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Michelle Pfeiffer é a estrela de 'The Madison', série que acaba de estrear e já é a mais vista na Paramount+

27 de março de 202610min
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Patrícia Kogut recomenda a série “The Madison”, com Michelle Pfeiffer como protagonista. Criada pelo roteirista Taylor Sheridan - conhecido por "Yellowstone" -, a produção é um drama familiar sobre luto e amor. Disponível na Paramount+, a primeira temporada já se tornou a mais vista do streaming. A segunda temporada já foi gravada e a terceira está em negociação. Ouça.

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Participantes neste episódio2
P

Patrícia Kogut

HostJornalista
T

Tati

ConvidadoApresentadora
Assuntos2
  • The MadisonMichelle Pfeiffer · Taylor Sheridan · Drama familiar · Luto e amor · Comparação com Yellowstone
  • Indicações de sériesMulheres Imperfeitas · Elizabeth Moss · Roteiro ruim
Transcrição28 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Pela risada, Patrícia Cogut também tá contente que chegou a sexta-feira. Fala, Patrícia, boa tarde. Não, tô sempre contente. Boa tarde, Tati. Boa tarde, Fernando. Boa tarde, ouvintes. Quem foi? O que foi aquelas palmas? Aquele...

A sua gostia desse programa. O intrépido... Muito bem. Ele lê seu pensamento. Exato. Uma comemoração, uma comemoração sonora. Muito bem, muito bem. Chegou o fim de semana, todos querem uma série pra assistir e a Patrícia Cogut está aqui pra ajudar a gente. Hoje tem Michelle Pfeiffer, é?

Então, Michelle Pfeiffer é estrela de The Madison. The Madison é uma série que estreou na Paramount e já é a série mais vista da plataforma.

É uma criação do Taylor Sheridan. Taylor Sheridan é um ator, roteirista, diretor, uma figura muito importante hoje na televisão americana porque ele criou Yellowstone. Yellowstone é aquela série com Kevin Costner, também da Paramount, e que depois gerou filhotes, né? Séries derivadas, 1883, 1923.

São séries que se passam em Montana, que é um estado no interior, América Profunda, e envolvem drama familiar, tramóia política, assassinato, cowboys, é um universo. Da Madison...

Tem esse título porque é o nome de um rio que atravessa Montana, um rio super importante lá, então você já é transportado para aquele universo pelo título. E ela não tem nada a ver com aqueles personagens de Yellowstone, ela é o mesmo ambiente, mas é outra família.

E ela não tem violência explícita, não tem sangue, não tem tramoia política. É um drama. É um drama familiar e envolve uma história de luto, de amor. Ela é uma série lenta. Então a gente fica esperando acontecer alguma coisa.

Até a gente entender que é um dramalhão lento, de lenta combustão. Tem seis episódios lá. A segunda temporada já foi filmada. E a terceira está em negociação.

A gente acompanha, a Michelle Pfeiffer faz a personagem central, ela e o Kurt Russell é o marido dela, e ela fica viúva, rápido. Então, eu não estou contando nenhum spoiler. E ela tem filhos, ela mora em Nova York.

É uma família de rica, de Nova York, duas filhas patricinhas, tem duas netas também, tem um genro.

O cara morre e ela vai para Montana depois da morte dele. Aí eu também não quero contar, mas ele nos primeiros capítulos está em Montana, porque ele é um cara que sonha com a vida no campo, mas ela não topa ir para lá. Então ele vai sozinho, ele tem um irmão que mora lá.

Tudo gira em torno dessa situação. Ele aparece o tempo todo, tem muito flashback e a história vai se construindo assim. Então, é um novelão, é uma série num lugar lindo.

Lindo e paisagens, assim, incríveis na natureza. Tem um pouco de... tem bastante comparação entre a vida no campo e a vida na cidade. Isso daí é motivo de milhões de clichês, mas a gente tem que embarcar. Tem que embarcar na história. Eu fiquei super presa. São seis episódios, estão todos lá.

e assim, é um programa pro fim de semana pra quem gosta desse tipo de história ela lembra um fala quando você disse que tem uma lenta combustão pensei assim, poxa, será que não vai chegar naquela sensação de, ah, não acontece nada, vou parar mas agora no final você falou que você ficou é, firme e forte não é bem assim não

Um pouco. Você não pode esperar uma série de ação. É um aviso, é lenta combustão. É um drama, sei lá, quem gosta de Virgin River pode gostar dessa série, por exemplo. Eu fiquei achando que eu ia ver uma coisa meio parecida com Yellowstone e não é. Essa semelhança é só nas aparências, ela é só no vocabulário visual.

E tem uma música de orquestra na abertura dramática e tal, igual as outras séries dele. Mas essa é uma série diferente. E a Michelle Pfeiffer, né? O Kurt Russell, o Elencão. Vale a pena. É um programa, assim, é bom entretenimento. Eu recomendo. A Patrícia, a outra Patrícia, a Pierrot assistiu as duas temporadas. Achou uma delícia.

Ah, é? Que bom, que bom. Tem ouvintes ou vamos pra Desrecomendação? Depois eu trago alguns ouvintes, pode ser? Então, vamos pra Desrecomendação. O Gongo da Semana. O Gongo da Semana é uma série que eu fui assistir super animada e é muito ruim. Chama-se Mulheres Imperfeitas. É uma série, uma estreia assim, da Apple TV que foi lançada como uma série de luxo.

Estrelada pela Elizabeth Moss, que é aquela atriz que a gente gosta, a gente adora. Ela fez um monte de coisas legais, mas não adianta ter a Elizabeth Moss. A Kate Mara também, que é outra super atriz, também é uma das estrelas. É a história de três amigas, uma delas morre...

uma morte violenta e isso é o ponto de partida de um thriller. Mas assim, o roteiro não se sustenta, é tudo artificial, a série não prende, o roteiro é ruim. Eita! Então, assim, eu realmente, francamente, desrecomendo. Você fica chateada quando você vê um negócio que te parece promissor e é ruim? Eu fico tão chateada, Patrícia, me dá uma frustração.

Perda de tempo, né? Um pouco, né? Eu procuro ver as coisas por prazer, mas também porque eu quero fazer uma recomendação, escrever uma crítica e tal. E nesse caso, ela inspirou uma desrecomendação. Quer dizer, não foi perda de tempo total. Entendeu alguma coisa.

Uma gongada fina, como é do feitio de Patrícia Cogut. Vamos lá, a Brisa diz o seguinte aqui, nosso ouvinte. Indico para nossa curadora de bom conteúdo, algo horrível vai acontecer. Esse é o nome? A série explora a ansiedade, medo do desconhecido, paranoia mistura a realidade com o terror psicológico. A pergunta é a seguinte, se você soubesse que algo horrível iria acontecer, vai acontecer.

Mas você não pode impedir. E aí? Netflix, oito episódios. Legal. O título é bom, né? Bom. E olha essa. Adrian tem duas. Você já tá pra saber o estilo que ele gosta. Segredos e Crimes.

História real. Serial killer dos anos 70, 80, que ficou sem ser descoberto por 20 anos. Ele assumiu, ficou com 13 corpos de mulheres, uma delas grávidas que estavam enterradas em sua própria casa. Que horror, gente! Nossa! Essa é uma. Ah, pra dar um anillo no fim de semana, né? Do noticiário. Tranquilo, tranquilo, tranquilo.

se não tá satisfeito com essa, eu te dou outra mesmo, dou outra, Adriana, fala assim Mary de morte, uma médica que mata pacientes terminais e faz disso um estilo de vida, até sair do seu controle nossa, um estilo de morte, né?

As duas recomendações do nosso ouvinteado. Não, mas tá bom, eu gosto desse tipo de série, tá? Obrigada, agradeço. Muito bem. Patrícia Cogut está aqui toda sexta-feira, você sabe, né? Com boas dicas pra você, boas dicas do que você pode ver e do que talvez você seja melhor não ver. Faz aquele resumo, Patrícia, pra gente, por favor.

Então, minha recomendação de hoje é da Madison, na Paramount, tem seis episódios, estrelada pela Michelle Pfeiffer, dramalhão, novelão, delicioso. Você começa e não consegue parar. E minha desde recomendação, Mulheres Imperfeitas, com a Elizabeth Moss, na Apple TV. Infelizmente, não vale a viagem. Triste. É isso. Obrigada, Patrícia. Obrigada, Patrícia. Um beijão. Até semana que vem. Até semana que vem. Beijo.

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