Petição na Argentina pede repetição da final da Copa, e pastor processa ChatGPT após diagnóstico errado
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Hora de Expediente com Dan Stuback, José Godói e Luiz Gustavo Medina. Muito bom dia para você, Dan Stuback.
Muito bom dia, Milton.
Bom dia, Cássia.
Bom dia para todos.
Hoje não é aniversário de ninguém, escolhi uma música legal. Adoro essa. Isso aí, meu caro taxista, minha cara uberista, advogados, médicos, contadores, zeladores.
Quem já não dançou nesse Delícia. Ai, Milton, alguém ficou nostálgico.
Muito bem, as cidades mais vazias. Não, cidades mais vazias por causa das férias, né? Tá mais tranquilo. Para quem você tá morando? Aonde você não tá morando? Em São Paulo, né?
Hoje ainda em São Paulo?
Hoje eu tô na Barra, no Rio de Janeiro. Tá tranquilo. Bom dia, Zé Godói! Tá tranquilo, Zé?
Quem para de citar porque não tem carro, né, Milton? Ninguém consegue andar de carro aqui no meio dessas pedras, né? Então tá tranquilo, só tem gente para caramba, mas carro não tem, nem trem quebrado.
Pobre de você então, Teco. Bom dia.
Oi, Milton, bom dia, bom dia, Cássia, bom dia para todos. Pobre de mim.
Pois é, porque você está em São Paulo, é isso? Eu estou em São Paulo e acabou a Copa do Mundo, Milton, não sobrou mais nada. E torce para o São Paulo, tem mais disso, né? Podemos acrescentar. Mas calma que tem dois, tem mais três aqui nesse quadro que estão passando por isso. Dois vão torcer pelo Corinthians hoje, eu vou torcer pelo Grêmio. A única que sorri como já sorria antes da Copa do Mundo é Cássia Godoy, que é impressionante, né?
Foi Copa, saiu Copa, todo mundo falando a parada. Não, mas tem uma parada agora, porque agora os times vão poder treinar. Que eu vou se preparar. A primeira coisa, nosso time já perde na primeira partida. Quem tinha que golear já goleou. Flamengo goleou, Palmeiras ganhou. Impressionante isso, né? Não muda nada, não muda nada.
Torcedor do Corinthians, ele não fica preocupado com o jogo, Milton. Ele fica acompanhando pelo site a quantidade de transfers bans. Já ouviu falar disso? A gente tá nesse nível de sofisticação. Quantos transfers bans a gente tem essa semana? Tamo com 4 agora.
Caramba, isso aqui nem carta, né, Diogo? Vai botando carta na mesa ali e tal. Eu tenho um transferban aqui, eu tenho um Coringa. Ah, Coringa elimina esse transferban. E é por aí vai, né? É mais ou menos. Mas ó, em São Paulo tem o São Paulo com transferban, Corinthians com transferban e o Santos com transferban. Não tem só o Palmeiras que não. Olha que inacreditável a situação do futebol brasileiro. Mas você sabe, tem torcedor que prefere, né, o transferban.
A comprar o que estão comprando por aí, né? Você até prefere, porque daí não compram as porcarias que estão comprando, né? Eliminaria um bom número de jogadores comprados nessas temporadas. A ver, enfim, coisas do futebol. Já que estamos falando de futebol, Zé, entra com seu assunto aqui. Vamos ter uma nova final de Copa?
Começou o clube dos perdedores, né? E agora com essa possibilidade de você fazer petições online Abriu-se a garganta do inferno, Milton, nessa história. Os argentinos já mergulharam na petição coletiva para repetir a final. É um, são, são, desenvolvido muito na política atual, questionam arbitragem, não apresentam provas, mas querem uma nova partida. É basicamente assim que funciona. Na França já tinham feito uma petição Repetir a semifinal da Espanha com o mesmo procedimento. A da Argentina já bateu 61 mil assinaturas e vai crescendo.
A possibilidade zero de mudar, né?
Acontecer alguma coisa assim numa petição dessa, acha que tem alguma chance disso acontecer? Uma nova final da Copa?
Acho que não, né? Mas eles gostam de criar uma bagunça, né? Criar uma dúvida. A nova seria uma final em Buenos Aires, inclusive.
Assim, e com juiz argentino, sem VAR.
Interessante. Eu acho que eu vou pedir a recontagem do bolão aqui da CBN.
Boa, boa coisa. As regras não eram boas, não eram auditadas.
É muito estranho argentino pedir isso, né, Milton? Porque a gente que tem nosso time jogando uns jogos horrorosos, a última coisa que a gente quer é que repitam jogos, né? Imagina aquele jogo horrível da Argentina de novo. Imagina os cara passar mais 120 minutos sem dar um chute no gol. Para que tem chinovo, minha gente?
Não, mas a expectativa é que agora a Argentina jogue como Messi queria, não como Scaloni pediu, né? Porque consta que teve ali uma divergência. Um queria um tipo de jogo, outro queria o outro. O técnico falou mais alto e daí deu tudo errado.
É, sei, sei.
São coisas que acontecem, acontecem na vida. Vamos lá, mas vamos, ô Teco, Que história é essa aqui que você tem para nós, Milton?
Ótima história, eu vou acompanhar de perto. Só não vou colocar esforços financeiros nisso porque em dólar, mas a história muito me interessa. História: o pastor está processando o ChatGPT. Um pastor nos Estados Unidos estava com uma falta de ar, colocou lá no ChatGPT o que ele devia fazer E o ChatGPT respondeu para ele: deixa na mão de Deus, Deus vai poupar você. O pastor obedeceu o ChatGPT, deixou na mão de Deus, quase morreu, tava com embolia pulmonar.
Por um milagre foi levado para o hospital em tempo, internado, e agora, minha gente, tá processando o ChatGPT por por, por tá atuando de forma ilegal na medicina. Tá pedindo uma fortuna e eu confesso que tô torcendo para que ele leve, para que a gente abra uma jurisprudência e vire o caos.
Esse pastor é argentino?
Não, ele não é americano. E é isso, quando a gente junta inteligência artificial com a nossa limitação natural, normalmente dá coisa ruim, né?
Cara, que coisa estranha. Mas é que tem essa coisa, né, do viés do chat, né? Ele sempre concorda com você. Então, de alguma maneira, o que o chat foi fazer foi isso, não foi?
Já conhece bastante usuário, né? Ele conhece usuário, usuário deve falar muito de Deus com o ChatGPT, né?
Não, ele é pastor, né?
Sim, claro. Ele necessariamente nem precisaria usar o ChatGPT, né, para falar com Deus, né? Mas ele deve— não, de verdade, mas vai lá. Mas ele tá ali conversando, tocando mensagem, falando das ideias dele. Que você acha disso? E você vai contaminando o ChatGPT com as suas ideias.
Ele fica bajulador.
Aí ele vê, aí daqui a pouco ele diz: quer ajuda? Pede para o cara lá, meu. Você não é, mas não tá certo.
ChatGPT nesse caso, o melhor, Milton, é que a resposta, a resposta exata do ChatGPT foi: entrega para Deus que Deus vai poupar a sua vida.
Vida. O que não foi mentira, poupou, tá vivo contando essa história.
É isso.
E ainda vai ganhar uma grana. Deus deu essa colher para ele, ainda vai levar um dinheiro, cara.
Agora, esse aspecto bajulador do, não só do chat, né, de todos esses mecanismos aí de IA, você demora um pouco para entender, né, que você não é um gênio, né? Porque as 10 primeiras perguntas é para ChatGPT, ele sempre procura um aspecto positivo seu, né? Aí você começa a descobrir que ele é meio puxa-saco demais, né?
Que talvez ele não, você não tenha tão bem assim, né?
Aí você tem que regular, né, cara, informação dele. Mas acho que você pode também criar um ChatGPT mais crítico, né? Pedir um, fazer um prompt menos bajulador.
É, você tem que fazer isso, você tem que forçá-lo a ter um olhar mais crítico sobre aquilo que você fala, conversa, propõe, etc. Mas para quê, né? Já basta as pessoas fazendo isso comigo a vida inteira.
E outra, né?
E outra, né, meu?
Se ele for muito crítico a gente não entende também, né?
Não aceita, né?
É, ou não aceita, não entende. Também tem esse problema aí na tradução para nós depois, né?
Não sei, Dan, você costuma usar assim inteligência artificial para compartilhar dúvidas, coisas desse tipo? Nada, nada. Usei na vida, eu nunca usei o ChatGPT, nenhuma inteligência artificial na vida. Você que tá achando que não.
Isso é o que você pensa.
Você não usou diretamente.
Até porque hoje, não, eu digo assim de consultar, né, de abrir um coisa. E eu sou ruim mesmo, todo mundo me fala, hein, eu sou ruim mesmo na novela, como dizem, ou é só impressão, tal, né? Ele, não, você não é tão ruim assim, Dili, fica tranquilo, tal.
Vai, vai.
Essa semana a coisa tá pegando realmente.
Não, não, Ademir tá cada vez pior. Nossa. Meu ranço só aumenta.
Eu só fiquei numa dúvida: aquela bolacha era ruim mesmo? Era, claro, era. Ah tá, não tá, porque eu vi que na hora assim que você reagiu você foi tão—
Coitada da moça.
Não, não tô falando da moça, mas essa cena eu tava preocupado com a bolacha.
Nessa cena ele tava acabando com a bolacha e acabando com a moça.
Era batata, uma batata que depois me explicaram que era da Guerra nas Estrelas, por isso que ela era escura. aí eu achei que era aquela uma bolacha só velha ruim, aquela botaram lá, não era para comer. Você fez um, resolveu fazer uma graça ali e pegou coisa ruim. Isso aqui ficou, mas ficou bom, tá bom. Valeu, meninas, obrigado aí pela conversa de hoje, tá bom? Abraço!