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Brasil x França: Seleção compete, mas expõe limite e falta de tempo até a Copa

26 de março de 20266min
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Para PVC, derrota para a França reforça diagnóstico: Brasil ainda é irregular e corre contra o relógio. Ouça a análise.

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Participantes neste episódio2
Á

Álvaro Machado Dias

HostEspecialista
P

Paulo Vinícius Coelho

HostJornalista
Assuntos2
  • Campeonato Brasileiro de FutebolDesempenho contra a França · Desfalques da Seleção · Preparação para a Copa
  • Situacao da Italia nas EliminatoriasVitória sobre a Bósnia · Técnicos brasileiros na Copa
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Prancheta do PBC, com Paulo Vinícius Coelho. Paulo Vinícius Coelho, muito boa noite a você. Já vou começar aqui falando das mensagens que estamos recebendo dos nossos ouvintes. Seleção morreu, França com um a menos, não dá pra sonhar com Hexa, né? Muito pessimistas eles estão. É, tá ruim, mas tá bom ou não tá bom, mas tá ruim?

Acho que tá ruim, tá ruim. Tá ruim, tá ruim. Acho que não tem bom, não. Acho que tá só ruim mesmo. Boa noite.

Não, é assim, boa noite. Não, é assim, o que eu saio desse jogo com a impressão de que o nosso aluno, extremamente inteligente, mais vagabundo nos três anos de ensino médio, não vai ter tempo de passar no Enem. A impressão que dá é essa um pouco. Embora tenha tido bons momentos no jogo. Foram dois tempos completamente distintos. O primeiro, o Brasil teve 42% de pós-de-bola. Parecia o Brasil um time de um técnico italiano.

Ah, mas é, é verdade. É um time de um técnico italiano. O Brasil defendia, defendia, defendia, defendia, defendia. E tentava contra-ataque, teve duas sinalizações perigosas, uma do Rafinha, outra do Martinelli, as duas pra fora. E aí tomou um contra-ataque, erro do Casimiro.

O Choumenic foi o substituto do Casimiro no Real Madrid, roubou a bola, o Dembélé lançou o Mbappé, Dembélé lançou o Mbappé no meio da defesa, imagina, gol da França. Isso eram 31 no primeiro tempo. Aí no segundo tempo, aos 7, o Panamericano foi expulso, uma revisão do VAR, ele fez uma falta no Wesley.

e o Wesley ia dentro do gol, o Panamericano derrubou, sete minutos do segundo tempo, como teve sete de acréscimos, o Brasil jogou o segundo tempo inteiro com a meia mais, e não conseguiu empatar o jogo. Estava melhor no jogo, tinha finalizado cinco vezes na segunda etapa, quando tomou outro contra-ataque, o Lise do Bayern entregou para o Iktike, jogador do Liverpool, e o Iktike aos 19 fez 2x0.

Aí o Antilote começou a fazer testes. O Brasil tinha sete desfalques, né? O Brasil hoje não teve Alisson, não teve Militão, não teve Marquinhos, não teve Alexandro, não teve Gabriel Magalhães, não teve Bruno Guimarães e não teve Estevão. Então podia ser um time diferente se tivesse os sete titulares. E depois de 2x0, o Antilote começou a fazer testes. Colocou o Gabriel Sara no lugar do Casimiro.

Colocou o Danilo do Botafogo no lugar do André Santos. Quem entrou muito bem foi o Luiz Henrique, ex-Botafogo. Quem entrou no lugar do Rafinha, o Rafinha saiu com uma lesão na coxa. No intervalo, o Luiz Henrique mudou um pouco a cara do jogo, mas não foi suficiente. Então, assim, o Brasil foi competitivo contra a França. E a França é um time muito mais montado do que o Brasil. A gente está no mesmo lugar, a gente sabe o quê? Que o Brasil não tem um time porque o Brasil ficou...

desperdiçando tempo durante quatro anos. E agora tem 72 dias pra montar uma equipe que seja competitiva. Se a gente sai desse jogo, com a impressão de que não vai dar tempo de brigar pra se fazer uma grande Copa, pra chegar semifinal, pra brigar pelo título. Embora seja uma Copa diferente, uma Copa de 38 dias, no decorrer da Copa, o Otelote pode conseguir melhorar essa equipe. E vai ter sete titulares que não jogaram hoje. Mas não foi bom.

Então tá bom, é isso né? Alguma coisa acrescentada, Débora, das mensagens dos ouvintes? Acho que nada mais a declarar. Vamos falar da Itália. Então fala, PVC. A Itália ganhou 2x0 em Bérgamo jogou melhor, desde o primeiro tempo jogou melhor

Foi fazer 1x0 no começo do segundo tempo com o Tonali, depois Moise Kine fez 2x0, ganhou bem. Agora está terminando os pênaltis para saber o adversário. A Bósnia está ganhando, a República Tcheca acabou de ganhar uns pênaltis da Irlanda, e a Bósnia está ganhando de Gales, então, teoricamente, tem Bósnia e Itália em Sarajevo na terça-feira. Eu não estou confirmando Bósnia, porque eu estou vendo aqui pela internet, eu estou com a imagem do jogo da Irlanda com a República Tcheca.

O Público Tchaca se classificou, ele não tem a confirmação de que acabou a disputa por pênaltis da Bósnia. A Itália agora espera o vencedor de Bósnia e Gales, 3x2 nos pênaltis, nesse momento, para a Bósnia. Agora a Itália vai jogar fora de casa e tem que ganhar de novo, na terça-feira, para ir para a Copa do Mundo depois de 12 anos.

O PVC, então com a queda da Albânia, segundo aqui os nossos estudiosos, os universitários, pela primeira vez não teremos um técnico brasileiro numa Copa do Mundo. A não ser que alguma seleção demita um técnico daqui até a Copa e contrate um técnico brasileiro. Isso porque o Brasil teve técnico... pode acontecer, até começar a Copa do Mundo pode haver.

O Brasil sempre teve, o técnico do Brasil sempre foi brasileiro. Por isso que o Brasil sempre teve técnicos em Copas do Mundo. Embora tivesse outros. Parreira foi técnico do Kuwait e dos Emirados Árabes. O Otto Glória brasileiro foi técnico de Portugal em 1966. Filipão em 2006. José Faria foi técnico do Marrocos em 1986. Evaristo de Macedo do Iraque em 1986.

Teve muito técnico brasileiro no decorrer das Copas e em outras seleções. Mas a razão de o Brasil nunca ter ficado sem um técnico em Copa do Mundo é que o técnico do Brasil sempre foi brasileiro. Pela primeira vez não será. O técnico da Itália, por exemplo, não foi sempre brasileiro. Em 54, o técnico da Itália era húngaro. O técnico da Espanha já foi uruguaio, Rosé-Santa Marinha em 62. O técnico da França já foi inglês. O técnico da Inglaterra já foi italiano e já foi sueco.

Ó, 4x2 pra Bósnia, nos pênaltis, então Itália pega a Bósnia. Acabou de acabar. Beijo, PVC. Até amanhã. Sarajevo, terça-feira. Beijo, até amanhã. Beijo, PVC. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás.

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