Conheça as big techs mais visadas pelos golpes de ‘phishing’
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Ana Letícia Loubak
- Big Techs· TecnologiaMicrosoft · LinkedIn · Google · Apple · Amazon · ChatGPT
- Fraudes Digitais· SegurancaPhishing · Emails falsos · Páginas de login fraudadas · Atualizações de programas
- Bloqueio de ligações de golpeVerificar endereço de email · Não clicar em links suspeitos · Acessar sites oficiais · Ativar autenticação de dois fatores
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CBN Tecnologia, uma parceria Tec Tudo.
Ana Letícia Lobá, que gravou o seu comentário. Vamos ouvir.
Olá, ouvintes da CBN, tudo bem por aí? O assunto de hoje é um alerta, e um alerta para todo mundo praticamente que usa internet, porque eu tenho certeza que você que tá me ouvindo tem pelo menos uma dessas coisas, se é que não tem todas, né? Uma conta em algum serviço da Microsoft, um perfil no LinkedIn, uma conta do Google, uma conta da Apple ou uma conta da Amazon. Eu, por exemplo, marco check em todas elas. E eu também não citei esses 5 nomes por acaso.
Essas foram as empresas que mais apareceram nas tentativas de golpe identificadas no segundo trimestre de 2026, segundo um relatório da empresa de segurança digital Check Point Software. Essas big techs, como a gente chama, respondem por mais da metade das campanhas de phishing com marcas. E phishing, para quem não sabe, é aquele golpe em que os criminosos se passam por empresas confiáveis, às vezes até por órgãos do governo, para roubar ou dados pessoais sensíveis ou dinheiro.
A pesquisa da Check Point, por exemplo, mapeou o envio de emails falsos sobre falhas no pagamento de serviços, páginas de login fraudadas e comunicações enganosas sobre atualizações de programas. Ou seja, essas foram as formas que os criminosos encontraram para viabilizar esse golpe, né, para se comunicar com as vítimas. E esse tipo de golpe, inclusive, ele costuma funcionar bem porque os golpistas se aproveitam da confiança dos usuários.
Pensa só, Se uma mensagem chega ali na sua caixa de entrada e ela parece vir de uma marca que você já usa, que você confia, muito provavelmente você vai baixar a guarda e deixar de observar alguns aspectos importantes que poderiam denunciar que aquela mensagem na verdade esconde um golpe. E um dado interessante que a Check Point reforçou nesse relatório é que o ChatGPT apareceu nessa lista de marcas visadas pela primeira vez. Ele tá lá no final, tá na 10ª posição, responde só por 1,1% das tentativas de golpe, mas é uma aparição que merece atenção porque, segundo a Check Point, mostra que as ferramentas de inteligência artificial já estão no radar dos criminosos.
Então vamos para as dicas de como se proteger. A primeira delas é observar muito bem o endereço de email do remetente. Antes a gente dava aquela dica de analisar a mensagem em busca de erros de português, de construções estranhas. Mas agora, como os criminosos estão usando inteligência artificial para elaborar mensagens cada vez mais corretas e mais convincentes, isso não basta. Porque às vezes a mensagem tá bem escrita, tá condizente com a forma de comunicação da empresa, mas o email que te enviou aquele texto não corresponde ao endereço oficial.
Então é um aspecto para o qual a gente precisa se atentar. Segunda dica: recebeu uma mensagem suspeita? Não clica no link. É melhor você ir direto até o site da marca digitando direto o endereço ali no navegador, ou então de repente até acessando o aplicativo no seu celular e conferir ali no painel da sua conta se aquela comunicação realmente procede. Por exemplo, se os criminosos tentam te enganar com aviso de pagamento atrasado, muito provavelmente vai constar da sua página de cliente um aviso sobre pagamento atrasado.
Por último, mas não menos importante, lembrem de ativar a autenticação de dois fatores, que é aquele recurso que cria uma camada de dificuldade extra para invasão da conta caso o criminoso descubra sua senha. Até a próxima, gente!
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