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Pegadas Musicais: as diferentes versões de ‘Bring On The Night’

25 de março de 20268min
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João Marcello Bôscoli apresenta as versões da dançante música ‘Bring On The Night’, do grupo The Police, explicando curiosidades por trás das produções e diferenças sonoras. Ouça.

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Participantes neste episódio1
J

João Marcello Bôscoli

HostApresentador
Assuntos1
  • Bring On The Night (Police)Versão do Police · Versão ao vivo do Sting · Fusão de músicas
Transcrição13 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Sala de Música com João Marcelo Bôscoli. João Marcelo. Eu não tô me... Agora tô, peraí. Com essa camisetinha da trama aí. Quem você vai pedir pra eu agradecer hoje que você lançou e eu gosto. Não, ninguém.

É que, enfim, eu não tô me vendo. Eu tô na horizontal, mas eu tô me vendo de cabeça pra baixo. Só não conversa comigo assim, ó. O resto tá tudo beleza. Eu tô te vendo bem, nossos ouvintes também. Tá tudo certo. Não se mova, fique aí. Tudo bem. Vamos lá. Uma mesma música, né? Em versões diferentes. Aqui, no caso, tem duas músicas que foram condensadas numa única versão. A primeira que a gente vai ouvir é o Bring on the Night.

na versão do Police, e depois a gente vai ver na versão do Sting, que é o compositor da música, no álbum ao vivo Bring On The Night. Só que nessa gravação ao vivo, ele fundiu duas músicas do Police, ele fundiu Bring On The Night, e uma outra que é When The World Is Running Down. Então a gente vai ouvir a versão do Police, do Bring On The Night, depois vamos ouvir...

a gravação do álbum ao vivo do Sting já em carreira solo, com os músicos de jazz que depois eu vou falar. Depois vamos ouvir a segunda música do Police que ele incluiu nesse... Ah, é o Medley, né? Que são duas. E voltamos ao vivo pra ver a versão com ele ao vivo. Então, Police, Sting. Police, Sting. Duas músicas que foram condensadas numa única versão ao vivo. Vamos começar com a do nosso querido Police, de 79, Bring on the Night.

Vamos pra versão ao vivo agora dessa música? Bora. Não mais com polícia.

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Bom, é isso. Gostei. Não parece a mesma música. Não parece. Por que não parece? No começo, sim. Ele mudou um pouco o caminho harmônico no refrão. Ele fez uma outra caminhada, uma outra progressão ali. Quem está tocando com ele, o Marraquim na bateria.

Nosso querido Kenny Kirkland no piano, tem o Brentford Marsalis no saxofone, tem o Daryl Jones no contrabaixo, ficava com o Miles e tal. A gente dá pesada aí. Duas vocalistas, me fugiram o nome. Uma delas trabalhava como telefonista e fez o teste e o Sting aprovou. Ela saiu do emprego de atendente de telefone para cantar com ele e tal. Nessa mesma música ao vivo que a gente ouviu que tem esses músicos, os vocalistas.

Ele incluiu a When the World is Running Down, You Can't Go Wrong. E aí a gente vai ver a do Police e depois a gente vai pegar a mesma gravação num outro ponto, quando ele começa a versão dessa música do Police, ou seja, fundindo duas músicas do repertório do Police numa única apresentação ao vivo, na sua carreira solo. Police, When the World is Running Down.

É isso, vamos agora para a parte da música do Sting ao vivo, que ele funde a anterior com essa. Quando o mundo está rindo, você faz o melhor.

E aí, Marcelo. Polícia é legal, né? Isso aí é um tingue com os caras do jazz, né? Por ti. Legal, então é isso.

Pode ouvir a versão do Polícia. Quando o mundo está desmontando, desabando, caindo. Você faz melhor do que dá, né? Fazemos o que podemos, né, João Marcelo? E bring on the night. Que legal. Traga a noite, Tatiana. Eu não aguento mais uma hora no dia. Sério? Eu não aguento a luz do sol. Oh, meu Deus. Falou, Vampirel. Não, não sou eu. É o Sting. Tá bom. Curti. Esse é o Kenny Kirkland.

Curtir, curtir, curtir. Muito bom, muito obrigado. Obrigado, ouvinte. Amanhã a gente volta. O que temos amanhã mesmo? Dentro do estúdio. Ai, fofoquinhas musicais, eu adoro. Nesses dias a gente tá, nossa. Ai, gente, contar mais. Um beijo, João, até amanhã. Um beijo, ouvinte. Bora que sim, bora.

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