Apesar da guerra no Oriente Médio, Brasil consegue exportar mais para países no Golfo Pérsico
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Carol
Débora
Cassiano Ribeiro
- Exportações BrasilGuerra no Oriente Médio · Estreito de Ormuz · Produtos do agronegócio · Soja · Milho · Farelo de soja · Carne de frango · Carne de boi · Açúcar · Irã · Emirados Árabes · Rotas alternativas
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho. Que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais. Em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.
Apesar da guerra no Oriente Médio, o Brasil consegue exportar mais para países no Golfo Pérsico. Acompanhe.
Boa noite, Débora, Carol e ouvintes do Ponto Final. Mesmo com a guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Hormuz, que bloqueou o fluxo de cargas diversas na região, o Brasil conseguiu exportar ligeiramente mais para os países do Golfo Pérsico. E os produtos do agronegócio dominam a pauta de embarques para a região. Segundo dados oficiais da Plataforma de Comércio Exterior no Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio,
De janeiro a abril deste ano, o Brasil vendeu mais de 4 bilhões e 100 milhões de dólares para a região, um número muito semelhante ao do período do ano passado. E o desempenho deste ano é, inclusive, o segundo melhor desde 1997, quando inicia a série histórica oficial.
Soja, milho, farelo de soja, carne de frango, carne de boi e açúcar são os produtos brasileiros que dominaram esses embarques no período. Mas é importante destacar que janeiro e fevereiro foram os meses em que o fluxo ocorria normalmente. Em março, as vendas despencaram e em abril houve uma exceção. As vendas do Brasil para o Irã recuperaram força e de forma surpreendente, com uma alta de 86% sobre abril do ano passado.
Mas a soma das compras de todos os países da região é que puxaram o total para cima. Os Emirados Árabes lideraram as compras e o Irã foi o segundo maior destino das cargas brasileiras. E esse fluxo tem acontecido porque os exportadores brasileiros encontraram rotas alternativas para fazer os produtos chegarem em seus destinos.
tanto rotas marítimas, fora do Estreito de Hormuz, como rotas terrestres, para distribuir as cargas internamente. Uma operação mais cara, mas que pelo menos garante o abastecimento de alimentos e outros produtos essenciais da região e também garante um bom resultado à balança comercial do agro brasileiro. Por hoje é isso. Até mais.
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