Brasil vence Costa Rica, mas falhas defensivas ligam alerta
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- Brasil vs CroaciaResultado 5x2 · Primeiro tempo bom · Segundo tempo apagado · Enrelachamento após vantagem
- Erros em treino físicoDois gols sofridos por erros da goleira · Juventude da goleira (17 anos) · Problemas na linha defensiva alta · Vulnerabilidade nas costas da defesa
- Desempenho de JogadoresAproveitamento de oportunidades · Habilidade e dribli · Evolução nas decisões · Disputa pela Copa do Mundo 2025
- Campeonato Brasileiro de FutebolQualificação para Mundial 2026 · Trabalho nas bases · Jogadoras promissoras · Transição para seleção principal
- Competitividade do futebol femininoNível técnico das concorrentes · Reforços do Palmeiras · Desafios aumentados no Campeonato Brasileiro Feminino
- Transicao Administrativa GovernamentalSaída do Artoelias · Emily Lima como nova técnica · Desafios de gestão · Pressão do torcedor
- Próximas partidas da seleçãoJogo contra Venezuela no dia 4 · Terceiro amistoso contra México no dia 7 de março · Calendário de preparação
Um Thalita Júdice. Tudo bem, Tatá? Bom dia. Fala, Éboli. Muito bom dia pra você. Todo mundo tá aqui no CBN Esporte. Muito bem. Primeiro amistoso aí de dois mil e vinte e seis. O Brasil levou um sushinho, mas goleou. Costa Rica cinco a dois, né? É, o Brasil fez um primeiro tempo muito bom, né? Foi um bom primeiro tempo da seleção brasileira, mas segundo tempo o Brasil não voltou pro jogo. Tá vencendo três a zero, ok? Isso daí traz um pouco mais de relaxamento.
mas na segunda etapa realmente o Brasil meio apagado. Dois erros da goleira Thaís. 17 anos só, a gente tem que levar isso em consideração. Uma jogadora muito promissora, uma goleira muito tecnicamente boa. Mas cometeu dois erros ali que eu acho assim, houve erro da Thaís, mas também houve erro coletivo da defesa brasileira. E aí os problemas velhos do trabalho do Arthur Elias no sentido do espaço nas costas da defesa.
alta, então tinha aquele espaço todo ali. Então se esse trio de zaga não estiver bem encaixado, até estava com um quarteto, mas ele acaba sendo traído. E foi o que aconteceu. E aí a Thaís acabou tendo algumas decisões erradas que contribuíram para os dois gols da Costa Rica. Mas acho que erro óbvio da Thaís acaba aparecendo mais, mas de certa forma um erro coletivo da defesa brasileira. Mas assim, esses primeiros amistosos, a gente tem que levar em consideração que o Arthur Elias fez uma
mais, não neutra, mas assim, trouxe algumas jogadoras que não vão pra Copa do Mundo, né? Gabi Zanotti, Luana dificilmente vai, mas trouxe nomes ali também pra poder fazer alguns testes. E pra mim, quem tem aproveitado melhor as chances com o Arthur Elias desde a reta final de 2025 é a Tainá Maranhão. E foi o nome do jogo. Ele elogiou muito a Tainá ontem. Jogou muito. Ele fez muitos elogios. Muito, muito, muito. Ela tá aproveitando
entrando muito bem essas oportunidades que o Arthur Elias tem dado a ela desde a reta final. Em 2025 ele fez convocações também, ela passou a entrar ali no segundo tempo das partidas, entrando muito bem. É aquela jogadora que individualmente ela é muito boa, ela é muito habilidosa, ela é muito do drible, ela vai para cima da marcação adversária. Então ela quebra essa linha de marcação de forma muito inteligente e ela tem evoluído muito no sentido das decisões.
A Tainá tinha ali uma questão de drible muito forte, mas na hora da tomada de decisão não era tão...
e isso tem evoluído e ela tem aproveitado muito bem essas oportunidades que o Arthur Elias, acho que sem dúvida alguma é uma dessas jogadoras que vai aproveitar esses três amistosos porque eu falo sem medo que o Arthur está olhando ela visando a Copa do Mundo de 2027 e para mim ela está brigando até aqui de forma muito forte, muito bem está evoluindo demais e tem aproveitado muito essas chances com ele de mostrar que é aquela jogadora que atua na ponta
que não só consegue ver o coletivo para criar chances, como também gerar a oportunidade do gol com ela mesma, finalizando. Um dos gols ela marcou. Então assim, ela foi muito bem nesse amistoso contra a Costa Rica e tem aproveitado muito bem essas chances com o Arthur Elis. Brasil que ainda volta a campo por mais dois amistosos, vai jogar com a Venezuela no dia 4 e depois tem o duelo contra o México, que aí fecha esses três primeiros jogos da seleção brasileira. Contra o México no dia 7 de março, vai ser na cidade
do México, esse terceiro amistoso da seleção brasileira. Você falou da Thaís, a goleira jovem, não só jovem, mas a mais jovem na história a jogar com a camisa da seleção brasileira, 17 anos, 10 meses e 16 dias. A Thaís chamando atenção por tão jovem assumir essa enorme responsabilidade. Falar em juventude, na base, no sub-20, não tem pra ninguém, né? Não, não tem. Não tem adversário, né? Não, assim,
A seleção ganhou todos os títulos do Sul-Americano Sub-20, né? A gente fala sobre isso, mas eu acho muito legal porque são alguns nomes que vão surgindo nessa seleção. E como esse trabalho, assim, a gente precisa destacar isso. Esse trabalho da CBF na base da seleção feminina é muito bem feito. Por mais que mudanças nas comissões, né? Houve mudança da saída da pia para a chegada do Arthur. Houve mudanças recentes também na Sub-20, Sub-17. Então a Camila Orlando conquistou ontem o primeiro título.
dela sob o comando da seleção sub-20, mas assim, uma seleção muito interessante, muito promissora, jogadoras tecnicamente muito boas, com visão de jogo, assim, a Vitorinha que joga ali no meio campo, a Dudinha, né, o trio de ataque ali da seleção brasileira ontem que foi titular, que tem a Ilha Carioca, que é uma jogadora do Fluminense, e é uma jogadora também muito boa, então assim, Brasil conseguindo formar jogadoras, não só entrando nesse estilo de jogo que, enfim, parece que é o futuro do futebol,
física, mas sem perder a ousadia, que eu acho que é a característica da seleção brasileira e do futebol brasileiro, de partir para o drible, mas tecnicamente falando, jogadores muito boas. Então foi um sul-americano muito tranquilo para a seleção, não houve nenhum tipo de preocupação durante esses jogos, nem na fase de grupos, nem nessa fase do hexagonal final. O Brasil conquistou a vaga de forma muito tranquila para o Mundial, até com antecedência, vai disputar o Mundial Sub-20 em setembro lá na
Então, assim, um trabalho muito bem feito na base da seleção feminina. Camila Orlando, claro, com esse objetivo aí grande pra esse ano de dois mil e vinte e seis, que é óbvio, a disputa do Mundial, mas um sul-americano muito tranquilo da seleção feminina, passou muito bem, com jogadoras muito interessantes, promissoras, que com certeza a gente vai ver muito em breve na seleção principal, né? Algumas delas a gente já viu treinando com a seleção principal, o caso da Cailane, ela já foi convocada pelo Orto Elias pra participar
de treinos da seleção feminina principal. Então, são jogadoras muito promissoras. A CBF conseguindo fazer ali o que a gente espera, né? Que a gente gostaria, inclusive, de ver na seleção masculina, mas eu acho que acontece muito pouco. E na seleção feminina, isso ainda bem acontece. Que é a base servir a seleção principal e conseguir ter essa formação continuada. Agora, está saindo do ambiente da seleção brasileira, né? Em função dos jogos da seleção, a gente está tendo aí uma pausa no Brasileirão. E agora,
Acho que a grande curiosidade para a volta do Brasileirão é essa combinação Emily Lima e as brabas do Corinthians, né? Nem falo, assim. É a maior missão da Emily. Assim, é difícil até dizer que talvez possa ser maior do que a seleção. Acho difícil. Acho que nada maior do que você comandar uma seleção brasileira, né? Ela teve ali um período com a seleção, mas foi um período muito rápido, muito mais de transição que a CBF usou a Emily ali. Ela não ficou muito tempo.
Mas quando a gente olha clubes e outras seleções que ela comandou, com toda certeza o Corinthians é o maior desafio. E a principal missão de todo treinador que assumiu o Corinthians depois da saída do Arthur Elias é manter esse Corinthians no topo. Só que assim, eu acho que é fundamental a gente dizer que desde que o Arthur Elias saiu do Corinthians, o futebol feminino brasileiro também evoluiu muito. Então assim, as concorrentes são melhores, estão com um nível técnico maior.
um sarrafo maior, essa é verdade. O sarrafo do Corinthians hoje é maior do que era quando o Arthur Elias estava no comando do Corinthians. E aí é um Corinthians também que sofreu mudanças no elenco, perdeu peças importantes, as que chegaram não no mesmo nível, então isso também caiu coletivamente falando. É um desafio grande nesse sentido. Mas eu acho que é importante o Corinthians trazer um nome como a Emily, que é um nome pesado no futebol feminino, no cenário sul-americano, porque precisa. Eu acho que precisa.
a questão de gestão de vestiário, gestão desse elenco e tal, gestão dessa relação com o torcedor, que também é uma pressão danada que o Corinthians está sofrendo desde o início do trabalho do piscinato. Não foi sem motivo que ele foi demitido na segunda rodada do Campeonato Brasileiro Feminino. Mas eu acho que é um dos maiores desafios da carreira da Emily, mas acho que ela tem competência e capacidade suficiente para conseguir dar respostas. É um Corinthians que tem, para mim, o maior desafio esse ano.
brigar com o Palmeiras, que se reforçou muito bem, trouxe muitos bons nomes. Tem aí a Rosana Augusto comandando a equipe, mas o Sarrafo aumentou e isso é muito bom. Isso é muito bom. A gente não vê mais um Corinthians tão hegemônico assim no cenário do futebol feminino nacional. Valeu, Tatá! Beijo! Até a próxima! Valeu, gigante! Beijo!