Encontro de Flávio e Trump: 'será difícil florear narrativa só com uma foto'
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- Operação PF contra Marcelo QueirozCláudio Castro · Daniel Vorcaro · Banco Master · Rio Previdência · André Mendonça · Operação Compliance Zero · Corrupção e lavagem de dinheiro
- Flávio Bolsonaro articula encontro com TrumpFlávio Bolsonaro · Donald Trump · Casa Branca · Eduardo Bolsonaro · Paulo Figueiredo · Agenda positiva · Crise do Banco Master
- Disputa Bancária - André Esteves e BTGBanco BRB · Banco Master · Celina Leão · Hugo Mota · Luiz Fux · Fundo Garantidor de Crédito (FGC) · Daniel Vorcaro
- Fim da escala 6x1Escala 6x1 · Davi Alcolumbre · Paulo Skaff · Fiesp · Competitividade das empresas · Eleições
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- Reforma judicial: fim da aposentadoria compulsóriaAposentadoria compulsória · Supremo Tribunal Federal (STF) · Flávio Dino · CNJ · Perda do cargo e salário · Gerson Palermo
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Viva Boss, com Vera Magalhães. Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Oi Débora, boa noite pra você, pra Carol, boa noite pros ouvintes, também pra quem nos assiste. Oi Vera, boa noite. Nós vamos a Brasília, Samanta Klein tem informações sobre a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. Ele foi recebido pelo presidente Donald Trump, Samanta.
Pois é, é o que a comitiva está dizendo. Portanto, uma foto acabou de ser publicada pelo próprio senador Flávio Bolsonaro. Ele justamente ao lado de Donald Trump. Donald Trump que está no seu gabinete, na sua mesa. Bem aquela cena clássica que a gente vê nos filmes. Portanto, a gente vê ali Flávio Bolsonaro em pé ao lado de Donald Trump.
E uma outra foto que foi publicada por outro parlamentar que está nessa comitiva que foi aos Estados Unidos, também mostra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro...
Paulo Figueiredo, que também estava nessa organização, então, desse encontro. Esse encontro que, pela foto, é no Salão Oval da Casa Branca, a imagem aí divulgada. O pré-candidato à presidência viajou ontem para os Estados Unidos.
vinha trabalhando aí nessa agenda justamente para buscar uma pauta positiva ao pré-candidato à presidência da República. Inclusive, em seguida, ele deve conceder uma coletiva de imprensa. É no endereço alternativo, como foi colocado aí pela pré-campanha, pelas informações da pré-campanha. Isso porque, segundo a equipe de Flávio...
A Embaixada do Brasil em Washington não respondeu aos pedidos. Mas aí eu fui conferir com o Itamaraty, a solicitação foi feita por e-mail ontem à noite, num dia que é feriado nos Estados Unidos, aqui segundo a...
As fontes do Itamaraty me responderam, então, portanto, ficaria um pouco difícil de, a tempo, responder a essa solicitação. Então, a gente tem essa agenda pública que consta, né? A gente não tinha um encontro formal na agenda de Donald Trump, mas aí, pela equipe, realmente se confirmou com vocês.
Tá certo, Samanta, obrigada. Vamos deixar pra comentar então depois da coletiva, Vera? A gente acha que ainda precisa de mais informações. A foto tá lá, uma foto bem formal, porque o Trump tá sentado, o Flávio Bolsonaro tá de pé ali ao lado dele. Vamos saber depois como foi esse encontro.
Muito bem, agora a gente vai ao Rio de Janeiro, porque a Júlia Viana tem mais detalhes sobre a operação que atingiu o Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. Oi, Júlia, boa tarde, boa noite ou melhor. Boa noite, Débora, Vera e Carol. O ministro André Mendonça, do STF, afirmou que há um vínculo pessoal estreito entre o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o banqueiro, Daniel Vorcaro. Na decisão que fundamentou a nova etapa de buscas realizada hoje, Mendonça apontou ainda.
que a relação passou do contato institucional para indícios de tratativas ilícitas. Segundo o documento, as conversas teriam ajudado a viabilizar a captação de quase 3 bilhões e 690 milhões de reais em investimentos do Rio Previdência no Banco Master. O ministro destacou também que há coincidência temporal.
entre encontros de Castro com o Vorcaro e os aportes financeiros. A investigação começou após a análise do telefone do banqueiro apreendido em uma fase anterior da Operação Compliance Zero. Mensagens no aparelho indicam que parte dos investimentos bilionários dependiam de alinhamento político com o governador.
Para o ministro, há indícios de um esquema amplo, estável e bem estruturado de corrupção e lavagem de dinheiro. A defesa do ex-governador, no entanto, nega qualquer relação pessoal indevida entre eles e afirma que os contatos entre ambos aconteceram em agendas oficiais e institucionais. No apartamento de Cláudio Castro, os agentes apreenderam dois celulares, segundo a defesa do ex-governador. Um dos aparelhos era funcional e teria sido comprado há pouco tempo.
Já que o celular anterior do ex-governador foi apreendido durante a operação que investiga suspeitas envolvendo a refite. Além de Castro, outros sete alvos tiveram buscas e apreensões autorizadas pelo STF. Débora. Obrigada, Júlia, pelas informações. Gravíssimo isso, né, Vera? Mas também tem aí consequências para a eleição.
Certamente, o ex-governador Cláudio Castro vem de uma sequência de eventos adversos para ele. Primeiro a inelegibilidade, ainda por causa da lista dos funcionários fantasmas lá de trás. E aí a entrada do caso Master mais profundamente no capítulo Rio Previdência, que não é um capítulo qualquer desse escândalo, se você pensar.
que a entidade investiu um bilhão em letras do Master, quase um bilhão, novecentos e muitos milhões, é um sinal de que esse foi um veio importante de recursos drenados para o esquema do Daniel Vercário e o que a Polícia Federal...
investigou e apurou e está na decisão do ministro André Mendonça, que concedeu ali a busca e apreensão na casa do ex-governador, nos endereços também do ex-gestor do Rio Previdência, é um contato ali de alinhamento político. Ele descreve como um alinhamento político que foi necessário para que o negócio fosse fechado. Então não é como se olharam aquele...
aquela carteira do Master e acharam interessante, houve uma decisão técnica de investir naqueles papéis. Foi realmente um trabalho político de aproximação com o governo do Estado de turno e isso que levou a esse investimento que, na verdade, causou prejuízo.
aos beneficiários da Rio Previdência. Então, um caso que tem potencial, sim, de também causar estragos para a campanha do Flávio Bolsonaro, porque o PL é o partido do candidato à presidência, é o partido do próprio Jair Bolsonaro, e o Cláudio Castro é um aliado da família, era o governador do estado base eleitoral da família Bolsonaro.
Toda a campanha para o governo do Rio tem como candidato um aliado do Flávio Bolsonaro, que é o deputado Douglas Ruas. Então, todo esse grupo político é impactado pelas revelações feitas hoje pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal.
Ô Véria, eu estava comentando com a Débora no começo do programa que esse caso do Rio de Janeiro acende um alerta porque outros fundos de previdência fizeram investimentos também vultosos no Banco Master, claro que o caso do Rio de Janeiro chama mais atenção mas tem no Amapá, tem outros estados, outras prefeituras
Tem que ser investigado, né? Não dá pra gente fazer essa correlação direta, mas se o que estava acontecendo no Rio de Janeiro estava acontecendo também em relação a outros fundos de previdência, é um escândalo, né? Não, certamente. E sempre o modus operandi parece ser o mesmo, né? Uma conexão política que leva ao fato de que esses...
fundos de previdência foram ali direcionados para investir no Master, são 18 pelo menos, então além do estado do Rio tem o estado do Amapá a prefeitura de Maceió prefeituras aqui no interior do estado de São Paulo, entre elas São Roque e Cajamar, estado do Amazonas
Prefeitura de Itaguaí, no Rio de Janeiro, Aparecida de Goiânia, Araras, também interior de São Paulo, Congonhas de Minas Gerais. Então, é bastante coisa e isso vai ter desdobramentos políticos para os grupos que determinaram essas operações, certamente. E são pluripartidários, multi partidos fizeram esse tipo de negócio com o banco do Daniel Vorcaro.
Bom, e além dos fundos de previdência, temos o Banco de Brasília, o Banco Público que investiu também milhões no Banco Master e agora está tendo que lidar com esse rombo. Ana Carolina Tomé tem informações para a gente, porque há quem defenda uma solução conjunta, há quatro mãos para socorrer o BRB. Conta para a gente, Ana. Boa noite.
É isso mesmo. Boa noite para você, Carol. Boa noite aos nossos ouvintes. Neste momento, a governadora Celina Leão e outros representantes do governo estão dando uma coletiva de imprensa aqui no STF para tratar desse assunto do BRB. Inclusive, hoje, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, defendeu um esforço conjunto...
Para salvar o banco, segundo ele, se a instituição pública deixar de operar, o prejuízo será para todo o país e não apenas para o Distrito Federal. Em entrevista à CNN, Mota afirmou que este é o momento de agir com invenção e responsabilidade institucional sem deixar que disputas políticas interfiram nas decisões.
O presidente da Câmara também disse que a disputa eleitoral deve acontecer apenas no período de campanha e não em temas que envolvam o interesse público. Hugo Mota contou ainda que conversou com a governadora do DF, Celina Leão, sobre a situação do banco e que vem buscando diálogo com ministros do governo federal para tratar desse assunto. Segundo ele, não é bom para o sistema financeiro que um banco público como o BRB tenha dificuldades para manter suas atividades.
E afirmou ainda que ninguém ganha com uma eventual quebra da instituição e que apenas a população, nesse caso, sairia prejudicada. Por fim, o presidente disse esperar que a governadora consiga abrir esse diálogo com o governo federal para construir uma solução conjunta e evitar que o BRB...
desse de operar. A governadora Serena Leão então se reuniu com o ministro Luiz Fux e representantes do governo federal no STF, então que neste momento estão dando uma coletiva de imprensa aqui no STF, o encontro discutiu essa solução para a crise do banco, o GDF quer que o Supremo Briga e o Tesouro Nacional garantiram esse empréstimo de 6,6 bilhões de reais.
junto ao Fundo Garantidor de Crédito, lembrando que o banco teve um roubo de quase R$ 9 bilhões após operações fraudulentas com o Banco Mater. O ex-presidente do BRD, o Paulo Henrique Cota, está preso e é investigado por supostamente aceitar mais de R$ 140 milhões em tropina do banqueiro Daniel Vocarro. Em novas mensagens extraídas pela PF,
Ele afirmou em mensagem enviada ao dono do Master que os dois estavam ali juntando suas vidas após ter negociado o recebimento de imóveis em troca de aportes bilionários do Banco Público. Essas informações são do jornal Estadão. Em uma outra conversa, Costa perguntou a Vorcaro qual seria...
sua necessidade de caixa para poder viabilizar os repassos do BRB ao Banco Privado. Então, nesta terça, também, a Comissão de Assuntos Econômicos decidiu, a CAI do Senado decidiu convocar o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para prestar, então, esclarecimento sobre operações realizadas com o Banco Master e esse depoimento deve ocorrer na próxima terça-feira. Carol?
Obrigada, Ana. Olha o tamanho da confusão, né, gente? O Fundo Garantidor de Crédito também não é um saco sem fundo, né? Porque estão querendo empréstimo do FGC para cobrir o rombo do BRB. Tem projeto para que o FGC cubra o rombo dos fundos de previdência deixado pelo Banco Master. Querem que o Tesouro Nacional dê garantia para todas essas operações. No final das contas, vai acabar sobrando ré para o contribuinte, né?
Exatamente, o governo federal não estava nem um pouquinho disposto a participar de nenhuma dessas soluções para salvar o BRB, principalmente porque o governo de Brasília, a gente sabe, é um governo...
que não é aliado do Lula, pelo contrário, o governador Ibanez foi um opositor dele durante todos esses anos. Houve já aquele contencioso do 8 de janeiro que acabou afastando mais ainda. E o que a gente ouve quando conversa com...
integrantes do governo, e o próprio Dario Durigan já falou sobre isso publicamente, que não tem sentido usar dinheiro do contribuinte para socorrer um banco que, pelas investigações da Polícia Federal, deliberadamente participou de uma tentativa de fraude ao sistema financeiro. Ele sabia o que se apurou.
A direção do BRB sabia de toda a fraude promovida pelo Master e aceitou encampar o banco, comprar o banco, em troca de vantagens pessoais muito grandes para o ex-presidente, que também está preso. Então, ninguém vê sentido.
em fazer essa operação de salvamento do BRB. Tudo bem, tem correntistas que não têm nada a ver com isso, claro. Tem ali os funcionários de Brasília, servidores de Brasília, que eventualmente recebem pelo banco, tem tudo isso. Mas tem de haver uma responsabilização do governo do Distrito Federal. E tem de haver uma solução via Banco Central. Então é para esse caminho que o governo federal aponta nas conversas que a gente tem com eles.
e enfim tudo indica que caminha também para uma liquidação do BRB tem os correntistas e é dinheiro público também é um banco público
É, uma liquidação um pouco mais complexa, não é como de qualquer entidade privada, o próprio Master e outros tantos que foram liquidados ao longo dos últimos anos. Mas, perto do que foi fabricado lá, foi produzido lá, uma gestão fradulenta dessa magnitude,
Eu acho que o correto seria isso. Vamos ver como é que essas coisas, o que é técnico e o que é político, vão se mesclar para a decisão final. Mas o governo federal não estava disposto a aportar recursos para isso, não. Não sei se o Hugo Mota e outros do comando do Congresso vão atuar junto ao Lula, junto ao Ministério da Fazenda, para mudar essa percepção, mudar esse convencimento.
Mas não vai ser uma negociação fácil.
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado decidiu convocar o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, para prestar esclarecimento sobre essas operações realizadas com o Banco Master. O que a nova presidência fez para tentar reverter a situação. Esse depoimento vai acontecer na próxima terça-feira, dia 2 de junho, nesse grupo de trabalho que foi criado pela comissão para acompanhar os desdobramentos financeiros e institucionais.
relacionados ao caso. Só lembrando que até agora o BRB não conseguiu divulgar nenhum balanço, até por causa das auditorias que estão sendo feitas. São 6h19 agora, a gente tem informações ao vivo com a Larissa Lopes sobre as discussões da PEC, que põe fim à escala 6x1, discussões no Senado, que devem acontecer no Senado. É isso, Larissa, boa noite.
É isso mesmo, Débora. Boa noite para vocês, boa noite ouvinte. É que, Débora, hoje empresários se reuniram com o presidente do Congresso Nacional, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tratar sobre o fim da escala 6x1.
Esses empresários já conversaram antes com o Gumota, mas o presidente da Câmara está dando um andamento ali na PEC, que a tendência é que seja aprovada ainda nesta semana na Câmara dos Deputados. Então, os empresários foram conversar com o Columbre, no sentido de que seja uma tramitação com discussão no Senado e até...
querem também que vá essa discussão para depois das eleições. Inclusive, o presidente da Fiesp, Federação da Indústria do Estado de São Paulo, Paulo Skaff, ele disse que afeta, essa PEC afeta a competitividade das empresas no Brasil.
E disse que também cerca de 500 empresas já teriam transferido ali para o Paraguai, onde tem uma jornada de trabalho de 48 horas semanais. Ele ainda afirmou junto ao presidente da Confederação Nacional da Indústria que o debate está ocorrendo de forma açodada na Câmara dos Deputados. Fala que faltam estudos ali.
E falou, então, que também é uma medida eleitoreira que está sendo discutida às pressas por conta das eleições e que isso vai afetar de forma muito impactante o setor produtivo. Então, diante da tramitação que está ali até rápida na Câmara dos Deputados, ele busca que seja diferente no Senado Federal. Débora.
Obrigada, Larissa, pelas informações. Agora, essa história de tentar jogar essa discussão para depois da eleição, se o Acolumbre compra isso, ele vai contra as bases, né? Porque é um ativo, digamos assim, para todo mundo no ano de eleição.
Pois é, e se indispõem ao mesmo tempo com o governo, que ele já está bem desgastado, e com o presidente da Câmara, que apostou todas as fichas dele nessa votação. Não acredito que ele vá segurar, eu acho que vai acabar sendo aprovado.
Vai acabar sendo aprovado no Senado também. Pode ser que fique para o comecinho ali de agosto, logo depois das convenções partidárias. É inusual votar coisa importante no segundo semestre em ano de eleição, mas a gente sabe...
que quando a coisa diz respeito à própria eleição, a votação sai. A PEC Kamikaze, por exemplo, que aprovou um monte de medida eleitoreira do governo Bolsonaro, foi aprovada em setembro, em 2022. Então, sendo uma medida que tem um grande impacto eleitoral e que pode ser aproveitada por todo mundo...
Tem sim a possibilidade de mesmo no segundo semestre haver um esforço concentrado para se aprovar a medida. Eu acho que é muito difícil hoje em dia impedir a aprovação dessa medida. É como aquelas situações de água morro abaixo ou fogo morro acima.
que você pode até tentar conter, mas a coisa já ganhou tamanha força própria, tamanha atração, que acaba sendo um desgaste para quem se opõe, para quem se coloca no caminho. Mesmo com as dúvidas que há sobre os riscos de aumentar...
custo de mão de obra, aumentar a inflação, e isso tudo são riscos reais, vai se galvanizando na maioria da população. As pesquisas mostram isso também. A percepção de que é uma pauta para a qual chegou o momento.
Uma pauta que está aí, é uma pauta do seu tempo. Então, eu acho que vai acabar sendo aprovado, mesmo com esses lobbies contrários. E acho que o Alcolumbre também não tem interesse em ficar associado a uma pauta negativa, derrubar o fim da escala 6x1, até porque ele está com as barbas de molho, nesse caso, o Master. Porque, a exemplo do Rio Previdência, o Amapá Previdência investiu 400 milhões no Banco Master. E o cara que era o diretor-presidente, era indicação do Alcolumbre, foi tesoureiro da campanha dele em 2022. Então, assim...
Tá com as barbas de molho o presidente do Senado, né? É, ele também tem o seu contencioso no Master, bem grave aí pra ser tratado na eleição. Então é bom também aparecer nas bases com uma pauta positiva, uma agenda que o permita mudar de assunto, tipo o que o Flávio Bolsonaro tá tentando fazer com essa ida ao Washington, né?
Viva a voz de volta. E o ministro do STF, Alexandre de Moraes, determinou que a PGR se manifeste sobre o pedido para ampliar o escopo de uma investigação envolvendo a família Bolsonaro. A Samanta Klein tem mais informações ao vivo. Oi, Samanta?
Débora, o ministro Alexandre de Moraes, então, determinou essa manifestação da Procuradoria-Geral da República num prazo de cinco dias sobre pedido para ampliação da investigação que envolve o deputado cassado Eduardo Bolsonaro. A ideia aqui é averiguar se será necessário ou não incluir pessoas e fatos relacionados ao financiamento do filme Dark Horse.
A solicitação foi apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias. Isso depois de terem vindo à tona os áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro. Nessa petição, o vice-líder do governo na Câmara pediu que Moraes autorize a ampliação da investigação para incluir o senador Flávio Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro. O que é o inquérito?
de relatoria de Moraes está investigando. É justamente a conduta de Eduardo nos Estados Unidos, no sentido de tentar atrapalhar a investigação, buscar sanções contra o Brasil e também ataques a autoridades. Segundo Lindbergh...
há indícios de conexão entre os valores destinados ao filme e a atuação de Eduardo Bolsonaro nessas campanhas de sanções contra o Brasil. Vale dizer que, ao pedir a análise da PGR, o ministro Alexandre de Moraes não analisou o mérito desse pedido. O envio para a PGR, inclusive, é um ato de praxe, que sempre é feito. Fico com vocês.
Obrigada, Samanta, pelas informações. Faz sentido ver essa investigação sobre o financiamento do filme e entrar no escopo dessa outra que já existe? Uma coisa é o uso de emendas para financiar um filme, talvez em desconformidade com o que se espera do uso desses dispositivos, as emendas parlamentares. Outra coisa é o financiamento do Banco Master.
enrolado em todas as suas fraudes, há o mesmo filme ou o uso desse dinheiro para outros fins. Eu acho que isso faz parte já do escopo da investigação do caso Master. Não acredito que seja o caso de misturar uma coisa e outra. Então, já está sendo investigado o caso Master, o relator é outro ministro.
ministro André Mendonça, cabe a ele determinar que haja uma investigação mais aprofundada sobre o recebimento desses recursos por parte do senador Flávio Bolsonaro, que é uma autoridade com foro, portanto ele tem que autorizar uma investigação específica que diga respeito ao senador Flávio Bolsonaro, até para ver onde foi esse dinheiro, se ele foi realmente para o Master, o que é esse fundo no exterior no qual...
uma parte do dinheiro foi aplicada, etc. Não me parece que seja um caso que guarde uma semelhança com esse outro dos que são parlamentares e destinaram parte das suas emendas para custear esse filme.
Agora, Vera, a gente está esperando a coletiva, né? O senador Flávio Bolsonaro está atrasado. Acho que a gente podia comentar um pouco. Temos aí a foto do Flávio na Casa Branca com o Trump. Tem outra foto dele lá com o Eduardo Bolsonaro, com o Paulo Figueiredo. Tudo indica que foi uma visita super rápida, né? Não sei exatamente qual o impacto disso no eleitorado, na eleição. O Flávio está tentando mudar de assunto, né? Claramente sair das cordas depois de todo esse escândalo aí do Banco Master, né?
Claramente tentando mudar de assunto, tanto é que no aviso de entrevista que chegou para as redações, diz explicitamente que ele só vai responder sobre a agenda em Washington. Portanto, ele não vai querer dar novas declarações sobre o caso Master, sobre o caso Vorcaro, porque todas as declarações que ele ou aliados deram sobre esse assunto até aqui, produziram mais desastre, mais desgaste, porque sempre são informações contraditórias em relação às anteriores.
A última delas é aquela de ontem do Valdemar Costaneto ao Estúdio I, que a gente comentou aqui ontem no Viva Voz. Então ele quer realmente tentar virar essa página, se desvencilhar desse assunto e encontrou nessa brecha, literalmente uma brecha na agenda.
do Trump a oportunidade de tentar se mostrar como alguém que tem ali a consideração por parte do presidente dos Estados Unidos e é visto por ele como um candidato forte e viável, etc. Mas, por um jeito, não houve quase nem conversa entre eles. Vai ser muito difícil eles produzirem uma grande narrativa em cima só dessa foto, porque a gente sabe que tem os briefings diários da Casa Branca.
E a Casa Branca vai ser questionada sobre o teor da conversa, então não vai dar para florear muito esse encontro, que tudo indica foi bem rápido e obtido ali na última hora, na base do encaixe. Então vamos ver o que essa entrevista vai trazer.
acho que o impacto é menor do que de relações diplomáticas e oficialmente estabelecidas entre o governo dos Estados Unidos e o governo brasileiro, por meio dos encontros vários que já houve entre o Lula e o Trump e as negociações paralelas feitas pelas burocracias dos dois países. Mas eles vão sim tentar tirar algum dividendo disso e tentar principalmente mudar de assunto, que parece ser a maior preocupação nesse momento.
Bom, tem muitos ouvintes aqui, Vera, perguntando quem pagou a saída de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos. A nossa reportagem foi checar, tudo indica que foi dinheiro privado porque não aparece nada no portal da transparência. Mas, a gente assim que tiver essa informação...
confirmada de que foi dinheiro privado, a gente volta a trazer aqui para o nosso ouvinte. Quem falou sobre Flávio Bolsonaro, sobre a relação de Flávio Bolsonaro com o Daniel Vorcaro, foi o governador do estado de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas, que é aliado da família Bolsonaro, aliado de Flávio Bolsonaro. E vamos ouvir o que disse o governador.
Como eu falei, eu acho que tem muitas questões que ele mesmo precisa explicar. Eu acho que a população está vendo aí esse escândalo do Banco Master, que é uma coisa que agride a sociedade como um todo, isso deixa a sociedade em alerta e aí tudo tem que ser muito bem explicado. É porque eu tenho uma agenda de governador.
Veja, eu estou governando o estado. Quando é que eu vou pensar em eleição? No período da campanha, no período da eleição. Você vai na marcha para Jesus? Oi? Eu estarei na marcha para Jesus. Com ele? Eu não sei, tem que perguntar para ele. Eu estarei. Eu estarei porque eu vou todo ano. Não se compreenderam nada. Não, ainda não, mas eu estarei lá com certeza.
Bom, essa declaração foi feita pelo governador Tarcísio de Freitas numa agenda aqui na Zona Norte da capital paulista durante a entrega da primeira etapa de uma estação de tratamento de esgoto. Ele negou também qualquer afastamento dele, de Flávio Bolsonaro e desejou sucesso nessa viagem aos Estados Unidos no momento que o governador deu essa declaração. A foto...
de Flávio com o presidente Donald Trump ainda não tinha sido divulgado. Ele fala também na Marcha para Jesus, que é um evento anual que acontece em São Paulo e que todos os anos recebe toda a ordem de políticos, né? Quem está no executivo, eventuais candidatos e tal, né, Vera? Isso, em ano eleitoral sempre mais concorrida do que nos anos normais, né? Anos ímpares, que são os não eleitorais.
O governador também muito cauteloso para tratar do caso Master barra Flávio Bolsonaro, dizendo que cabe a ele falar, que não tem que falar sobre isso, por conta dessa condição de que a cada dia tem uma novidade e não se sabe direito.
como comentar. E provavelmente, depois da coletiva, os aliados vão tentar enaltecer essa agenda com o Trump. Mas como não se tem nenhuma informação até agora, ele também foi bem reticente em relação a isso.
Muito bem, a gente faz uma pausa no Viva Voz. Na volta, o ouvinte de São Paulo vai acompanhar a transmissão do jogo pela Copa Sul-Americana entre São Paulo e Boston River, com a narração de Oscar Ulisses. E Rafael Prats, o restante da rede, continua conosco aqui com o Viva Voz. Tiago Bronzato, que é diretor da sucursal do Jornal Globo em Brasília, vai falar sobre a operação que teve como alvo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
Estamos de volta com o Viva Voz e já está com a gente na linha o Thiago Bronsato, que é diretor da sucursal do Globo em Brasília. Boa noite, Bronsato. Boa noite, Vera, Débora, Carol e boa noite aos ouvintes. Oi, boa noite. Boa noite, Bronsato.
Brunzato, hoje a operação teve como alvo o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, mais uma operação da Polícia Federal decorrente das investigações do caso Master. O que já se sabe sobre o envolvimento do ex-governador e do seu grupo político nesse escândalo?
Pois é, Vera, o Banco Master foi liquidado, mas se tem alguma coisa que ainda continua redendo muito dividendos, ao menos para a Polícia Federal, é o celular do Daniel Borcaro, viu? Porque as mensagens do banqueiro revelaram ali um envolvimento do primeiro governador no escândalo do Master. E o alvo desta vez foi o Cláudio Castro.
ex-governador do Rio, que já tinha recebido uma visita da Polícia Federal há alguns dias em outra investigação e também teve que renunciar ao mandato para não ser cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral por causa de outra investigação.
Esse inferno astral político do Cláudio Castro não é uma conjunção aleatória dos astros. A Polícia Federal encontrou provas de que o Cláudio Castro mantinha um vínculo pessoal estreito e um alinhamento político com o Volcaro. Os investigadores também apontaram que essa proximidade entre o Cláudio Castro e o Volcaro teria sido fundamental...
para viabilizar quase 4 bilhões de reais em apotes do Rio Previdência, que é o fundo da aposentadoria dos servidores estaduais, no Banco Master, no momento em que a instituição financeira vivia uma dura crise de liquidez. Então, a Polícia Federal começou a rastrear esses recursos e descobriu também...
Acho que perdemos o contato com o Brunzato, a ligação caiu, a gente vai tentar refazer. Ele estava contando agora o que foi descoberto nessa fase de hoje da operação da Polícia Federal que teve o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e outros funcionários como alvos. O ex-presidente da Rio Previdência está preso desde fevereiro e ele também foi alvo de novas operações de busca e apreensão e ele também foi alvo de novas operações de busca e apreensão.
para se tentar encontrar documentos adicionais que expliquem um investimento de quase um bilhão de reais da Rio Previdência em papéis no Master. O Bruno Zato já está de volta. Diga, Tiago.
O que eu estava falando é que o inferno astral político do ex-governador do Rio não é ali uma conjunção aleatória dos aços, porque a Polícia Federal encontrou provas de que o Cláudio Castro tinha uma relação muito estreita e também um alinhamento político com o Vorcaro. E, segundo os investigadores, essa proximidade entre os dois e outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros outros
foi fundamental para viabilizar quase 4 bilhões de reais em aportes do Rio Previdência, que é o fundo da aposentadoria de servidores estaduais, no Banco Massa, que vivia, à época, uma crise de liquidez. E a PF diz que esse investimento bilionário só foi possível graças a uma dança de cadeiras na Rio Previdência. E essas mudanças em cargos estratégicos...
permitiu que o investimento desse montante fosse feito. E isso ocorreu mesmo tendo pareceres contrários a essa aplicação de recursos financeiros. E a Polícia Federal também aponta na investigação que há um sincronismo entre os encontros do ex-governador do Rio, convocaram e as liberações de recursos do Rio Previdência para o caixa do Banco Master.
Essa investigação da PF também afirma que essas aplicações continuaram mesmo com alertas de risco das transações. Ou seja, não era apenas uma decisão ruim de investimento. A suspeita é ainda mais grave de que o dinheiro suado dos servidores públicos do Rio...
foram desviados para o Márcia continuar em operação no mercado, o que também, de certa forma, atendia a alguns interesses políticos. Gravíssimo isso, né, Bronzato? Agora, ao que tudo indica, a candidatura de Castro ao Senado subiu no telhado. Primeiro que ele estava inelegível, mas queria ir para cima mesmo assim. Como é que fica o jogo político no Rio depois dessa operação?
Pois é, Débora, o PL, que é o partido do Cláudio Castro, entrou no modo de boliche eleitoral no Rio. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro avaliam se é o caso de fazer realmente um strike completo ali na chapa do Rio, antes que a Polícia Federal comece a derrubar mais pinos nessa investigação do Master.
E a operação deflagrada pela PF hoje, ela acelerou uma discussão sobre o fraturo do palanque no Rio, que já existia nos bastidores do PL. O partido vinha tentando montar uma chapa no Estado, com Douglas Rua como candidato ao governo, Castro ao Senado e o Márcio Canela do União Brasil na outra vaga do Senado.
Agora, depois dessa crise que atingiu o Castro, os bolsonaristas avaliam se é o caso de mudar toda essa escalação, tirar o Castro, rever Canela e até discutir se o Douglas Luas ainda é o melhor nome para enfrentar o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes. A avaliação da cúpula do partido é que o próprio Flávio Bolsonaro já carrega em suas costas uma crise intensa do Máster.
e ter que carregar o Castro, alvo de diferentes investigações, pesaria ainda mais na campanha eleitoral. Já a crítica direcionada ali para o Douglas Ruas é que ele estaria um pouco mais preocupado em tentar assumir um governo interino do Rio pela via judicial do que fazer em campanha efetivamente, até porque ele não é um rosto muito conhecido dos eleitores no Rio.
Enquanto isso, o pai está correndo solto, ampliando a presença fora da capital e tentando atrair prefeitos que antes obtavam ali em torno da família Bolsonaro. O mais curioso disso tudo é que quem vai bater o martelo sobre o futuro da chapa no Rio é o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre o tempo em sua casa com uma panela zelera eletrônica. Agora, Bronzato, essa operação no Rio de Janeiro deixa outros políticos com as barbas de molho, né?
Quer dizer, Carol, além do Rio Previdência, a PF também investiga investimentos feitos no Master por outros fundos de previdência de diferentes estados, como do Amapá, do Amazonas, de Alagoas, de Goiás e de alguns municípios de São Paulo. Em fevereiro, a Polícia Federal já havia feito uma operação para investigar uma aplicação de cerca de 400 milhões de reais do fundo do Amapá no Master.
Esse foi o segundo maior investimento feito por um fundo de previdência no banco do Daniel Glocaro, ficou atrás apenas da Rio Previdência. E entre os alvos dessa operação estava um destructor do fundo, que é um aliado do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, do Partido União Brasil, que não é investigado no caso. No mês seguinte, em março, a Polícia Federal fez outra investigação para apurar um aporte também de quase 400 milhões de reais na Amazon Prev no Master.
Esse fundo administra a previdência dos servidores públicos do estado do Amazonas. E quem foi o responsável por liberar a grana foi um contador filiado a partir do União Brasil, mesmo tendo pareceres contrários à aplicação. O União Brasil também aparece na Rio Previdência. A indicação do ex-presidente do fundo é atribuída ao Antônio Roeda, que é o comandante do União Brasil.
que nega ser o padrinho político. Mas os investigadores do Master estão apurando não só o caminho de dinheiro que saiu desses fundos para regar o Master, mas também a engrenagem política que movia esses fundos. E é o que tudo indica, Carol. Essa investigação ainda vai bem longe. É isso. Tiago Bronsato com a gente todas as terças e quintas aqui no Viva Voz. Obrigada, Tiago. Até quinta-feira. Obrigado. Até quinta-feira. Valeu, Tiago. Até quinta.
E a gente tem tempo para um último assunto. Igor Cardin chegando por aqui com o fim da aposentadoria compulsória como forma de punição para juízes e magistrados. Conta para a gente, Igor.
Pois é, Carol, por unanimidade, a primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidiu acabar com a aposentadoria compulsória remunerada como punição máxima aplicada aos magistrados. Os ministros acompanharam o voto do relator Flávio Dino e rejeitaram o recurso apresentado pela PGR. Nessa decisão, o CNJ deverá aplicar a perda do cargo e do salário como punição mais grave em casos disciplinares.
A medida vale para juízes e ministros de todos os tribunais do país, com exceção para os próprios integrantes do Supremo. Antes, a aposentadoria compulsória afastava o magistrado da função, mas mantinha o pagamento proporcional ao tempo de serviço. De acordo com o ministro Flávio Dino, a reforma da Previdência de 2019 retirou da Constituição...
o fundamento da aposentadoria compulsória como uma sanção disciplinar. O ministro afirmou que a punição não tem mais respaldo jurídico e destacou que os magistrados envolvidos em infrações graves não podem continuar recebendo remuneração custeada pelo poder público.
E, a meu ver, na minha perspectiva, nós estamos aqui tratando de uma situação em que infrações graves devem merecer punições que não sejam transferidas à sociedade e que tenham a nota da reprovabilidade.
Nos últimos 20 anos, pelo menos 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente por casos como venda de sentenças, assédio moral e sexual e favorecimento indevido a integrantes de facções criminosas. Carol? Obrigada, Igor. Já não era sem tempo, né, gente? Realmente um escárnio, né?
Exatamente, não tinha sentido isso, era um prêmio, na verdade, em vez de uma punição, você ser aposentado compulsoriamente com a integralidade dos seus vencimentos, como acontecia e era regra.
em toda a magistratura, em todas as suas instâncias, magistraturas estaduais, magistratura federal, etc. Só para ficar num caso do dia de hoje, porque foi preso o traficante Gerson Palermo, que é apontado como um dos cabeças do PCC, foi preso.
na Bolívia, na região de Santa Cruz de La Sierra, numa operação conjunta com a Polícia Federal Brasileira, e ele só conseguiu fugir porque recebeu um habeas corpus de um desembargador no Mato Grosso do Sul.
E aí fugiu em seguida e a punição para esse desembargador por esse ato, que acabou se comprovando que tinha ali ligação com a organização criminosa, foi ser colocado em aposentadoria compulsória. Então era esse tipo de situação que era a praxe no Brasil.
a aposentadoria sendo usada para tirar de cena juízes e desembargadores acusados ou com comprovada ligação, inclusive com malfeitos. Muito bem, encerramos por hoje o Viva Voz, mas amanhã tem mais, né Vera? Amanhã tem mais e o ponto final continua aí logo mais com as informações da coletiva do senador Flávio Bolsonaro.
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