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Lesões e testes dão novo peso a amistosos da Seleção antes da Copa

24 de março de 202611min
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Comentaristas do Quatro em Campo destacam que a preparação da Seleção Brasileira para os amistosos contra França e Croácia ganhou contornos mais decisivos do que o previsto inicialmente. Com o grupo quase completo, o técnico Carlo Ancelotti enfrenta dificuldades em definir a equipe por conta de diversas lesões e da chegada de novos jogadores, muitos deles estreando na seleção.

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Assuntos9
  • Amistosos contra França e CroáciaNovo peso e relevância dos amistosos · Jogo de quinta-feira contra França · Jogo de terça-feira contra Croácia · Testes de jogadores novos · Definição de escalação · Mudança de caráter dos confrontos
  • Jogadores novos/debutantes na Seleção26 jogadores nunca convocados antes · 9 desses 26 trabalham pela primeira vez com Ancelotti · Mais de um terço do grupo é novato · Gabriel Sara como exemplo de trajetória · Histórias individuais de caminhos para seleção
  • Condição física versus qualidade técnicaJogadores contundidos podem perder lugar · Vantagem física sobre melhor técnica · Recuperação de contundidos antes Copa · Importância da forma física · Decisões baseadas em pré-temporada
  • Escalação da SeleçãoDesenho tático ainda indefinido · Vaga em aberto no meio de campo · Incerteza nas laterais · Problemas na zaga · Definição durante treinos de terça e quarta
  • Goleiros com problemas recorrentes de lesõesAlisson cortado 3 vezes · Ederson cortado 5 vezes · Raridade em goleiros terem tantas lesões · Questionamento sobre fragilidade da posição · Impacto na escalação de titulares
  • Calendário europeu desgastante e parada inéditaReta final de temporada na Europa · Calendário acelerado · Parada de 50 dias inédita em ano de Copa · Lesões aceleradas por desgaste · Recuperação até início da Copa
  • Defesa com dificuldades na SeleçãoDúvidas principais nas laterais · Problemas com zagueiros · Gabriel Magalhães com histórico de lesões · Incerteza defensiva · Principais dúvidas do Ancelotti
  • Trajetória de Gabriel Sara rumo a seleçãoPassagem pelo São Paulo · Ida para Norwich (2a divisão inglesa) · Transferência para Galatasaray em 2024 · Champions League pelo Galatasaray · Caminho friamente calculado
  • Estratégia de AncelottiTotal de 13 cortes na era Ancelotti · Wanderson cortado 2 vezes · Gabriel Magalhães cortado 2 vezes · Alexandre cortado 2 vezes · Recorrência defensiva · Vínculo com fim de temporada europeia
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Quatro em campo. Preleção. Oferecimento Monroy e Monroy Axios. Amortecedores e peças para suspensão. Qualidade de ponta a ponta. Carlos Eduardo Éboli, Rafael Prats, boa tarde. Boa tarde. Olá. Boa tarde. Boa tarde. Achei que eram três em campo, quatro em campo, cinco em campo. Leonardo Dai, boa tarde. Boa tarde a todos. Já dá um seu site, hein? Já. É que eu não jogo, né?

Então não dá. Ah, eu jogo. Eu jogo horrores. Você nem sabe. Escuta. Quem viu, viu. Nem no gol, Léo. Nem no gol. Muito menos. É. Quando eu jogava, a gente resgatava uns seres do sexo masculino pra jogar no gol, quando faltava gente. Aí era duro, porque as meninas jogavam, né? Tinha homem no gol. Era difícil fazer gol. Ainda que os caras ficassem em gol. Pelo jeito, se fosse Leonardo Day, não. Não, exatamente. Se fosse eu, ia ter artilheira de monte. Ela ia ter uma Cristiane em cada esquina.

Escuta, como está a seleção brasileira nessa preparação para amistosos com a França na quinta-feira? Daqui a pouquinho tem o treino da seleção brasileira em Orlando, às 18h no horário local aqui de Brasília, 17h no horário de Orlando, no horário local de Orlando onde está a seleção, 18h no nosso horário local aqui de Brasília. Na prática, como se fosse o primeiro treino da seleção para o jogo de quinta-feira, às 5h da tarde de Brasília, 4h da tarde de Orlando no jogo contra a França,

a gente teve uma atividade que, primeiro, foi uma atividade mais de recuperação física do que propriamente tática, porque todo mundo jogou no fim de semana pelos seus clubes na Europa, aqui no Brasil, enfim. E segundo, porque o grupo estava bem incompleto. Ontem tinha bastante gente ainda chegando na segunda-feira. Hoje o treino vai ser com o grupo quase todo completo. Os únicos que não devem treinar são os dois jogadores do Zenit e da Rússia, o Douglas Santos e também o Luiz Henrique, que estão voltando, estão chegando em Orlando dentro de instantes, porque tiveram problemas com o voo para sair da Rússia, enfim.

e para chegar nos Estados Unidos, chegam daqui a pouco. Então, eles ainda não devem treinar nesta terça-feira. E aí, nessa primeira atividade tática, deve ficar um pouco mais claro, talvez, o desenho da seleção brasileira para o jogo de quinta-feira contra a França, qual vai ser a escalação e tal. E com as várias lesões que a seleção tem, com os vários problemas, com a ideia de testar jogadores, tem muita gente nova na seleção.

São nove jogadores dos 25, mais de um terço, trabalhando pela primeira vez com o técnico Carlo Antilotti.

26 desses 25 jogadores nunca jogaram pela seleção brasileira. E aí é interessante perceber como cada um tem a sua história, cada um trilhou o seu caminho para chegar até lá. Olha o Gabriel Sara, por exemplo. O Gabriel Sara jogou aqui no São Paulo, quando ele foi para o Norwich da Inglaterra, muita gente estranhou, mas vai sair aqui do São Paulo jogando bem para jogar na segunda divisão da Inglaterra, vai sumir. E aí depois ele foi em 2024 para o Galatasaray da Turquia e agora está na seleção brasileira.

Neste momento, era inimaginável a coisa de três meses. Mas o caminho em si, que muita gente estranhou, ele garante que foi friamente calculado para chegar à seleção.

convenceram a ir para lá, foi a Champions League e a atração que isso seria, porque a gente conversou, o primeiro papo que a gente teve foi de Champions League e de seleção brasileira. O pessoal me prometeu que a gente montaria um time competitivo na Champions e isso poderia atrair a seleção e foi o que aconteceu. O Gala, para quem não é íntimo, é o Galatasaray, o time que ele defende na Turquia, que fez uma grande liga dos campeões da Europa, embora a última imagem tenha sido ruim, acabou sucumbindo ao Liverpool da Inglaterra

oitavas de final. Como o Bruno Guimarães está machucado, tem uma vaga e titular no meio de campo, no ar, né, pra esse jogo de quinta-feira contra a França. Esse treino de hoje e o treino de amanhã devem definir aí não só essa questão, como toda a escalação da seleção pro jogo de quinta-feira contra a França. Muito bem. Vai, Fê. Obrigado, Leonardo Dai. Vamos ouvir agora o Dudziak e o Éboli. Vamos lá. Éboli. Dudziak você não vai ouvir, não.

Só se você quiser incomodando ele na folga. Ele tá no grupo aqui, tá ouvindo. O Fernando fez uma cara de quem é

fazer uma pergunta super inteligente, aí eu falei, vai, você era pra fazer isso aí? Eu tô brincando, eu tô brincando. Obrigada. Fala aí, Éboli. Qual é a pergunta do Fernando? Fala qual é a pergunta, Nanda. Não, não era, ele só queria tocar aqui o quadro, mas é que ele fez uma cara, eu falei, nossa, ele tem uma pergunta muito específica. Fala aí, Éboli. Cara, é o seguinte, eu acho que a grande dor de cabeça nesse momento pro Ancelotti é administrar essas lesões, né?

A gente fala tanto de grupo fechado, lista fechada ou praticamente fechado. Olha, muita coisa pode acontecer, porque a gente está numa reta final de temporada super desgastante na Europa. Um calendário super acelerado também, né? Vários jogos vão ser cumpridos até o início da Copa do Mundo, porque a gente vai ter aí uma parada de 50 dias, que jamais aconteceu no período de Copa do Mundo, em ano de Copa do Mundo.

E as lesões estão acontecendo num ritmo acelerado. Os goleiros, por exemplo. Gente, é impressionante como o Alisson é cortado por lesão, como o Ederson é cortado por lesão. Só na era Carlos Ancelotti, foram 13 cortes. E dos 13 cortes, 10 cortes relacionados a defensores. É justamente onde o Ancelotti tem, talvez, suas dúvidas principais. Laterais ali,

mais alguns, os outros dois zagueiros, aí o Gabriel Magalhães me inventa também mais uma lesão, é um jogador que tem histórico de lesões. Então, a gente fica afirmando aqui, esse vai ser titular, esse vai começar a Copa, já está virando um grande ponto de interrogação. E essas observações que ele vai fazer contra a França e contra a Croácia, vão muito nesse sentido. Ele já vai começar a pensar, ou já está pensando, nas opções, ou novas opções,

Prats.

contra a França, quanto da próxima terça contra a Croácia, são amistosos que inicialmente seriam aí para fechar quase que uma lista que o técnico da seleção brasileira já tinha muito concluída na cabeça, mas isso que o Ebony falou, para mim, muda completamente o rumo da conversa, o caminho dos jogos. A seleção brasileira, fisicamente, tem alguns jogadores em situação muito delicada, não se sabe como esses jogadores que estão contundidos nos seus clubes vão voltar de contusão a 80 dias da Copa do Mundo,

essa Copa e há 50 dias para uma lista de Copa do Mundo. Então, fisicamente, uma seleção brasileira que tem alguns jogadores em situação preocupante e ter 26 ou possíveis 26 convocados, isso também abriu ou tem uma brecha para alguns que talvez não tinham muita chance agora tentarem chegar à Copa do Mundo. Porque é uma Copa do Mundo que vai falar muito sobre questão física e como a seleção brasileira vai se comportar fisicamente com alguns que estão contundidos e vão se recuperar aí as portas da Copa do Mundo.

Muda muito para mim a cara do confronto a quinta-feira contra a França. Muda muito a cara do confronto terça-feira contra a Croácia. Se era assim um amistoso quase protocolar para a Copa do Mundo, não. Os jogos ganham relevância, ganham peso. Porque os que estão bem fisicamente talvez tenham vantagem sobre aqueles piores fisicamente. Por mais que os piores fisicamente sejam tecnicamente melhores ou estejam à frente na concepção do técnico da seleção brasileira.

Quem for bem quinta-feira, quem for bem na terça-feira pode se garantir na Copa do Mundo

sem não ter sido convocado antes, no trabalho do Ancelotti, há quase um ano. Olha aqui, todos os cortes feitos pelo Ancelotti. Duas vezes o Wanderson, e o Wanderson, inclusive, acabou a Copa para ele, não tem mais jeito. Está com uma lesão séria, não vai se recuperar a tempo. Muito semelhante ao que está acontecendo com o Rodrigo também. Outra lesão, né? O Wanderson é muscular, o Rodrigo é joelho, o Rodrigo também está fora. Alexandre foi cortado duas vezes, Gabriel Magrante foi duas vezes, Alisson Hugo Sousa, Ederson Wesley, Matheus Cunha,

Joelinton e Caio Jorge. Todos esses jogadores cortados uma vez pelo Ancelotti. Se a gente ampliar para o ciclo todo da Copa, com outros treinadores, vai ampliar também o número de cortes do Alisson e do Ederson. O Ederson foi cortado, gente, cinco vezes. O Alisson, três vezes. O Gabriel Magalhães, três vezes. O que me causa muito espanto, principalmente na posição de goleiro. Não é normal a gente ver um goleiro ter tantas lesões

carreira, porque ele tá ali, ele não tem muito contato físico, os movimentos são mais, ele domina mais os próprios movimentos, movimentos técnicos, tem ali a queda no chão, mas é tudo treinado pelo goleiro, então e essa coisa, nós temos o que? Goleiros de vidro? Goleiros de cristal? E a gente tá falando do goleiro titular e do reserva imediato. Sim, sim. Então que ele fique atento a essa situação, o senhor Carlo Ancelotti. Perfeitamente. Prats, Éboli, obrigada por hoje e até amanhã. Até. Até.

Até!

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Monroe

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