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Chama a atenção a investida do STF contra a liberdade de imprensa

12 de março de 202643min
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Associações de imprensa classificaram como preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou busca e apreensão na casa do jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, tomada no contexto de investigação que apura suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino. Vera Magalhães destaca o que chama de "investida contra a liberdade de imprensa".
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Assuntos15
  • Julgamento Cláudio CastroPrisão preventiva · Possível empate no julgamento · Voto decisivo de Cássio Nunes Marques · Prisão domiciliar como alternativa · Saída de Dias Toffoli do julgamento · Pressão política dos bastidores
  • Confiança institucional no STFPesquisa Genial Quest · Queda de 7 pontos em confiança · 49% não confiam, 43% confiam · 72% acham que STF tem poder demais · Corrosão entre independentes · Impacto do escândalo do Master
  • Liberdade de ImprensaSigilo da fonte jornalística · Violação de garantias constitucionais · Corporativismo do STF · Inquérito sem objeto determinado · Falta de supervisão institucional · Proteção profissional jornalística
  • Jornalista do Maranhão - CensuraLuís Pablo Conceição Almeida · Autorização de Alexandre de Moraes · Investigação de perseguição contra Flávio Dino · Veículo blindado do TJ Maranhão · Monitoramento de informações sigilosas
  • Delação Premiada INSSPressão política em Brasília · Duração de negociações de delação · Delação com Polícia Federal · Limitações de Vorcaro como delator · Potencial de Fabiano Zettel delatar
  • Corporativismo e conflitos de interesse no STFClubismo entre ministros · Proteção mútua de ministros · Frase 'STF Futebol Clube' · Decisões em causa própria · Falta de coerência jurisprudencial
  • Redução de tributos sobre combustívelPIS e COFINS zerados · Subvenção de 32 centavos por litro · Decreto presidencial · Redução total de 64 centavos · Impacto na inflação
  • Economia do Governo LulaVolta da queda de avaliação · Caristia percebida pela população · Saída de Haddad do ministério · Desconfiança na política econômica · Demora na queda de juros
  • Estratégia jurídica da defesa de VorcaroTentativa de adiamento · Pressão política nos bastidores · Aposta em empate · Rejeição do Mendonça · Foco em Cássio Nunes Marques
  • Inflação e Política MonetáriaRisco de candidatos anti-sistema · Pauta de impeachment de ministros · Desconfiança de independentes · Greve de caminhoneiros · Desabastecimento
  • Conflito Irã-EUAAumento de preços de combustível · Dólar em queda mundial · Bolsas em convulsão · Contexto global · Preço do petróleo disparado
  • Candidatura Simone TebetAnúncio da candidatura · Transferência de domicílio eleitoral · Saída do ministério · Apoio de Lula e Alckmin · Campanha em novo estado
  • Mudança de filiação partidária de Simone TebetSaída do MDB · Possível entrada no PSB · Tradição política sul-mato-grossense · Apoio de Ricardo Nunes a outro candidato · Influência de Geraldo Alckmin
  • Segurança OperacionalIsolamento em cela · Luz acesa 24 horas · 20 horas em confinamento · 2 horas de banho de sol · Impacto psicológico · Leitura da Bíblia
  • Política STFDisputa entre Flávio Dino e Carlos Brandão · Ação sobre Tribunal de Contas · Demora em julgamento · Vazamento de conversas · Afastamento de Procurador-Geral
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A gente sabe que o ritmo do noticiário não para. Tentar acompanhar tudo com dor de cabeça não dá. E o alívio precisa ser rápido. Conheça o novo Novalgina Flash. Combinação poderosa de dipirona 1 grama e cafeína, que age duas vezes mais rápido e é duas vezes mais analgésico na dor de cabeça. Sente o poder da rapidez do Novalgina Flash. Novalgina Flash analgésico, dipirona monoidratada e cafeína. Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

Vera Magalhães. Vera Magalhães, muito boa noite. Tudo bem? Oi, Débora. Boa noite. Tudo bom? Boa noite também para a Carol, para os ouvintes, para quem está nos assistindo aí por todos os dispositivos. Vera, boa noite. Semana praticamente acabada. Para quem? Para nós, não. Nós estamos praticamente acabados. É isso. Temos que sobreviver essa semana. Para nós, não.

Brasília também não, é pra lá que a gente vai. A Larissa Lopes traz mais detalhes sobre a análise que será feita a partir de amanhã no plenário virtual pela segunda turma do STF da manutenção ou não da prisão de Daniel Vorcaro. Oi Larissa. Oi Débora, oi Vera, boa noite pra vocês, Carol também. É isso, Débora começa amanhã esse julgamento em plenário virtual e com a declaração de impedimento do ministro Dias Toffoli ou banqueiro Daniel Vorcaro, ele pode ser

Então, com possível empate no julgamento na segunda turma do STF, então que tem que referendar a partir de amanhã a prisão do dono do Master, que foi decretada na última fase ali da Operação Complex Zero pelo ministro André Mendonça. E Daniel Vorcaro pode ser liberado da prisão preventiva em caso de empate, porque quando é assim, então é beneficiado a pessoa que é investigada.

E, por outro lado, os votos de Gilmar Mendes e Cássio Nunes Marques são vistos ainda como um mistério, mas tem quem aposte, então, que eles serão contrários ao voto do relator, que é o ministro André Mendonça. E há uma pressão também por parte ali do Congresso, dos políticos, especialmente do Centrão, para que Porcaro seja liberado até diante de uma...

tensão, um medo de que ele parta para a delação premiada. Então, soltar para ele ir, pelo menos para uma prisão domiciliar, seria uma forma de tentar evitar uma delação. E também falo, Débora, para finalizar, sobre o ministro Zanin, porque a gente vem falando nos últimos dias de uma pressão no Congresso por parte da oposição do governo, principalmente, para que sejam apuradas as fraudes do Banco Master e o deputado

Rodrigo Hollenberg, que ele é da base do presidente Lula, mas ele então coletou assinaturas para que seja instalado o colegiado na Câmara dos Deputados, além do pedido dele tem outros três, e ele foi à justiça diante das negativas de Hugo Mota para instalar o colegiado, passando na frente de outros pedidos de CPI. E hoje, em decisão, o ministro Zanin, Cristiano Zanin, ele afirmou que a Constituição, nesse caso, não prevê isso que não seria possível,

o Poder Judiciário emitiu uma ordem ou determinação legislativa sob pena, segundo ele, de violar a separação entre os poderes. Então, negou esse pedido de CPI. Débora. Obrigada, Larissa Lopes, pelas informações sobre o julgamento no plenário virtual da manutenção ou não da prisão de Daniel Vorcaro. São quatro ministros. André Mendonça confirma a prisão. A expectativa é que Luiz Fux também siga o relator. E os demais, Vera?

Incógnita, Débora, eu acho que se eles tivessem de votar de acordo com o que eles pensam, de acordo com as pressões externas que eles sofrem, ambos votariam pelo relaxamento das prisões e, portanto, pela soltura do Daniel Vorcaro. Mas se tem pressão e tem para que isso aconteça, também tem uma pressão enorme e essa pressão vem da opinião pública, pelo contrário, pela manutenção da prisão de Daniel Vorcaro,

diante do muito que se viu em termos de tentativa de obstrução de justiça, tentativa de intimidação de jornalistas, intimidação daqueles que o Daniel Vorcaro enxergava como seus opositores ou como obstáculos à concretização dos seus planos ali. Então, o que a gente vê são pressões de todos os lados.

do próprio Supremo Tribunal Federal. Então, hoje eu conversei com pessoas que estão ali no dia a dia do Supremo e que passam a avaliar a possibilidade de que, diante desse cenário que a gente está vivendo, de muito desgaste para o Supremo, o ministro Cássio Nunes Marques, pelo menos, poderá votar pela manutenção da prisão. O que é a grande incógnita aí? Porque,

a persistir uma prisão nos termos em que ele está preso, ali em lugar de segurança máxima, com muitas restrições por tempo prolongado, poderia aumentar a chance de Daniel Vorcaro fazer uma delação. E isso preocupa muito a classe política, preocupa também os meios judiciais. Então, é muita pressão de todo lado, mas a gente vai falar ainda das pesquisas que mostram

A corrosão da imagem do Supremo Tribunal Federal, uma decisão como essa, mandando soltar Vorcário, depois de o Brasil inteiro passar duas semanas discutindo a fraude do Banco Master, eu acho que pode levar o Supremo a uma crise muito difícil de ser contornada. Imagino que o ministro Edson Fachin esteja preocupado com o desfecho desse julgamento que começa amanhã no plenário virtual. A defesa do Vorcário mandou uma nota para o blog da Júlia do Alib,

desmentindo a informação de que poderia haver delação, dizendo que são inverídicas as notícias relacionadas à iniciativa de tratativas de delação premiada de Daniel Vorcaro e que essa informação jamais partiu de qualquer dos advogados envolvidos no caso e sua divulgação tem o objetivo de prejudicar o exercício da defesa nesse momento sensível. Agora a gente sabe como é que é, né? O advogado nunca vai antecipar alguma possibilidade de acordo de delação e é isso que arrepia boa parte da classe política em Brasília, né, Vera?

um acordo de delação, tem negociações que levam semanas, às vezes meses. Os termos do acordo, os anexos que se vai oferecer. No caso dele, tem alguns complicadores para uma delação, porque ele precisa delatar para o lado ou para cima, ou seja, delatar alguém que tenha mais importância no contexto de uma organização criminosa do que ele mesmo. Então, não é uma delação qualquer, não é simples. E a gente tem visto o Ministério Público como um ente

ausente nesse processo. Então, provavelmente, teria de ser uma delação fechada com a Polícia Federal, que é algo que tem sido reconhecido nos últimos tempos. Mas são muitas circunstâncias delicadas e que pressupõem que, se de fato ele for decidir delatar, ele vai levar tempo para fechar isso. E mais, não nos esqueçamos de que o Daniel Vorcaro não é o único preso por determinação do ministro André Mendonça. A gente também tem

cunhado dele preso, Fabiano Zettel. E esse pode delatar para muitos lados. Pode delatar, inclusive, o cunhado. Pode delatar outras pessoas. Ele é um peixe médio na organização. Então, é o tipo de delação mais desejada ali por investigadores normalmente, porque aí você delata geral. Não tem essas limitações como que existe de uma delação do Daniel Vorcaro. Assim como o Sicar,

que se matou nas dependências da Polícia Federal, era também ele um delator potencial pelo seu perfil. Então, essa decisão de amanhã não diz respeito só ao Vorcar, diz respeito também ao Zettel e a toda a continuidade da investigação a partir daqui. Gente, vamos para o nosso próximo tema, que envolve uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, que está também gerando polêmica. Ele determinou a realização de busca e apreensão contra um jornalista maranhense

no âmbito de uma investigação de um suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino. O Igor Cardim está acompanhando esse caso. Já teve, inclusive, manifestação de diversas entidades representativas de órgãos de imprensa, né, Igor? Pois é, Carol. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Aberte, junto com a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais, classificaram como preocupante a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal,

determinou busca e apreensão na casa do jornalista maranhense Luiz Pablo Conceição Almeida. Em nota, essas entidades afirmam que a atividade jornalística, independentemente do veículo ou da linha editorial, é protegida pela Constituição, especialmente no que diz respeito ao sigilo da fonte. Para as associações, qualquer medida que viole essa garantia representa um ataque ao livre exercício do jornalismo.

No âmbito do chamado inquérito das fake news, que segundo elas não possui objeto determinado nem prazo definido e ainda ser aplicada a alguém sem prerrogativa de foro, que levaria o caso ao Supremo Tribunal Federal. Essa decisão judicial foi tomada no contexto da investigação que apura um suposto crime de perseguição contra o ministro do Supremo, Flávio Dino. A Polícia Federal solicitou as medidas após publicações feitas pelo blog de Luiz Pablo.

e também nas redes sociais, nas quais o jornalista relatou que um veículo blindado do Tribunal de Justiça do Maranhão estaria sendo utilizado por familiares do ministro em deslocamentos particulares em São Luís. E aí, no despacho assinado no início deste mês, Moraes autorizou buscas pessoais e domiciliares em endereços ligados ao jornalista na capital maranhense.

informações sigilosas sobre o carro usado por Dino, o que indicaria um possível monitoramento do veículo e acesso a dados considerados sensíveis para a segurança da autoridade. Só uma última informação, a Ordem dos Advogados do Brasil, do Maranhão, afirmou que a medida gera preocupação institucional e ressaltou que, conforme a própria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal,

da investigação, a Comissão de Liberdade de Expressão da OAB também destacou a necessidade de preservação do sigilo da fonte e da proteção ao livre exercício profissional do jornalismo. Carol. Obrigada, Igor. Uma decisão preocupante, né, Vera? Porque vai contra um jornalista que estava ali fazendo o seu trabalho e mais uma decisão no âmbito do inquérito das fake news que virou esse inquérito do fim do mundo, como a gente vem comentando.

o corporativismo crescente no Supremo e que já se manifestou, inclusive, no caso que a gente estava tratando do caso do Master. Naquela reunião secreta gravada, a gente não pode esquecer a frase do próprio Flávio Dino. Eu sou o Supremo Tribunal Federal Futebol Clube, STF Futebol Clube. E essa é uma decisão que parece mostrar um clubismo grande por parte do Supremo. Por quê?

Não é a única questão relativa ao Maranhão, a política do Maranhão, que está judicializada no STF. Tem uma ação que discute a maneira de indicação de conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, cujo relator é o próprio Flávio Dino. E até aqui ele não se disse impedido, suspeito, nem nada de julgar isso. Ele recentemente rompeu com o governador Carlos Brandão, que sempre foi do mesmo grupo político que ele. Sempre foram aliados.

se alternaram ali em posições no Estado ao longo dos últimos anos e agora estão rompidos. E essa ação que questiona está parada no Supremo há bastante tempo, levando mais tempo do que ações similares de outros Estados. E no contexto dessa ação, houve lá na imprensa maranhense o vazamento de conversas entre deputados, entre aliados políticos de um lado e de outro,

essa decisão a arranjos políticos nos municípios maranhenses. Então, tem todo um contexto de acirramento político no Maranhão, sendo que o ministro Flávio Dino, ao aceitar a indicação do presidente Lula para ir para o Supremo, deixou a política, e ele já tinha deixado a magistratura lá atrás para ingressar na política, ele tem feito uma escolha dual, sempre entre magistratura e política,

Mas esses ruídos políticos permanecem. Me parece que é um contexto, inclusive pelo próprio Supremo Tribunal Federal, o direito à liberdade de imprensa e o direito de preservação da fonte por parte de jornalistas. Se você faz uma busca e apreensão desse tipo, que parece claramente uma busca e apreensão para você ver o que você vai encontrar, você está em busca das fontes desse jornalista para fazer as reportagens que ele fez.

O que se tem de responder é, o ministro está usando esse carro com base em quê? Com base em qual dispositivo legal ou administrativo que permite a ele utilizar um carro que é do Tribunal de Justiça do Estado? O ministro Alexandre de Moraes é relator de uma série de ações que dizem respeito ao Maranhão. Numa delas, ele determinou recentemente o afastamento do Procurador-Geral do Estado do Maranhão, que tinha, por sua vez, questionado a demora naquela outra ação do Tribunal de Contas,

que eu mencionei. Então, tem aí um caldo de cultura de decisões do Supremo Tribunal Federal que atingem um opositor político de um dos seus ministros. De novo, me parece que o corporativismo exacerbado e cada vez crescente do STF vai pautando decisões bastante questionáveis de vários ministros, de vários ministros em vários contextos.

Esse inquérito da fake news, ele virou, e eu já falei disso aqui milhares de vezes, venho falando disso aqui, na verdade, há anos, ele virou uma incubadora para tudo aquilo que os ministros entendem que os ameaça no Brasil. Então, ele é uma excrescência absoluta hoje em dia. A sua permanência por tempo indeterminado e o silêncio do ministro Edson Fachin, depois de questionado abertamente por várias entidades,

a respeito da permanência desse inquérito, tudo isso só contribui para essa imagem cada vez mais deteriorada do STF. Não vai adiantar os ministros culparem a imprensa, não vai adiantar uma parcela da esquerda dizer que a imprensa está investindo contra os guardiões da democracia. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Cobrar decisões transparentes, decisões coerentes,

por parte da mais alta corte do país, é no mínimo uma obrigação que a imprensa tem. E não é porque o Supremo acha que salvou a democracia, ou que a gente até possa concordar que ele salvou a democracia, embora isso não seja em contexto na sociedade brasileira, que ele tem o direito de fazer toda a sorte de decisões corporativistas e de decisões em sua própria causa,

Então está ficando muito feio esse negócio e chama atenção essa investida contra a liberdade de imprensa. Eu me pergunto, e quando isso ficar generalizado? Todos nós que divulgarmos informações que não interessam aos ministros do Supremo, vamos estar sujeitos a um tipo de decisão como essa? E esse desgaste do STF já pode ser visto em números.

Genial Quest, que trata da confiança no STF. Oi, Ana, boa noite. Oi, Débora, boa noite. Um novo levantamento da Genial Quest, após desdobramentos do escândalo do Master, revela que 49% dos brasileiros não confiam no STF e 43% confiam. Esse é o pior nível de confiança da Suprema Corte medido pela Quest e representa uma queda de 7 pontos em relação

avaliação em agosto de 2025. A pesquisa também mediu a percepção dos eleitores sobre o tamanho da autoridade da Corte. Para 72% dos ouvidos, o STF tem poder demais e 66% dos brasileiros concordam que é importante votar em um candidato ao Senado que seja comprometido com o impeachment de ministros do Supremo.

O STF é aliado do governo Lula. Por outro lado, Débora, 51% concordam que o tribunal foi importante para manter a democracia no país. Ainda segundo o levantamento, 65% dos entrevistados disseram que já sabiam da prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. E 40% responderam que STF, os governos Bolsonaro e Lula, o Banco Central e o Congresso tiveram a imagem mais afetada negativamente.

pelo escândalo. Para as próximas eleições, 38% dizem que evitariam votar em qualquer candidato envolvido nesse caso. A pesquisa registrada na Justiça Eleitoral ouviu 2.004 pessoas presencialmente em 120 municípios brasileiros entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

sete pontos percentuais, é bastante coisa, né, Vera? Quais podem ser as consequências quando o cidadão deixa de confiar nas instituições? A consequência mais imediata pode vir nas eleições. A população está dando demonstrações de que não confia nas instituições e, sobretudo, não confia na justiça. O apelo de candidatos anti-sistema num caldo de cultura desses é enorme.

adiantar culpar a imprensa se isso acontecer. Porque apontar para o mensageiro e atirar nele é uma atitude de quem está preferindo ficar de olhos tapados diante de enormes evidências, agindo com soberba e com arrogância diante de sinais dados pela população. Não dá para imaginar que a população como um todo, seja golpista, seja fascista, seja bolsa,

ou o que quer que seja extrema-direita. Nessa pesquisa da Quest, fica evidente que, mesmo entre a esquerda, lulista e não lulista, prevalece o número de pessoas que acham que o STF tem poder demais, que entendem que impeachment de ministros do Supremo virou uma pauta eleitoral, quando nunca foi. E isso advém do fato de que as decisões estão cada vez mais controversas,

os ministros não entendem que precisam dar nenhum tipo de satisfação à sociedade. Nem em relação àquilo que eles decidem, a coerência com jurisprudência do próprio Supremo, com decisões anteriores deles próprios, muitas vezes. E isso tudo tem um preço em termos de coosão e esse preço é muito difícil de debelar. Esse custo é muito difícil de você reverter em pouco tempo.

deveriam ter mais zelo pela instituição que eles representam do que só pelos seus interesses mais imediatos e mais individuais. A coisa não está boa. E não foi só o Lula que perdeu os independentes. Essa pesquisa mostra que, entre esses chamados independentes, a corrosão de imagem do Supremo é enorme e ela vem de agosto para cá. Em agosto, no julgamento do Bolsonaro, a maioria desse grupo chamado independente confiava no Supremo.

De agosto para cá, essa curva fez um X e essa confiança se inverteu. Você fica com notícias da sua região, daqui a pouquinho tem mais Viva Voz e a gente volta para falar sobre as medidas adotadas pelo governo para conter o impacto da guerra no Oriente Médio e no preço do diesel. Viva Voz de volta, Igor Cardim, também de volta de Brasília, para falar sobre as medidas do governo para conter o aumento do diesel. Oi, Igor.

desse aumento no valor dos combustíveis, o governo assinou um decreto para zerar o piso e confins do preço do diesel e também prevê o pagamento de uma subvenção aos produtores e importadores no valor de 32 centavos por litro. Ao todo, o benefício será uma redução de 64 centavos sobre o litro, numa medida temporária para conter a alta do combustível atribuída à guerra do Irã. Segundo a equipe econômica do governo, o objetivo é aliviar a pressão sobre

um insumo essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária e também o abastecimento das cidades. Esse decreto presidencial já foi publicado. O governo também prevê uma taxa de 12% sobre a exportação de petróleo bruto, válida por quatro meses para arrecadar cerca de 30 bilhões de reais e assim compensar a desoneração do diesel. Segundo o presidente Lula, esse esforço econômico tem por objetivo evitar que a alta dos preços se generalize na economia.

Para garantir subvenção, para evitar o aumento do preço. Essas são as coisas que nós queremos fazer. Ou seja, nós estamos dizendo alto e bom som, que estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos das irresponsabilidades das guerras cheguem ao povo brasileiro.

O ICMS sobre os combustíveis aqui no Distrito Federal, por exemplo, o governador Ibanez Rocha disse a CBN que não tem previsão de redução do ICMS aqui no Distrito Federal. Um outro decreto já foi publicado e determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor informando a redução dos tributos federais e também do preço em função da subvenção.

a Agência Nacional do Petróleo possa atuar no mercado de combustíveis para coibir práticas lesivas ao consumidor. Carol, Débora e Vera. Obrigada, Igor, pelas informações. Foi uma espécie de vacina, Vera? Não, mais do que isso, né? De alguma maneira, o Lula, usando instrumentos diferentes, repete o que o Jair Bolsonaro fez na eleição de 2022, que é segurar artificialmente o preço dos combustíveis para evitar que haja um preço

prejuízo eleitoral advindo do aumento nas bombas. O que é a diferença? Ele está fazendo isso com o próprio chapéu, está fazendo isso com tributos federais, o PIS e a COFINS, e adicionando uma subvenção direta do Tesouro numa conta que vai chegar a 30 bilhões, pelos cálculos. O Bolsonaro fez com o chapéu alheio, fez tornando compulsória uma redução de ICMS, que é um imposto estadual.

Isso foi julgado ali ilegal pelo Supremo. O próprio governo teve de rescindir, já no governo Lula, a medida e ressarcir os estados, em grande medida, pela renúncia forçada que eles tiveram de receita naquela ocasião. Mas agora, o Lula também revisita essa medida do Bolsonaro, dando uma sugestão. Não faz compulsoriamente, mas também sugere que os estados, por meio do ICMS, ajudem a segurar o preço dos combustíveis,

a gente sabe que inflação, e inflação sobretudo de combustível, é fatal em ano eleitoral. A gente já viu que teve um repique inflacionário em fevereiro, agora em março, e que muito está ligado a esse preço dos combustíveis. O governo tem medo que se prolongar essa situação, que realmente é uma situação advinda da guerra, ela é um problema global, o dólar está caindo no mundo todo, as bolsas estão em convulsão,

preços do petróleo dispararam no mundo todo. Isso é verdade, o contexto é esse. Mas se isso se prolongar, a gente sabe que o ônus para o governo vai ser muito grande. A coisa da caristia já aparece nas pesquisas que mostram a volta da queda da avaliação do Lula. E ele sabe que também isso pode levar a uma demora maior no Banco Central e iniciar a esperada queda dos juros. Então, está tudo interligado.

O Haddad está de saída do governo, a gente já informou isso aqui. Na semana que vem vai ter um gosto amargo sair com essa situação de preços do combustível tensionados, de a população dizendo que tem menos confiança na economia do que tinha há um ano, que acha que a sua situação econômica piorou. Pessoas dizendo que não sentem os efeitos da queda do IR, da isenção de IR para quem ganha,

até 5 mil reais, então as notícias na economia também não são boas. E essas decisões de hoje vêm para tentar mitigar esse mau humor que já existe na população em relação à política econômica do governo. E não só o impacto na inflação, como até a possibilidade de, de repente, uma greve de caminhoneiros, que a gente sabe o impacto que tem no transporte de todo tipo de carga aqui no Brasil. Acho que é de olho nisso que o governo está também. Também tem esse risco de greve de caminhoneiros.

eles se aproximaram muito do bolsonarismo, pelo menos desde 2018. Tem um risco também de desabastecimento, que é outra coisa bastante complicada e que gera caos econômico, caos na infraestrutura e, consequentemente, muita rejeição para os governos de turno. Então, o governo muito de olho nisso.

desgaste essa situação do aumento dos combustíveis. Então, ele tem falado no fim mais ou menos rápido da investida no Irã. Hoje houve novos ataques, então a gente não sabe para quando, mas como está causando dano para a imagem do Trump, pode ser que essa guerra tenha um desfecho um pouco mais rápido. A gente faz mais uma pausa aqui no Viva Voz para que você fique com notícias da sua região e na volta tem Tiago Bronzato, diretor

da sucursal do Jornal Globo em Brasília para conversar mais com a gente sobre essas medidas do governo para conter o preço, o aumento no preço do diesel. Ponto final, CDN. É tanto assunto nesse Brasil de meu Deus que eu disse que o Bronzato ia falar sobre combustíveis. Mas é outro assunto, né, Vera? Não menos urgente, não menos importante. Não menos inflamável, né? Boa noite, Tiago. Tudo bom? Boa noite, tudo bem.

Não deixa de ser combustível também, porque está pegando fogo aqui em Brasília. E está cheio de bombeira querendo também apagar esse incêndio. Nitroglicerina pura. Tiago, diz para a gente, qual é a estratégia da defesa de Daniel Vorcaro na véspera da abertura do plenário virtual da segunda turma, que vai decidir sobre se o banqueiro continua ou não preso? Olha, Vera, até ontem a estratégia prioritária dos advogados do dono do Banco Master,

era tentar adiar o julgamento da segunda turma do STF previsto para amanhã. E, para isso, a defesa do Volcaro chegou a pedir ao ministro André Mendonça, que é relator do caso Master no Supremo, para reconsiderar a ordem de prisão dada contra o Volcaro. E que, caso ele mantivesse a prisão, ao menos que ouvisse a opinião da Procuradoria-Geral da República. E por que isso é importante para a defesa? Porque pedir para a PGR se manifestar,

aplicaria justamente em adiar o julgamento mais para frente. Na visão dos advogados do Vorcaro, isso ajudaria em duas frentes. Dentro do Supremo, aliviaria a tensão em torno do caso do Master. E fora dele, evitaria que a corte decidisse nesse momento de muito desgaste e apelo popular. Mas a estratégia não deu certo. Mendonça rejeitou a possibilidade de rever a prisão do Vorcaro e também de ouvir a PGR.

fez a aposta numa cartada, que é a pressão política nos bastidores para conseguir um empate no julgamento, o que favorece o dono do Banco Master e tira da prisão. Esse cenário só se tornou mais viável, especialmente após a saída do Toffoli do julgamento. Pois é, porque com a saída do Toffoli são quatro ministros na segunda turma e o empate favorece,

Daniel Vorcaro. Agora, isso aí terminaria de colocar fogo em Brasília e chegaria até Roma, né? Exatamente. Se tem alguém que quer fugir dessa fogueira, é o Toffoli, viu? Porque já saiu muito chamuscado aí nesse episódio do Banco Master. Na semana passada, o Toffoli vinha dizendo para pessoas próximas que ele não via motivos para se declarar impedido de jogar qualquer assunto relacionado ao Vorcaro ou mesmo ao Banco Master, né?

tomou uma nota a favor dele dizendo que ele não estava impedido para julgar o caso. Mas depois de uma conversa ali, outra conversa lá com alguns colegas do Supremo, Toffoli decidiu recuar para evitar atrair um novo desgaste para o Supremo. Então ele se declarou impedido ontem e saiu do julgamento da prisão do Volcaro prevista para amanhã. Com isso, a segunda turma do Supremo, que é composta por cinco ministros,

apenas com quatro ministros, que são eles, o André Mendonça, o Luiz Fux, o Gilmar Mendes e o Cássio Nunes Marques. O Mendonça é o relator educado, então todo mundo já sabe qual deve ser a posição dele de manutenção da prisão do vocário. O Fux, ao que tudo indica, tende a acompanhar o voto do Mendonça, como temos visto historicamente nesses julgamentos que têm votos correlacionados. Do outro lado, a expectativa da defesa está mais alicerçada no voto do ministro Gilmar Mendes,

pode abrir divergência em relação ao Fox e Mendonça e votar a favor da soltura do Vocaro, talvez até propondo uma solução mais branda, como a prisão domiciliar. E aí entra o fator de maior dúvida, que é o voto do Cássio Nunes Marques, que virou um personagem central dessa história e desse julgamento. O ministro indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro é considerado, neste momento, o fiel da balança. Se Cássio acompanhar o Mendonça, a prisão do Vocaro será confirmada.

Se ele acompanhar o Gilmar, o placar fica 2x2 e, nesse caso, acaba favorecendo a soltura do Daniel Vorcaro. O Bronzato, a pergunta de um milhão de dólares é, Daniel Vorcaro vai fazer acordo de delação premiada? Pois é. Independentemente do resultado que deve ocorrer amanhã, nos próximos dias, porque o julgamento segue até os próximos dias, essa decisão do STF deve definir não só a prisão do Vorcaro,

mas também os rumos da investigação do Master. Isso porque a hipótese da delação premiada do Volcaro é uma carta que está na mão e faz parte da estratégia da defesa. O simples fato de ter a possibilidade de fazer essa delação já gera pânico aqui em Brasília e já mexe com alguns personagens do poder que a gente sabe que tinham uma relação mais estreita com o Volcaro. Hoje chegou a circular essa informação de que a defesa tinha sondado

a Curadoria Geral da República e a Polícia Federal para saber e sentir o terreno para saber se tinha alguma perspectiva ali de fechar algum acordo de delação, mas a defesa soltou nota negando, falando que não tem nenhuma negociação na mesa. Mas só essa possibilidade já mexeu muito aqui com Brasília. Pessoas que tiveram acesso ao vocário na prisão relatam que ele está passando por um momento muito difícil. Ele está numa cela isolado, dizem que tem uma luz,

que fica todo tempo acesa na cela, onde ele fica durante 20 horas, só tem direito a duas horas de banho de sol sozinho, e dentro da cela ele fica lendo a Bíblia, talvez rezando de joelhos para alguma boa alma de Brasília o salvar. E é nesse cenário que ele está se apoiando, que se ele continuar na prisão, dizem que muito provavelmente ele não conseguirá manter essa situação por muito tempo.

premiada ou não, mas a hipótese de ter essa delação já assusta muita gente em Brasília. Mas ainda assim ele teve algumas decisões que foram controversas a favor dele, como por exemplo a do ministro André Mendonça, de que ele pode ter reuniões não gravadas com os seus advogados, etc. E agora até a defesa do Marcola está pedindo a extensão desse mesmo benefício para ele, ou seja, vai abrir um precedente para

traficantes, para todo tipo de preso. Exatamente, Vera. A defesa do Vorcário pediu essa conversa mais reservada, algo que não é praxe, onde o Vorcário está preso, justamente para poder discutir o melhor cenário das estratégias jurídicas que eles devem adotar. Só que, ao conceder essa exceção para o Vorcário, acabou criando um precedente perigoso. Como você bem disse, o próprio Marcola, líder da Organização Criminal

nós do PCC, já entrou com o pedido para ter o mesmo benefício. Será que agora outros presos também vão querer ter essa conversa reservada na sala do presídio? Pois é. É isso. Tiago Bronsato, diretor da sucursal do Globo em Brasília, conosco todas as terças e quintas. Obrigada, Tiago. Até semana que vem. Obrigado. Boa noite. Até mais. Até. Tchau. Gente, vamos falar de eleição, porque a ministra do Planejamento, Simone Tebet, anunciou hoje que vai realmente disputar uma das vagas

por São Paulo nas eleições. A declaração foi feita depois de uma participação dela no Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Planejamento em Campo Grande. Ela disse que não tem data definida ainda para deixar o Ministério, mas a previsão é de que a saída seja confirmada até o fim de março. Disse que as conversas sobre a candidatura já vinham acontecendo desde janeiro com o presidente Lula e também com o vice-presidente Geraldo Alckmin e que o pedido formal para disputar o Senado foi feito no dia 3 de março.

ministra Simone Tebet, dizendo que tomou essa decisão final depois de conversar com a mãe dela.

O Brasil tem pressa. Nós não podemos esperar. E eu acho que os oito anos próximos serão decisivos para o desenvolvimento do Brasil. Bom, a ministra não confirmou se permanece no MDB para a disputa. Tem alguns aliados aí discutindo a possibilidade de filiação ao PSB, que é o partido de Geraldo Alckmin. Isso não está certo ainda. Lembrando que a gente até noticiou aquela pesquisa da Datafolha sobre a disputa ao Senado por São Paulo em que a Tebet aparece entre os nomes mais bem posicionados em intenção de voto.

pelo Senado em São Paulo. Exato, ela tem o recall de ter sido candidata a presidente, teve uma votação razoável em São Paulo, ela acabou sendo a terceira colocada naquela eleição, uma frente inclusive do Ciro Gomes, que era um candidato mais conhecido que ela, foi fundamental o apoio dela ao Lula no segundo turno para galvanizar aquela ideia de uma frente ampla, então ela e a Marina que jogaram esse papel em 2022, agora se apresentando como potenciais candidatos

a cargos majoritários por São Paulo. Nenhuma das duas fez a sua carreira política em São Paulo. Marina já tinha transferido o domicílio eleitoral na eleição anterior, concorreu uma vaga de deputada federal, viu uma expectativa de que ela fosse ser dos deputados mais votados do Estado e isso não ocorreu. Ela teve uma votação até mesmo modesta. Agora ela enfrenta uma crise na rede, muita gente se desfiliando da rede, até a dúvida se ela própria vai permanecer no

partido que ela criou, e a Simone Tebet confirmando uma transferência de domicílio para cá, que não é também algo simples para ela, porque ela já foi prefeita no Mato Grosso do Sul, vem de uma família que tem tradição na política sul-matogrossense, e essa mudança para cá talvez não seja assimilada pelo eleitorado paulista. A gente tem casos de políticos que fazem

movimento e se dão bem, um deles, o mais notável e mais recente, é o próprio governador, Tarcísio de Freitas. Mas é algo que tem que ser muito bem trabalhado para que seja assimilado pelo eleitorado. E quanto à decisão de partido, me parece que está implícito que ela vai ter de escolher outra legenda. Quando ela fala do governador, do vice-presidente Geraldo Alckmin, o caminho mais provável é uma ida para o PSB, porque o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, já disse, inclusive em entrevista,

espaço para o MDB daqui estar aliado ao presidente Lula, vai estar com outro candidato. Então, eu acho que ele vai fechar as portas para ela e ele hoje em dia tem muita ascendência sobre o Baleia Rossi, que é o presidente do MDB e que é paulista também. Então, eu acho que ao admitir essa vinda para São Paulo, ela praticamente está selando a sua saída do partido do qual ela fez parte a sua vida inteira como política.

Sobre Marina, há uma expectativa que ela deixe a rede e volte para o PT. Exatamente. Ela está ali em franca oposição ao grupo que tomou o poder. Várias aliadas dela já deixaram. A deputada Marina Helô aqui em São Paulo. Então, acho que a tendência é que ela saia. E aí pode ser o caminho do PSB. Ela já foi do PSB, disputou a campanha de 2014 pelo PSB. Ou voltar para o PT. Vera Magalhães, muito obrigada. Amanhã tem mais Viva Voz. Amanhã tem mais.

Não prometeremos resumo, prometeremos notícia, porque tem sido assim. E tem essa expectativa aí desse julgamento. Então, amanhã vamos com tudo. Tchau, pessoal. Beijo, Vera. Até amanhã. Beijo. Sete horas.

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