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Super Quarta: Fed mantém juros e mercado reduz aposta em cortes

18 de março de 20264min
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Sinalizações de Jerome Powell e alta do petróleo elevam cautela dos investidores antes da decisão do Copom. Ouça a análise de Gustavo Ferreira.
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Assuntos7
  • Decisão do FED sobre JurosManutenção em 3,5%-3,75% · Redução de expectativa de cortes (2 para 1) · Possível alta de juros · Mudança nas perspectivas dos dirigentes
  • Expectativa do Copom/Selic BrasileiroDecisão às 18h30 · Aposta em queda de 0,25% · Possível manutenção em 15% · Cautela do mercado
  • Preços de Combustíveis e PetróleoDisparada de 7% · Cotação acima de 110 dólares · Salto acumulado de 80% em 3 meses · Impacto da geopolítica
  • Sinalizações de Jerome PowellPossível alta de juros mencionada · Maioria contra alta de juros · Incerteza nas perspectivas · Impacto psicológico no mercado
  • Mercado FinanceiroFuga para renda fixa · Petrobras subindo 2-3% · Queda do índice principal · Demanda por proteção
  • Geopolítica de Trump, Xi e PutinImpacto da guerra nas expectativas · Pressão no preço de commodities · Cautela geral do mercado
  • Cotação do DólarSubida de quase 1% · Cotação em R$ 5,25
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Gustavo Ferreira do Valor Invest já está com a gente aqui no estúdio. Tudo bem, Gustavo? Boa tarde. Alô, alô, Débora, Carol e ouvintes. Boa tarde a todos. Chegou. Enfim, a super quarta. Temos a decisão do FED. Estamos na expectativa do Copom. É isso aí. Metade da super quarta-feira de juros já foi. O Banco Central Americano, como esperado, manteve a taxa básica por lá parada entre 3,5% e 3,75% ao ano.

de um corte de juros acontecendo lá nos Estados Unidos ainda nesse ano. Mas investidores encontraram motivo para fugir dos riscos da Bolsa em busca de proteção na renda fixa. Com a guerra, o mercado já tinha desembarcado da aposta que vinha fazendo de dois cortes de juros nos Estados Unidos nesse ano. Ou seja, não teve exatamente uma novidade nos anúncios feitos pela Autoridade Monetária Americana. Teve uma confirmação. Mas é aquela história do diabo morar nos detalhes.

dezembro passado, entre quatro e cinco integrantes do Fed ainda defendiam dois cortes de juros neste ano. Todos esses diretores passaram a vislumbrar agora apenas um corte. Logo, parece ainda mais improváveis os tais dois cortes de juros com que o mercado vinha contando. Mais do que isso, será que quem defendia só um corte já antes da guerra, será que esses dirigentes também

não ficaram mais pessimistas? Se sim, será que dá para confiar tanto assim nesse um corte de juros chegando até o fim do ano? Não dá na penúltima reunião à frente do FED. Hoje o presidente ainda, Jerome Powell, deu esse sinal na coletiva depois da decisão. Ele avisou que foi mencionada na reunião do FED uma possível alta de juros, muito embora ele tenha dito também que a grande maioria dos dirigentes não considere essa uma possibilidade.

Alojar mais pulgas na orelha dos investidores, a gente tem a guerra. O petróleo, agora há pouco, estava olhando agora há pouco, uma disparada de 7%, passando dos 110 dólares por barril em pouco menos de três meses de 2026. O salto acumulado do petróleo já passa de 80%. Subiu hoje também o dólar, quase 1%, aos R$ 5,25.

para todos os gostos na Bolsa. Ela, sempre ela, nesses dias de alta do petróleo. A Petrobras subiu na casa de 2%, 3%, amortecendo o tombo do principal índice de Bolsa brasileiro. Daqui a pouco, a partir das 6h30, veremos o Banco Central do Brasil dizendo o que fará com a Selic. A maior parte das apostas do mercado mira numa queda de 0,25 ponto, mas ninguém descarta totalmente uma eventual manutenção da Selic nos 15%.

ao ano. Obrigada, Gustavo. Amanhã tem mais. Até. Amanhã tem mais. E hoje, sempre convido a acessarem o valorinveste.com.

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