Monte Etna: vinhos de região vulcânica
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Suzana Barelli
- Vinhos e EnologiaRegião vulcânica da Sicília · Monte Etna · Uva Carricante · Uva Nerello Mascalese · Uva Nerello Cappuccio · Terroir
- Geologia do EtnaVulcão ativo · Aumento de altitude
O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Momento do Brinde com Suzana Parelli. Suzana!
Essa da BRK, seus ouvintes, eu não sou esse padriúco que você falou, mas eu estou quase na África, que eu estou aqui na Sicília, no cantinho. Tem um canto da Sicília que é mais perto da África do que da Europa. E a Suzana está na Sicília, ali na região do vulcão do Etna, onde se fazem bons vinhos, Suzana.
Se fazem ótimos vinhos. E o Etna é bem onipresente. Aquele cucurucu do Etna, que tem neve quase sempre. Qualquer lugar, todos os vinhedos que eu já visitei, que eu estou aqui, eu estou na minha quarta vinícola hoje.
Todos, de onde você olha, você pode procurar que você vai ter o Etna meio que protegendo, abençoando. Ele está ali presente e definindo muito do terroir. E o Etna, uma curiosidade que eu não sabia, é que você sabe que a cada ano ele fica um pouco mais alto?
porque vai saindo a larva e ele vai aumentando de altitude. Sabia disso? Olha. Tem mapa antigo... É, eu não sabia. Tem mapa antigo que ele tem 3.200 metros do nível do mar e atualmente ele tem 3.400. Achei curioso.
Mas eu vou falar rapidinho de uma uva que me surpreendeu muito aqui no Etna. Tem a branca, que é muito legal, que chama carricante. Mas eu quero falar da Nerello Masca Lese, que é a principal uva tinta aqui do Etna. E a Nerello, ela tinha, quando se começou a elaborar vinhos do Etna com mais afinco, que é uma coisa...
tipo 20 anos atrás. A Nerela, ela era meio... Os enólogos, tu não percebia a qualidade da uva, só que o consumidor, ou o nosso ouvinte, não dava muita bola, porque a Nerela, ela dá vinhos com uma cor mais... É que nem a pina no ar, sabe? É que dá um vinho tinto, mas é um vinho tinto mais claro, mais translúcido. E aí o consumidor achava que era um vinho tinto sem qualidade, porque não tinha toda essa potência, inclusive na cor.
E aí os enólogos daqui mesclavam essa Nerelo Mascarelli com uma outra Nerelo, que é a Nerelo Caputcio, que era para o vinho ficar mais concentrado. E ficava mais tânico, tudo mais esse vinho mais potente. Só que eles foram descobrindo no tempo, e por isso eu estou falando isso, até para chamar a atenção dos nossos ouvintes, que nem sempre a cor e a potência é tudo num vinho. Tem vinho que a gente pega o Pinot Noir, é o grande representante disso.
Que ele pode ter uma cor mais levezinha, mais translúcida, mas não significa que vai ser um vinho com menos complexidade. E a Nerelo Mascarese aqui, que eu estou provando, eu provei vinhos muito interessantes e com muita complexidade, mesmo tendo essa corzinha que tem ouvinte que pode falar, não vou provar porque não é tão concentrado, não pode ser um vinho tinto tão...
potente, e o meu convite para os ouvintes é prove a Nerello Mascarezi eu provei muita coisa muito boa aqui o que eu não consegui é fazer a lição de casa de ver quais vintes que eu provei aqui que tem no Brasil e qual o preço no Brasil mas tem bastante coisa o ouvinte vai achar isso com o rótulo quando está escrito Etno Rosso
Ou seja, étna, mas rosso de tinto. E vale a pena apostar muito nessa uva, que ele vai ver escrita no rótulo. E tem até uma fruta boa, mais mineral, às vezes até um pouco salgadinho, que eu recomendo muito. Suzana Barelli, você continua por aí? Continuo, fico até sábado aqui. Tá, beleza. Então amanhã falamos aí de novo. E obrigado, Suzana, e bom trabalho.
Obrigada. Até mais, Suzana.
No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
BYD
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