Esportes: João Fonseca joga em alto nível, recorde de pontos na história da NBA e empate de Santos e Mirassol
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- Eliminação de João Fonseca no TênisDesempenho em alto nível · Comparação com jogadores históricos · Potencial do jovem atleta
- Recordes da NBAMarca histórica · Contexto da conquista
- Gols e desempenho de jogadoresTécnica da cobrança · Dois gols no jogo · Dificuldade da execução · Comparação com outros jogadores
- FutebolQualidade técnica · Criatividade em campo · Dificuldades de execução
de expediente com Dan Stubak, José Godoy e Luiz Gustavo Medina. Muito bom dia pra você, Dan Stubak. Muito bom dia, meu. Muito bom dia, Cássia. Bom dia pra todos. Bom dia, Dan. Bom dia, boa tarde, boa noite a todos que nos ouvem. Salve, salve. Hoje é aniversário do Bob McFerrin.
Bom dia pra você, Teco!
Bom dia, bom dia, Caça, bom dia pra todos. Bom dia, Teco. Bom dia, Zé. Oi, Minuto, bom dia, Caça, bom dia aos ouvintes. Bom dia, Zé. Ô, Zé, quase deu, hein? João Fonseca foi, levou o cara até o ponto finalzinho, mas quase deu. Não foi perfeita porque não ganhou, mas ele jogou num nível altíssimo, acho que deu muita esperança aí de um João Fonseca que realmente deve chegar aí entre os grandes do mundo aí durante
temporada, talvez, ou nas próximas pelo menos, né? Acho que foi um jogaço e definido em dois tie-breaks, né? Que não é fácil, isso mostra o equilíbrio. E ele perdeu no fio do cabelo, né? Assim, foi... Perdeu no fio do cabelo é muito bom. É uma bela expressão essa. Porque foi exatamente o que aconteceu, né? Primeiro set, ele tava ali, teve três set-points ali, e aí ele viu ali a pequena, aquele fiozinho de cabelo realmente que faz a diferença de um cara ser número um ou número dois
e o resto dos jogadores ali, que aí o Sine realmente jogou três pontos ou quatro pontos seguidos num nível absurdo, e acabou levando o sete, e no segundo sete também teve esse equilíbrio, mas aqueles pontos realmente decisivos, acho que mostrou ali a diferença entre eles, que tende a diminuir pelo que a gente viu ontem, assim. O João tem jogo, com certeza, pra fazer, pra jogar com qualquer um, e eu acho que ontem a gente deixou isso muito claro pra todo mundo, né? Mais alguém viu, além do Zé?
Ah, eu vi também, acho que todo mundo, eu vi, jogaço, e acho que o Zé falou tudo, né? Mostrou que tem, tem jogo pra jogar com qualquer um, agora esse último saltinho aí é que vai ser o pulo do gato, né? Eu acho que, tomara que ele consiga dar, porque realmente ele, ó, o Caraz ali, tem aquele ponto que não pode perder, que eles não perdem, né? Não perdem nunca, né? Quando parece que o cara vai cair, ele tira uma força ali, principalmente o primeiro sete, que tinha acabado ali em algum momento.
mas pro Cine não acabou. E foi um jogão. Tô curioso também pra alegar, a geração do João é maravilhosa, né? Quase, tem quatro, cinco meninos que estão nessa fase também, e o Cine vai jogar agora contra o rival juvenil do João, né? Que é um menino espetacular, o americano. Tô curiosíssimo pra ver como é que vai ser o jogo, porque acho que ali vai ser uma boa régua pra ver se esse menino já deu esse salto de maturidade,
ganhar essa última bola. Hum, tá certo. Cê chegou a ver o jogo, Dan? Sim. É? Sim, eu tava, fiquei pingando ontem de, tava na NBA, mas daí fiquei no tênis depois. Ah, você também teve na NBA, porque nossos amiguinhos aqui do grupo também tão doidos pra falar da pontuação de ontem, rapaz, na NBA, que foi maravilhosa também, histórica, né? Quem quer contar? Quer contar aí, Dan? Você assistiu o jogo? Eu assisti tudo, né? Assisti, mas na hora que
começou a bater o recorde, começou a fazer ponto atrás de ponto, aí eu fiquei ligado nisso, já não era mais o jogo, né? Até quantos pontos ia chegar. Estamos falando de Panzer Bayou. E aí eu fiquei vendo isso, mas depois entrei na do João e não saí mais. Só um detalhe da história do João, como ele já tá grande, né, cara? Como ele já cresceu, já encorpou, né? Deixou um bigodinho ali também, mas já tá encorpando, né? E vai chegar, cara, vai chegar. Mas a NBA foi isso, o recorde de pontos na história da NBA, no jogo.
O segundo, né? Na verdade, quer dizer, é o recorde, né? Porque o Chamberlain, ninguém vai quebrar isso, né? O Chamberlain fez 100 pontos em 62. Mas vamos considerar que aquilo era outro jogo, né? No que importa mesmo, o recorde era do Kobe Bryant, de 20 anos, né? Tinha feito 81 pontos em 2006. E ninguém esperava, nem o Adebayo, nem os pais do Adebayo, a namorada. Ninguém imaginava que ia ser ele que ia quebrar esse recorde, né? Ele tem uma média de 19 pontos por jogo. Ontem ele fez 83.
Só no primeiro quarto ele fez 31 pontos, sendo que no campeonato o máximo que ele tinha feito era 41. Assim, realmente estava tudo errado. De quebra, ele quebrou o recorde da NBA, da história da NBA de lances livres. Ele fez 36 pontos de lance livre, bateu 43 lances livres, que também é recorde na história da Liga. Ele bateu o recorde de pontos do Miami Heat, que era do LeBron, desde 2014. O LeBron tinha feito 61, ou seja, ele baixou mais de 20 pontos.
pelo esse saco de pancada chamado Washington Wizard, que é um dos piores times da história do esporte, assim. Consideraria, mandaria cartas pra lá, se não valeria a pena eles mudarem de atividade, ou fazer só um clube esportivo, porque competir profissionalmente eles não conseguem mais, né? Vem jogar aqui, futebol, alguma coisa assim, é isso? Pois é, né? Nesse jogo aí eles não sabem jogar, não. Ah, teve isso também, também fiquei vendo Santos e Mirassol, não sei se vocês tiveram essa alegria.
2x0 com o Mirassol e o Santos empatou, virou uma loucura. Em oito minutos, dois gols do Gabigol. É isso, Antielote, Gabigol pôs uma dúvida na cabeça do Antielote, será discutido hoje nas mesmas redondas do Brasil inteiro. E aí vocês vendo tudo isso e vocês não viram o Maceió, né? Vi o Maceió também, bateu o pênalti do título, do título não, da classificação. É quase o título, né? É quase o título, né?
Vamos lá, vamos pensar nisso. É um gênio, o Maceió batendo pênalti é um gênio, né? É, vamos aqui atualizar, contextualizar, Maceió, garoto da base, da Lusa, portuguesa, mais uma vez, vai pra decisão dos pênaltis, joga contra o Havaí, Copa do Brasil, um a um, cobra um, cobra outro, tem pênalti decisivo, ele bate do jeito mais debochado que tem, que não é a paradinha. Paradinha não é mais debochada, a paradinha agora já era. Ontem até o Gabigol bateu de paradinha, mas é aquele pênalti que você não toma distância,
no lugar, quando o goleiro acha que cê vai dar um passo pra trás, assim, chuta. O goleiro nem sabe por onde ela entrou. Ela tinha feito contra o Corinthians e fez isso agora. Agora vai acabar isso também, né? Vai acabar. É difícil quando ele vai botar a bola no chão e chutar, Milton. Não é tão fácil, não. Mas tá todo mundo agora, a partir de agora, ninguém vai cair, né? Só o goleiro dava aí que não avisaram pra ele, não tinha visto o jogo do Corinthians lá, pô.
O melhor, Milton, é que ele bateu duas vezes assim, fez dois gols, mas eu já vi uns vinte Brasil a
que imitaram e perderam. É lógico, é lógico. O Londrina perdeu o título sábado do Paranaense com o cara imitando e perdendo. É impossível fazer o gol assim. Não é bem assim. Maceió não acha nada impossível. Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez. É isso. Um abraço pra vocês depois dessa. Tchau. Valeu. Valeu. Valeu. Até.