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Conflitos em condomínios de luxo: expulsão e invasão de obra

16 de março de 20265min
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Marcio Rachkorsky comenta três casos recentes envolvendo famosos que chamaram atenção para problemas de convivência em condomínios de alto padrão.
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CBN Morar Bem, com Márcio Raskorski.

casos, mas que lições, o que a gente pode tirar disso também sobre a vida em condomínio, Márcio? É, três, na verdade, três casos. Dois com jogador de futebol e um com a Kelly Key. Ah, o da Kelly Key é pesado também, é verdade. É, o da Kelly Key, um vizinho da filha dela, né, o cara com alguma questão psiquiátrica e ameaçando, intimidando, invadindo propriedade, uma loucura, o cara já foi preso algumas vezes, a família já internou algumas vezes,

mas não tem solução, e ali o caminho é criminal mesmo, é medida protetiva, é um negócio pesado. Agora, dois jogadores de futebol famosos tiveram aí treta em condomínio, o primeiro foi o Carlos Alberto, que jogou no Corinthians, e ele foi expulso, tomou o cartão vermelho, ele foi expulso do condomínio que ele mora, saiu uma decisão judicial, dizendo que por mau comportamento reiterado,

E ele tá dizendo que é perseguição, que não foi nada disso, mas enfim, saiu uma ordem judicial. Eu vi uns vídeos, né, não sei o contexto todo, mas eu vi uns vídeos dele chutando o carro do vizinho, quebrando o retrovisor, um negócio muito, assim, surreal, na verdade, que não dá pra acreditar, muito animalesco, mas não sei o contexto todo, mas fato é que ele foi expulso do condomínio.

política nova, que você consegue, quando a pessoa habitualmente se porta mal, você consegue expulsar. Isso é uma maravilha, só que tem que ser uma decisão judicial, não é o síndico, não é ninguém que expulsa, é o juiz que determina. E o outro caso, que deu muita repercussão, passou num monte de programa de TV, foi o Felipe Melo, que jogava lá no Palmeiras, e ele tá incomodado há uns dois anos com uma obra no apartamento, acho que de cima dele, e ele explodiu,

por conta de um barulho, subiu lá, brigou com os pedreiros, invadiu a obra, e aí deu mó polêmica, será que ele tava certo ou tava errado? Ele até podia ter razão, mas ele não pode subir, invadir o apartamento, quase que partir pra briga corporal com os pedreiros, que os pedreiros não tem nada a ver, e podia dar uma tragédia, né? Podia dar uma briga generalizada. Então, todos os casos demonstram um descontrole absoluto das pessoas envolvidas,

beirando violência, beirando uma série de coisas e dentro de condomínios de altíssimo padrão. Esse é o detalhe dos três casos. Os três condomínios de rico. Então, ah, essa brigaiada, bacharia, prédio de rico, condomínio de casa chique, o que agrava ainda mais, né? Puxa vida. Então é isso. É isso. Que coisa, hein? Bom, pessoal, tomar cuidado aí, né? Ficar atento e quem não tem nada a ver com isso

buscar aí os caminhos, como você falou, tem até esse grau mais intenso aí da expulsão, se for o caso. Mas aí é bom também, se tiver outras medidas pontuais, né, Márcio, dar um alerta ali, dar uma advertência, dar uma multa, pra evitar que você chegue numa situação tão drástica. A gente sempre fala do bom senso, né, Márcio? A gente sempre, reiteradas vezes, fala da questão do bom senso quando se vive em comunidade, se vive num condomínio. Tem que ter bom senso dos dois lados, né? A gente fala de bom senso,

que é sempre ótimo. A gente sempre fala de educação, de respeito, de civilidade. Mas tem um detalhe, faz toda a diferença. Geralmente, os caras que se portam mal, a parte mais sensível do corpo deles é o bolso. Então, dependendo do rigor do síndico, esses caras começam a tomar multa. E multas cada vez mais altas, talvez seja pedagógico. Talvez a multa serve para educar.

às vezes precisa. Muito bem, Márcio. Obrigado por hoje, viu? Até amanhã. Boa semana pra você. Valeu. Até amanhã. Boa semana. Valeu. Até.

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