STF deve derrubar liminar de Mendonça sobre CPMI do INSS
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- CPMI do INSSLiminar de André Mendonça · Banco Master · Delação premiada
- Operacao FalaxFraudes bancárias · Lavagem de dinheiro · Comando Vermelho
- Agenda do presidente LulaInvestimentos em São Paulo · Relação com Tarcísio de Freitas
- Limite de penduricalhos no funcionalismoLimitação de pagamentos · Economia de 7 bilhões
- BolsonaroPrisão domiciliar · Michele Bolsonaro
Viva a Voz, com Vera Magalhães. Vera Magalhães, muito boa noite, tudo bem? Oi, Dé, boa noite pra você, pra Carol, pros nossos ouvintes, também pra quem assiste o Viva a Voz. Oi, Vera, boa noite. Já vamos à Brasília, Igor Cardim tem mais informações, caso Master, né? Banco Master tem mais uma possibilidade de delação vindo por aí, né, Igor?
Exatamente. Desta vez, pelo cunhado de Daniel Vorcaro, os advogados que atuavam na defesa de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, dono do Banco Master, deixaram o caso após as divergências sobre a possibilidade de acordo de delação premiada.
As informações foram confirmadas pelo G1. O advogado, pastor e empresário é citado em investigações relacionadas ao caso Master no Supremo Tribunal Federal. Zettel foi preso na Operação Compliance Zero, que investiga as fraudes. Em nota, a equipe informou que os advogados Maurício Campos Jr., Juliano Brasileiro...
e João Vitor Assunção deixaram a defesa de Fabiano Zéter por motivo de foro íntimo. Os advogados apresentaram ainda uma petição no Supremo Tribunal Federal indicando o advogado Celso Villardi, que seguirá ali com a defesa, lembrando que Villardi...
é advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, defendeu Bolsonaro ano passado no julgamento da trama golpista e agora vai representar com essa possibilidade, abrindo caminhos para uma delação premiada que segue também ao lado daquela delação de Vorcaro. Em uma outra frente, Débora, o plenário do Supremo Tribunal Federal marcou para amanhã aquele julgamento presencial da decisão do ministro André Mendonça que determinou seu número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número
a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, que nas últimas semanas estava debruçado sobre o caso Master, também convocando o Zé, o convocando o Vorcaro, a ex-noiva de Vorcaro, e aí agora o caso está previsto para ser avaliado.
pelos ministros presencialmente na sessão de amanhã, que devem então seguir a decisão de André Mendonça para a prorrogação dos trabalhos da CPMI, atendendo a um pedido do presidente Carlos Viana, ou então determinando que a CPMI acabe no seu prazo vigente, que é esta sexta-feira. Então a CPMI enfrenta ainda esse embrólio ali, tanto envolvendo o caso Master, quanto o próprio foco dos trabalhos que seria...
O caso do INSS, porque tem até esta sexta-feira para ler o relatório, aprovar o relatório ou rejeitá-lo, ou então continuar os trabalhos. O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, tem até a meia-noite desta quarta-feira, o prazo dado pelo ministro André Mendonça.
para fazer a leitura e a determinação de continuidade dos trabalhos da CPMI. Não há indicativos de que isso aconteça. E nos bastidores ele já tem se reunido diariamente com a advocacia do Senado e encontrou inclusive ministros do Supremo nesta semana para tentar barrar, amanhã frear esse adiamento da CPMI. Débora.
Obrigada, Igor Cardim, pelas informações em Brasília. Vou começar pelo final, porque a Vera tem informação fresquinha sobre esse que tem tudo para ser o primeiro embate público no plenário do STF sobre o caso Master.
Exatamente, Débora, porque eu publiquei no meu blog agora no Globo que amanhã, nesse julgamento a que o Igor se referiu, a decisão deverá ser pela derrubada da liminar do ministro André Mendonça. Embora isso não necessariamente vai indicar o placar exato daqueles que acham que tem que continuar até o final a investigação do caso Master. Não vai ter uma relação direta. Por quê?
Porque dentro do Supremo, a liminar dele foi recebida com uma certa estranheza pelo caráter dela, pela extensão da tese de que CPI é um direito da minoria, também para essa discussão sobre a prorrogação do prazo de uma...
investigação já em curso, ou seja, os ministros entendem que aí já vai uma dose a mais e uma dose excessiva de ingerência do Supremo numa questão que é de domínio interno do Supremo. Pelo menos essa é a explicação teórica, conceitual, que eu colhi para isso que deve ser uma derrota do ministro André Mendonça amanhã no plenário. Então, pelo menos seis votos dos dez ministros que estão atualmente...
deverão ser pela derrubada da liminar. Portanto, pelo fim da CPI, caso não seja um entendimento da própria cúpula do Congresso de que ela deve ser prorrogada. Vão deixar isso para uma decisão do Davi Ocolumbre, da mesa, do Congresso, etc., dizer que não é prerrogativa do Supremo definir esse caso. Isso quer dizer que todo mundo que votar pela derrubada da liminar
Está alinhado com o grupo do ministro Dias Toffoli e do ministro Alexandre de Moraes? Ou seja, tentando circunscrever ao máximo a investigação? Não necessariamente. Porque eu acho que até ministros que acham que a investigação deve avançar e não deve ter nenhum limite para ela, podem votar pela derrubada da liminar. Então são pelo menos quatro votos pela derrubada, mas podendo chegar até oito.
vai ser importante ver esse julgamento não só por esse placar em si, mas principalmente pelo que ele vai indicar em termos de debate daqui para frente desse caso Massi. Debate, inclusive, em relação a essas delações que o Igor também trouxe para a gente na reportagem.
É, a fundamentação dos ministros, né, Vera, por exemplo, na votação da prisão preventiva do Vorcar, a gente pôde ouvir um pouco do que pensam os ministros. O ministro Gilmar Mendes, por exemplo, acabou falando, criticando a fundamentação do colega André Mendonça.
Diz que tinha ali um monte de clichês, que alguns argumentos eram muito genéricos. Ele fez uma série de críticas, nada sutis, críticas diretas. E agora, o Carol, isso pode ir para os microfones, pode ganhar os microfones e as telas. Porque, lembremos, as sessões...
do Pleno do Supremo, elas são televisionadas ao vivo pela TV Justiça. Vão ser acompanhadas também por todos os veículos de comunicação, porque vai ser a chance de alguns desses ministros falarem de público pela primeira vez. Pode ter até algum embate ali.
sobre medidas entre o novo relator do caso Master e o anterior, que é o ministro Dias Toffoli. Então tem muitos focos possíveis de tensão ao longo desse julgamento, sem que a gente saiba direito qual vai ser o placar e nem o que ele vai indicar de pistas a respeito desses próximos passos. Em relação à delação premiada como princípio, como instituto, como conceito, existem várias teses, todas elas conflitantes.
e nem sempre coerentes entre elas. Muitos ministros que se opõem à delação num caso são a favor em outro, e vice-versa. E isso acaba expondo, muitas vezes, contradições de acordo com o interesse do ministro Nécio naquele caso. Ministros que foram veementemente contra a delação premiada no caso da Lava Jato, acataram de bom grado a delação premiada e não temos número 1 número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número
do tenente coronel Mauro Cid no caso da trama golpista, para ficar num exemplo bem explícito e bem recente. E agora que está se discutindo uma delação que pode inclusive ser conjunta, que também não é algo tão usual, isso pode ser objeto de crítica por parte dos ministros.
Bom, amanhã então o Supremo trata de caso máster, mas hoje os ministros estão debruçados sobre a questão dos penduricalhos, analisando aquela decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu o pagamento de penduricalhos acima do teto. A Samanta Klein está acompanhando, os ministros estavam tentando chegar a um certo meio termo, uma solução ali pelo menos de transição, né Samanta?
Isso, Carol, Débora Vera, boa tarde. Olha, a proposta dos ministros, então, é de limitar a 35% o valor que pode ser pago, portanto, em termos de penduricalhos.
Essa definição, então, que foi ali lida pelo decano, ministro Gilmar Mendes, e também como um voto conjunto com os ministros Flávio Dino, também Gilmar Mendes, Flávio Dino, além de Cristiano Zanin, esses quatro ministros, eles tiveram aí como solução.
temporária 35% do teto do funcionalismo, que é justamente o valor de pouco mais de 46 mil reais, o subsídio dos ministros do STF. Nessa, vale dizer também que essa medida vai valer para o período de transição, para uma norma geral que precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. O decano disse também que a prática observada nos últimos anos em relação aos pagamentos e não temos número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número
dos penduricalhos mostrou que esses valores acabaram por perder a sua justificativa original, que é justamente indenizar quando há um gasto dentro da função pública. Ele também ressaltou que começou a haver uma falta ou déficit de transparência com relação a esses pagamentos. Já o ministro Alexandre de Moraes trouxe alguns números.
Segundo ele, essa proposta dos quatro ministros pode trazer uma economia de cerca de 7 bilhões de reais. Segundo ele, nesse período de transição, a economia seria de 560 milhões de reais por mês, sendo pouco mais de 320 milhões relacionados aos 19 mil juízes e 240 milhões em relação aos 13 mil membros.
do Ministério Público. Vale lembrar que os ministros, numa comissão, avaliaram aí uma série de números. Por exemplo, o Conselho Nacional de Justiça dá conta que os valores pagos acima do teto estão quase na casa de 10 bilhões de reais e o Conselho Nacional do Ministério Público em pouco mais de 7 bilhões de reais.
tudo isso referente ao ano passado. Um outro ponto é que os ministros ainda defendem um adicional por tempo de serviço, ou seja, 5% a cada cinco anos no limite de 35% do teto do funcionalismo. Entre as verbas que podem ser pagas foram listadas diárias, ajuda de custo em caso de alteração definitiva de município,
gratificação por função cumulativa de jurisdição e até 30 dias de férias não gozadas. Então esse julgamento aí se encaminha para o final. Essa é a expectativa, pelo menos com vocês.
Obrigada, Samanta. É, gente, o Supremo tentando disciplinar de alguma forma essa matéria que tinha virado uma grande bagunça, né? Tem um teto, mas a gente sabe que o teto virou quase uma peça de ficção, porque o que mais tem é gente ganhando acima do teto, né? Exato, Carol. Eles fizeram aquilo que se faz muitas vezes em negociação. Restringiram, puseram um torniquete.
proibiram em duas frentes, uma com o ministro Flávio Dino e a outra com o ministro Gilmar, para depois negociar. Então você fecha todas as comportas e aí depois estabelece uma regra de transição. Essa história da regra de transição também é uma maneira...
do ministro Edson Fachin, contemporizar um pouco as pressões que ele sofre, sobretudo do Ministério Público e do Judiciário, que são, como a Samanta deixou claro na matéria, os espaços em que o furateto é mais disseminado.
e mais arraigado e causa mais rombo, mais danos ao orçamento, às contas públicas. Então, esse período de transição é uma maneira dele tentar não sair muito fustigado da enorme artilharia que existe contra a ideia de você cortar os penduricalhos e voltar a ter...
algum tipo de teto para os salários, porque a verdade é que hoje em dia teto salarial é uma ficção, ele serve para elevar os salários, então fazer uma regra de zonomia em que todo mundo se iguala ao teto, mas a partir daí o céu é o limite, porque você abre extra-tetos para todo e qualquer tipo de auxílio, penduricalho.
licença-prêmio, licença disso e daquilo. Então, é isso que o ministro Fachin vai tentar. Fazer uma regra que não desagrade, não desmorone o mundo, principalmente da magistratura, que é aquele ao qual ele é mais sensível.
de cujas pressões ele mais sofre, mas também impondo algum tipo de restrição. Também é uma maneira do Supremo limpar um pouco a barra dele junto à opinião pública, se disciplinar essa questão.
do teto, ele vai entrar numa pauta que é positiva junto à sociedade, que tem ali algum tipo de eco no sentido de que o Supremo fez uma coisa legal, uma coisa moralizadora no momento em que eles são atacados por todo lado, principalmente por essa questão do Banco Master.
Colocar um freio de arrumação nessa história, né? É isso. Vamos para o nosso próximo assunto aqui. O Guilherme Marconi, em São Paulo, tem mais detalhes sobre uma operação que teve como alvo o CEO e ex-sócio do Grupo Victor, que era aquele grupo que ia comprar o Banco Master. Você vê como tudo tem ligação, né? E o Marconi tem mais detalhes aqui para a gente. Oi, Marconi.
Débora, ao todo, 14 pessoas foram presas e outras 7 são procuradas nesse esquema que envolve o sócio, o fundador e CEO do Victor, Rafael Góes, e o ex-sócio Luiz Rubini, que foram alvos da Operação Fálax, deflagrada pela Polícia Federal hoje, para desarticular essa organização criminosa que era especializada em fraudes bancárias.
estelionato e lavagem de dinheiro contra a Caixa Econômica Federal. O rombo para o Banco Público pode superar a cifra de meio bilhão de reais. A PF apreendeu o celular de Góes na residência dele e a Justiça Federal determinou a quebra do sigilo bancário de Rubini.
Foram cumpridos 43 mandados em cidades aqui do estado de São Paulo e no Rio de Janeiro, além da Bahia. O esquema que começou em Piracicaba, no interior paulista, para atender essa facção criminosa, ganhou estrutura empresarial e passou a servir a diversos clientes por meio de uma rede de 172 empresas de fachada.
A logística para manter o crime vivo dependia do recrutamento de laranjas, que recebiam valores insignificantes, cerca de R$ 200,00, para emprestar os próprios nomes a essas empresas fantasmas. Com isso, os funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Em seguida, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptoativos para dificultar o rastreamento.
Essa estrutura de lavagem de dinheiro passou a ser utilizada também pelo Comando Vermelho, que é alvo da operação. Ao todo, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 47 milhões em bens e ativos financeiros. A defesa do CEO...
do Grupo Victor, Rafael Góes, e do ex-sócio Luiz Rubini, informou que vai prestar esclarecimentos às autoridades assim que tiver acesso ao conteúdo dessa investigação. A gente lembra que em novembro do ano passado, o Grupo Victor tentou comprar o Banco Master do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e no dia seguinte o banco foi liquidado pelo BC e o negócio foi desfeito. Obrigado, Débora.
Obrigada, Marconi, pelas informações. Quer dizer, Fictor, Comando Vermelho, Banco Master, a gente vê parte do sistema financeiro envolvido em crimes financeiros e também lavagem de dinheiro e com a participação de facções criminosas.
Exato, Débora, esse inclusive vai ser o tema do comentário do Bruno Caraza logo mais, mas esse tipo de investigação e o avanço no desmonte desse tipo de complexo de organização criminosa no qual você tem.
As facções em si, com presença em atividades lícitas da economia, em ramos ali, listas entre aspas aqui, em ramos estruturados da economia para praticar a lavagem de dinheiro, para ter braços ali na economia formal para diversificar os seus recursos e escoar dinheiro fruto do crime organizado.
Tudo isso deverá ser o discurso, o cerne do discurso da campanha do Lula à reeleição para a área de segurança. Porque o que eles vão dizer é que, mais do que fazer operações que resultam em mortes...
e mortes principalmente na ponta, e de peças que logo são substituídas pelo crime organizado, como operações que a gente está acostumado a ver nos morros do Rio de Janeiro, o importante para desmantelar o crime organizado...
é sobretudo atacar a sua cabeça, atacar ali a sua sustentabilidade financeira. E que é operações como a Carbono Oculto, todas essas que derivaram dela e que tem mais ou menos o mesmo modo operandi, seriam a maneira como o Lula...
entende o combate sistemático ao crime organizado. Isso também vai ser o discurso para contrapor qualquer tentativa que venha a ser feita por parte do governo norte-americano de ingerência na questão brasileira, na soberania brasileira, para classificar as organizações criminosas que operam aqui como grupos terroristas.
e com isso explicar, defender ou pressionar por algum tipo de interferência militar dentro do Brasil. Então, o Lula vai replicar, dizendo que o Brasil já enfrenta por meio de combate de inteligência e de troca de informações entre as várias agências.
que existem, a Receita Federal, a Polícia Federal, etc. E que os Estados Unidos ajudariam isso sim, se deportassem os criminosos brasileiros que estão sob guarida do governo americano, como é o caso do Magro e de outros tantos que foram para os Estados Unidos e lá...
se esconderam e isso dificulta justamente você desbaratar grandes quadrilhas do crime organizado. Então, existe um discurso que está sendo sistematizado, entabulado, embalado, para que o governo Lula tenha uma resposta.
aqueles que apontam que a sua política de segurança pública é só defender bandidos, só defender direitos humanos e que não teria uma atuação nessa área. E operações como essas ajudam a construir essa nova narrativa. Inclusive, Vera, hoje o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, minha entrevista...
A TV Globo disse que manifestou formalmente a posição do Brasil, a intenção dos Estados Unidos de classificar as organizações PCC e Comando Vermelho como terroristas. A proposta, ele disse que ligou, falou diretamente com o secretário do Estado americano, Marco Rubio, e que a proposta feita a ele é que os dois países se unam justamente para combater o tráfico de drogas e também o tráfico de armas, só para complementar.
Exatamente. Vamos para o nosso intervalo? Vamos sim, você fica com notícias da sua região. E na volta, a gente vai falar sobre a agenda do presidente Lula, aqui no interior de São Paulo, em que ele aproveitou para alfinetar o governador Tarciso de Freitas, isso claro, dentro do contexto das eleições.
Viva a voz de volta. Samuel Santos, em Ribeirão Preto. Tem mais informações. Ele que acompanhou a agenda do presidente Lula. Oi, Samuel. Boa tarde. Boa noite, desculpe. Já é boa noite.
Pois é, boa noite para você, para a Carol, para a Vera, para todo mundo que está nos acompanhando. E essa agenda não acabou, foi tão extensa durante toda esta quarta-feira que o presidente Lula ainda é aguardado no último encontro aqui em São Carlos, que fica na região central do estado de São Paulo. Tudo começou de manhãzinha em Gavião Peixoto, onde fica a sede da Embraer, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanhou o lançamento.
de um avião supersônico, um caça totalmente fabricado no Brasil. Ele, inclusive, acompanhou o teste da aeronave. Depois, seguiu para Araraquara, que fica do lado de Gavião Peixoto, onde anunciou a instalação de uma empresa chinesa, especializada em fabricação de componentes e equipamentos ferroviários, para construção de trens, que vai ficar às margens da rodovia Antônio Machado de Santana. Inclusive, já foi anunciado que a produção dessa empresa chinesa e a produção da rodovia Antônio Machado de Santana.
deve começar no segundo semestre desse ano. Durante o discurso, o presidente Lula exaltou esse aporte financeiro que chega ao país, mas aproveitou para falar do cenário político deste ano, cenário de eleições. Também alfinetou o governador Tarcísio de Freitas do Republicanos por não estar presente. Vamos ouvir.
Samuel, a gente está sem esse trecho da fala do presidente, se você puder resumir para a gente. Claro, a gente resume. Em tese ele falou que lamentava que o Tarcísio de Freitas, apesar de ter algumas rusgas políticas com o presidente, não estivesse presente, até para fazer um agradecimento, foi esse termo que o Luiz Inácio Lula da Silva usou.
A gente sabe as diferenças políticas entre Tessiz de Freitas e Luiz Inácio Lula da Silva. Depois essa agenda continua em São Carlos, que fica do lado de Araraquara, no caminho também da rodovia Washington Luiz, em São Carlos, dois compromissos. Agora há pouco...
Ele anunciou a ampliação do Hospital Universitário da UFSCar, Universidade Federal de São Carlos, inclusive anunciou alguns outros investimentos com a construção de uma maternidade no hospital. E agora ele é esperado aqui na sede da Latam, também em São Carlos, onde daqui a pouco vão ser anunciadas as vendas de aviões da Embraer para a empresa. Então, um dia muito cheio para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A gente tem agora aqui um trechinho, Samuel, da fala do presidente.
Eu lamento profundamente que o governador não esteja aqui. Ele poderia falar, falar o que ele quisesse. Agradecer ou não agradecer. Mas estivesse aqui porque é um investimento de quase 7 bilhões para São Paulo. Não é pouca coisa, não. É um investimento de 7 bilhões para gerar emprego, para trazer tecnologia, para trazer modernidade, inclusive para atender os trem que vai ser feito em São Paulo. Então eu estou aqui para dizer para vocês, esperem.
Porque este ano é o ano que a verdade vai ter que derrotar a mentira nesse país. Aí tivemos então esse trecho da fala do presidente Lula. Obrigada, Samuel Santos, que está em Ribeirão Preto, acompanhando a agenda. Ainda tem mais um evento, né, Samuel?
Exatamente, o evento que vai acontecer daqui a pouco, o presidente é esperado daqui a pouco aqui na sede da Latam, que fica na rodovia Tales Lorena de Machado, que liga São Carlos a Ribeirão Preto, onde vai ser anunciada a aquisição de alguns aviões da Embraer, por isso o presidente Lula é esperado. Inclusive repercutiu com políticos aqui da região, elogiou muito o prefeito de São Carlos, mesmo não sendo do partido, ele cita muito essa pacificação política, principalmente quando se fala de município. Volto com você.
Obrigada, Samuel Santos de Ribeirão Preto. Bem, Vera, então aí uma antecipação, né, obviamente, do debate eleitoral já. Exatamente, fica muito evidente, né, Débora e Carol, aquilo que a gente vem falando sempre aqui para o ouvinte do Viva Voz, o caráter nacional da disputa em São Paulo e o quanto São Paulo vai ser um palco que o Lula vai privilegiar muito.
Ainda que sejam, pelas pesquisas de hoje, remotas as chances do presidente vencer aqui, ele sabe que ele precisa sair daqui com uma quantidade total de votos muito significativa para isso influir no placar nacional.
E essa polarização com o Tarcísio é importante para isso. Então, o contraponto com o governo Tarcísio, que vai ficar sendo marcado o tempo inteiro, pelo Lula, pelo Fernando Haddad, pela Simone Tebet e pelo Geraldo Alckmin. A montagem desse time de pessoas ali de peso, todos eles foram ministros, todos eles já disputaram eleições majoritárias nacionalmente.
A gente está falando aí de quatro ex-candidatos a presidente da República na chapa majoritária de São Paulo, caso se confirme a presença da Marina Silva nessa chapa. Então, Simone Tebet, Marina Silva, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, todos eles já disputaram a presidência da República. Então, uma eleição extremamente nacionalizada para tentar...
fazer aquilo que eles chamam de perder de pouco aqui, sair com um número de votos que deu uma calção nacional. E atacando o Tarcísio, que é o principal nome do bolsonarismo fora da família, eles acham que também enfraquecem a candidatura do Flávio Bolsonaro de alguma maneira. É fácil? Não é fácil. Principalmente no interior de São Paulo, de onde falou o Samuel agora com a gente, em que o Tarcísio é muito consolidado, tem uma aprovação muito grande.
E é provável também a vitória do Flávio Bolsonaro no interior de São Paulo. Vera, aproveitando esse gancho, você acha que a ida do Bolsonaro para casa, para a prisão domiciliar, muda alguma coisa nessas articulações? Tem gente que teme a influência da Michele Bolsonaro com o marido em casa. Se isso poderia mudar alguma coisa no que está sendo negociado.
Eu acho que só quem não acompanhou o governo Jair Bolsonaro e a vida política do Jair Bolsonaro para achar que a Michele Bolsonaro vai ter alguma influência sobre o Jair Bolsonaro. Eu acho que isso é narrativa de baixa qualidade, meio folhetinesca.
na verdade ele vai fazer o que ele sempre fez, que é tentar comandar a direita e aqueles filhos da maneira que ele achar mais interessante. O que vai facilitar é para ele mandar os recados, e aí eu acho que ela vai ser a pessoa que vai mandar esses recados, aqui e ali.
assim como os filhos, porque os filhos também podem visitá-lo. Eu acho que facilita o trânsito de informação dele para outros integrantes ali da direita. Então, o telefone sem fio corre mais fácil ali. Existe, é óbvio, uma briga entre a Michelle e os filhos, mas é uma briga...
que é justamente o espaço, mas não a ascendência junto ao Bolsonaro. Ali, a Viel é a contrária, né? É ele que determina quem vai ser o quê, quem vai fazer o quê. Não vejo a Michelle com esse poder articulador todo que estão querendo dar para ela, mas nem de jeito nenhum.
A gente faz mais uma pausa no Viva Voz para que você fique com notícias da sua região. E na volta tem Bruno Caraza para falar de economia e vai repercutir com a gente essa operação envolvendo o CEO e ex-sócio do Grupo Victor.
Estamos de volta com o Viva Voz, agora que são 6 horas e 46 minutos. Já está com a gente na linha o Bruno Caraza, nosso colunista das quartas-feiras. Boa noite, Bruno. Boa noite, Vera. Ei, Débora. Oi, Carol. Boa noite para você que acompanha a gente aí pela CBN. Boa noite. Oi, Bruno. Bruno, a gente viu que hoje a PF deflagrou mais uma operação, né? E agora que apura uma fraude de 500 milhões.
que teria sido cometida, praticada pela Fictor, aquela empresa que tentou comprar o Master. Mas um desdobramento de um modelo de negócio que parece misturar fraude com conexão com o crime organizado. Explica um pouquinho para a gente do que a gente está falando, de que engrenagem é essa, e que desdobramentos a gente pode ver de agora em diante nesse caso.
Pois é, Vera, é um caso que tem muitas similaridades com o caso Master e uma empresa que tinha relação com o Banco Master. A Ficto é uma financeira, até pouco tempo atrás, ela só era conhecida porque era patrocinadora do Palmeiras, mas era uma empresa com pouco lastro no mercado e ela realmente surgiu quando ela...
como uma das possíveis compradoras do Master, depois que melou a negociação com o BRB. O Daniel Vorcaro anunciou que a Fictor estaria comprando o Master junto com um grupo de investidores árabes. E isso muita gente desconfiou imediatamente, porque era uma empresa...
para a base financeira para fazer esse tipo de operação. E foi exatamente nesse dia que o Daniel Vorcalo foi preso pela primeira vez quando ele tentava viajar para o mundo árabe, acho que Dubai, talvez. E a Fictor, depois disso, passou a ter dificuldade de captar recursos no mercado, entrou em dificuldade financeira e chegou, inclusive, a entrar num processo de recuperação judicial.
Hoje essa operação da Polícia Federal vai além, além dos problemas financeiros que ela tem, agora umas conexões com fraudes e com conexões inclusive com o crime organizado. Segundo o que a gente sabe, que saiu agora ainda pouca coisa, a PF vem investigando isso desde 2024.
o envolvimento de sócios da Fictor com esse esquema, que era um esquema que envolvia a criação de empresas de fachada e a cooptação via pagamento de propinas de funcionários, gerentes, executivos de grandes bancos como Caixa, Santander e Bradesco, que concediam empréstimos para essas empresas de fachada.
E assim essas pessoas faziam compra de bens de luxo, investimento em cripto ativo, que na visão da Polícia Federal é uma tentativa de lavagem de dinheiro, porque são os mesmos operadores que supostamente operavam também para organizações criminosas como o Comando Vermelho. Então é mais um desdobramento de...
missão financeira que cresceu muito rápido nos últimos tempos e tem conexões aparentemente com o crime organizado, como já era o caso tanto do Master quanto da REAG. E Bruno, a cada operação da Polícia Federal fica mais claro que essas instituições se aproveitam de falhas na fiscalização e também com a conexão com políticos para cometer ilícitos, né? Que passam por desvio de dinheiro e também por lavagem de dinheiro.
É isso, Débora. Fica cada vez mais claro que isso aconteceu no caso do Banco Master. Também tem evidências que pode ter acontecido com a Ficto. Na verdade, o Banco Master explorou diversas falhas do desenho do sistema. Primeiro, ele usou essa possibilidade do fundo garantidor de crédito de ressarcir as pessoas.
que tinham investimento até 250 mil reais para lançar papéis com promessas muito audaciosas de remuneração. Então ele captou bilhões de reais no mercado, pensando que se desse errado a operação, ele ia empurrar o prejuízo para o fundo garantidor, para os outros bancos do sistema, que foi o que aconteceu.
Também tem muitas evidências de que essas instituições se valeram de uma estrutura de fundos para desviar e ocultar esses valores. E aí entra a participação da REAG nesse caso, que também já foi investigada por conexões com o crime organizado para a lavagem de dinheiro dessas organizações na Operação Carbono Oculto. E aí temos uma falha da CVM,
que é o órgão que deveria...
para lastrear essas operações e inflar resultados. E aí teve vista grossa de auditorias privadas que atestavam esses balanços. E tem a corrupção pura e simples. Tanto de agentes públicos, como a gente viu no caso dos diretores e ex-diretores de fiscalização do Banco Central, e essa corrupção privada que a gente está vendo agora com gerentes de grandes instituições financeiras privadas, grandes bancos privados.
E aí, além disso, as conexões com políticos, né? Que é todo um esquema de pagamentos, contratações fictícias, visando tanto a obtenção de decisões favoráveis, né? Sejam sentenças judiciais, sejam mudanças de leis.
quanto a proteção caso o sistema fosse derrubado como acabou sendo derrubado. Então é uma ampla rede de operações que exploram falhas do sistema e corrompem pessoas que deveriam estar ali fiscalizando, dizendo não e barrando esse tipo de operação.
Agora, Bruna, até que ponto a gente deve se preocupar com a possibilidade de essas fraudes não serem só casos isolados, mas sim algo sistêmico e praticado também por outras instituições financeiras?
Pois é, esse é o principal temor, né, Carol? Que isso não seja só o fruto de um gênio do mal que organizou todo esse sistema e se aproveitou dele e desviou bilhões de reais e ficou nisso mesmo. Tenho medo de que outras instituições estejam seguindo o mesmo caminho ou se valendo desses canais. E aí, ao meu ver...
de tudo que tenho lido e estudado a respeito, acho que tem duas grandes questões aí. A primeira é saber se essas pessoas chaves, como o Vorcaro e os executivos desses bancos, eles agiam sozinhos ou se eles eram intermediários de um esquema maior. É a questão de saber se o cabeça da organização era o Vorcaro ou se ele agia como intermediário.
para a gente mais poderosa que se valia de toda essa estrutura que foi criada. Então isso é uma grande questão que eventualmente pode aparecer no decorrer das transações da delação premiada. E o segundo ponto, a meu ver, é um possível elo entre a atuação do Banco Mácia, da Fictor, do Pleno, com a máfia do INSS.
Tem padrões de atuação dessas instituições que lembram muito o que a gente vislumbrou no caso da máfia do INSS dos descontos indevidos. Inclusive tem uma pesquisa feita pela professora Maria Paula Bedran da USP e um grupo de acadêmicos mostrando...
exploram esse mercado do crédito consignado, que é um mercado muito pouco regulado, está na mão de políticos ali no INSS. Esse grupo de instituições cresceu muito nos últimos tempos. Além disso, eles têm um número muito grande de ações contra eles na justiça, questionando justamente empréstimos não solicitados e descontos indevidos, que é justamente o problema que aconteceu.
várias instituições que cresceram operando nesse mercado de crédito consignado, de cartão consignado nos últimos tempos
Banco Central, para que isso, o medo de que isso não seja só um caso isolado, mas um caso mais amplo dentro do sistema financeiro. Sim. Bruno Carazza conosco todas as quartas-feiras. Obrigada por hoje, Bruno. Até semana que vem.
Até mais, pessoal. Até semana que vem. Até, Bruno. Tchau. Gente, antes da gente encerrar aqui o Viva a Voz, vamos atualizar a situação no Rio de Janeiro, todo esse embrólio envolvendo a eleição do governador para o mandato tampão. Matheus Maciel está acompanhando e o governador interino do Rio falou a respeito. Temos dúvidas aí se a eleição vai ser direta ou indireta. É isso, Matheus?
Exatamente, Carol. O governador interino desembargador Ricardo Couto afirmou aqui diante da imprensa toda que já fez dois ofícios, apostos, um ao TSE, pedindo esclarecimentos sobre a decisão de ontem que tornou inelegível o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, para saber se há necessidade de eleição direta ou não no governo do Estado.
Ele tem o entendimento de que a eleição correrá de forma indireta, mas carece desse esclarecimento por parte da corte. Já também fez um ofício a Assembleia Legislativa do Rio, informando ali toda a mesa diretora da Assembleia que há a dupla vacância no cargo do governo do Estado, porque não há nem governador.
nem vice-governador eleito no momento, e então há necessidade de dar início ao processo de eleições indiretas no Estado. Porém, quanto a todos os prazos previstos em lei sobre esse regramento, ele falou que teremos uma necessidade de cautela. Ele usou muito esse termo por aqui para afirmar que talvez os prazos sejam um pouco dilatados ao que confere na lei, para que tudo ocorra da melhor forma.
e não permita uma nulidade do processo num futuro momento por parte de oposição ou base governista que discorde do andamento do processo. Então ele vai esperar esse esclarecimento, tanto do TSE quanto também do STF, no que se refere às regras dessa eventual eleição indireta no Rio.
Valeu, Matheus, obrigada. É esse o salseiro do momento, gente. Salseiro é uma palavra muito boa e muito apropriada para essa situação. O grupo do prefeito Eduardo Paes, ex-prefeito agora do Rio de Janeiro, que é para candidato em outubro...
partiu para uma estratégia ousada, que é de defender a eleição direta com a confirmação de que ele, Eduardo Paes, deverá ser candidato agora a um mandato tampão se essa tese prevalecer. E aí, por quê? Porque no entendimento desse grupo, uma eleição indireta na Assembleia e não consegue ver seu número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número número
embute uma grande chance de o grupo do ex-governador Cláudio Castro vencer, colocar no governo, por esses meses, um dos seus integrantes e representantes, e com isso eles temem que eles tenham esses meses pela frente para...
articular as coisas de modo a tornar mais provável a vitória do próprio Douglas Ruas em outubro. Então, se o grupo do Cláudio Castro assumir por uma eleição indireta agora, o grupo do Eduardo Paes acredita que a chance de vitória dele em outubro diminui muito. Então, ele prefere.
ser candidato a um mandato de poucos meses e mais só quatro anos, porque aí ele não teria direito a uma outra reeleição. A reeleição já seria em outubro, caso ele vença agora e vença em outubro. Então, ter um mandato mais curto, mas nas palavras desses aliados do ex-prefeito.
consertar o Rio de Janeiro, dar uma chance de governar o Rio de Janeiro por um grupo que seja diferente desse do Cláudio Castro, que foi cassado por denúncias graves de abuso de poder econômico, do que uma eleição indireta que eles acham que aumenta muito a chance desse mesmo grupo permanecer no comando do Estado do Rio de Janeiro.
Muito bem, Viva Voz de hoje finalizado, com sucesso, muitos temas quentíssimos. Amanhã não teremos Viva Voz, porque tem jogo do Brasil, a CBN vai transmitir o jogo do Brasil, então o ponto final do CBN será um pouquinho mais curto. Mas Vera Magalhães, melhor você ficar de stand-by, porque qualquer babado nós vamos te acionar aqui, combinado? Combinado, e vai Brasil, já vamos desde já torcendo pela seleção brasileira.
vai brasa né gente, minha traça é igual de vai brasa mas não vai colar isso não nunca foi, jamais será gente, de onde tiraram isso? Viva Voz volta na sexta-feira com notícias obviamente, um resumo e notícias resumos e notícias porque amanhã é um dia de notícia tem esse julgamento aí pela frente tchau gente, beijo Vera, até