EUA enviam mais fuzileiros navais para o Oriente Médio
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- Conflito Irã-EUAEscalação militar · Terceira semana intensificada · Expansão do conflito · Duração incerta · Impacto regional
- Envio de fuzileiros navais americanos2.500 fuzileiros adicionais · Total de 50 mil militares na região · Sinal de continuação do conflito · Capacidade de projeção de força
- Trump e GuerrasOscilação entre ficar ou sair · Possível declaração de vitória · Condições para acordo · Posição incerta
- Bloqueio Estreito OrmuzFechamento quase total · Desorganização de mercados globais · Impacto na energia · Estratégia de pressão econômica
- Consequências econômicas das guerrasSanções russas suspensas · Apoio a economia russa · Liberação de reservas de petróleo · Volatilidade de mercados
- Ofensiva do Equador contra crime organizadoGrande ofensiva anunciada · Apoio dos Estados Unidos · Toque de recolher · Duração até 30 de março · Três províncias afetadas
- Conflito Equador-ColômbiaHub de distribuição de drogas · Rotas da Colômbia · Rotas do Peru · Preparação e distribuição · Importância geopolítica
- Ataque à Ilha de KhargImportância estratégica · Exportações petrolíferas iranianas · Sistemas de defesa atingidos · Base naval atacada · Aeroporto afetado · Sinal de continuação
- Resposta de países aliados à solicitação americanaPedido de Trump para envio de navios · Resposta do Reino Unido · Posição do Japão · Resposta da Coreia do Sul · Preferência da França pela diplomacia · Observação chinesa
- Parceria Equador-EUA sob Daniel Noboa e TrumpPrimeiro escritório do FBI · Apoio operacional · Alinhamento diplomático · Inauguração de instalações
O Mundo em 3 Minutos. Olá, eu sou Fernando Andrade, seja bem-vindo ao Mundo em 3 Minutos. A guerra no Oriente Médio entra na terceira semana mais intensa, mais expandida, enquanto o americano Donald Trump oscila entre ficar ou sair dessa guerra. Ele poderia até arrumar alguma maneira de declarar vitória, não se sabe ainda sobre o que, e aí então recuar. O Irã está enfraquecido, isso é fato, mas ainda demonstra muita habilidade,
em precificar essa guerra. O Irã consegue impor um custo econômico muito alto, com o fechamento quase que total do Estrito de Hormuz. E o que vemos agora é uma desorganização total dos mercados globais de energia. E tudo isso ainda ajuda a Rússia, a economia russa, já que os Estados Unidos suspenderam por 30 dias as sanções contra o petróleo russo. Pela primeira vez, veja só, Donald Trump admitiu que precisa de ajuda internacional para manter o Estrito de Hormuz aberto.
que China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido enviassem forças navais para a região. Bem, aí vieram as respostas. Reino Unido disse que estava aliando. O Japão disse que, olha, é um custo muito alto, extremamente alto. Coreia do Sul, a Coreia disse que tomou nota. França prefere a via diplomática. E a China, sendo China, só observa. Teve também, nesse final de semana, uma declaração de Donald Trump dizendo que o seguinte,
condições, que ainda não há condições suficientemente boas para um acordo com o Irã. E aí veio a resposta do ministro de Relações Exteriores do Irã, dizendo que o Irã nunca pediu para negociar, que não pediu um cessar-fogo. Teve também um novo alvo, nesse final de semana, nessa guerra, foi uma pequena ilha, a ilha de Khark, no Irã. Essa ilha é responsável por mais de 90% das exportações de petróleo no Irã. Em princípio, lá foram atingidos sistemas de defesa, uma base naval e o aeroporto.
segundo a rede Al Jazeera. A estrutura petrolífera não foi atingida, mas foi um sinal. E lembra que nós falamos aqui sobre a Agência Internacional de Energia liberar 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas para amenizar o impacto nessa guerra? Pois então, essa liberação começa nesta segunda-feira. E um outro sinal de que os Estados Unidos não devem encerrar esse conflito tão cedo é o fato de mais 2.500 fuzileiros navais
estarem sendo enviados agora para o Oriente Médio. Eles vão somar, então, aos 50 mil militares que já estão na região. Passamos agora para a América Latina, Equador. Equador começou, neste final de semana, uma grande ofensiva contra organizações criminosas com apoio dos Estados Unidos. Tem um toque de recolher das 11 da noite às 5 da manhã. Vai durar até o dia 30 de março em três províncias. Gaias, Los Rios e Santo Domingo, Tátilas.
são as três mais violentas do Equador. Para a gente ter uma ideia da parceria entre Equador e Estados Unidos de Daniel Noboa com Donald Trump, o FBI vai ter o seu primeiro escritório no país. O Equador é considerado um centro logístico do narcotráfico. Ele funciona como se fosse um hub, um ponto de preparação e distribuição de drogas que entra no país, principalmente de Colômbia ou Peru. Mundo em 3 minutos. Até a próxima edição.