Onda de frio causa mortes de gado em Mato Grosso do Sul
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Carol
Cassiano Ribeiro
Débora
- Morte de gado por frioMato Grosso do Sul · Pecuária · Hipotermia em bovinos · Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal · Pantanal · Pastagens
- Risco de frio e geada na safrinhaSuplementação animal · Confinamento de animais
- Agricultura e propriedade ruralManejo preventivo · Monitoramento de frentes frias
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
A CBM Agro, com Cassiano Ribeiro, da Globo Rural. Oferecimento FAESP, FAESP Senar e Sindicatos Rurais, a força que vem do campo. E Biodiesel, patrimônio do Brasil, limpo por natureza, potente por vocação.
O assunto de hoje do Cassiano Ribeiro é a onda de frio no Mato Grosso do Sul, que já causou mortes de gado.
Boa noite, Carol, Débora e ouvinte. A primeira frente fria deste ano já trouxe prejuízos para a pecuária de Mato Grosso do Sul. Segundo a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal, 83 bovinos morreram por hipotermia em cinco propriedades rurais do estado neste mês. A combinação de chuva, vento forte e queda brusca de temperatura provoca um choque térmico nos animais e aqueles que são mais vulneráveis, magros ou que passaram por transporte recentemente.
ficam estressados e sofrem mais. Alguns não resistem. Só para ter uma ideia, no campo, em poucas horas, os termômetros podem despencar de mais de 32 graus para perto de 5 graus. O problema é ainda mais grave no Pantanal, onde há grandes áreas abertas e pouca vegetação para servir de abrigo contra o vento gelado. A sensação térmica fica muito abaixo da temperatura registrada e pode levar os animais à morte rapidamente.
Apesar dos 83 casos deste ano estarem longe das perdas registradas em 2023, quando cerca de 3 mil bovinos morreram no estado, os produtores seguem em alerta. Em 2010, os técnicos de órgãos responsáveis pela defesa sanitária e animal chegaram a contabilizar aproximadamente 5 mil mortes relacionadas ao frio.
Além do perigo para os animais, o frio intenso também afeta as pastagens, que são a fonte de alimentação do rebanho. O capim perde qualidade e os criadores precisam aumentar a suplementação animal e confinarem os animais para reduzir as perdas. A recomendação dos técnicos é que produtores reforcem o manejo preventivo, levando os animais mais frágeis para áreas protegidas e monitorando a chegada das frentes frias, que já podem ser previstas com certa antecedência.
A agência também orienta que qualquer caso de mortalidade seja comunicado imediatamente para investigação sanitária e acompanhamento técnico nas propriedades. Por hoje é isso. Boa noite e até mais.
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