Trump dá sapatos de seu tamanho a líderes e aliados do governo, que usam e viram meme
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- Sapatos de Trump para aliadosCompra de sapatos Oxford · Tamanho do presidente inadequado · Meme nas redes sociais · Líderes com dificuldade de andar · Medo de questionar o chefe · Fotos patéticas do sofá
- Recriação de Val Kilmer com IAFalecimento durante filmagem · Autorização da família · Tecnologia de voz sintética · Recreação para novo filme · Novo mercado de atores falecidos
- Ética da IA no cinemaQuestão de bom gosto · Competição com atores vivos · Categorias IA nos Oscars · Homenagem versus exploração · Oportunidades financeiras para famílias
- Música e gratidãoSeleção musical do dia · William DeVol · Sentimento de gratidão · Tema emocional
Hora de Expediente. Com Dan Stubak, José Godoy e Luiz Gustavo Medina. Muito bom dia pra você, Zé Godoy. Oi, Milton. Bom dia. Bom dia, Cássia. Bom dia aos ouvintes. Bom dia, Zé. Teco Medina, muito bom dia pra você. Oi, Milton. Bom dia. Bom dia, Cássia. Bom dia pra todos. Zé, você é o DJ do dia? Sou. Sou na caixa.
Vindo numa rotação um pouco mais lenta, mas a música é boa. A gente está ouvindo o William DeVol. São das músicas mais ampliadas e regravadas da história da música americana. Be thankful for what you got. A música para quem está grato pelo que tem na vida. Essa é do hoje. E você traz essa música hoje, não por uma efeméride, mas porque você gosta de boa música. Um sentimento de gratidão, né, Milton?
Tá bom. Sentimento de gratidão tocando o coração de Zé Godói, Teco Medina. É, quero ver a gratidão amanhã. Amanhã é dia de gratidão. Explique melhor, porque é sexta-feira? Gratidão quando o time não joga é fácil, né? Aí sim, né? Faz sentido, faz todo sentido. Ô, por falar em gratidão, Teco, poxa,
carinho do chefe, né? Você tem um chefe que te dá presente, dá sapato, por exemplo, sapato elegante. Você sabe que eu sou um cara que gosta de sapato, né? Mas, enfim, não é legal, assim? E aí você tem que ter como gratidão usar o sapato que o chefe te dá. Você acha? Não acha que é legal, Teco? Olha, Milton, essa é uma das histórias mais bizarras correntes do mundo. É boba, mas é bizarra demais, né? O Trump, ele não gosta que as pessoas não usem
ele tem problema com tênis. Ah, sapatênis, essas coisas, ele não gosta. Ah, tá. Ele não gosta. E aí ele gosta muito de um sapato que ele usa, um tal de um sapato Oxford, que parece que é muito bonito, parece que é confortável. E ele saiu comprando esses sapatos para toda a equipe e falou que é para as pessoas usarem um presente dele. O Trump, ele é tão ególatra, né, que ele compra o sapato do número dele e dá para as pessoas.
O pé dele deve ser grande, né? Exato, é gigante, né? E dá para as pessoas e as pessoas que se virem. E aí tem as fotos que são filmadas, as pessoas usando sapato, dois, três, às vezes quatro números maiores do que vestem, do que usam, né? Ninguém tem coragem de avisar, ninguém tem coragem de trocar, ninguém tem coragem de não usar. E fica essa sequência de fotos patética com as pessoas praticamente sambando,
surfando dentro do próprio sapato. Parece aquele sapato de palhaço. Parece sapato de palhaço. E assim, sapato apertado não dá, mas sapato muito grande, todo mundo que já pôs uma vez, é horrível também. Você não consegue andar, você não consegue fazer nada. E a loucura para mim, Milton, é que a gente está falando da maior potência do mundo, teoricamente ali do salão oval. As pessoas são adultas, estão tomando decisões sobre o futuro da humanidade.
Ninguém tem coragem de falar, presidente, quer dar o sapato? Dá 41 para mim, por favor. Não precisa falar nada. Vai na loja e troca esse sapato, gente. Não, calma. Pede a notinha para trocar. Presidente, o senhor tem a notinha aí que eu vou ali na loja trocar? Gostei muito do sapato, só que no meu número. Não é coisa tão simples. Pois é. No limite, Milton. Gasta 100 dólares e compra o seu sapato, o seu número. Compre igual do seu número. Doa aí, sei lá, gente. Rapaz, mas não é com 100 dólares.
Não tem dólar não que você vai comprar esse sapato não. É caro? Sapato aí dá uns dois pau, viu? Ah, mas eles têm todos cargos altíssimos. Bando de homem rico. É? Você acha? Ah, eu acho. Mas tá caro o negócio lá? Tá tudo caro por causa da guerra? Olha, no fundo o que eu acho é o seguinte. Um bando de ingrato, entendeu? Podia ser pior, podia ser sapato apertado. Aí eu queria ver esse pessoal usando sapatinhos apertados. Ganharam o sapatinho do chefe e ainda estão achando ruim. Se o chefe quiser dar um sapato, ó, chefe.
36 viu chefe sei lá né manda o recado antes né acontece ele comprou uma dúzia pra ele e achou que era demais e resolveu distribuir comprou na tacada era mais barato pra quem nos acompanha no youtube a gente colocou a foto lá da turminha sentada no sofá do salão oval com aqueles sapatos todos sobrando no calcanhar né todos grandes ali tem que botar enchimento ali vocês nunca usaram isso?
É, algodão. Porque quando a gente era criança, o que que acontecia? Não dava, não tinha muito dinheiro pra comprar sapato. Então a mãe já comprava um sapato número maior pra escola, porque pra você usar por mais tempo. Aí você botava algodão lá na frente, no bico. Ou jornal. Lembra? Jornal também. Palmilha, né, gente? Hã? Palmilha, né? Palmilha também. Não, mas palmilha não é suficiente, porque o sapato fica grande na frente e atrás. Você tem que preencher os espaços. Tem que ser isso. Elegante.
Essa cresce, né? Começa com o número ano, no final do ano já tá com o número duas vezes maior, tem que comprar por inteiro. Essas crianças lá da Casa Brana não vão crescer mais, porque já estão bem crescidinhas. Aliás, tá crescidinha o suficiente pra dizer pro chefe, chefe, esse sapato tá grande. Mas enfim, ninguém quer mexer com ele, mexe com ele e ele arruma outra guerra. Para com isso. Deixa assim, deixa usar o sapato. Zé Godoy, pra fechar aqui essa nossa conversa, traga essa história do Val Kilmer. Ah, um novo capítulo aí, Milton, nessa história do...
IA, né? Val Kimmer, né? Que morreu recentemente. Ele tava envolvido num projeto de um filme, acabou falecendo antes da realização. Aí o diretor conseguiu combinar com a família do Kimmer de mantê-lo no filme. E como eles vão manter ele no filme? Vão recriar ele por IA. A família topou, cedeu umas fotos, eles vão usar aquela tecnologia de recriação de voz e a gente vai ver ele
acenando com atores de carne e osso nesse filme que deve sair o ano que vem. É um novo mercado, um novo business, né, Milton? E se cuida... Bom, o pessoal das famílias de atores e atrizes já mortos talvez vão ter um filão novo para ganhar uma grana e talvez os atores atuais vão perder papéis, né? Porque você pode contratar o Ruffy Bogart para fazer um avô, por que você vai contratar um ator vivo? Só eu que acho isso um pouco de mau gosto. O que é?
um pouco de mau gosto, vocês não acham? Eu acho esquisito, eu acho esquisito. Uma família não acha, né, Cassi? E você, Teco? Ah, eu acho de mau gosto também, acho ruim, exceto se fosse uma situação onde ele já filmou, sei lá, 50, 70% do filme e aí, putz, falta ali um pouquinho, falta ali duas, três cenas e seria quase como uma homenagem póstuma a ele, né, terminar o filme. Sim. Mas assim, em outras situações de pegar alguém que já morreu,
fazer, não vejo a menor, não tem cabimento pra mim fazer isso. E aí voltamos àquela discussão que nós tivemos semana passada, em breve teremos categorias IA no Oscar também, porque passa por aí. A recriação sim dessa imagem, mas recriação de várias outras coisas que podem ocorrer com a utilização da inteligência artificial nesse processo com todas as discussões, inclusive de bom ou mau gosto que foi levantado aqui pela Cássia Rodói. Meus amigos, obrigado, um abraço pra vocês, amanhã estaremos
Volta, até mais. Abraço, valeu. Até mais.