Brasil desfalcado encara França em amistoso que perde peso como grande teste
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Carlos Eduardo Éboli
Maria Cristina Fernandes
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Quatro em Campo. Preleção. Oferecimento Monroy e Monroy Axios. Amortecedores e peças para suspensão. Qualidade de ponta a ponta. Gabriel do Dziac, Carlos Eduardo Éboli. Boa tarde. Olá. Boa tarde.
Amanhã tem amistoso da seleção brasileira contra a França. Haverá seleção brasileira? Brasil! Porque, minha gente, são 10 desfalques, é isso? Se eu não perdi as contas.
Desde o começo, se a gente pegar alguns jogadores que não foram convocados... Justamente porque estavam machucados. Exato. Eu acho que a conta vai ser por aí. Teve muito corte nessas últimas semanas. Principalmente no setor defensivo. Exatamente. E hoje não é um corte, continua lá no grupo, mas o Marquinhos...
Zagueiro do Paris Saint-Germain também não vai jogar. E eu acho assim que, para além do número, que pode acontecer mais ou menos, eu acho que a gente tem que já colocar um pouco as barbas de molho sobre um aspecto que a gente considerava sobre esse jogo contra a França.
de que seria o maior teste da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo. E aí quando você tem um time tão desmantelado, com tantas ausências, não tem o goleiro titular, que é o Alisson, não tem os dois zagueiros titulares, Gabriel Magalhães e Marquinhos, você não tem um dos volantes, por exemplo, o Bruno Guimarães já não foi chamado porque está lesionado, não tem o Edra Militão, que poderia jogar na lateral direita.
você realmente já fica assim, olha, tá, é o maior teste, mas não tem cinco, seis jogadores, e aí? Você tira alguma conclusão exatamente, ou poucas conclusões, né? Eu acho que se lá atrás havia uma expectativa de tirar muitas conclusões...
Agora eu acho que a gente tem que dar uns passinhos para trás e dizer que são algumas conclusões que vão sair desse jogo de amanhã contra a seleção francesa, que é muito qualificada, evidentemente, que vai, a gente imagina, colocar um nível de desafio muito alto para a seleção brasileira, mas qualquer coisa que aconteça no jogo a gente vai sempre pensar assim, mas o Brasil não estava com esse, esse e aquele outro.
Eu acho que isso é mais uma consequência de um processo que não é normal. Esse ciclo da Copa do Mundo para a seleção brasileira foi extremamente acidentado. O normal seria o quê? Seria o...
o Ancelotti chegar para essa partida como o Didier Deschamps está chegando com a seleção francesa. Com o time formado, com o time já todo encaixado, aliás, uma base que não é de hoje. E aí, de fato, você pode medir forças às vésperas da Copa do Mundo com um adversário que é protagonista como você. A gente está num processo do trabalho do Ancelotti, num estágio completamente diferente do que a gente vê do lado francês.
Ainda é um estágio de observações. Mesmo que a seleção não tivesse os desfalques, penso eu que o Ancelotti ia também ter que fazer algumas observações. Porque ele não tem ainda o seu elenco totalmente formado. Está muito bem encaminhado? Está. O time titular também está bem encaminhado? Está. Mas algumas posições deixam dúvidas. Dúvidas, como já falamos ontem, inclusive...
para as opções, quais são as opções para a zaga, quais são as opções para a lateral e ele precisa observar isso em jogo e a gente vai ter pela frente essa França que é uma seleção extremamente qualificada, tem alguns dos melhores jogadores do mundo
uma geração extremamente talentosa, uma máquina de fazer gol, faz gol pra caramba. Eu acho que vai ser um baita teste, mas a gente vai chegar amanhã numa condição de inferioridade. Amanhã quem é favorito? A França. Amanhã a França é favorita pra vencer o jogo contra o Brasil. O Brasil pode vencer? Pode. Mas já seria se o Brasil estivesse com força total, não?
Se o Brasil estivesse, se o trabalho estivesse em um outro estágio, Tati, eu acho que seria condição de igualdade. Porque nós também temos jogadores muito talentosos. Se a gente já tivesse o encaixe de time, de jogo coletivo, com os jogadores que hoje nós temos à disposição, são jogadores que assumem protagonismo nas suas equipes, nos campeonatos pelos quais desfilam.
que eu acho que com um encaixe melhor coletivo a gente podia chegar numa condição mais próxima da igualdade com a França, sim. Outros jogos importantes que acontecem nas eliminatórias para a Copa e que a gente pode ficar de olho do que nos espera aí no meio do ano.
Vale a gente ficar de olho porque amanhã a gente vai ter partidas da repescagem para a Copa do Mundo. São seis vagas ainda que estão abertas na Copa do Mundo deste ano, e elas vão todas ser decididas entre quinta-feira e a próxima terça. Então são quatro vagas na Europa e duas vagas na repescagem intercontinental, que são representantes de vários continentes.
diferentes. Então, só para a gente monitorar amanhã, por exemplo, duas da tarde, a gente já tem jogo envolvendo equipes europeias que estão tentando essas vagas aí na Copa do Mundo. No caso da Europa, são quatro vagas, como eu já disse, mas são 16 times brigando por quatro vagas. E como é que está funcionando a repescagem nesse ano? A gente tem quatro caminhos para a Copa do Mundo.
Cada caminho dá uma vaga. Então, no chamado caminho A, a gente tem semifinais e final. Quem for, entre aspas, campeão desse caminho estará na Copa do Mundo. Quem é que está nesse caminho? Itália e Irlanda do Norte vão se enfrentar amanhã. A Itália, que não foi as últimas duas Copas do Mundo e corre o risco de não ir à terceira Copa do Mundo seguida.
E o outro jogo é entre País de Gales e Bosnia e Herzegovina. Quem ganhar de Itália e Irlanda do Norte, encara Gales ou Bosnia e Herzegovina. E aí quem for o vencedor estará na Copa. E aí ocorre da mesma forma com os jogos entre Ucrânia e Suécia. Quem ganhar é jogo único, tá?
enfrenta o vencedor de Polônia e Albânia, e aí os vencedores se enfrentam e quem vencer vai estar na Copa. No caminho C, Turquia e Romênia, e Eslováquia e Kosovo, ganhadores se enfrentam e quem for o campeão, entre aspas, estará na Copa do Mundo.
E no caminho de Dinamarca e Macedônia do Norte, de um lado, e República Tcheca e República da Irlanda do outro, ganhadores se enfrentam e quem for aí o vencedor vai estar também na Copa do Mundo. Na repescagem intercontinental, a gente vai ter aí duas fases, né? Na primeira você tem Nova Caledona e Jamaica se enfrentando e Bolívia e Suriname também se enfrentando. E aí num segundo momento...
você tem partidas contra equipes que já estão ali no aguardo, que se classificaram com antecedência, que por ranking, elas já estão aí na Copa do Mundo. Uma delas é o Iraque e a outra é a República Democrática do Congo, são equipes que estão esperando aí para ver quem vão enfrentar, mas esses dois times que eu acabei de citar...
Eles só vão jogar na terça-feira contra esses ganhadores dos jogos de amanhã, né? Envolvendo aí essas equipes que eu acabei de falar, como Suriname e Bolívia, Nova Caledônia e Jamaica. Legal. O Brasil tem depois a Croácia, né? Semana que vem, certo?
Isso, na terça-feira, e antes de embarcar para os Estados Unidos, pega o Panamá no Maracanã. Aí já no período de última... Mas só em maio? É. Fim de maio? Depois da última... Contra o Panamá já vai ser a seleção da Copa.
Porque aí já é depois da última convocação. Da convocação, tá. Os jogadores se apresentam na Granja Comari, no Rio de Janeiro, região cerrando o Rio de Janeiro pra treinamento. Uma semana de treino, joga contra o Panamá, alguns dias depois se manda pros Estados Unidos. E lá tem outro jogo contra o Egito. Exatamente. Outro amistoso, tá.
Mas isso tudo em maio, né? Quando vence o prazo para mandar a lista de convocados, a convocação oficial sendo feita pelo Ancelotti. E esse é amistoso, né, Ebolí? Tudo maio? Exatamente, exatamente. Legal. Acho que é 11 de maio. O prazo. É o prazo para entregar a lista com os 55 jogadores. E dia 18 a convocação final. 18 é a convocação. Perfeitamente. Fala, Dudzi.
Não, 25, preparação na Granja Comaria aqui no Brasil. 31 de maio, amistoso no Maracanã contra o Panamá. Viajam para os Estados Unidos dia 1º de junho. 6 de junho, amistoso nos Estados Unidos contra o Egito. 13 de junho, estreia do Brasil na Copa do Mundo contra a seleção do Marrocos. 13, 19 e 24 de junho. Já vá anotando aí no seu calendário para ver se você vai ter folga ou não nesses dias.
para ver se vai poder ver o jogo da seleção ou não, ou se o dia seguinte será atribulado ou não. E só para a gente arredondar, né, que amanhã esse jogo Brasil e França, ele é às 5 da tarde, e nós aqui da Rádio CBN transmitiremos. Que horas mesmo eu entrego o bastãozinho?
4,55? Ah, finalzinho do estúdio. O 4,50 é um dos dois. Ah, tá bom. O 4,50 é um dos dois. O 5,50 ou o 5,50. Tá bom, vai ser uma honra. 50. Tá bom. Tem uns ouvintes aqui perguntando do Fernando, vocês sabem dele? O Andrade do Brasil. Não, por onde anda, Fernando? Então, não sei, sabe? Não, não veio hoje. Não, tá de chinelo. Tá de chinelo? É.
Deve ser isso. Deve estar nadando, né? Ah, é possível. Nossa, o Joano Maranhão, meu, ele tá terrível. Terrível. Eu chamo ele de Joano Maranhão. Nada. Perfeito, perfeito, perfeito. Tá bom.
Algo acrescentar, pessoal? Eu só quero dizer que eu vou ficar muito na torcida pela Itália. Eu confesso uma torcida, porque eu acho que a Itália tem que voltar para a Copa do Mundo. E é bolita, tem que torcer para a Itália, não tem jeito. E torcer muito para a Albânia, porque tem aí a expectativa de um técnico brasileiro na Copa do Mundo. O Silvinho, né? Ah, Silvinho!
Olha aí, Vi. Olha a torcida corintiana, que saudade do seu venho. O melhor lateral que nunca jamais fez um gol pelo Corinthians. Adorava ele. E faz um trabalho fantástico, um banho histórico. Se chegar na Copa do Mundo vai ser muito legal, vai ser uma bela história pra gente contar.
Eu vi uns jogos da Albânia quando eu estava na Albânia. Não no estádio, obviamente. Mas eu vi o pessoal ali em torno da TV e tal. E era o quê, hein? Eurocopa, pode ser? Eliminatórias. Não, talvez. Eu acho que era Euro. É. Acho que era Euro. Legal demais. Legal demais. Tomara que a Albânia se classifique mesmo. Valeu, gente. Obrigada por hoje. Um beijo para cada um. Até amanhã. Valeu, Tati. Tati.
Monroe
Amortecedores e peças para suspensão