O Príncipe da Música, Prince
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Nando
Tatiana
Tom Julão
João Marcello Bôscoli
- Prince e a música "Feel For You"Prince · Patricia Rushen · Chaka Khan · Steve Wonder · Melly Mel · Arif Mardin · Wanna Be Your Lover · Feel For You
- O drama do príncipe encantadoPrince
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No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas. Sala de Música Tom Julão Marcelo Pôscoli Fala, João! Boa tarde, Tatiana! Boa tarde, Nando! Boa tarde, ouvinte! Tudo bem, João, vamos falar do Prince.
Ah, meu assunto favorito. Eu imagino. Qual é a boa do Prince hoje? Bom, a gente vai falar de uma música que ele compôs e gravou sozinho no seu segundo álbum, mas que depois teve muitas versões. Originalmente, não sei se você, ouvinte Tatiana, Nando, se vocês lembram daquela música da Patricia Russian. Baby, now forgive me not.
I want you to remember. Lembra disso? Sim, sim. Então, essa moça, Patricia Rushen, o Prince era apaixonado por ela. E ele compôs duas músicas pra ela. Uma é a Wanna Be Your Lover, que é o single do segundo álbum dele. E a Feel For You, que é uma música que depois fez muito sucesso na voz da Chaka Khan nos anos 80. Então, aqui eu trouxe essa música em três tempos. Primeiro.
O Prince tocando violão, como a música foi composta. Depois a versão do Prince dessa música, gravada em 79. E depois a gente vai ouvir a versão da Chaka Khan, que é incrível. Tem uma historinha aí atrás, que o Prince não gosta que façam versões das músicas dele. Essa ele gostou. Tem Steve Wonder, tem o Melly Mel, que é um grande rapper americano. Uma mistura boa.
Vamos lá. Primeiro, então, a Feel For You que ele fez pra Patricia Rushen, que não quis, viu? Ele não fez, assim, só pra ela num estado de amor profundo. Ele queria que ela tivesse gravado. Ela ouviu e não gravou. Nem essa, nem a outra que foi a música de trabalho do primeiro álbum. Então, a Feel For You do jeito que a Patricia Rushen ouviu e não gostou. Patricia Rushen.
Eu não sei o que é mais legal, se é a voz dele ou o violão, que também é alucinante, né? É interessante, porque ele tinha 18 anos aí, né? Quando gravou essa demo.
E o jeito que ele toca, o jeito que ele canta, eu, pessoalmente, nunca vi uma trave do Prince. Nunca vi. Já assisti quando era mais jovem, Tatiana. O que é uma trave? Horas e horas. Horas e horas procurando ali nada. Ele realmente é de outro planeta. O que é uma trave, João? Desculpa. O que é uma trave? É um errinho?
É uma... Não, uma trave. Não, não. Uma trave é tipo... Não dá uma nota fora. Tem V. Não dá... Uma escorregada. Não patina, não patina. É, e ele, por exemplo, durante todo o início de carreira, sempre cantou a maior parte das canções ao vivo no falsete, né? Bebe, bebe, bebe. Muito. Não é exatamente fácil, né? Então, eu acho incrível. Quando ele foi gravar, ele gravou dessa maneira aqui, sozinho, né? Tem aqui até a lista de instrumentos que ele usou.
guitarras elétricas, todas as vozes, sintonizadores, uma bateria eletrônica, palma, baixo, sozinho, num estúdio, sem computador. Não é fácil. Vamos lá. Como ele gravou? Como é que ficou no álbum dele, de 79?
Transcrição e Legendas Pedro Negri
As duas são ótimas Gostei das duas Bom, essa aí é ele tocando já A música no seu estado final Aí o que acontece Tem um produtor turco Que assim como os irmãos Ertegun Teve uma grande influência na produção Da música popular americana Que é o Arif Mardin Arif Mardin com Iene de navio
Ele estudou em Berkeley, ele é contemporâneo, um pouco mais novo que o Quincy Jones, naquela faixa. Não tem tanta publicidade, um cara mais discreto, mas um grande, grande produtor. E aí, ele pegou essa música do Prince, ele chamou um pessoal de programação de baterias eletrônicas e tal, dos anos 80, muito, muito, realmente, pessoal que era o mais moderno.
chamou, como eu disse, o Melly Mel, que era do Furious Five, do grupo do Girl Master Flash e do Furious Five, para fazer o rap, que é o começo. O Steve Wonder tocando harmônica, grandes músicos de estúdio, e fizeram essa música virar realmente um dos grandes clássicos dos anos 80. Eram todos os prêmios. E, como eu disse, o Prince, ele fala, olha, aqui nos Estados Unidos...
Você não tem o direito de dizer não, é compulsório. Você resolve gravar uma música. O autor, na época, eu nunca fui consultado, porque ele não gostava muito de algumas versões e tal, sobretudo a Shared O'Connor, ele detestava aquela versão.
Coisas dele, né? De quem criou. É a mãe da música ali, falando. Mas essa ele gostou muito. E depois, se você quiser ouvir, Tatiana, Nando, você ouvinte, tem no YouTube, isso ao vivo, né? Todo mundo, né? A Chacacã com o Prince, com o Steve Wonder e eu tomando um calmante ali pra conseguir assistir. Então, essa foi a versão demais. Steve Wonder e Prince no mesmo palco? Não sei nem o que pensar. Então, assim...
Essa é a versão que explodiu muito contemporânea e esse negócio do chacacã, chacacã. Quem fez foi o próprio produtor disparando um efeito ali, não era um sampler ainda, era uma amostra da voz dela, mas não era um teclado, era um equipamento que fica ali na mesa de som, digital já e tal. E ela disse, eu vi uma entrevista dela hoje de manhã dizendo que ela ficou muito constrangida.
E eu vi o nome dela, Shakakã. Ela ficou constrangida, mas depois ele falou assim, calma, vai ser um hit. E foi, vamos lá. Feel for you, Shakakã. Dama de Fogo em Yorubá.
Tchau, tchau.
Meu, Steve Ronder, não é possível isso. É isso, gente. Chacacã. Gosto dessa. Dama de Fogo, uma das minhas cantoras favoritas. Amo a Chacacã. Quando ela não chega na nota, a nota chega perto dela. Quente, quente demais. É isso aí.
Obrigadas, musicais. Adorei. Chris Rogers Nelson, o nosso ama-deus da música pop. Beijo, João. Obrigada por hoje. Até amanhã. Até amanhã. Tô de volta aqui. Fazer o quê mesmo? Vocês vão ter que me apurar. Obrigado, ouvinte. Beijo.
O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
BYD
Dili
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