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MotoGP volta ao Brasil com domínio inicial da Aprilia e expectativa para etapa em Goiânia

08 de março de 20266min
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A uma semana do Grande Prêmio do Brasil de MotoGP, em Goiânia, a expectativa é grande para a volta do país ao calendário mundial da motovelocidade.
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Assuntos8
  • Retorno do Brasil ao calendário de MotoGPGrande Prêmio de Goiânia · Segunda etapa da temporada · Expectativa nacional · Estrutura da corrida
  • Domínio Técnico e CompetitividadeVitória de Marco Bezek na Tailândia · Posicionamento de pilotos Aprilia · Competitividade italiana · Comparação com Ducati
  • Declínio de instituições ou setoresPerda de domínio histórico · Desempenho de Pecco Bagnaia · Abandono na Tailândia · Comparação com Aprilia
  • Performance de Diego Moreira na HondaEstreia do piloto brasileiro · Honda LCR Satellite · Evolução da Honda · Desempenho em Tailândia
  • Recuperação competitiva da HondaEvolução técnica · Desempenho de pilotos oficiais · Comparação com anos anteriores · Projeções futuras
  • Crises da Yamaha com novo motorTransição para motor V4 · Dificuldades técnicas · Desempenho dos pilotos · Perspectivas de recuperação
  • Tecnologia e InovacaoMarcas italianas dominantes · Posição da KTM · Desempenho de marcas japonesas · Evolução de competitividade
  • Desempenho de JogadoresSegundo lugar na Tailândia · Fenômeno espanhol · Consistência da KTM
Transcrição12 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

CBM Moto, com Roberto Agreste. Bom dia a você, éboli, aos ouvintes do CBN Esportes. Estamos a uma semana do Grande Prêmio do Brasil da MotoGP, a volta do Brasil ao calendário mundial da moto velocidade. Será a segunda etapa do campeonato desse ano. Final de semana passada, a gente teve o Grande Prêmio da Tailândia. Goiânia extrapreparadíssima, vibrando para esperar todas as equipes que lá começam a chegar no decorrer dessa semana.

do grande prêmio do Brasil, segunda etapa do Mundial, depois de ter visto o que aconteceu lá na Tailândia. Bom, resumindo, houve um domínio gigante da marca italiana Aprilia. A marca italiana venceu o grande prêmio do domingo com o Marco Bezek e colocou seus outros três pilotos ali nas posições, terceiro, quarto e quinto. Poxa, melhor do que isso, quase que impossível, né? Só o segundo lugar foi roubado pelo fenômeno espanhol Pedro Acosta pilotando uma KTM.

continua não vendo marcas japonesas aí nesses primeiros lugares, que é mais ou menos a tônica dos últimos anos. Cadê Honda? Cadê Yamaha? Bom, pelo lado da Honda, a coisa está melhor. Muito melhor, eu diria. A gente, para a sorte do Diogo Moreira, que é o piloto estreante brasileiro que compete pela Honda LCR, que é a Kip Satellite, a marca evoluiu muito do ano passado, dos últimos anos,

o ano passado e agora, especialmente esse ano, parece que vem muito bem. O piloto oficial Juan Mi estava fazendo uma excelente corrida, andando ali entre os cinco primeiros, quando teve que abandonar por um problema técnico. Aí os restantes pilotos, o Diogo Moreira pontuou, puxa vida, excelente estreia do Diogo Moreira, ele tem que fazer isso mesmo, andar, terminar os grandes prêmios para poder pegar horas de guidão e ser um cara que da metade da temporada vai conseguir aí já ter

um domínio grande, conhecimento do domínio técnico dessa motocicleta, que é muito mais complicado de pilotar do que a Moto2, ele tem que fazer isso mesmo, terminar os Grandes Prêmios, e foi o que ele fez lá na Tailândia. Mas voltando aí à análise do cenário, a gente... Cadê a Ducati? Cadê a marca que veio dominando as últimas temporadas? O Mark Marques, que é o principal piloto da marca, estava muito bem no Grande Prêmio. A única coisa é que ele pegou uma zebra mais alta,

O sábado dele entortou, o pneu só se deu, ele teve que abandonar, mas ele estava andando ali naquele grupo de ponta. Porém, parece que a Ducati não tem a mesma pegada de competitividade que tinha nas temporadas passadas. Ou melhor dizendo, a aprilha está um degrauzinho à frente. É uma análise muito precipitada essa que eu estou fazendo, porque a gente precisa esperar mais grandes prêmios. Só um grande prêmio, não dá para falar que a marca principal agora é a aprilha,

E não está bem. Não é isso. Essas duas marcas italianas mostraram que são ainda as marcas preponderantes. E em segundo ou terceiro lugar na escada vem a Austriaca KTM. De novo, cadê as marcas japonesas? Como eu disse, a Honda fez um salto muito grande em termos de competitividade. Nesse grande prêmio da Tailândia tinha um piloto da Honda, o Juan Mir, que estava andando bem ali por volta das cinco primeiras colocações

por um problema, segundo consta, de pneu. A Honda vem muito bem. Quem está faltando muito, devendo muito na praça, é a Yamaha. A Yamaha fez uma opção técnica radical, trocou o que era o motor dela tradicional de quatro cilindros em linha do ano passado, das últimas temporadas, para o motor V4, que é igual a todos os outros, ou melhor, se alinhou aos outros fabricantes nessa arquitetura de motor V4. E ela está sofrendo demais.

Os pilotos estão com um mau humor danado porque a moto não está andando nada. Mas é certo, óbvio, que a marca Yamaha, como o grande fabricante de motocicletas que é e sempre foi, vai conseguir dar a volta por cima e retornar à competitividade. O quando é que são elas? É uma moto nova, eu acredito que até a metade do ano os caras vão penar. Enfim, cenário para o grande prêmio do Brasil é esse.

vai ter acontecido o grande prêmio. A primeira corrida começa ao meio-dia, Moto 3, depois a Moto 2, às 13h15 e, finalmente, a corrida principal, a MotoGP, às 15h. Mas a gente vai trazer, final de semana que vem, aqui no espaço do CBN Moto, os bastidores dos treinos e a prévia dessa reestreia do Brasil na MotoGP 2026. É isso aí, Éboli. Um bom domingo a você e a todos os ouvintes do CBN Esportes. Valeu, Roberto Agreste. Hoje mais cedinho, né?

Roberto Agreste, mas trazendo essa, reforçando, né, essa importante informação, que momento legal, mais uma vez, pra moto velocidade brasileira, recebendo um GP da principal categoria da moto velocidade, que é a moto GP, voltando, né, a receber esse GP, e vai ser um domingo muito, muito especial, a gente vai tá acompanhando todos os detalhes aqui com Roberto Agreste, nosso porta-voz oficial, super especialista no assunto, quando o assunto é

Velocidade em duas rodas Roberto Agreste é o cara 10 horas e 30 minutos Vem aí o Repórter CBN