Superioridade da Espanha fez justiça ao resultado da final
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Carlos Eduardo Éboli
- Vitória da Espanha na finalDomínio espanhol sobre a Argentina · Estatísticas de finalizações · Incapacidade ofensiva da Argentina · Desempenho de Messi · Atuação de Dibu Martínez
- Análise de Jogos da CopaSuperioridade da Espanha em campo · Defesa argentina · Oportunidades perdidas pela Espanha
— Anúncios inseridos dinamicamente —
How do you say, where's the restroom, in Spanish? ¿Dónde está el baño? Hey Meta, is a hot dog a sandwich? Technically no. Spiritually, yes. Hey Meta, what should I do with my life? That's one of life's biggest questions. What do you think? Ask anything with the new Meta Glasses.
Começar a bater um papo aqui com Carlos Eduardo Ébole. E na medida que for aparecendo algum jogador da Espanha, algum jogador da Argentina, ou Scaloni, ou Fuentes, a gente vai parar aqui. Eu interrompo o Ébole e a gente vai ouvir. Ébole, vamos conversar assim, dizem que o futebol não tem justiça, né? Mas hoje teve, venceu o time que queria vencer. É isso, Ébole?
É isso, né? Até os 10 minutos do segundo tempo da prorrogação Vencia o time, o único time que atacou, terminou com 20 a 2, tá? 20 a 2, impressionante. A Espanha no segundo tempo da prorrogação, ela deu uma finalização, a mais importante, que foi aos 40 segundos, o gol do Ferran Torres. Depois, nessa base aí do abafo, a Espanha conseguiu duas finalizações, uma até bem, duas até bem perigosas. Uma nem foi finalização porque houve o corte, né?
Da zaga espanhola ali dentro da pequena área. E essa última, o último suspiro argentino, que foi a finalização do Giuliano Simeone ali da frente da pequena área também. Ele jogou para longe, para fora, tava todo mundo congestionando ali à frente dele, a visão dele. Mas ali, à base do desespero, num erro até de movimentos da Espanha, porque a Espanha com a vitória completamente assegurada passou a entregar a bola de qualquer maneira para Argentina.
Argentina, na base do coração, conseguiu ainda essa, essas últimas oportunidades. Mas 20 finalizações contra 2, e 20 finalizações a 0 até os 10 minutos do segundo tempo da prorrogação. Então não tem como discutir a vitória da Espanha. Venceu o único time que praticamente atacou, o outro só se defendeu. Foi o maior ataque contra a defesa da história das finais de Copa do Mundo. Renan depois confirmou esse número. Nunca houve isso numa final de Copa do Mundo.
Jamais uma equipe no tempo normal não conseguir finalizar contra o adversário. Foi o que aconteceu com a Argentina, por uma imposição da Espanha, boa parte sim, mas por uma enorme incapacidade também da Argentina. Porque a Argentina em outros jogos também se viu pressionada e conseguiu arrumar alternativas para ameaçar o gol adversário. E por isso inclusive protagonizou vitórias, viradas épicas nessa Copa do Mundo. Mas hoje faltou muito para Argentina.
O Messi foi um, era um figurante, depois virou um coadjuvante, porque mesmo aos 39 anos e com Argentina com muita dificuldade para levar essa bola até o ataque, um dos poucos que conseguiu fazer isso foi o Messi nessa reta final do jogo. Os outros não conseguiram acompanhar. O Enzo Fernández foi uma tragédia, atuação dele. E a Espanha sobrou, sobrou, tava esbarrando também na sua incompetência para transformar esse volume todo, essas finalizações todas, em resultado seguro, tranquilo, até numa final.
Fez do Dibu Martínez o grande personagem nessa decisão, agarrou uma barbaridade o Dibu Martínez. Mas não há o que questionar na vitória da Espanha e não há o que questionar no título da Espanha.