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O que os investidores podem esperar do mês de agosto?

03 de agosto de 20263min
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Gustavo Ferreira destaca que pregão de agosto começou com uma virada de chave com a retomada das negociações diplomáticas. Ouça.

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Participantes neste episódio2
D

Débora

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G

Gustavo Ferreira

ComentaristaEditor-assistente
Assuntos3
  • Expectativas do Mercado· EconomiaVolatilidade similar a julho · Negociações Diplomáticas Falhas · Perspectiva de paz · Risco de inflação e juros
  • Impacto Econômico da Crise Geopolítica· EconomiaConflito Irã-EUA · Petróleo · Bolsa americana · Brasil · Ibovespa · Dólar
  • Estratégias de Negócios e Inovação· NegociosInteligência artificial · Empresas que precisam investir · Petrobras
Transcrição9 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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GFGustavo Ferreira

Gustavo Ferreira, editor assistente do Valor Investe, já tá com a gente. Tudo bem, Gustavo? Boa tarde.

GFGustavo Ferreira

Alô, alô, Débora, ouvintes, boa tarde a todos.

GFGustavo Ferreira

Gustavo, o que que os investidores podem esperar para esse mês de agosto?

GFGustavo Ferreira

Débora, uma volatilidade bem parecida com a qual eles já têm lidado. Começou agora o 6º mês já de guerra protagonizada pelos Estados Unidos no Irã. Mais do que isso, este primeiro pregão de agosto marcou uma nova virada de chave. Retomadas as negociações diplomáticas, retornou ao horizonte do investidor a perspectiva de paz. Esfriou, portanto, o risco predominante de julho, o de mais inflação, de mais juros por mais tempo. O cenário colocado agora favorece empresas que precisam investir para ontem se não quiserem ficar para trás, aquelas cujo futuro de fatos, dividendos, fica mais distante ainda se o preço do dinheiro sobe.

São elas as líderes da revolução da inteligência artificial. Dito isso, o jogo virou hoje. Com alívio nas tensões geopolíticas, o petróleo deu meia-volta. Na disparada de 20% do mês passado, hoje caiu 5%, levou consigo parte dos juros antes apontados pelas planilhas do mercado. Ponto para bolsa americana. Já do Brasil, catou cavaco na virada de chave deste começo de mês. Papéis como os da Petrobras colocaram freios no rally recente.

Quedas como a da petroleira hoje, de pouco menos de 1%, são determinantes no Ibovespa, mais determinantes que o destino tomado por ações sensíveis a juros. Elas subiram bem hoje, mas o principal índice da Bolsa do Brasil abriu o mês no 0 a 0, abriu rigorosamente no 0 a 0. A ver agora até quando a paz no Oriente Médio vai continuar parecendo está logo ali. Nesse caso, podemos ter pressão de alta no câmbio do Brasil, que vinha caindo conforme o petróleo subia. Hoje o dólar fechou o dia 0,3% mais caro, Débora, aos R$5,09.

GFGustavo Ferreira

Obrigada pelas informações, Gustavo Ferreira, do Valor Invest. Até amanhã!

GFGustavo Ferreira

Até amanhã! Como sempre, convido a acessarem o valorinvest.com. Tchau, tchau!

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