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Prévia do PIB cresce 0,8% em janeiro de 2026

16 de março de 20263min
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Teco Medina destaca que a prévia do PIB brasileiro cresceu 0,8% em janeiro, revertendo a queda registrada em dezembro e marcando o melhor resultado para o mês em um ano. Segundo ele, o número forte indica que o primeiro trimestre deve repetir o desempenho de 2025, com crescimento puxado pelo agronegócio. Ouça.
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Assuntos10
  • Crescimento do PIB em janeiroExpansão de 0,8% · Reversão da queda de dezembro · Melhor resultado para o mês em um ano · Força do índice de atividade econômica
  • Projeção para primeiro trimestreRepetição do desempenho de 2025 · Crescimento trimestral esperado · Continuidade de tendência · Comparativo interanual
  • Projeção de crescimento anual 2026PIB esperado de 1,5% a 2% · Desaceleração ao longo do ano · Cenário base de mercado · Comparativo com 2025
  • Imposto de RendaMudança nas projeções · Debate sobre magnitude de cortes · Possibilidade de suspensão de cortes · Mercado esperando 0,25 ou pausa
  • Inflação e Política MonetáriaElevação de 3,9% para 4,1% · Preço da gasolina · Preços internacionais de petróleo · Imprevisibilidade de custos
  • Agronegócio e EconomiaSetor agrícola em destaque · Impulso no primeiro trimestre · Crescimento setorial · Participação no PIB
  • Resiliência do setor de serviçosForça consistente do setor · Independência de fatores externos · Crescimento mensal · Tendência de longo prazo
  • Indústria extrativa e petróleoContribuição à indústria · Setor de extração · Impulso manufatureiro · Participação setorial
  • Política de SubsídiosReforma do imposto de renda · Injeção de recursos na economia · Política tributária · Suporte ao crescimento
  • Expectativas do MercadoRevisão de projeções · Opinião do setor privado · Mudança de perspectiva · Maior conservadorismo
Transcrição6 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

assunto é dinheiro, com Luiz Gustavo Medina. E aí, Teco? Oi, Stradenberg, boa tarde, boa tarde de caça, boa tarde aos ouvintes, tudo bem? Tudo certo, Teco, boa tarde. Amanhã a gente fala de juros, mas hoje vamos falar da prévia do PIB, o índice de atividade econômica do Banco Central, que veio com um resultado forte, né, de 0,8% de crescimento no mês de janeiro. Pois é, revertendo o número negativo ali de dezembro e é

maior percentual desde janeiro do ano passado, Sadenberg. Então, fazia bastante tempo que não tinha uma alta mensal tão forte, provando que esse primeiro trimestre deve ser parecido com o que foi o primeiro trimestre do ano passado. A gente teve, o ano passado, o primeiro trimestre foi de longe o crescimento onde a economia mais cresceu, impulsionado pelo agronegócio. Esse ano deve ser muito parecido com o agro puxando. E o governo fez a história do imposto de renda,

Então, também jogam dinheiro ali na economia. Então, a gente deve ter um primeiro trimestre onde a gente cresce 0,8%, 0,9%. Tem gente até que projeta 1%. Então, foi um número forte, puxado ainda por serviços, que continua sendo, mês após mês, mostrando uma resiliência enorme. Não há Selic que derrube os serviços aqui do Brasil. E a indústria de petróleo, extrativa, continua também puxando a parte da indústria. Então, um número bom.

esse ano, voltando ao começo, deve ser um ano parecido com o ano passado. Começa muito forte e vai meio que desacelerando o crescimento ao longo do ano. A gente deve ter um crescimento ali 1,8%, 2%. Deve ser isso o crescimento deste ano para o Brasil. Quanto que você falou? Ah, 1,8% a 2%. Por enquanto é isso. 1,5% a 2%. É, acho que 1,5% a 2%. Acho que mais próximo de 2% do que de 1,5%. Tá certo. E hoje o pessoal deu uma mudada ali na...

pessoal do Focus, do Boletim Focus, que resume a opinião do setor privado, deu uma mudada na perspectiva para a taxa básica de juros, deu uma aumentada. Deu uma aumentada. Deu uma aumentada na inflação também. A inflação saiu de 3,9 para 4,1. Acho que faz sentido mudar a perspectiva de inflação, dado o preço da gasolina, do petróleo lá fora, e essa imprevisibilidade de até onde vai isso. E da Selic piorou um pouco,

Eu também acho que a grande briga de juros que a gente fala com calma amanhã é porque já tem uma parcela enorme ali do mercado que pulou de um corte de meio que parecia óbvio para um corte de 0,25 e agora começa a surgir aí uma pequena parcela dizendo que não teremos corte essa semana. Acho que vai ser a discussão da semana, mas a gente fala melhor depois.