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Encontro com Xi Jinping: 'Trump está precisando de alguma boa notícia'

13 de maio de 20266min
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Míriam Leitão destaca a chegada de Donald Trump à China em meio à pressão causada pelos impactos da guerra contra o Irã. Na reunião com Xi Jinping, os líderes devem tratar de comércio, inteligência artificial, Taiwan e da crise no Oriente Médio.

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Participantes neste episódio4
C

Caça

Host
C

Carlos Alberto Sardenberg

HostJornalista
A

Ana Luísa

Convidado
M

Miriam Leitão

ConvidadoJornalista
Assuntos3
  • Encontro Xi Jinping e TrumpDonald Trump e a NASA · Xi Jinping · Guerra Irã-EUA · Comércio China-EUA · Inteligência Artificial · Taiwan
  • Oposição interna ao Trump sobre guerra no IrãDonald Trump e a NASA · Irã · Estreito de Hormuz · Efeitos econômicos
  • Conflito diplomático Japão-China e desvantagem competitivaAcordo comercial · Apple · Tesla · Inteligência Artificial
Transcrição16 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Dia a dia da economia, com Miriam Leitão. Miriam.

Boa tarde, Sardenberg. Boa tarde, Caça. Boa tarde, ouvintes. Boa tarde, Miriam. Miriam, temos aí, então, o encontro dos líderes das duas maiores potências hoje, potências econômicas, potências militares e, enfim, o que a geopolítica mundial pode esperar, pode ver com esse encontro, Miriam.

Olha, esse encontro está atrasado, porque ele estava marcado antes da guerra e ele foi adiado por causa da guerra. Exatamente. E eu acho que o Donald Trump achava que ia chegar lá vitorioso. Lembrando que a China é parceira do Irã, tem muitos negócios com o Irã.

Mas a negociação de paz está indo muito mal, como estava dizendo Ana Luísa, chamou de lixo a proposta contra a proposta iraniana. Então esse é um assunto que é delicado para o Trump, porque ele está sendo um fiasco essa guerra para ele, Trump, que achou que ia fazer um passeio no Irã, que ia ser uma coisa rápida, e está sendo longa, e está sendo complicada, e está criando muitos...

efeitos econômicos ruins nos Estados Unidos e no mundo, e ele ainda não sabe como sair. Talvez o diálogo sobre isso seja tentativa de convencer a China a ajudar no convencimento do Irã de abrir o Estreito de Hormuz. Mas esse é um assunto que é delicado para o Trump.

Eu sempre acredito na diplomacia. O diálogo é sempre bom, o encontro de chefes de Estado sempre resulta em coisas que não são palpáveis no primeiro momento, mas que acabam se transformando em acordos de cooperação, em outros níveis. Então, é sempre bom que dialoguem em vez do conflito. Tem muitos assuntos entre os dois países, porque são países que são rivais, mas, ao mesmo tempo, tem muita...

Tem muita cooperação, tem muito acordo, muito, digamos, interesses comuns. Interesses comuns, acho que o grande interesse é de fazer um acordo comercial. Vamos lembrar que o começo do governo Trump, ele declarou guerra.

comercial ao mundo, mais particularmente à China, mas em outubro do ano passado as supertarifas foram suspensas, mas ficaram suspensas sem nenhuma negociação, sem um acordo para estabelecer o comércio em outras bases que os Estados Unidos considerem.

que são muito deficitários nesse comércio e a China também considere boa para ela. Então, esse assunto do comércio é um assunto muito importante. O investimento é como você estava dizendo ao final do comentário da Ana Luísa, que tanto a Apple quanto a Tesla têm muitos...

investimentos na China, tem muitos interesses. Então eles mostram isso, quer dizer, a...

O que aconteceu entre os dois países foi bem interessante, porque ao mesmo tempo que eles têm muitos interesses comuns, eles têm uma rivalidade histórica e profunda. Na inteligência artificial, eles podem até cooperar, mas eles são adversários. Cada um quer ser o líder na inteligência artificial, porque é a nova...

revolução do desenvolvimento. Tem um ponto que interessa a China e que é um ponto muito delicado, que é Taiwan, o território que é independente, é democrático e que a China considera que é parte do seu próprio território. E esse é um ponto de conflito. Então, outro assunto para conversar. Hoje à noite, o Trump vai ser recepcionado pelo Xi Jinping na sede do governo. Depois eles vão visitar o Templo dos Céus.

e vão ter essa reunião bilateral para tratar de todos esses assuntos. A expectativa é que o Trump está precisando de alguma boa notícia para trazer para o mercado doméstico. Ele está naquela situação, está na Berlinda, porque a economia vai mal por causa da guerra que ele iniciou, e as eleições estão muito próximas.

Então, tomara que saia de lá alguma coisa boa para o mundo, na paz entre esses dois grandes polos de desenvolvimento e dois grandes polos de investimento militar. A China investe muito, investe cada vez mais na sua máquina de guerra. Exatamente. Miriam Leitão, obrigado, Miriam. Até amanhã. Até amanhã, Sardenberg e Cássia, ouvintes. Até amanhã, Miriam.

O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

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