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EUA flexibilizam leis para conter alta da gasolina; asiáticos acionam usinas de carvão

19 de março de 20264min
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Após o barril de petróleo bater US$ 110, os Estados Unidos anunciaram uma série de medidas para tentar reduzir os danos econômicos. Na Ásia, países estão voltando a acionar usinas de carvão diante do cenário de escassez de gás.
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Assuntos11
  • Preços de Combustíveis e PetróleoBarril acima de US$110 · Ataque elevando preços · Medidas de redução de danos · Impacto econômico global
  • Reativação de usinas de carvãoCarvão como alternativa energética · Maior poluição · Tailândia em plena capacidade · Bangladesh ativa usinas · Taiwan reativa · Coreia do Sul também
  • Racionamento energético asiáticoJapão · Singapura · Tailândia · Taiwan · Paquistão · Bangladesh · Subsídios governamentais · Redução de consumo
  • Crise de gás na ÁsiaEscassez de gás do Catar · Gás natural do Golfo · Impacto regional · Geração de eletricidade
  • Gasolina cara nos EUAGalão acima de US$3,84 · Maior valor em 2,5 anos · Sensibilidade política · Impacto em eleições
  • Lei Jones flexibilizadaTransporte marítimo de petróleo · Navios estrangeiros permitidos · Redução de custos de transporte · Suspensão de 60 dias
  • Sanções à Venezuela flexibilizadasPDVSA vendendo direto · Venda para empresas americanas · Alívio parcial de sanções · Mercado global
  • Suspensão de sanções ao russoCrítica europeia · Rússia vendendo mais petróleo · Impacto no preço global · Estratégia de Trump
  • Financiamento bélico de candidatosProgressistas criticam falta de transparência · Doações da indústria armamentista · Grupos pró-Israel · Recusa de financiamento
  • Atuação de Lucia na políticaEleição final do ano · Primárias democratas · Impacto do preço de combustível · Corrida presidencial
  • Energia NuclearPlano coreano · Complemento ao carvão · Estratégia de médio prazo · Taiwan comprando gás dos EUA
Transcrição8 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

O Mundo em 3 Minutos.

energética global. E logo depois disso, depois desse ataque, o preço do barril bateu lá os 110 dólares nesta quarta-feira. E o que a gente está vendo agora é uma série de medidas para tentar reduzir os danos econômicos. Vou trazer aqui alguns, começando pelos Estados Unidos. Trump vai começar agora a flexibilizar uma lei marítima que restringe a forma como o petróleo é transportado dentro dos Estados Unidos. Conhecido como Lei Jones, ela determina que apenas navios construídos nos Estados Unidos podem transportar

cargas entre os portos do país. E esses navios também devem operar com tripulação americana. Então, a partir de agora, embarcações estrangeiras vão poder fazer esse trabalho. Assim, espera-se que haja uma redução do custo do transporte de combustíveis e produtos agrícolas entre os portos americanos. Essa suspensão vai durar 60 dias. Outra, o Departamento do Tesouro Americano flexibilizou as sanções contra a Venezuela.

O que o Tesouro fez foi autorizar que a PDVSA venda diretamente petróleo venezuelano a empresas americanas e no mercado global. Essa licença oferece um alívio das sanções, não elimina totalmente as penalidades, não. E ainda tem aquela suspensão que a gente já falou aqui das sanções ao petróleo russo, que é uma medida muito criticada pelos europeus, porque a Rússia vendendo mais petróleo,

E Donald Trump sabe que o preço do combustível é algo muito sensível para o americano frente às urnas. Só para a gente ter uma ideia, a média nacional do galão de gasolina comum nos Estados Unidos ultrapassou 3,84 dólares o galão. É o maior valor em quase dois anos e meio. Tanto é que nas primárias democratas, tem eleição de meio de mandato agora no final do ano,

A reportagem da Reuters mostra que muitos progressistas criticam o fato de seus colegas não criticarem abertamente, de forma enfática, a guerra contra o Irã. Por quê? Porque recebem fartas doações da indústria bélica americana ou de grupos pró-Israel. Então, os candidatos progressistas afirmam que não basta ser contra a guerra. É preciso recusar esse tipo de financiamento.

E agora a gente vai falar sobre a Ásia, que é, na verdade, a mais impactada com a falta do petróleo, do gás natural que saía do Golfo, principalmente do gás natural do Catar. Países como Japão, Singapura, Tailândia, Taiwan, Paquistão e Bangladesh geram um terço ou mais da sua eletricidade com gás natural. Muitos estão agora racionando, estão ali apresentando, colocando subsídios, mas diante desse cenário de escassez de gás, muitos estão voltando a usar usinas de carvão.

que polui muito mais. A Tailândia, por exemplo, ordenou que usinas de carvão oferem a plena capacidade. Bangladesh também. Aí vem as desigualdades. Taiwan, mais rica, deverá comprar mais gás nos Estados Unidos, mas também vai reativar usinas de carvão. E Coreia do Sul, planeja também ampliar o uso de energia nuclear a partir de agora, mas também vai ligar usinas de carvão. Muda em 3 minutos. Até a próxima edição.

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