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Tecnologia desenvolvida por pesquisadores da USP promete revolucionar a poda de árvores

26 de maio de 20264min
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Rosana Jatobá comenta uma tecnologia brasileira que pode mudar a forma como as cidades fazem a poda de árvores e assim evitar apagões durante temporais. Ouça.

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Participantes neste episódio3
C

Cássia

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Rosana Jatobá

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S

Sander Berg

Host
Assuntos3
  • Tecnologia USP para poda de árvoresUSP · Poda de árvores · Prevenção de apagões · Monitoramento de vegetação urbana · Inteligência artificial
  • ESG SustentabilidadeCBM Sustentabilidade · Rosana Jatobá · Sander Berg · Cássia
  • BioID: revolução em mobilidadeBioID · Mobilidade elétrica · Baterias · Veículos elétricos
Transcrição12 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

CBM Sustentabilidade com Rosana Jatobá. E aí, Rosana? Oi, Sander Berg, boa tarde pra você, pra Cássia e pros nossos ouvintes. Boa tarde, Rosana.

O problema que tem ocorrido aqui em São Paulo e em várias outras cidades brasileiras é que chove, derruba árvores e cai a luz, cai a energia. E agora a Rosana tem informações de uma empresa brasileira que bolou uma tecnologia que muda a forma, uma tecnologia de poda de árvores. Como é isso, Rosana?

Sardenberg é uma tecnologia inventada por dois pesquisadores da USP, que funciona mais ou menos como um raio-x digital da árvore. O sistema usa laser para escanear toda a estrutura da árvore em 3D. Consegue medir a altura, inclinação dos galhos, volume da copa e até a proximidade da árvore com a rede elétrica.

Depois dessa varredura, entrecena o algoritmo que vai analisar o equilíbrio da árvore. Daí o sistema tem condições de dizer se aquela árvore precisa ser fodada, que pontos vão sofrer os cortes para fortalecer a estrutura dela, ou até se a árvore está condenada e precisa ser retirada porque tem problemas de pragas ou de fungos e bactérias que apodrecem ali a madeira.

Esse é um avanço e tanto no monitoramento da vegetação urbana, porque hoje os profissionais trabalham na base do olhômetro. Por mais experientes que eles sejam, eles não conseguem ver as deformações que não estão ali aparentes na árvore. Então, com essa nova tecnologia, você pode fazer uma poda muito mais precisa, uma poda científica, porque todos esses dados trazem um detalhamento muito profundo sobre a árvore.

Agora, Rosana, essa tecnologia, ela já começou a ser testada? Já dá para a gente saber quando ela vai ganhar escala para ser usada de forma ampla aqui no Brasil?

Olha, Cassia, já está sendo testada em São Paulo, que sofre muito com queda de árvores durante chuvas fortes. São cerca de 2 mil árvores que tombam por ano na capital paulista, é muita coisa. Inclusive, a prefeitura está fazendo um grande inventário digital das árvores usando inteligência artificial. E a ideia agora é que outras cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre...

adotem esse sistema junto com as concessionárias de energia, que são muito interessadas. E muitas dessas empresas já estão demonstrando de fato interesse nesse sistema, porque é uma tecnologia muito promissora para prevenir as quedas, e as quedas são a principal causa de apagões durante eventos climáticos extremos. Ou seja, acaba se tornando uma grande ferramenta mesmo de adaptação climática das cidades. Agora, a Sardenberg tem uma curiosidade.

A ideia dessa tecnologia surgiu durante um almoço em que os pesquisadores da USP estavam sentados debaixo de uma árvore muito frondosa e famosa, que fica em São Paulo, aqui em São Paulo, num restaurante que leva o mesmo nome. Já conseguiu aí lembrar qual é? Acho que você frequenta esse restaurante. Sim, eu sei qual é. Muito bem. Tá certo. Rosana, obrigado, Rosana. Até.

Um beijo para vocês dois e até a quinta. Muito obrigada, Rosana. Até a quinta. Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 EMI. Conheça o super híbrido Plugin com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade, você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 EMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br.

No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

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