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As camadas de Let’s Hear It For The Boy

26 de março de 20268min
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João Marcello Bôscoli destrincha todos os detalhes e curiosidades sobre a produção da música ‘Let’s Hear It For The Boy’, de Deniece Williams, que foi trilha do filme Footloose. Ouça e divirta-se.

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Participantes neste episódio2
J

João Marcello Bôscoli

HostApresentador
T

Tatiana

Convidado
Assuntos1
  • Let's Hear It For The BoyDeniece Williams · George Duke · Footloose
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Sala de Música Com Julão Marcelo Pôscoli Fala João, boa tarde!

Boa tarde Tatiana, boa tarde Nando, boa tarde ouvinte. Boa tarde João, tudo bem? Hoje, um pouquinho mais cedo hoje pra ver o jogo, né? Da Itália? Ah, não, do Brasil, desculpa. É, saí de Pinote pra testemunhar talvez uma vitória do Ancelotti. Gostou, Damiano? Rima aqui? Excelente. Nossa, obrigado. Nasci pra isso, é que eu, sei lá. É música, né? Você trabalha? Você podia fazer Repente, de repente.

Nossa, ainda bem que esse programa acaba já já Eu não sei onde a gente vai parar hoje Vai João, vamos nessa O que é hoje? Olha, hoje a gente vai ouvir o seguinte É bacana, essa música tocou no filme Footloose, faz parte da trilha sonora do Footloose A Denise Williams Uma grande cantora americana E Quem gostava muito dela era o Maurice White E aí, do Earth and Fire Dava uma atenção super especial Ela estava dentro do estúdio gravando Obrigada

E aí chegaram lá e falaram, escuta, precisa finalizar essa faixa porque tem a chance de entrar na trilha sonora de um filme. Aí o pianista, arranjador, o grande George Duke, que tocava com o Frank Zappa com 17 anos, estava produzindo, falou, não, deixa pra lá. Não, não deixa pra lá não, vamos fazer e tal. E tem testemunhas lá no estúdio que ouviram exatamente isso. Correram pra entregar e entregaram essa música que ficou bem conhecida. O que eu gosto dela? Pra gente falar um pouco do estúdio.

Primeiro vão entrando os instrumentos, a bateria eletrônica, entra a percussão, aí entra o baixo de sintetizador feito pelo George Duke dobrando com a guitarra, vão entrando outros instrumentos, então é bem...

didático até a hora que entra a voz. Quando acabar isso, ela vai cantar um pouquinho. Vou pedir para o Daniel colocar outra versão que é instrumental. Porque a gente vê a mesma evolução, onde conseguimos viver instrumento a instrumento, e a voz dela não entra. E a gente consegue perceber o que os arranjadores, o que o George Duke, no caso, escolheram para ficar ali de pano de fundo e de cama ali para a voz. O ninho, a voz o ninho da voz.

Primeiro a versão normal, e é bacana porque entra a bateria, entra a percussão, entra o baixo dobrado com a guitarra. Os elementos vão entrando pouco a pouco, que é bem didático, assim. E entra a voz. Aí depois a gente vai pra próxima, e se precisar acabar, vocês avisam, porque essa música, qualquer compasso já me deixa feliz. Espero que vocês gostem também. Vamos lá. Dennis Williams, Let's Hear It For The Boy. Vamos lá.

que é bateria eletrônica, percussão. Nossa. Agora o baixo dobrado com a guitarra, essa linha aí. Teclado, né? A cama aí que prepara. E entra a voz. A voz agora. E é o Kevin Bacon aprendendo a dançar na arquibancada de Footloose, né?

Eu nunca vi o filme, mas acho que sim pelos clipes. Eu nunca assisti, eu preciso assistir. Vamos lá agora. A mesma música, Tatiana, Nando e Ouvinte, é a versão instrumental. Ou seja, a voz entraria no lugar que a gente vai ver e muda pouca coisa, mas vem um lance que apoia a voz, que sem tirar o protagonismo, deixa ela especial ali. Você não ouve, mas você sente. Agora, sem a voz, só com a versão instrumental, fica bem claro. Vamos lá.

Bateria eletrônica. Agora vem a percussão do Paulinho da Costa, sempre ele. Assisti o filme. Aê! Agora compra o livro e veja a série. Aqui é a introdução ainda. Olha quando entraria a voz, Tatiana, o que o George Duque faz ali.

Um sininho aí, uma coisa com uma pontinha aguda, uma graça. Uma graça. Um brilhinho. Bom, agora vamos ouvir a voz dela, né? Não é a voz, a capela direto da fita, foi tirada com o software, mas dá pra sacar como a mina tem esse muito talento, né? Nasceu pra isso.

É, abriu bem, hein? A voz.

É isso aí, essa é a voz então. Então a gente ouviu a versão original.

que eu sempre acho gostoso para quem não trabalha com música, que vai ouvindo os elementos separadamente, é mais fácil de ir acompanhando depois cada canal. Aí a versão dela...

completa a primeira, aí ouvimos o que o George Duke colocou ali de apoio pra voz dela, e depois a capela Let's Hear It For The Boy e aí o Paulinho tava gravando, Paulinho da Costa nosso velho conhecido aqui mas aqui ele já é sócio, fundador o seguinte, ele falou que lá no final no finalzinho da música, que tem Let's Hear It For The Boy, que tem uma resposta assim, ele falou, pô João E aí

Eu tô nesse vocal aí, hein? Porque já tinha acabado, o pessoal tinha ido embora. E aí o Jorge Duque falou, poxa, precisamos fazer aqui um vocal. Eu tô lá, né? Eu falei, pô, mas você não tá no crédito. Ele falou, ah, não tô no crédito, mas eu tô lá, eu garanto. Então, além da percussão, o back and vocal do Paulinho da Costa deve ser por isso que fez tanto sucesso.

E é isso aí, obrigado, gente. Bom jogo, né? Vou sair de hipnótipo, dar uma força pro Ancelotti. Vai nessa. Um abraço, João. Obrigado. Até amanhã. Aí, Tatiana tá cantando, hein? Tatiana tá cantando, hein? Alguém prometeu me gravar faz uns 10 anos. Eu tô esperando até hoje. Meu, ó, vou te... Temos 30 segundos, é melhor desligar? Temos, temos. Então, assim, ó, tem uma piada do meio artístico que é o seguinte, tem uma cobra que não enxerga e um coelho que não enxerga. Os dois se encontram. Um esbarra no outro.

Quem é? Não, não sei, todo mundo inseguro. Aí o coelhinho falou assim, vamos fazer o seguinte, você me tateia, depois eu tateio você e a gente tenta descobrir quem é quem, tá bom. Aí a cobra foi lá, olha, você é filpudo, você tem a orelha comprida, você tem um pompomzinho, já sei, você é um coelhinho.

É isso, acertou. Agora é a sua vez. Ah, você é frio, você é escorregadio, você não tem orelhas. Já sei, você é diretor de gravadora. É isso. Um beijo, viu? Bom jogo, bom jogo. Valeu, boa sorte. Beijo, beijo, Jô.

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