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Eboli: Oscar Schmidt ficou marcado pela decisão de não jogar na NBA para seguir defendendo a seleção brasileira

17 de abril de 20267min
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Carlos Eduardo Eboli repercute a carreira brilhante do ídolo do esporte, relembra momentos pessoais com o atleta e ressalta sua obsessão pelo treino, que justificava o apelido “Mão Santa”. Oscar também ficou marcado pela decisão de não jogar na NBA para seguir defendendo a seleção brasileira, consolidando um legado único de talento, disciplina e paixão pelo país.

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Participantes neste episódio2
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Carlos Eduardo Éboli

ComentaristaJornalista
G

Gustavo Ferreira

ComentaristaEditor-assistente
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  • Legado de Oscar SchmidtDecisão de não jogar na NBA · Legado no basquete brasileiro · Homenagens e reconhecimento
  • Morte de Oscar Schmidt
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Olá, muito boa tarde. Seja bem-vindo ao Ponto Final CBN desta sexta-feira, 17 de abril de 2026, dia em que morreu Oscar Schmidt, o Monsanta maior ídolo da história do basquete brasileiro, reconhecido internacionalmente e um ídolo contemporâneo para nós, né, Carol Morão, ídolo da nossa geração. Boa tarde.

Oi, Débora. Boa tarde para você e para os ouvintes. Uma sexta-feira muito triste, acho que para todos os brasileiros, porque o Oscar, além de ser uma lenda do esporte, era uma figura muito querida por todos. A gente vai trazer a cobertura completa e toda a repercussão da morte do Oscar Schmidt nessa edição do Ponto Final.

E quem já está conosco é o Carlos Eduardo Éboli, nosso colega aqui da CBN. Oi, Éboli. Seja bem-vindo. Que pena que para falar da morte desse ídolo, mas por outro lado, o Brasil, que é o país do futebol, também é o país do basquete, graças ao Oscar Schmidt.

Sem dúvida alguma, Débora, Carol, boa tarde. Estou absolutamente impactado ainda por essa notícia, até porque desenvolvi uma relação muito positiva com o Chimitão.

Com o Oscar Schmidt, eu como profissional cheguei a acompanhar, cobri a reta final da carreira do Oscar. Ele se aposentou em 2004, se a minha memória não estiver falhando. Inclusive fizemos na ocasião várias homenagens ao Oscar Schmidt aqui no Sistema Globo de Rádio. Naquela ocasião...

apresentei um programa em cadeia, Rádio Globo e Rádio CBN, numa grande homenagem, três horas de duração, onde a gente passeou por toda a carreira do Oscar, com a presença de familiares, Tadeu foi uma presença ilustre nessa homenagem, e daquele momento em diante, realmente passei a...

a também admirá-lo muito como pessoa, nos seus gestos, na sua força de vontade, na sua capacidade incrível de se concentrar nos movimentos, de querer ser sempre o melhor, o mais perfeito. E ele, não à toa, recebeu o apelido de Monsanta. E quando alguém falava muito para ele esse apelido, ele falava Monsanta...

É nada, ele usava outro termo, é mão treinada, porque é uma coisa marcante na carreira do Oscar, essa repetição de movimentos que fez dele um dos maiores arremessadores da história do basquete mundial. Eu vou sair mais com tranquilidade da história do basquete brasileiro e vou ampliar isso para a história do basquete mundial.

E isso é a mais pura verdade, porque o Oscar atingiu um nível de excelência com as mãos que acabou sendo reverenciado pelo mundo. Um brasileiro que hoje faz parte do hall da fama da NBA, do maior basquete do mundo, basquete profissional dos Estados Unidos.

vários jogadores ao longo da história, sempre reverenciando a capacidade do Oscar Schmidt, presente em festas, em eventos, no basquete americano. Recentemente também foi homenageado, já nesse período difícil, tentando se recuperar de mais uma...

de mais uma queda, tudo da origem do tumor cerebral, mas recentemente ele foi homenageado e foi colocado no rol da fama do Comitê Olímpico do Brasil, homenagem mais do que justa. Então, o Oscar era uma figura doce, maravilhosa, aquele gigante.

que tinha uma gargalhada, um sorriso contagiante. E eu lembro só de passagens boas com o Oscar. Inclusive nesse momento aí que a gente fez a homenagem, em 2004, eu conversando com ele fora do ar, falei, Oscar, vamos bater uma bola?

Vamos, vamos, vamos, vamos bater uma bola. Me chamamos de Duda também. As pessoas mais próximas sabem que esse é meu apelido. Eu também já uso, inclusive, isso hoje profissionalmente. Mas, Duda, vamos sim, vamos bater uma bola.

Vamos amanhã cedo no aterro do Flamengo? Eu falei, Oscar, você está de brincadeira. É, vamos bater uma bola no aterro do Flamengo. Vamos fazer uma pelada no aterro do Flamengo. Imagina. É, tá bom. E aí de manhã cedo, no dia seguinte, chegamos no aterro do Flamengo e eu batendo bola com o Oscar Schmidt, outras pessoas também mais próximas ali, as pessoas passando pelo aterro do Flamengo, eu falei, não é sério? É o Oscar Schmidt que está aqui batendo bola no aterro do Flamengo? E aquilo se transformou.

num evento delicioso, sabe, com as pessoas todas se aproximando do Oscar, ele brincando e fizemos vários jogos. Esse era o Oscar, é um gigante do basquete mundial, um gigante do esporte mundial, o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos até hoje, gente. Ele é o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, 1.093 pontos, mais de 49 mil pontos na carreira.

Um monstro, 25 anos de carreira, e só não jogou no basquete dos Estados Unidos porque não quis. Então, eu ia te perguntar isso, Duda. A grande paixão do Oscar era a seleção brasileira, né? E ele não quis jogar na NBA. A grande paixão dele realmente era defender a camisa brasileira, né? Isso. Foi em 94, Carol. Em 1994, quando ele foi draftado.

pelo New Jersey Nets, só que existia uma regra na época, existia uma regra na época de que jogadores profissionais não podiam participar dos Jogos Olímpicos, então não podiam representar as suas seleções, tanto é que o basquete norte-americano, o basquete estadunidense...

ele usava jogadores que não eram profissionais, jogadores universitários. A primeira grande Olimpíada foi em Barcelona, com a participação dos atletas profissionais. Mas o Oscar tinha essa coisa, se eu jogar pelo basquete profissional, eu não vou poder. Eu não vou poder servir à seleção brasileira, então não. Então eu vou continuar com a seleção brasileira.

E aí ele acabou recusando essa convocação do Basquiat dos Estados Unidos para seguir com a seleção e fazendo história com a seleção. Ele não conquistou nunca uma medalha olímpica, nem um título mundial com a seleção, mas tem um título que é fantástico, que foi em 1987, os Jogos Pan-Americanos nos Estados Unidos.

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