Relação de Lulinha com “Careca do INSS” volta ao radar
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- Investigação INSSAssociação em fábrica de canabinoides · Viagem a Portugal · Despesas pagas pelo empresário · Negócio que não prosperou · Negação de envolvimento em irregularidades
- Sigilo quebrado pela Polícia FederalQuebra de sigilo da PF · Oferta do sigilo à PF · Disputa entre PF e CP do INSS · Defesa preferindo Supremo · Alegação de espetacularização
- Economia do Governo LulaEncontros em dezembro · Solicitação de esclarecimentos ao filho · Procura pela Polícia Federal · Pressão para resolução rápida
- Crise InstitucionalComando do ministro Andamindonça · Indicação por Bolsonaro · Preferência da defesa pelo Supremo · Ambiente mais controlado
- CorrupçãoDefesa de familiares · Timing de delação · Controle de acordos de leniência · Ruptura entre pai e filho · Desvantagem de delação tardia
- Situação de LulinhaResidência na Espanha · Atividade de consultoria · Defesa desconhecendo detalhes do trabalho
Maria Cristina hoje deixou o comentário dela gravado. Boa tarde, Maria Cristina. Boa tarde, Tati. Fernando, boa tarde, ouvintes. Hoje o Estadão traz na manchete a história do que seria a relação entre o filho do presidente, Fábio Luiz da Silva, e Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do NSS. O que os repórteres Luiz Vassalo e a Guirre Talento contam é que Fábio Luiz, conhecido por Lulinha, teria sido procurado pelo careca,
por meio de uma amiga em comum, para se associar a ele numa fábrica de cannabis medicinal em Portugal. Então, o Fábio Luiz viajou a Portugal com as despesas pagas pelo careca, pelo empresário, mas o negócio não prosperou e ele não teria recebido qualquer dinheiro, nem teria relação com as tramóias no INSS do careca.
que a defesa não sabe informar a quem. Essa versão é confirmada pelos advogados do filho do presidente, que só negam algumas nuances da reportagem, como a relação pessoal que teria surgido entre os dois, entre o Fábio e o careca do INSS. Essa história publicada hoje surge no momento em que a CPI do INSS tenta quebrar o sigilo que, na verdade,
Segundo a defesa, esse sigilo teria sido oferecido já à Polícia Federal, que ignorou a oferta e quebrou mesmo assim. E quer, os advogados preferem que concentrar tudo na investigação do Supremo e não deixar que esse caso seja levado à CPI, porque teme a espetacularização. E também porque sustenta que não tem nada a ver com a NSS.
comandada pelo Supremo também é do INSS, mas a defesa avalia que o ambiente ali é mais controlado. Quem comanda essa ação no Supremo é o ministro André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. E o presidente Lula com tudo isso? Bem, o que nos contam é que o presidente esteve com o Fábio Luiz duas vezes em dezembro
o caso e depois de ouvir mais ou menos a história que está no Estadão, disse a ele que se ele tinha que prestar esclarecimentos, ele tinha que fazer já, foi aí que eles teriam procurado a Polícia Federal e que se ele tivesse arrumado encrenca, teria que pagar por ela. Bem, essa versão da história nos remete à relação do Emílio Odebrecht com o filho Marcelo.
presidente Lula nunca se afastou do Emílio, que rompeu com Marcelo. E que Lula teria tirado relações da relação entre pai e filho. Marcelo, só lembrando aqui para o ouvinte, queria ser o primeiro dos 77 delatores lá na Lava Jato. Isso já fez 10 anos, por isso que a gente precisa lembrar. Quem delata primeiro leva vantagem, porque na delação o ativo é informação.
E ele ficou por último. E ele ainda queria controlar a leniência, que é o acordo empresarial. Emílio barrou o filho porque queria que o acordo de delação prosseguisse. E ele temia que Marcelo explodisse o acordo. Eles romperam e Marcelo foi jogado à cova dos leões. Uma boa tarde para vocês, Tati e Fernando. Uma boa tarde aos ouvintes até amanhã.
crítica diariamente aqui no Estúdio CBN.