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‘Dizer o que você sente é o começo de quase tudo que funciona em uma relação’

11 de maio de 20262min
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Rossandro Klinjey faz uma reflexão sobre as relações e como se comunicar através dos afetos. O que você não diz ninguém tem obrigação de saber. Ouça.

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Participantes neste episódio1
R

Rossandro Klinjey

ConvidadoPsicólogo
Assuntos2
  • Comunicação em RelacionamentosExpressar sentimentos · Expectativas não ditas · Dificuldade em nomear sentimentos · Adivinhar como prova de amor · Ser humano e não extensão do outro
  • BioID: revolução em mobilidadeBioID · Tecnologia de baterias · Segurança e eficiência
Transcrição6 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Refletir para viver com Rosandro Klingey.

Parece óbvio. É óbvio. E mesmo assim é um dos erros mais repetidos dentro de qualquer relação. Esperar que o outro saiba o que você nunca disse. A lógica é curiosa. A pessoa guarda o que sente, não nomeia, nem fala. E ao mesmo tempo observa o outro com atenção de detetive, coletando evidências de que ele deveria ter percebido. Que se amasse de verdade teria notado.

Afinal, se prestasse atenção, teria chegado sem ser chamado. O silêncio virou teste. E o outro nem sabe que está sendo avaliado. Tem dois movimentos aí que merecem ser olhados separado. O primeiro é não saber nomear. Isso acontece mais do que a gente imagina. A pessoa sente, mas o sentimento não tem palavra ainda.

Fica numa região vaga entre o incômodo e a tristeza, o ciúme e o medo, ou quem sabe entre a necessidade e o orgulho. Pedir que o outro adivinhe o que você mesmo não conseguiu nomear é pedir o impossível. O segundo é saber e querer que adivinhem assim mesmo. Esse é mais difícil de admitir, porque adivinhar seria prova. Prova de amor, de atenção, de que você importa o suficiente para ser percebido sem precisar pedir.

A lógica tem uma poesia torta. Se eu precisar dizer, perde o valor. Só que o outro não é extensão sua. Tem a própria vida dentro da cabeça, os próprios ruídos, as próprias distrações. Não adivinhar não é indiferença. É ser humano. Dizer o que você sente é o começo de quase tudo que funciona numa relação. O resto é aposta num jogo que ninguém combinou jogar.

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