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Pizzarias de São Paulo são destaque em ranking latino

17 de abril de 202611min
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Luiza Fecarotta comenta que a eleição das melhores pizzarias da América Latina reacendeu o debate entre amantes de pizza em São Paulo. A capital paulista se destacou na premiação, com a "Leggera", do chef André Guidon, eleita a melhor da região. Outras casas tradicionais da cidade também aparecem no ranking, como a "QT Pizza Bar", "A Pizza da Mooca" e a "Veridiana".

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Participantes neste episódio3
C

Carlos Eduardo Éboli

HostJornalista
M

Marcela

Co-hostNarradora
L

Luísa Pecarota

Comentarista
Assuntos2
  • Melhores Pizzarias América LatinaPizzaria Leggera · QT Pizza Bar · A Pizza da Mooca · Veridiana
  • Cultura da pizza em São PauloComportamento de consumo de pizza · História da pizza em Nápoles
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CDN Gastronomia, com Luísa Pecarota. Acontece em São Paulo. Apoio Prefeitura de São Paulo. Luísa Pecarota, bom dia. Bom dia, Ma. Bom dia, Gui. Tudo bem? Bom dia, Lu. Tudo bem.

Luísa, vamos falar de pizza, né? Afinal, os ouvintes estão ansiosos desde quarta-feira querendo falar sobre pizza, sobre a melhor pizza aqui da América Latina estar em São Paulo. E, na verdade, a melhor pizza, vamos combinar, é aquela que tá pertinho da gente, que chega quentinha, que você gosta, sua favorita. O Paulo diz o seguinte, vocês precisam vir provar a pizza do Ângelo aqui na Moca, Belo.

Faz o convite, Paulo. Manda o convite pra gente. Na Moca já é um selo de qualidade. É verdade. Falou tudo. Pizzaria da Moca, inclusive, é a indicação do Wagner Dias, do Belenzinho. Diz que super indica pizza de presunto parma com rúcula. Imbatível. Lá da Pizzaria da Moca. A gente tem mensagens... A Pizzaria da Moca é lá do Felipe Zenuto.

Ele é fera. Conhece, Lu? E a Pizzaria da Moca tá no sétimo lugar nessa premiação das 50 melhores pizzarias da América Latina, viu? Sétimo lugar. Que delícia, gente. Ó, Eliane, Pizzaria Carlos, na Labeda Tietê, é excepcional. Na minha opinião, a melhor. Olha, a Carlos ganhou os dois prêmios SP Gastronomia que fizemos, né? CBN, Globo e Valor.

Então, tem também ali o nosso carimbo. Tá vendo, Eliane? Arrasou, então, na sua avaliação. Gosto assim. Muito bom. Tem mensagem de áudio também pra gente soltar por aqui. Vamos lá, Pascoal?

Ih, peraí, vamos resolver aqui um probleminha técnico. Enquanto isso, eu vou falar outras mensagens que chegaram em texto também. O Tadeu Carvalho gosta das pizzas tradicionais. Calabresa e mussarela. Ah, eu acho que é uma boa pra não... Quando você não quer arriscar, tá difícil... Porque às vezes também o cardápio é muito grande, tem muita opção. Então você fala, vou no basicão, né, Lu? E aí eu já vou me garantir aqui.

Eu gosto. Você tem uma pizza favorita, Luísa? São Paulo, a gente tem essa coisa de ter muitos ingredientes. É uma marca da pizza paulistana, né? Essa coisa de… Esse excesso de ingredientes cobrindo a massa, né? Então, enfim, tem muita gente que gosta. E até estranha quando come uma napolitana, assim, porque ela é mais contida, né? E tal. Então, tem uma…

Ih, perdemos a Luísa. Não, eu tô aqui. Ah, tá. Tô esperando o Pascoal. Ah, então vambora. Olha que doideira. Vamos ouvir aqui, então, o áudio dos nossos ouvintes que participaram.

Oi, Marcela. Oi, Murisa. Aqui é o Paulo Lincione, do Jardim Prudência. Sou um amante das pizzas. Por mim, comeria pizza todos os dias. E eu elenco três boas pizzarias aqui em São Paulo, tá? O Esperanza, que é clássico dos clássicos. Zy Tereza de Nápoles, que fica aqui na Azul Naçu, na Vereador José Diniz. E o Veridiana, são as melhores pizzas de São Paulo. Por mim, comeria pizza agora, Marcela. Um beijo pra você, um abraço pro Muris, bom final de semana. Eu tô ficando com fome também.

Eu também, já 11h54. Ele fala de uma coisa que eu acho interessante, que é esse costume, né? Da gente comer pizza. Porque assim, aqui em São Paulo, nasce essa coisa meio restrita ao domingo à noite, né? Essa coisa de comer pizza domingo à noite. E aos poucos isso vai se espalhando, né? E de repente a pizza, ela...

Ocupa outras refeições durante a semana no jantar e aos poucos isso também invade o almoço. Então a gente já tem opções de pizza no almoço aqui também. Então, enfim, acho que também se fala de um modo de comportamento, sabe, diante da pizza. Mas essa semana a gente está falando de tudo isso. Vamos recapitular o assunto de quarta para quem não estava nos ouvindo, mas teve essa premiação.

das 50 melhores pizzarias da América Latina, teve uma cerimônia no Rio. E a lejeira, do André Guidon, aqui em São Paulo, foi eleita a melhor pizzaria da América Latina. Eu acho poético que lejeira quer dizer leve em italiano, e é isso mesmo que eles buscam, né? Que é uma massa delicada, bem hidratada, manipulada com as mãos. Eles manipulam na temperatura ambiente, que é para manter a fermentação contínua. E eles, de fato, chegam a uma massa...

leve, há uma massa elástica, tem aquelas bordas mais gordinhas que tem um tostado ali que dão um tchan, sabe? Na pizza, um borogodó, né? Uma coisa assim que atiça o paladar. E tem outra paulistana muito bem posicionada que é a Ketê Pizzabar. O Ketê vem, mande a Ketê Sabene, né? Eles puxam dessa coisa que é do Matheus Ramos que ficou em terceiro lugar.

E a pizza Pomodoro, da QT, ganhou o prêmio de melhor pizza do ano. Então, eles têm ali uma categoria de melhor pizza do ano e essa pizza de Pomodoro, que é essa coisa, né? É a pizza simples, né? Então, é um bom tomate, é uma boa massa e ela se resolve.

E mais três pizzarias de São Paulo ficaram muito bem posicionadas, que foi justamente a Pizza da Moca, que a gente acabou de falar, que ficou em sétimo lugar, a Única, que ficou em oitavo, e a Veridiana, que ficou em décimo segundo.

A Veridiana é um símbolo de São Paulo, né? Eu adoro. 25 anos, não é uma delícia? O gente é gostoso, o atendimento é gostoso, as criações venceram o tempo. Mas eu gosto de pensar que é uma pizzaria de mais de 25 anos que se mantém atualizada.

Então, assim, faz um tempinho que a segunda geração da família dos fundadores assumiu o comando e tem essa missão, né, de manter a Veridiana fresca, ativa, uma referência. Nossa, tá me dando fome. Eu também. Da Veridiana, eu gosto muito, Lô, de uma pizza que é de linguiça especial de javali.

Meu, que delícia, tá? Lá da Veridiana. Isso me lembrou um pãozinho que o Brás, a pizzaria Brás serve. Um pãozinho de entrada. Pão de linguiça. Pão de linguiça. Que delícia. Nossa, aquilo ali. Você vê que eu já tô indo da pizza pra entrada, né? A entrada também ali, arrematando nossa fome. Eu gosto demais. Não, esse pão de linguiça é muito bom.

Mas até pra gente arrematar, acho legal falar, eu já mencionei aqui outras vezes uma entrevista maravilhosa que eu fiz com o historiador italiano Alberto Grande, ele lançou um livro super polêmico, a gente falou disso aqui, as mentiras da nona, que ele vai desmontando alguns mitos da tradição da cozinha italiana, e ele diz uma coisa que mostra muito a importância da pizza em São Paulo, ele diz que sem a pizza de São Paulo, a pizza de Nápoles não seria tão famosa pelo mundo.

Então ele tem uma tese de que a pizza era consumida ali no sul da Itália pelos pobres, era uma comida de rua, má qualidade e tal. E os próprios napolitanos se envergonhavam.

daquela pizza. E aí eles enigram para a América do Norte e América do Sul, em particular Nova York e São Paulo, e a pizza se torna esse produto rico, de alta qualidade, e ela retorna a Nápoles como um símbolo da cidade. Eu acho muito legal esse raciocínio para a gente ver o peso que tem a nossa pizza. Então a gente constrói em São Paulo uma cena muito rica de pizzarias.

de vários estilos, né? Então tem a paulistana, tem a napolitana, tem a de Nova York e ela aparece, enfim, refletida em prêmios como esse, né? A gente está falando muito aquilo do ponto de vista de quem consome, mas tem também um áudio de um ouvinte falando do ponto de vista de quem faz a pizza. Bem, eu acabei ouvindo as duas matérias, né? Na questão da pizza, eu me formei pizzaiou em 2014 porque gosto de cozinhar.

E acho que desenvolvi boas pizzas, né? Aprendi a fazer um pão de alho recentemente e achei importante ou diferente colocar o recheio do pão de alho sobre as pizzas. Coisa que ainda não vi nas pizzarias aqui onde eu moro e em alguns lugares perto também. Então, é uma pizza feita com... Essa que eu citei, né? Mussarela, tomate e o creme de alho, assim, de algumas partes pra dar um sabor mais acentuado.

E manjericão banhado no azeite por baixo, né? E também faço borda das pizzas com esse creme. O pessoal tem gostado bastante. Deve ficar uma delícia isso. Não, não tem como não ficar bom.

Não, aí é golpe baixo. Creme de alho. Uau. Que delícia. Muito bom, muito bom. Ó, só mais uma aqui do Thiago Xeregatti, que diz o seguinte. Mora no Principado da Moca. Indica o Pizza da Moca. Bom demais. Qualquer pizzaria ali, vale a pena. Mas a preferida é a terra nera. Vai molho de tomate, alcachofra, funghi, panceta e queijo. Hum!

Bom demais, hein, gente? Eu gosto de pizza com muita coisa. Eu gosto de pizza mais simples, com pouca coisa. Eu gosto de pizza de qualquer jeito. Isso que é bom, hein, Luísa? Mas, sei lá, cestou. É isso. Vamos embora. Cestou com pizza.

Olha, muitas mensagens aqui, viu, Luísa? De gente querendo comer pizza. Pizza também invade o café da manhã. Quem não gosta de pizza amanhecida, diz o Leandro. Eu sou a fã número um. Pra mim, pizza tem que sobrar pro dia seguinte, senão não é pizza. Eu adoro. Luísa, obrigada, viu? Por trazer pra gente esse panorama. É. Um beijo. Beijo, Lu. Boa pizza pra você. Bom fim de semana. Beijo. Vambora comer pizza? Vambora comer pizza, Marçal. Ai, eu quero. Um beijo à hora. Vambora. Sextou, sextou.

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