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EUA afirmam que seis primeiros dias da guerra com o Irã custaram US$ 11,3 bilhões

12 de março de 20265min
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O custo para os Estados Unidos dos seis primeiros dias de guerra foi de US$ 11,3 bilhões. Essa foi a cifra passada ao Congresso americano pelo Pentágono. Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, anunciou a retirada de seu embaixador de Israel.
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Assuntos6
  • Minas navais no Estreito de HormuzMinas de contato · Minas de influência · Minas de fundo · Guarda Revolucionária do Irã · 12 minas detectadas · Tecnologia explosiva
  • Conflito diplomático Espanha-Israel-EUARetirada de embaixador espanhol · Encarregado de negócios em Tel Aviv · Reconhecimento palestino 2024 · Negação de bases militares · Naval Station Rota · Moron Air Base
  • Custos MilitaresDespesa do Pentágono · Gastos não inclusos · Congresso americano · Operações militares
  • Liberação de Reservas de PetróleoAgência Internacional de Energia · 400 milhões de barris · Maior liberação histórica · Resposta desde 2022 · Japão liberando estoque
  • Ataque a petroleiros no Estreito de HormuzTrês ataques em uma manhã · 13 ataques desde início · Agência Marítima do Reino Unido · Segurança marítima
  • Cenários de Conflito13º dia de guerra · Sem sinais de arrefecimento · Aumento de vítimas · Ataques contínuos · Irã e Líbano
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O Mundo em 3 Minutos. Olá, sou Fernando Andrade, seja bem-vindo ao Mundo em 3 Minutos. A guerra entra no seu 13º dia sem nenhum sinal de arrefecimento, pelo contrário, o que vemos agora é uma escalada com aumento de vítimas, com mais navios atacados, uma tensão no mercado de petróleo e com muito, muito dinheiro gasto.

3 bilhões de dólares. Essa foi a cifra passada ao Congresso americano pelo Pentágono. Isso não inclui, veja bem, muitos gastos associados à operação, segundo fontes ouvidas pelo New York Times. Além dos ataques ao Irã e ao Líbano, que continuam, três navios foram atingidos na região do Estreito de Hormuz. Foram três ataques em uma única manhã. Desde o começo da guerra, a Agência de Operações Marítimas do Reino Unido havia relatado 13 ataques.

Bem diferente daquele sugerido por Donald Trump de que a guerra acabaria logo, a tensão só aumenta. Os ataques aconteceram após os Estados Unidos afirmarem que a guarda revolucionária do Irã estava colocando minas navais no estreito de Hormuz. A Reuters trouxe a informação de que o Irã colocou aproximadamente 12 minas no estreito de Hormuz. Agora um pouco sobre essas minas, que podem ser milhares, aliás.

E Rússia, o Irã também fabrica. São modelos de contato que explodem quando o navio toca. Essas ficam ancoradas a alguns metros abaixo da superfície. São as mais simples, as mais baratas. Tem outras mais sofisticadas, as de influência, que detectam um campo magnético do casco do navio ou o ruído do motor ou ainda a pressão da água. E aí explodem. E ainda há minas de fundo que não flutuam, são usadas para águas rasas.

como é exatamente o Estreito de Hormuz, por onde passam 20% do petróleo de todo o mundo. Bom, diante desse cenário, a Agência Internacional de Energia, com seus 32 países membros, vai liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas. É a maior liberação da história, é a primeira ação coordenada desse tipo desde 2022, durante a guerra na Ucrânia. O Japão, por exemplo, que vai começar a liberar petróleo

Jornal da Manhã.

Agora gostaria de registrar aqui a má relação diplomática entre Espanha, Estados Unidos e Israel. Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, um dos poucos líderes da Europa que condena de forma veemente essa guerra, aliás, era um crítico da guerra de Gaza, anunciou agora a retirada de seu embaixador de Israel. A embaixada da Espanha em Tel Aviv passará a ser chefiada agora por um

encarregado de negócios. Para lembrar que Israel retirou o seu embaixador de Madrid após a Espanha reconhecer o Estado palestino em 2024. Com relação aos Estados Unidos à Espanha, logo no começo dessa guerra, negou autorização para que os Estados Unidos utilizassem suas bases na Espanha. São elas a Naval Station Rota e a Moron Air Base. Essas bases são conjuntas, Estados Unidos e Espanha, mas ficam sob soberania espanhola.

decisão, os aviões militares americanos que estavam lá simplesmente deixaram essas bases. Mundo em 3 minutos. Até a próxima edição.

e fale com especialistas.

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