando a CBN pela internet, o Repórter CBN, depois o Panorama CBN com Leandro Gouveia. Para quem tá no radinho, Repórter CBN, Voz do Brasil. 10 da noite, a programação de volta com CBN Total com a Tere Morales. Tchau!
4 em Campo.
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Hoje com Leonardo Dai.
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