‘Músicas do mundo’: canções Māori
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- Música Nação ZuluMaisei Rica · Tangaroa, o Akamautai · Tereo Maori · Instrumentos de corda · Flautas · Reconnect
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João Marcelo Bôscoli. Boa tarde. Boa tarde, Tatiana. Boa tarde, Nando. Boa tarde, ouvinte. Tudo bem, João? Bem-vindo. Tudo ótimo. Como é que vocês estão? Muito bem. Músicas do Mundo. Quem que deu risada aí? Alguém deu risada.
A pessoa é muito contente aqui no estúdio, sobretudo há minutos de abrir a transmissão para a convocação da seleção brasileira. Está todo mundo animado aqui, a transmissão. Lá em cima, viu, João? A Nova Zelândia está na Copa, Tatiana? A Nova Zelândia está na Copa, André? Está, claro que está, João, francamente. É, francamente. Então vamos à Nova Zelândia? Bora.
Vamos ouvir uma música do povo Maori. É assim que fala, Tatiana? Maori? Acho que é. A Maori? Não sei. Eu não sei. Eu falei Maori. Vamos ouvir uma artista.
Lá tem uma cena de música pop bem intensa. Quando você vai para a Nova Zelândia, tem muito hip hop, tem indie, tem rock, mas tem as pessoas que fazem música misturando o folk local. A música dos indígenas locais, como são descritos, o povo maori aqui. Tem uma representante que é Maisei Rica. Vamos ouvir dela, Tangaroa, o Akamautai.
E re rei ki te papa ururui Te arara o tangarua E re rei ki te papa ururui
É pra acalmar antes da convocação, Tatiana. Nossa, eu tava dizendo, parece um mantra, uma reza, enfim, uma coisa bonita. Olha aí.
Vamos lá, João. Fale mais sobre a música, sobre ela. Bom, queria dizer que eu recomendo ouvir de manhã cedinho com aquele sol.
aquele sol gostoso da manhã, botei no fone e fiquei ouvindo, aí falei, vou levar, porque da Nova Zelândia. Bom, Nando, ela canta também em inglês, naturalmente, para colocar suas músicas nas paradas internacionais, mas aí no caso é a língua Maori, que eu pesquisei aqui, também é chamada de Tereo Maori, T-R-E-O Maori.
Ela tem na música dela, Tatiana Naniovic, a presença de algo que é muito forte na cultura local, que são os violões, as cordas, as guitarras todas. Lendo a respeito, eu vi que por uma certa proximidade, embora seja muito longe, sobretudo...
falando em 100 anos atrás, mas por ter alguma proximidade com o Havaí, faz parte de um dos destinos daquele instrumento ukelele, né? E, claro, a partir disso se desenvolvem vários outros instrumentos cordofones, né? Então tem isso muito na música local, tem muito também as flautas, muitos tipos de flauta, né?
são confeccionadas com bambus locais, mas também...
com outros materiais, com pedras, por incrível que pareça, um trabalho ali de esculpindo até ficar com uma precisão incrível, é uma flauta mesmo de pedra, é incrível. Eu tenho uma outra música aqui que ela está cantando, chama Reconnect, que ela, a Mais Henrique, apresenta, e talvez...
Claro, você vai entender um pouco mais o que ela está falando, mas eu acho que é um tipo de melodia que, mesmo sem entender, como foi o caso agora, você sente uma emoção, independentemente do que você está ouvindo ali. Acontece com o português no mundo inteiro. As pessoas ouvem cantoras, cantores brasileiros, se emocionam e não sabem o que a gente está falando. Mas a música da fala, a prosódia é muito bonita. Vamos lá, agora, Reconnect com a Maisa Rica.
A CIDADE NO BRASIL
Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
Nossa ouvinte aqui, o Mário, disse assim, nossa, que voz linda desta moça neozelandesa. Bonita mesmo. Lembrou Madre Deus. Olha. É muito bonito. Eu gostei. Tem que pinçar ali, claro, há outras músicas que moram pelo pop, né? Mas nessa praia, nesse temperamento aí, ela tem algumas e, poxa, me fez muito bem. Uma voz completa, assim, uma voz quente, né? Expressiva. Gostei bastante. Então...
Para não esquecer, mais em M-A-I-S-E-Y, Tatiana. Mais em Rica, com K. Ela é da Nova Zelândia, uma grande representante de toda a cultura maori.
de que todos lembramos do rugby, daquele ritual todo, as tatuagens, ela também as tem, e é uma artista, tem 42 anos, de 82, tem realmente uma carreira muito estável, tem muita coisa pela frente, vamos que vamos, da Nova Zelândia, com essa tradição maori, mas em rica, para você, música do mundo, a gente volta...
na segunda que vem com mais música do mundo, mas amanhã a gente tem o Gosto Sim? Tem o Gosto Sim. Já quer? Já tá com ideias?
Ah, não sei. Você tem alguma assim na ponta da língua? Não, mas então acho que a gente pode combinar no nosso grupinho e vem amanhã anunciar para o nosso ouvinte, tá bom? Tá bom. Eu quero aproveitar também e anunciar para o nosso ouvinte que no dia 5 de junho, Tatiana, vai ter um show lá no Blue Note de São Paulo, quem estiver na cidade. Nós vamos sortear.
10 pares de ingressos pra você, o 20% da nossa vida. E é um jeito que eu tenho também de garantir que talvez a Tatiana e o Nando deem um pulo lá, né? É óbvio que acabou.
A gente vai lançar a música Corsário, que falamos aqui há uns 10 dias aqui na rádio, ao vivo com a banda que gravou. Demais. Mas a gente vai falando mais. Tem um jeitinho gostoso de ganhar o ingresso, que é bem sim. Ah, eu tô curiosa. Então amanhã você fala mais e amanhã a gente define o nosso tema do Gossim.
Um beijo. Até amanhã. Obrigado, Nando. Obrigado, ouvinte. Até mais. Tem podcast que te inspira a conhecer lugares novos, a ir mais longe. É como o Dili EX5 IMI. Conheça o super híbrido Plugin com até 1.300 km de autonomia combinada, com conforto de primeira classe. E na cidade, você roda no modo 100% elétrico. Com esse SUV, cada caminho leva você mais longe. Dili EX5 IMI. Sua grande jornada começa agora. Saiba mais em dilibrasil.com.br.
No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
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