Fãs de Liza Minnelli denunciam assinaturas falsas em livro da artista
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Dan Stubak
José Godoy
- Autógrafos falsos em livro de Liza MinnelliLiza Minnelli · Venda de livros com assinaturas falsas · Edição de luxo · Reclamações de consumidores · Valor de mercado de itens autografados
- O Valor da Verdade e AutenticidadeAutógrafo feito à mão vs. impresso · Autógrafo como souvenir · Selfies em lançamentos de livros · Autógrafos de jogadores de futebol · Zico · Paulo Roberto Falcão · Pita · Careca · Renato Gaúcho
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No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Hora de Expediente. Com Dan Stubak, José Godoy e Luiz Gustavo Medina. Muito bom dia pra você, Dan Stubak.
Fala Milton, muito bom dia, bom dia Cassio, bom dia pra todo mundo, tudo certo? Bom dia Dan, tudo certo? Hoje é aniversário de muita gente, mas mais do que todos, ele. O Gêmeo, o Incomparado.
Steve Maravilha. E nem vou te dizer a idade que ele tá fazendo porque o homem é imortal.
Inarrável, incomparável, inalcançável. O homem que não é corpóreo é apenas uma sensação, uma alma. Um estado.
Bom dia pra você, Zé Godói. Oi, Milton. Bom dia. Bom dia, Cassio. Bom dia, ouvinte. Bom dia, Zé. Bom dia, Teco Medina. Oi, Milton. Bom dia. Bom dia, Cassio. Bom dia pra todos. Bom dia, Teco. O ritmo tá bom, Zé Godói. Vamos começar com você aqui.
trazendo essa história, essa polêmica em torno de Liza Minnelli, seu livro. É pelo que está escrito no livro ou não? É pelo que está prometido, nas edições, né, Milton?
O leitor, o consumidor, ele não quer ser enganado, né, Milton? E o consumidor, ele é muito literal, né? Se você fala que vai entregar uma coisa, descreve a coisa, você tem que entregar. A Laís Aminieri... Pois é, a Laís Aminieri está fazendo 80 anos, né? Um dos produtos que estão sendo lançados é para comemorar a data, são as memórias dela.
E a editora promoveu que vários desses livros seriam vendidos com cópias autografadas pela própria cantora. Tem vários tipos de edição, tem até uma edição de luxo que custa 250 dólares, toda bonitona, com a assinatura dela.
Só que daí o pessoal começou a comprar, começou a postar na rede social, comprei as memórias, olha o autógrafo aqui da Laysa, aí começou a discussão nos fóruns especializados de que aquilo ali não era assinatura dela, era basicamente aquele software.
que colocava o que deveria ser uma assinatura e reproduzia isso em todos os lugares, mas não tinha sido a própria artista que tinha aberto o livro. A própria mão, assim? A própria mão, com a canetinha, não tinha sido ela. E aí o pessoal não gostou, né, Milton? Porque o pessoal quer ter algum tipo de contato com o artista de verdade. Quer saber que o artista manuseou aquela página, que pegou a canetinha, molhou na tinta, né?
assinou ali bonitinho. O pessoal queria autógrafo como se recebe em sessão de autógrafo. Chega lá, entrega o livro, assina e tal. Nesse não precisava nem ir lá, recebi o livro assinado. O problema é que o assinado veio impresso.
Eu ia impresso naquele software que faz tudo igualzinho, e aí o pessoal falou, mas não é possível. Aí começaram as teorias conspiratórias. Como que a Laysa, que a gente vê que não tem tanta força no pulso, é capaz de fazer milhões de assinaturas sem nunca ter nenhuma alternação? Assinaturas são exatamente as mesmas, não tem nenhuma mínima...
não tem nenhuma alteração de um livro para outro. Aí começou a discussão, agora a questão é a seguinte, estão querendo reembolsos e devolver o livro. E ninguém quer ler o livro, o pessoal comprou pela assinatura. Mas o fato de não ter tanta força no punho para fazer as assinaturas iguaizinhas deveria ser um motivo para o pessoal dar um desconto, não é não?
Pois é, mas eles estão reclamando que eles queriam uma assinatura toda cheia de problema, porque como ela não teria um padrão, e agora como eles estão recebendo com padrão, eles não gostam, eles querem a coisa autêntica, como deveria ser. Vocês teriam algum problema, Dan, Teco, em receber um livro com autógrafo impresso em vez do autógrafo feito à mão?
Teco. Não, mas autógrafo é feito à mão, né? Se não é à mão, não é autógrafo. Não é autógrafo. Olha o Teco devolvendo o livro, tá. Não, perfeito. Teco já teria devolvido o livro. Dan Stubach, que dá autógrafo a todo momento. Eu? Eu acho que se não foi feito pela pessoa, não tem sentido.
Agora, Lays é uma baita gente, hein? A pessoa que tem que ser celebrada o tempo inteiro. Os maiores artistas americanos de todos os tempos. Por outro lado, tem que ser feito à mão, senão não tem sentido, né? É lógico. E quantos livros eram, Zé? Não, não tem o número de devolução, mas é muita coisa, são várias edições. Não, quer dizer, era impossível que ela assinasse todas à mão. Humanamente impossível. A partir desse princípio, né? Talvez o pessoal do marketing é que exagerou, né?
Se ela fizesse um X, um joguinho da velha, qualquer coisa, as pessoas sabendo que é dela já teria todo o valor do mundo. Você tem autógrafo do Dan? Não tenho, não tenho. Não é assim, Paulo? Minha mão não impresso? Não, não tenho. Ainda tá na minha listinha de desejos.
A gente tem uns contratos que ele assinou com a gente Se precisar, a gente manda pra vocês Ah, não, mas eu quero personalizado Vocês estão fazendo igual o pessoal da Lays Aminelli Que me manda um negócio que ele já assinou Aí não Até porque a assinatura de contrato é uma, a autógrafa é outra É outra, Dan? É muito sofisticado Desculpa Ô Dan, o que você escreve no seu autógrafo? Sou fã Nessa coisa de autógrafo, o Tony que tá aqui O Tony Ramos, né?
Quando a gente fez peça juntos, foi um momento que eu tive mais destaque, as pessoas começaram a pedir autógrafo para mim. Ele falou, você tem que fazer um autógrafo que as pessoas vejam o seu nome. Entendeu? E tem gente que pensa o contrário, que o autógrafo é só um rabisco para ser rápido. Então tem sempre essa divisão no mundo dos autógrafos. Tá bom. É o ouvinte aqui falando para nós. As pessoas estão interessadas em livro ou no souvenir? No souvenir. Claro que sim.
É isso. Mas isso aqui é muito comum, né? No Brasil agora também tem. Nas livrarias americanas sempre tem um lançamento, né? E sempre tem uma cota de livros autografados. Você entra na livraria e tá lá escrito autografado. E autografado mesmo, como aí, né? É, sim, sim.
Muito comum pra lançar o livro e tal. Agora, em lançamento de livro, vamos falar a verdade. As pessoas tão interessadas é na selfie, né? O pessoal tá ali autografando e na realidade todo mundo quer tirar uma foto. Não sei como é isso. É verdade. É, tem uma diferença só rápida. Que o autógrafo você vai chegar a ver, a selfie você não vê nunca mais. É.
E tem uma questão econômica que esses livros vão valer mais no futuro também, gente. Não podemos esquecer disso. Com autógrafo original. É, tem lojas nos Estados Unidos especializadas nisso, né? Em coisas autografadas. Aliás, é um grande mercado.
Bom, daqui a 20 anos, os herdeiros do pessoal que compram as memórias da Léia Zaminelli, esses livros não vão valer nada, vão estar no sebo. Mas se ela tivesse autografado, eles valeriam bem mais para os herdeiros, dos donos das cópias da memória da Léia Zaminelli. A única coisa que eu posso aqui dizer para vocês de autógrafo e tal, é que quando pedir autógrafo, não peçam na capinha de plástico do iPhone.
É o pedido do Steve Wozniak E claro que ela apagou Apagou rapidamente Você fez isso? Eu fiz isso, eu pedi o autógrafo Para quem mais pediu autógrafo? Bacana, esse aí é bacana Pois é, mas enfim Para quem mais eu pedi autógrafo? Para todos os autores Que eu já fui em lançamento, eu pedi autógrafos Para todos vocês, o Zé já pediu autógrafo Autógrafo
Teco Medina nunca lançou livro desde que eu nasci, então, né, pelo menos, nunca me convidou para os lançamentos de livro dele. O Pascoal tá assoprando aqui que ele pediu autógrafo pro Renato Gaúcho, não sei se é verdade. Não foi bem isso. Mas você, Teco, qual o primeiro autógrafo da sua vida? Ah, de jogador de futebol, acho que do Pita ou do Careca que eu pedi. Jogador de futebol, todos que eu encontrava eu pedi. Zé Godói, você? O primeiro autógrafo da minha vida foi o Zico.
O seu foi o Zico? Foi. E você tem ele até hoje? O Zico é atemporal, da famosa seleção de 82. Por isso que o Zico era moleque. Foi um encontro mágico no aeroporto. Eu tenho até hoje. Eu tinha 11 anos. E você, Zé Rodoy?
Cara, o meu foi o Paulo Roberto Falcão, o meu primeiro autógrafo. Eu vi que todo mundo pediu autógrafo pra jogador de futebol, né, Cássia? Pois é, eu confesso que eu nunca pedi um autógrafo pra ninguém, gente. Tem vergonha? Um pouco, assim, eu fico com um pouco de vergonha de abordar. Ah, tá bom. Mas o lançamento de livro pode. Ah, não, aí é dedicatório, aí, bacana, aí eu quero. Aí vai. Faço questão. Valeu, meninos, um abraço pra todos vocês. Tchau. Até mais. Braço.