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Guerra no Oriente Médio: como ficam os mercados financeiros?

02 de março de 20264min
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Luiz Gustavo Medina analisa as expectativas para os mercados brasileiro e internacional diante da crise no Oriente Médio. Ouça e entenda como o conflito impacta a economia.

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Assuntos5
  • Preços de Combustíveis e PetróleoAlta do preço do petróleo · Subida acima de 80 dólares · Volatilidade energética · Efeito nos ativos globais
  • Mercado FinanceiroDólar como ativo seguro · Alta do dólar contra moedas mundiais · Busca por refúgio seguro · Saída de investimentos de risco
  • PetrobrasAlta de 4,5% · Ação mais rentável · Impacto na bolsa brasileira · Benefício do aumento do petróleo
  • Conflito Irã-EUAPossível resolução diplomática · Escalação do conflito · Manutenção do status quo · Incerteza sobre desfecho
  • Pacote de investimentos em segurançaOuro como ativo seguro · Dólar como ativo seguro · Comportamento do investidor em crise · Fuga de investimentos de risco
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assunto é dinheiro. Com Luiz Gustavo Medina. E aí Teco? Oi Sérgio Demberg, boa tarde, boa tarde Cássia, boa tarde aos ouvintes, tudo bem? Tudo certo Teco, boa tarde. Teco, a gente queria de você um comentário sobre a situação dos mercados, mercados brasileiros e internacionais a partir aí da situação no Oriente Médio. Olha, Sérgio Demberg, abriram como se imaginava, né? Uma história bastante grave aí por diversos pontos aí no sábado. Acho que a

óbvia, o petróleo ainda explodindo, chegou a subir 13%, acima de 80 dólares na noite de ontem, na madrugada, ouro subindo fortemente, faz todo sentido, e o dólar subindo contra todas as moedas mundo afora. A gente começaria daí, acho que é um ajuste de preço natural pelo grave evento e as possíveis consequências do final de semana, bolsas caindo também no mundo inteiro, e aí a partir de agora, todo mundo está de olho para saber,

qual dos três cenários possíveis deve acontecer. Se essa história vai escalar, o que seria terrível, se ela vai ficar onde está, não sabendo se arrefece ou se escala por um tempo, ou se vai chegar à turma da diplomacia e conseguir por panos quentes e dali arrefeceria essa escalada. Então, acho que esses são os três cenários. É uma região super importante por causa do petróleo,

E agora, durante a manhã, as coisas melhoraram um pouco, mas o petróleo, que acho que é a coisa mais para a gente ficar de olho, continua subindo muito. Está ali entre 78 e 80 dólares. As bolsas caindo, mas caindo pouco. E o dólar subindo, mas subindo menos. Todo mundo esperando que tenha ali uma diplomacia e que a gente melhore essa situação de onde está agora. Tá certo. Quando você fala que é normal a alta do ouro, por exemplo,

Aqui em situações como essa, os investidores procuram a aplicação mais segura que pode ter. Toda vez que você tem um conflito, principalmente um conflito de ataque, de guerra, o ouro acaba se sobressaindo. O ativo mais seguro sempre foi assim, todo mundo acaba comprando ele. E o dólar, apesar de alguém estar envolvido nisso, acaba também sendo um refúgio, um porto seguro. As pessoas acabam saindo de investimentos de risco e colocando em dólar e ouro, que parece mais confortável. Tá certo.

Bom, eu estou olhando aqui pelo nosso lado, tem a Bolsa, a Bovespa está em queda, várias outras pessoas estão em queda, a Petrobras está em alta de 4,5% até. É, exato, a Bolsa está com uma queda amortecida, porque você tem ali 3, 4 petrolíferas que acabam impulsionando, como você falou, a Petrobras é ação mais relevante, está subindo 4, 5%, então isso acaba diminuindo o impacto

da queda, mas se você for fazer isso, expurgar um pouco o efeito da Petrobras, a bolsa está caindo 1%, que é o que está caindo no mundo inteiro. Está certo. Essa informação do Teco Medina, continuamos acompanhando. Obrigado Teco, até amanhã.