A derrota da seleção feminina para a Venezuela na quarta-feira (4)
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- FutebolMarcação individual do técnico Arturelias · Falta de agressividade · Postura burocrática · Falta de criatividade ofensiva · Pressão alta e tentativas de ataque inadequadas
- Próximo compromisso contra o MéxicoAmistoso no final de semana · Último amistoso da data-FIFA · Horário do jogo (sábado às 20h) · Expectativa de melhor desempenho · Comparação de qualidade entre Venezuela e México
- Técnico Arturelias e seu sistema de jogoMarcação individual como estilo característico · Diferença em relação à marcação estruturada tradicional · Dinâmica do time sob sua direção · Cobrança por resultados · Histórico do técnico
Oferecimento Monroy e Monroy Axios. Amortecedores e peças para suspensão. Qualidade de ponta a ponta. Michelle Silva, boa tarde. Tudo bem, Tati? Tudo bem, Fernando? Boa tarde. Tudo bem, mas poderia estar melhor. Fernando está aqui chateado, meu. Eu fiquei impressionado com a notícia. Que a seleção brasileira perdeu o amistoso contra a Venezuela por 2x1.
que jogaram mal, né? Nem dava pra falar outra coisa. Pois é. Olha, se elas vêm com um discurso diferente, eu ia ser estranho. Foi ruim, né? Foi bem ruim, bem ruim. E até, talvez, assim, quem não viu com muita atenção, ou às vezes coloca ali no jogo, tá ouvindo, mas não tá olhando diretamente pro que tá acontecendo, pode até ter ficado, talvez, a impressão de, ah, tava com a menos desde os 30, 33 minutos do primeiro tempo,
tempo, então faz parte, né? Perder. Mas o Brasil, ele não fez nem um minuto. Assim, vamos colocar assim que ele não fez cinco minutos de bom futebol contra a Venezuela. Seja onze contra onze ou dez contra onze, como foi o caso a partir da expulsão da Mayara, a jogadora da seleção brasileira, uma expulsão justa, dois cartões amarelos. Eu entendo a ponderação que se faz com relação ao estilo de jogo do Arthur Elias, que, vamos lembrar, ele
tem como estilo de marcação essa marcação individual que fala, né? Que aí cada jogadora tem a tarefa de acompanhar uma jogadora do time adversário. Isso não é muito comum, né? O mais comum no futebol é essa marcação mais estruturada. Exemplo, 4-4-2, você vê as linhas se movimentando juntinhas. No caso da seleção brasileira, dos times do Arthur Elias,
Você percebe um caos, digamos assim. Mas se você analisar, tem sempre uma jogadora para cada jogadora do time adversário. Qual é a questão? Mesmo nesse esquema, mesmo dessa forma de marcar, mesmo nesse formato de marcação, a seleção brasileira tinha que ter mostrado algo bem melhor. E eu faço uma conexão entre os dois jogos. O jogo da seleção contra a Venezuela ontem e o segundo tempo contra a Costa Rica.
Praticamente, só a Tainá Maranhão quis jogo. Mostrou ambição, tentou drible, tentou as jogadas. A Adriana entrou no segundo tempo, depois foi bem também. Mas pouquíssimo interesse da seleção brasileira é de mostrar mais. Se você não arrisca num amistoso, você vai arriscar quando? Você vai tentar o drible quando? Você vai tentar a jogada mais difícil quando? Você vai experimentar quando? Então, me incomodou bastante a postura da seleção brasileira naquele segundo tempo.
contra a Venezuela, ele começou nesse mesmo tom. As atletas, elas poderiam ter colocado um ritmo bem diferente. Elas poderiam ter colocado um ritmo mais agressivo, de marcação, de pressão mais alta, de tentativas de ataque. Achei a seleção bem burocrática. Bem burocrática mesmo. Que tristeza. Qual é a próxima parada da nossa seleção? Agora contra o México, no final de semana. Um jogo que também é um jogo de amistoso.
desta data FIFA. E é um time melhor que a Venezuela? É, assim, tem... Equivalente. É, eu acho que é um pouquinho melhor, porque o futebol no México se desenvolveu um pouco mais, assim, mas a Venezuela, o Equador, enfim, são várias seleções que estão se desenvolvendo muito. Tem um trabalho aí sendo feito. Agora, pra mim, o principal ponto é, independentemente da qualidade do adversário, a seleção brasileira tem a tarefa de ser melhor do que ela mesma. O Brasil tem que ser melhor do que ele mesmo
para poder mostrar mais, para até arriscar um pouco mais. Espero não ver uma seleção burocrática contra a equipe do México no sábado, às oito horas da noite. Essa é a expectativa. Muito bom. Michelle, obrigada. Tem mais alguma coisa que a gente tem que tratar? Não, tem esses dois jogos da seleção. Bom, a gente deve falar mais sobre esse jogo na semana que vem, né? Vai ganhar do México. Tomara que sim, né? Ele ouve isso de CBN.
puxando a orelha, viu? Porque na beira do gramado ali dá pra ver que ele tá... Arthur Elias num dia de Bernardinho, assim, não? Mas ele tem isso. Não consigo nem imaginar isso. Ele tem um histórico, mas assim, vamos lá, né? Esporte de alto rendimento é cobrança, faz parte do processo, claro que nada que ultrapasse os limites, obviamente, mas você tem uma exigência e acredito que essa seleção, ela tem que cumprir um pouco mais, ela tem que demonstrar mais, são atletas
capacitadas, não estamos cobrando nada que a gente não saiba que esse time pode entregar. Então, acho que é por aí. A gente vai falar sobre esse jogo, esse amistoso na semana que vem e depois já tem retorno de campeonato brasileiro. Aí tem um monte de coisa pra gente falar. Legal. Beijo, Michele. Obrigada por hoje. Valeu, até. Tem convocadas Michele Silva e Thalita Giudice falando de futebol feminino toda segunda e quinta aqui no Estúdio Sabem.